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Brasil Abaixo de Zero

Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Abril/2021


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Aproveitando o gancho, em junho de 2011 (não vou lembrar o dia)  mas estava em Moema (um bairro de sp)  bem de manha para fazer um exame de carteira de motorista. E começou a chover assim, era até forte, molhou as ruas, mas era uma garoa, aí esta chuva se afastou dando lugar imediatamente a um céu azul e o sol batia nesta chuva e gerou um arco-íris triplo, acho que nunca tinha visto sendo que o primeiro era fortíssimo com todas as cores reluzentes foi o mais lindo que já vi, uma pena estar em uma situação que não me permitiu fotografar. 

 

Para não fugir do tópico até pouco tempo atrás a lua dominava o céu por aqui, agora nublou, bem que está chuva que está no litoral poderia vir um pouco mais para ca.

 

Qto as projeções de frio, normal, desde que acompanho este fórum, aqui para Sp já cansei de ver este filme, começa com algo maravilhoso com previsão de chuva abrangente que rasgaria o estado inteiro e uma MP que ia derrubar a temperatura para 5 graus, no fim vai bloqueando tudo  diminuindo a chuva, e a realidade no fim é chuva no vale do Ribeira,  litoral,  pingos pelo  resto do leste de sp, depois mms e uma mínima de 12 no mirante com muito boa vontade.

Edited by jrmartinisp
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3 horas atrás, SandroAlex disse:

 

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Máximas de hoje:

17.7 Alex Rio negro 

17.9 Samae Centro

19.2 Epagri Rio Vermelho 

20.6 Epagri Mato Preto

 

Tristeza total observar essa muralha de Cbs no leste e ter consciência de q não avançam até nós nem por milagre.

Excelentes máximas aí !

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Hoje foi novamente ameno/fresco em Blumenau, os extremos de temperatura foram 16,2/25,3 com vento sudeste da alta pressão e da tempestade subtropical Potira. Foi um dia com bastante variação de nuvens e até chuva no fim da tarde e noite.

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Agora 19,1C / 97% e céu encoberto (22:15). Amanhã o tempo seco retorna.

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1 hora atrás, Moretão disse:

 

Como ficou a MP da semana que vem por aí?

 

 

 

ela enfraqueceu bastante = (

 

vai deixar as temperaturas na média, levemente abaixo, isso se não for exterminada de vez nas próximas previsões.

mal vai fazer cócegas.

Mas o pior de tudo é o rápido e forte aquecimento que vem em seguida.

Pelo tempo.com, pra disparar será rapidinho. Lembrando que nesse site, com certa frequência as máximas são subestimadas em torno de 2 °C por aqui - então é capaz de passar dos 30 °C no começo de Maio.

 

 

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e o weather.com não dá muitas esperanças tb:

 

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que nojeira

 

 

 

Edited by Eclipse
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Eu estava olhando o site do NOAA e as águas sub superficiais do Pacífico equatorial estão quentes, porém a maioria das previsões apontam uma neutralidade de viés frio no meio do ano e uma La Niña fraca no fim do ano, com um aquecimento somente no ano que vem, apesar dessas águas sub superficiais quentes, o Pacífico ainda pode voltar a se resfriar conforme as previsões, já que os modelos apontam isso, eles têm alguma base?

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NINO 3.4  Initial Time   4 2021
PROJECTION FRACTION TERCILES    HALF DEG C       MEDIAN
        BELOW NORMAL ABOVE  BELOW NORMAL ABOVE DEG C ANOMALY
FMA     0.998 0.001 0.000   0.977 0.023 0.000  26.67  -0.58
MAM     0.754 0.245 0.001   0.381 0.618 0.001  27.22  -0.40
AMJ     0.461 0.473 0.066   0.245 0.729 0.025  27.54  -0.23
MJJ     0.348 0.472 0.180   0.218 0.685 0.097  27.47  -0.11
JJA     0.348 0.432 0.220   0.269 0.567 0.163  27.13  -0.11
JAS     0.442 0.375 0.183   0.381 0.466 0.153  26.68  -0.25
ASO     0.510 0.336 0.155   0.483 0.370 0.148  26.34  -0.42
SON     0.513 0.333 0.154   0.515 0.324 0.162  26.20  -0.48
OND     0.483 0.354 0.163   0.512 0.304 0.184  26.15  -0.48
NDJ     0.330 0.368 0.302   0.364 0.302 0.334  26.52  -0.05
DJF     0.389 0.362 0.249   0.415 0.314 0.271  26.41  -0.22
JFM     0.376 0.371 0.253   0.376 0.368 0.256  26.66  -0.17
FMA     0.178 0.324 0.498   0.153 0.398 0.449  27.60   0.35
MAM     0.117 0.311 0.572   0.072 0.475 0.453  28.00   0.38
AMJ     0.097 0.303 0.600   0.047 0.506 0.446  28.15   0.38
MJJ     0.151 0.337 0.512   0.091 0.519 0.390  27.88   0.29
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O litoral sul paulista, novamente vem registrando bons volumes, com destaque especial para estação do Cemaden no centro de Peruíbe, que já acumula 133,96 mm em 5 dias:

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Nas cidades afastadas do litoral daqui do Vale do Ribeira, temos 4 cidades que registraram chuva superior a 20 mm hoje, são elas: Iporanga, Juquitiba, Registro e Pedro de Toledo. Um detalhe que eu notei é de que em Iporanga e Juquitiba, duas estações bem próximas uma da outra não registraram nada de chuva, seria possível ou é algum problema com a estação? (Iporanga é a que está com 31 mm no mapa e Juquitiba com 36 mm, notem que a estação ao lado delas está zerada)

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Final de noite com céu bastante nublado e chuva fraca em alguns pontos.

Nas estações do CGE, temperaturas entre 14 graus no extremo sul e 18 graus em áreas próximas ao centro da cidade.

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Imagem da avenida Paulista (direção noroeste) mostra a lua bem escondida nas nuvens.

Bem ao fundo (no meio da foto), nota-se um cortina d'água.

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A chuva continua no litoral.

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Boa noite! Estive ausente do fórum nos últimos dias porque entre os dias 10 e 17 de abril estive de férias nas províncias (Estados) de Salta e Jujuy. Sei que já passaram uns dias, mas relato como esteve o tempo por lá e deixo umas fotos para fazer propaganda do melhor e mais lindo continente do mundo: a nossa querida América Latina.

 

Divido o relato em dois pro post nao ficar tao imenso: esta primeira parte, Jujuy.

 

Sábado 10/04: saí de Buenos Aires com garoa e peguei bastante turbulencia até Santa Fe (primeira foto. Aliás, descobri que o Google Maps funciona em modo aviao e pude ir acompanhando por onde passava o voo), ou seja, os primeiros 40 minutos de viage,. A outra 1h20 foi tranquila, mas de céu nublado durante a rota toda (segunda foto):

 

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Cheguei a Salta com calor e peguei um onibus para a cidade de San Salvajor de Jujuy, a 1.259 metros de altitude e com latitude parecida à de Sao Paulo já, de tao ao norte. Também fazia calor por lá: mínima de 21,3°C e máxima de 29,1°C!!

 

Domingo 11/04: choveu de madrugada em Jujuy, com fortes raios, inclusive. É uma regiao que chove 700 mm por ano e a estacao chuvosa já está terminando, me surpreendi. A manha foi nublada, garoenta e fria. Chegou a 13,8°C e durante a tarde nem chegou a 20°C. Eu passei boa parte do dia em Tilcara (2.465 m). Por lá o tempo esteve aberto, com vento frio. Depois das 14h nublou completamente.

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Segunda 12/04: Jujuy teve dia de muitas nuvens e variacao de 13,1°C a 21,4°C. Subí pra Purmamarca (2.324 m) e depois pras Salinas Grandes (uns 3.500 m) e estava ensolarado, sol ardido típico da altitude e friozinho na sombra. Depois das 15h, céu nublado, vento e frio.

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Terca 13/04: novamente muitas nuvens em Jujuy, com temperatura entre 13,3°C e 23,1°C. Esse dia fui a um povoado chamado Humahuaca, a 3.012 metros de altitude. Para chegar até lá inclusive cruzei o trópico de Capricórnio, estava mais ao norte que a cidade de Sao Paulo, portanto. Lá estava nublado e frio, mas depois das 12h saiu bastante sol. A foto abaixo é num lugar chamado Hornocal, a 4.530 metros, maior altitude que já estive na vida.

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Quarta 14/04: o dia amanheceu ensolarado em Jujuy e a temperatura variou entre 13,1°C e 24,6°C. À noite o tempo fechou e garoou.

 

Esse dia viajei pra Salta na metade do dia, assunto do próximo post. Mas antes de terminar, alguns dados sobre Jujuy:

 

- Nao encontrei nenhum dado meteorológico dessas cidades que visitei (Purmamarca, Tilcara e Humahuaca). A única informacao mais aproximada é uma estacao do SMN em La Quiaca, a cidade mais ao norte da Argentina, na fronteira com a Bolívia. Está entre 100 e 200 km dessas localidades que relatei acima e a 3.442m. Essa estacao registrou mínimas de 5-7°C e máximas de 20-25°C nesses dias que estive em Jujuy.

 

- Perguntei pros moradores se costumava nevar lá. Me disseram que nao, devido ao clima muito seco (335 mm é a média ANUAL de La Quiaca) e que, quando neva, é no VERAO, porque é a época úmida. Vendo o climograma de La Quiaca faz sentido:

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Se alguém tiver mais dados e puder complementar esse post seria genial!

Edited by Fábio De Nittis
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Continuando com o relato:

 

Quarta, 14/04: cheguei a Salta (1.152 metros de altitude) com céu nublado e temperatura agradável, mínima de 14,8°C e máxima de 21,6°C.

 

Quinta, 15/04: Salta teve dia ensolarado, com temperatura entre 12 e 26°C. Esse dia fui a Cachi (2.531 metros), 160 km a sudoeste de Salta. A paisagem muda muito ao longo do percurso. Comeca com muito verde e umidade:

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E termina com aridez e cactus. Notem também a neve no alto da montanha lá no fundo na primeira foto:

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Sexta 16/04: sol entre nuvens em Salta e temperatura entre 13 e 26,5°C. Esse dia fui a Cafayate (1.681 metros), onde a paisagem também é seca:

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Sábado 17/04: Salta teve sol, poucas nuvens e chuvinha fraca à noite. Mínima de 15,2°C e máxima de 26°C. O voo de volta pra Buenos Aires foi absolutamente tranquilo, com tempo bom em toda a rota, apenas com nuvens assim:

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Tivemos uma pancada boa de chuva forte por aqui na ZS , agora temos uma chuva mais fraca...

 

O dia foi bem confuso como nos últimos dias, madrugada com variação de garoa e chuva fraca, depois tivemos mais o tempo fechado e seco até o meio da tarde, a partir daí o sol com menos nebulosidade reinou até o pôr do sol, e ao anoitecer vínhamos com garoas , até a chuva forte que caiu a pouco;

 

Variação de temperaturas hoje nas estações Inmets;

- Mirante entre 15,9 a 24 graus;

- SESC entre 14,8 a 22,3 graus. 

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Bom dia à todos e ótimo começo de semana...

Acho q poderia fixar isto como padrão dos meus "bons dias" ➡️  A madrugada foi de tempo instável com períodos de garoa e aberturas ocasionais,

Mas espero que não...

E não muito diferente dos outros dias também, o céu limpou ao amanhecer e com isso veio o resfriamento rápido. Hoje a mínima ocorreu entre às 6h e o nascer do Sol, com 10,7°C, o q não representa nada de extraordinário para uma baixada em Abril, aki no planalto leste.AirBrush_20210422073105.thumb.jpg.51e73ba676d60259bbebcec7f83f2b6f.jpg

Na relva, 5,7°C exatamente às 7h, quando fui ver o registro. Subiu 0,2°C mas pq manuseei o termômetro para fotografar.

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O amanhecer foi bacana e sem a costumeira neblina matinal, provavelmente pq houve vento e claro, chuva fina na madrugada.20210422_072346.gif.50bed1fd5953905e0ea692eed166b153.gif

Lindo dia..AirBrush_20210422072801.thumb.jpg.633b18d356fb7503a3d32fed34e933dc.jpg

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E a geada apareceu mais uma vez no topo da Serra Catarinense. Não exatamente no topo da serra, mas na região da conhecida "Comarca de Lages" onde se situa a estação de Painel, q fica próxima à São Joaquim e Urupema.

Claro q os dados são de um local específico e é quase certeza q a geada também se formou em pontos dos dois municípios citados.

Mínima 0,3°C 👇Screenshot_20210422-073720.png.688832d24d8f8dec4f4f7eb1858c2160.png

No momento, 11,4°C na estação Fazenda Velha (1.013m).

Edited by Carlos Campos
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Bom dia! Relato agora o tempo em Buenos Aires nas últimas duas semanas neste desastroso abril.

 

Dia

Mínima

Máxima

Condicao do tempo

Sábado 10

20,6°C

21,7°C

Céu nublado e chuva

Domingo 11

15°C

21,7°C

Chuva de madrugada, depois nublado e à tarde sol entre nuvens

Segunda 12

11,8°C

24,8°C

Ensolarado

Terca 13

12°C

25,8°C

Ensolarado

Quarta 14

14°C

24,3°C

Ensolarado

Quinta 15

15,6°C

26,2°C

Poucas nuvens

Sexta 16

16,4°C

26,3°C

Ensolarado

Sábado 17

16,2°C

25,7°C

Poucas nuvens

 

Esta semana:

Dia

Mínima

Máxima

Condicao do tempo

Domingo 18

17,4°C

21,8°C

Nublado até 15h, sol e poucas nuvens depois

Segunda 19

17,4°C

25,1°C

Ensolarado

Terca 20

18,3°C

25,4°C

Ensolarado

Quarta 21

18,7°C

25,4°C

Sol entre nuvens

 

Hoje temos dia nublado por aqui. Agora 19,4°C, URA de 80% e vento norte a 16 km/h. A máxima prevista é de 24°C. O sol nasceu às 7h22 e se poe às 18h20. Portanto, já temos menos de 11 horas de sol por dia.

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Até agora, abril de 2021 está assim em Buenos Aires.

 

Média das mínimas: 17,7°C (+ 3,6°C)

Média das máximas: 25,4°C (+ 2,2°C)
Média simples: 21,6°C (+ 2,9°C)
Precipitacao acumulada: 54 mm (40,9% da média)

 

Tudo indica que, PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA, BUENOS AIRES NAO BAIXARIA DOS 10°C EM ABRIL. Até agora a menor mínima foi de 11,8°C e nao se espera menos de 11°C até o fim do mes:

 

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Bom dia!

 

Registrei a  primeira e tímida sub-15 do ano em Casa: 14,9°C .

 

Noite com variação de nuvens e garoa ocasional. Pelo tempo úmido e instável, as temperaturas quase que se igualaram por toda a cidade de São Paulo, ficaram entre 15 e 16°C na maior parte do centro-expandido, e entre 13 e 14°C nos extremos. Capela do Socorro, novamente registrou a mínima do município com cravados 13,0°C. Pelas previsões às próximas noites, serão mais estáveis, principalmente de Sábado para Domingo, possivelmente a mínima do ano até agora acontecerá no final de semana, no aguardo rs. 

 

EDIT:

 

E no fantástico mundo do final da grade, GFS voltou a pegar a forte MP para o começo de Maio, desta vez ela não ficaria limitada ao RS. A rodada das 06z veio com um desenho bonito e bem invernal:

 

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Na Rodada das 00z ela é ainda mais democrática:

 

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Pena que se trata do delirante e irreal mundo do final da grade... 

 

Edited by Bruno D
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O maravilhoso mundo do fim da grade nos presenteou com uma imagem de esperança para aqueles que estão enfrentando um outono quente:

 

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A imagem é do GFS, mas o ECMWF também pegou essa tendência. Essa suposta massa polar até faz sentido de aparecer neste período, pois um indicador importante para incursões polares, a AAO, está numa fase de forte queda neste momento. 

 

Essa incursão seria extremamente importante para a autoestima do @Eclipse, então vamos torcer !

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4 minutos atrás, Renan disse:

O maravilhoso mundo do fim da grade nos presenteou com uma imagem de esperança para aqueles que estão enfrentando um outono quente:

 

IMG-20210422-WA0001.thumb.jpg.c4a364b99a3c4ccbb8d367a3e5d95e5d.jpg

 

A imagem é do GFS, mas o ECMWF também pegou essa tendência. Essa suposta massa polar até faz sentido de aparecer neste período, pois um indicador importante para incursões polares, a AAO, está numa fase de forte queda neste momento. 

 

Essa incursão seria extremamente importante para a autoestima do @Eclipse, então vamos torcer !

 

Acho que pode não ter essa envergadura toda, mas sinto que essa MP vem. Abril foi muito quente e anômalo do RS para baixo, e agora com a queda do AAO, fica evidente que a natureza vai dá uma compensada em relação ao que aconteceu nas médias latitudes esse mês. Ao menos pro RS, sinto que essa MP forte deve chegar até o dia 10/05. 

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Bom dia a todos.

 

Fico admirado das marcas ruins de temperaturas em Bs As e São Paulo, mais ao sul que a gente aqui.

 

Além do padrão de circulação atmosférica que está nos favorecendo com um abril cerca de um grau mais frio que o normal, vejo um forte componente de ilha de calor urbana, crescente, nestas metrópoles.

 

São Paulo está com grande dificuldade de registrar sub-15 agora em abril. Aqui já tivemos 8 registros assim, e olha que estamos em topo.

Aliás, a média das mínimas até agora é quase sub-15: 15,1˚C. A mínima absoluta é 13,4˚C.

 

No momento, céu parcialmente nublado, brisa sudeste com até 7 km/h: 19,4˚C (9h45min).

 

 

 

Edited by sjmolive
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15 horas atrás, Fábio De Nittis disse:

 

Boa noite! Estive ausente do fórum nos últimos dias porque entre os dias 10 e 17 de abril estive de férias nas províncias (Estados) de Salta e Jujuy. Sei que já passaram uns dias, mas relato como esteve o tempo por lá e deixo umas fotos para fazer propaganda do melhor e mais lindo continente do mundo: a nossa querida América Latina.

 

Divido o relato em dois pro post nao ficar tao imenso: esta primeira parte, Jujuy.

 

Sábado 10/04: saí de Buenos Aires com garoa e peguei bastante turbulencia até Santa Fe (primeira foto. Aliás, descobri que o Google Maps funciona em modo aviao e pude ir acompanhando por onde passava o voo), ou seja, os primeiros 40 minutos de viage,. A outra 1h20 foi tranquila, mas de céu nublado durante a rota toda (segunda foto):

 

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image.png.0ca6305d8414168bb8cdcf0747aa0953.png

 

Cheguei a Salta com calor e peguei um onibus para a cidade de San Salvajor de Jujuy, a 1.259 metros de altitude e com latitude parecida à de Sao Paulo já, de tao ao norte. Também fazia calor por lá: mínima de 21,3°C e máxima de 29,1°C!!

 

Domingo 11/04: choveu de madrugada em Jujuy, com fortes raios, inclusive. É uma regiao que chove 700 mm por ano e a estacao chuvosa já está terminando, me surpreendi. A manha foi nublada, garoenta e fria. Chegou a 13,8°C e durante a tarde nem chegou a 20°C. Eu passei boa parte do dia em Tilcara (2.465 m). Por lá o tempo esteve aberto, com vento frio. Depois das 14h nublou completamente.

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Segunda 12/04: Jujuy teve dia de muitas nuvens e variacao de 13,1°C a 21,4°C. Subí pra Purmamarca (2.324 m) e depois pras Salinas Grandes (uns 3.500 m) e estava ensolarado, sol ardido típico da altitude e friozinho na sombra. Depois das 15h, céu nublado, vento e frio.

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Terca 13/04: novamente muitas nuvens em Jujuy, com temperatura entre 13,3°C e 23,1°C. Esse dia fui a um povoado chamado Humahuaca, a 3.012 metros de altitude. Para chegar até lá inclusive cruzei o trópico de Capricórnio, estava mais ao norte que a cidade de Sao Paulo, portanto. Lá estava nublado e frio, mas depois das 12h saiu bastante sol. A foto abaixo é num lugar chamado Hornocal, a 4.530 metros, maior altitude que já estive na vida.

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Quarta 14/04: o dia amanheceu ensolarado em Jujuy e a temperatura variou entre 13,1°C e 24,6°C. À noite o tempo fechou e garoou.

 

Esse dia viajei pra Salta na metade do dia, assunto do próximo post. Mas antes de terminar, alguns dados sobre Jujuy:

 

- Nao encontrei nenhum dado meteorológico dessas cidades que visitei (Purmamarca, Tilcara e Humahuaca). A única informacao mais aproximada é uma estacao do SMN em La Quiaca, a cidade mais ao norte da Argentina, na fronteira com a Bolívia. Está entre 100 e 200 km dessas localidades que relatei acima e a 3.442m. Essa estacao registrou mínimas de 5-7°C e máximas de 20-25°C nesses dias que estive em Jujuy.

 

- Perguntei pros moradores se costumava nevar lá. Me disseram que nao, devido ao clima muito seco (335 mm é a média ANUAL de La Quiaca) e que, quando neva, é no VERAO, porque é a época úmida. Vendo o climograma de La Quiaca faz sentido:

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Se alguém tiver mais dados e puder complementar esse post seria genial!

Fabio, esta região provavelmente já faz parte do clima da região do Atacama e a chuva acontece no que eles chamam de inverno Altiplânico ou Inverno Boliviano, acontece durante os meses de verão, de dezembro a março. A tendência é a chuva acontecer mais  entre a segunda quinzena de janeiro e meados de fevereiro justamente quando a AB atinge seu auge na Am do Sul. 

Conheço gente que já foi a passeio para o Atacama e a cidade base para isto é San Pedro do Atacama e nao se atentou a isto, afinal a região é um deserto e não chove em desertos certo? Errado, pois pegou chuva, quando isto acontece é uma enorme dificuldade estas chuvas são em forma de pancadas como de verão e a região tem poucos recursos para enfrentar isto, rios próximos a San Pedro que inclusive são do tipo temporários surgem e podem transbordar, estradas são fechadas, a energia pode ser interrompida, pode faltar água potável e é puro barro por todos os lados, os passeios são suspensos a cidade parece estar "derretendo" .

Nas altitudes mais elevadas é aonde neva.

Mas estas chuvas são irregulares como é comum nas pancadas de verão pode chover 30, 40mm ou mais de uma vez sobre uma região e a 30 ou 40km dali não cair uma gota.

 

Porém uma curiosidade, no coração do Atacama que é aonde se encontra a parte mais seca do deserto nos lugares acima dos 4 ou 5000 metros estas chuvas não conseguem chegar.

Na verdade a chuva do coração do Atacama quando acontece vem do pacífico em algum evento de el nino forte e algumas combinações meteorológicas exepcionais, mas acredite, na última década andou chovendo mais neste deserto, em 2015 choveu em 2 dias , sei que um deles foi em Março e me parece que choveu em 2017 tbm para uma região que há relatos de até mais de 100 anos sem chover é uma frequência muito alta.

 

 

 

Edited by jrmartinisp
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Bom dia. Amanhecemos com sol entre muitas nuvens, vento frio soprando de sudeste proporcionando uma boa sensação de frio... só quero ver o que vai acontecer quando esse padrão frio/ameno for rompido por alguma onda de calor no próximo verão!!! Vai ser um sofrimento só!!

 

Foto do amanhecer a sudeste/sul:

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Sentido leste:

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Sentido oeste:
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Mínimas de hoje:

10.9ºC Epagri/Mato Preto

12.6ºC Epagri/Rio Vermelho; Samae/Centro

12.7ºC Alex/Rio Negro

 

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Bom dia BAZ

Hoje amanheceu com friozinho em algumas partes do Goiás e DF:

 

Aguas Emendadas INMET/DF chegou a 8,8ºC

Anápolis PWS/GO com 10,0ºC

Gama Ponte Alta INMET/DF com 11,5ºC

Jataí INMET/GO com 11,7ºC

Pires do Rio INMET/GO com 12,7ºC

 

E até na quentinha Goiânia a manhã começou com 13,5ºC

 

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Bom dia!

Hoje tivemos mínimas interessantes pela região:
 

 

11,8°C Rancharia (INMet)

13,3°C Pindorama (Ciiagro)

13,6°C Barretos (INMet)

13,7°C Borborema (Ciiagro)

13,9°C Marília (INMet)

13,9°C Campinas (Ciiagro)

14,1°C Bauru (IPMet)

14,5°C São Carlos (INMet)
14,9°C Promissão (Ciiagro)

 

Aqui por volta das 06:20 tínhamos 14,4°C, e assim que o sol saiu o vento aumentou um pouco, dando uma bela sensação de frio. Segue agora a manhã sem nuvens com o sol brilhando forte, apesar disso ainda está ameno com 22,5°C.


 

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Belo SCM avançando pelo chaco argentino nessa manhã. 

 

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Acumulados na região:

 

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Ainda me lembro que em anos "normais" esses SCM's e às vezes alguns CCM's subiam até o sul de MS oeste do PR e após criavam-se novas instabilidades que chegavam aqui. 

 

Falando em chuva hoje completamos 33 dias sem chuva significativa

 

Em termos de secura se não chover até o fim do mês igualaremos a dois abris (2002 e 2009)

 

Dois mundos distintos 2002 péssimo tanto em temperatura quanto em chuva e 2009 bom em chuva e dentro da média nas temperaturas.

 

Hoje a mínima em Adamantina foi de 15,4ºC.

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Manhã com chuva fina em alguns locais de São Paulo.

O sol tenta aparecer em meio a muitas nuvens em alguns momentos.

Enfim, esse padrão confuso de tempo devido a influência da busca ainda persiste aqui. Aliás, o sistema está praticamente parado ao largo do litoral do sudeste.

 

Nas estações do CGE, temperaturas entre 16 e 18 graus.

 

Avenida Paulista - direção leste

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Avenida Paulista - direção noroeste

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11 horas atrás, Eclipse disse:

 

ela enfraqueceu bastante = (

 

vai deixar as temperaturas na média, levemente abaixo, isso se não for exterminada de vez nas próximas previsões.

mal vai fazer cócegas.

Mas o pior de tudo é o rápido e forte aquecimento que vem em seguida.

Pelo tempo.com, pra disparar será rapidinho. Lembrando que nesse site, com certa frequência as máximas são subestimadas em torno de 2 °C por aqui - então é capaz de passar dos 30 °C no começo de Maio.

 

 

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e o weather.com não dá muitas esperanças tb:

 

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que nojeira

 

 

 

Tentando levantar seu moral meu amigo... espero que ajude... por mais que seja incerto...

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1 hora atrás, Renan disse:

O maravilhoso mundo do fim da grade nos presenteou com uma imagem de esperança para aqueles que estão enfrentando um outono quente:

 

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A imagem é do GFS, mas o ECMWF também pegou essa tendência. Essa suposta massa polar até faz sentido de aparecer neste período, pois um indicador importante para incursões polares, a AAO, está numa fase de forte queda neste momento. 

 

Essa incursão seria extremamente importante para a autoestima do @Eclipse, então vamos torcer !

Ainda é cedo pra eu me empolgar,  pra não correr o risco de me desiludir. 

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Uma coisa q tem me intrigado bastante nos últimos meses, e essa idéia tem me visitado com bastante frequência de um tempo pra cá, é a perceptível despadronização das instabilidades que chegam ao Paraná, sejam elas frontais ou instabilidades continentais (akelas originadas pelos ventos kentes q chegam pelo noroeste e todos conhecem por nomes diferentes).
Normalmente você não dá uma atenção minuciosa aos eventos em si, mas apenas acompanha o quadro geral e a coisa toda não vai muito além disso. O q acontece repetidamente é pegarmos como base principal o quadro sinótico apresentado pelos institutos de previsão e nos basearmos apenas nisso, sem nos atentarmos q dentro desse quadro tem acontecido muitas falhas, ou para ser mais claro, tem ocorrido uma perda de qualidade dos grandes sistemas de instabilidade.

Creio q uma explicação mais clara dessa minha idéia seria dizer q "a coisa ainda funciona, mas não funciona tão bem".
Como exemplo disso, tomarei o último grande evento de precipitação abundante aki no leste do Paraná, q foi observado no comecinho de Março e q trouxe uma falsa esperança de q as coisas voltariam a normalizar no q diz respeito às chuvas.  
Na ocasião estávamos saindo de um verão ruim, com chuvas muito irregulares e péssimos acumulados em diversas áreas aki no estado.
Como são poucas estações pluviométricas (e mal distribuídas, numa área imensa), não poderíamos nos basear apenas nos registros das principais estações estaduais. Se nos apegarmos somente nos dados de 1 dúzia de estações como parâmetro, teremos uma visão distorcida do problema.
A coisa é bem pior do q parece, ou seja, se com os dados das principais estações já se percebe (e não é de hoje) q está ruim, significa q na realidade está péssima. E não há nenhuma perspectiva de q algo irá mudar. Mas não estou dizendo: vejam, é o final dos tempos e a culpa é nossa. Me referi à desinformação (ou informação insuficiente) devido à atual cobertura de estações meteorológicas (ou pluviométricas) e sou da opinião de q algo acontece, passa e volta a acontecer e aí sim, a culpa é nossa por não nos lembrarmos de q é assim q as coisas são e têm de ser.
Não estou tentando semear mais idéias  alarmistas, além das q já estão difundidas por toda a mídia em geral, e também não sou um fervoroso defensor do famoso discursinho de que é necessário q algo seja feito para q um dia a situação possa começar a se reverter, até pq eu não acredito q essa mudança tenha sido causada exclusivamente pela ação humana. Aki eu poderei acrescentar uma resolva: o homem destruiu e continua destruindo o meio ambiente porém não tenho plena certeza se o "enfeiamento" do nosso lar esteja facilitando tanto assim na mudança de padrão climático...pode ser q sim...  Eu me odeio por fazer comparações do tipo, mas isso não me impede de ir em frente: eu, Carlos Campos, mais conhecido como Kim, mantenho o meu kintal muito bem organizado e tenho muitas plantas e árvores bem conservadas, além de um belo gramado cobrindo todo o chão no entorno da casa (esta última não é vdd, já q não plantei gramas). Bem, ao lado do meu kintal mora uma família constituída de pessoas extremamente desorganizadas, nem aí pro meio ambiente, já q há lixo espalhado pelo terreno, q é todo calçado e cheio de pekenas construções não finalizadas. Piorando ainda mais a situação, esses mesmos vizinhos possuem 3 automóveis (ou, veículos de transporte altamente poluentes) q mais fazem barulho e soltam fumaças, do q andam. (eles também não pagam água e luz...roubam das companhias fornecedoras, mas aki já é fofoca minha).  Continuando: se tanto o meu kintal quanto o q fica ao lado representassem a situação global, como seriam as condições climáticas de cada um deles? É uma pergunta q não necessariamente precisaria de uma resposta consciente. Mas nem sempre o q parece óbvio é o q realmente é.

No entanto, existem muitos elementos q não conhecemos, envolvidos na manutenção das condições climáticas q viemos a entender como "normais de cada região" e a participação do homem nessa história é apenas um desses elementos.
E sobre achar q algum dia o quadro poderá se reverter, teríamos q entender como eram de fato as condições em outros períodos da história. Talvez a anormalidade atual faça parte de um ciclo repetitivo q sempre existiu e q vez por outra reapareça.

Não me recordo bem de ter comentado aki no fórum sobre a minha descoberta durante uma viagem à Sengés, próximo à Jaguariaíva e divisa com o estado de São Paulo, mas acho q falei sim... Bem, fikei impressionado com um determinado local na área rural (quase tudo por lá poderia-se dizer: área rural) em q encontrei um pekeno bosque constituído por vegetação pertencente à família "Cerrado" mas principalmente por centenas de Cactus. Algo irreal à mim e ao meu pobre conhecimento da flora brasileira. Vendo quase de forma incrédula akilo tudo (parecia q eu havia atravessado algum portal e entrado em outro ponto do país, onde a chuva não fazia parte da rotina climática). 

Então, mais uma vez o velho assunto do "ciclo" voltou a à minha mente.
A falta de chuvas regulares é uma situação ruim mas é óbvio q parece ainda mais grave pq o consumo aumentou drasticamente de uns anos para cá. Penso q um desvio negativo na ordem de ~300/~400 mm não seria tão ruim e nem tão alardeado pelos meios de comunicação no início do século passado, quando a cobertura vegetal ainda era abundante, mantendo o solo úmido e conservando rios e pekenos riachos, e o consumo hídrico era muito menor do q atualmente.

Tivemos grandes estiagens, e secas históricas, como a de 1963 em q o Paraná "virou chamas" como diziam as manchetes dos jornais, e nakela época ainda existiam grandes florestas: a Amazônia ainda não havia sido diagnosticada com "câncer pulmonar" e os indígenas não possuíam smartphones.

Mas o fato é q hoje em dia, não mais do q 10% dos paranaenses se recordam dakele episódio dramático q colocou a economia do estado em  nível de "colapso" e lançou sérias dúvidas sobre uma possível recuperação das florestas estaduais atingidas pelas chamas. 

O tempo passou, o q pôde ser recuperado "naturalmente" (pela força da natureza) foi recuperado (para depois ser destruído novamente, mas não pelo fogo) e as coisa hoje estão do jeito q estão...meio capengas, indo pra frente aos empurrões e quase todos já se eskeceram ou nem vieram a saber q houve o desastre ecológico.  Então, a cada pekeno ciclo de assuntos nos noticiários, e esses ciclos estão a cada década menores, aparecem os alarmistas de uma geração desmemoriada.

(Às vezes, começo a escrever e não paro mais)

Eu poderia ter economizado meu tempo e o de kem se interessou a ler, dizendo apenas: o clima mudou, já não podemos mais contar com um verão chuvoso como era antes e Abril está muito chato e seco e só nos resta pular e dançar, na esperança de q alguma coisa diferente do q está possa acontecer. 

Sem mais delongas....

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Agora, Carlos Campos disse:

Uma coisa q tem me intrigado bastante nos últimos meses, e essa idéia tem me visitado com bastante frequência de um tempo pra cá, é a perceptível despadronização das instabilidades que chegam ao Paraná, sejam elas frontais ou instabilidades continentais (akelas originadas pelos ventos kentes q chegam pelo noroeste e todos conhecem por nomes diferentes).
Normalmente você não dá uma atenção minuciosa aos eventos em si, mas apenas acompanha o quadro geral e a coisa toda não vai muito além disso. O q acontece repetidamente é pegarmos como base principal o quadro sinótico apresentado pelos institutos de previsão e nos basearmos apenas nisso, sem nos atentarmos q dentro desse quadro tem acontecido muitas falhas, ou para ser mais claro, tem ocorrido uma perda de qualidade dos grandes sistemas de instabilidade.

Creio q uma explicação mais clara dessa minha idéia seria dizer q "a coisa ainda funciona, mas não funciona tão bem".
Como exemplo disso, tomarei o último grande evento de precipitação abundante aki no leste do Paraná, q foi observado no comecinho de Março e q trouxe uma falsa esperança de q as coisas voltariam a normalizar no q diz respeito às chuvas.  
Na ocasião estávamos saindo de um verão ruim, com chuvas muito irregulares e péssimos acumulados em diversas áreas aki no estado.
Como são poucas estações pluviométricas (e mal distribuídas, numa área imensa), não poderíamos nos basear apenas nos registros das principais estações estaduais. Se nos apegarmos somente nos dados de 1 dúzia de estações como parâmetro, teremos uma visão distorcida do problema.
A coisa é bem pior do q parece, ou seja, se com os dados das principais estações já se percebe (e não é de hoje) q está ruim, significa q na realidade está péssima. E não há nenhuma perspectiva de q algo irá mudar. Mas não estou dizendo: vejam, é o final dos tempos e a culpa é nossa. Me referi à desinformação (ou informação insuficiente) devido à atual cobertura de estações meteorológicas (ou pluviométricas) e sou da opinião de q algo acontece, passa e volta a acontecer e aí sim, a culpa é nossa por não nos lembrarmos de q é assim q as coisas são e têm de ser.
Não estou tentando semear mais idéias  alarmistas, além das q já estão difundidas por toda a mídia em geral, e também não sou um fervoroso defensor do famoso discursinho de que é necessário q algo seja feito para q um dia a situação possa começar a se reverter, até pq eu não acredito q essa mudança tenha sido causada exclusivamente pela ação humana. Aki eu poderei acrescentar uma resolva: o homem destruiu e continua destruindo o meio ambiente porém não tenho plena certeza se o "enfeiamento" do nosso lar esteja facilitando tanto assim na mudança de padrão climático...pode ser q sim...  Eu me odeio por fazer comparações do tipo, mas isso não me impede de ir em frente: eu, Carlos Campos, mais conhecido como Kim, mantenho o meu kintal muito bem organizado e tenho muitas plantas e árvores bem conservadas, além de um belo gramado cobrindo todo o chão no entorno da casa (esta última não é vdd, já q não plantei gramas). Bem, ao lado do meu kintal mora uma família constituída de pessoas extremamente desorganizadas, nem aí pro meio ambiente, já q há lixo espalhado pelo terreno, q é todo calçado e cheio de pekenas construções não finalizadas. Piorando ainda mais a situação, esses mesmos vizinhos possuem 3 automóveis (ou, veículos de transporte altamente poluentes) q mais fazem barulho e soltam fumaças, do q andam. (eles também não pagam água e luz...roubam das companhias fornecedoras, mas aki já é fofoca minha).  Continuando: se tanto o meu kintal quanto o q fica ao lado representassem a situação global, como seriam as condições climáticas de cada um deles? É uma pergunta q não necessariamente precisaria de uma resposta consciente. Mas nem sempre o q parece óbvio é o q realmente é.

No entanto, existem muitos elementos q não conhecemos, envolvidos na manutenção das condições climáticas q viemos a entender como "normais de cada região" e a participação do homem nessa história é apenas um desses elementos.
E sobre achar q algum dia o quadro poderá se reverter, teríamos q entender como eram de fato as condições em outros períodos da história. Talvez a anormalidade atual faça parte de um ciclo repetitivo q sempre existiu e q vez por outra reapareça.

Não me recordo bem de ter comentado aki no fórum sobre a minha descoberta durante uma viagem à Sengés, próximo à Jaguariaíva e divisa com o estado de São Paulo, mas acho q falei sim... Bem, fikei impressionado com um determinado local na área rural (quase tudo por lá poderia-se dizer: área rural) em q encontrei um pekeno bosque constituído por vegetação pertencente à família "Cerrado" mas principalmente por centenas de Cactus. Algo irreal à mim e ao meu pobre conhecimento da flora brasileira. Vendo quase de forma incrédula akilo tudo (parecia q eu havia atravessado algum portal e entrado em outro ponto do país, onde a chuva não fazia parte da rotina climática). 

Então, mais uma vez o velho assunto do "ciclo" voltou a à minha mente.
A falta de chuvas regulares é uma situação ruim mas é óbvio q parece ainda mais grave pq o consumo aumentou drasticamente de uns anos para cá. Penso q um desvio negativo na ordem de ~300/~400 mm não seria tão ruim e nem tão alardeado pelos meios de comunicação no início do século passado, quando a cobertura vegetal ainda era abundante, mantendo o solo úmido e conservando rios e pekenos riachos, e o consumo hídrico era muito menor do q atualmente.

Tivemos grandes estiagens, e secas históricas, como a de 1963 em q o Paraná "virou chamas" como diziam as manchetes dos jornais, e nakela época ainda existiam grandes florestas: a Amazônia ainda não havia sido diagnosticada com "câncer pulmonar" e os indígenas não possuíam smartphones.

Mas o fato é q hoje em dia, não mais do q 10% dos paranaenses se recordam dakele episódio dramático q colocou a economia do estado em  nível de "colapso" e lançou sérias dúvidas sobre uma possível recuperação das florestas estaduais atingidas pelas chamas. 

O tempo passou, o q pôde ser recuperado "naturalmente" (pela força da natureza) foi recuperado (para depois ser destruído novamente, mas não pelo fogo) e as coisa hoje estão do jeito q estão...meio capengas, indo pra frente aos empurrões e quase todos já se eskeceram ou nem vieram a saber q houve o desastre ecológico.  Então, a cada pekeno ciclo de assuntos nos noticiários, e esses ciclos estão a cada década menores, aparecem os alarmistas de uma geração desmemoriada.

(Às vezes, começo a escrever e não paro mais)

Eu poderia ter economizado meu tempo e o de kem se interessou a ler, dizendo apenas: o clima mudou, já não podemos mais contar com um verão chuvoso como era antes e Abril está muito chato e seco e só nos resta pular e dançar, na esperança de q alguma coisa diferente do q está possa acontecer. 

Sem mais delongas....

"... alarmistas de uma geração desmemoriada." Gostei desse termo! No demais... em São Bento do Sul permanece sol com períodos de muitas nuvens, vento frio, temperatura em 16.8ºC.

Edited by SandroAlex
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Minima mais alta hoje no Inmet Varginha: 12°C. Na baixada de Coqueiral, ainda frios 7.9°C.

 

Fim de semana com expectativa da elevação da temperatura, tanto na mínima quanto na máxima - já começando por hoje. Às 11:50, 25°C.

 

Semana que vem, ao que tudo indica, Inmet deverá registrar mínimas entre 11 e 13°C e maximas entre 24 e 26°C. Uma monotonia chata - mas nada a reclamar.  Na expectativa pelo bonito fim de grade com emoções.

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10 minutos atrás, Maicon disse:

QUE FRIACA É ESSA AO MEIO-DIA!

 

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17°C EM MÉDIA COM SENSAÇÃO PRÓXIMA DE 10°C POR CONTA DOS FORTES VENTOS.

 

Agora sim heim, uma tarde em Sampa realmente como nos velhos tempos de Abril em "épocas jurássicas" (by @Aldo Santos). A terra da garoa está de volta, hehehe. E com temperaturas bem baixas, contribuindo para diminuir mais as médias de Abril. Vem aí o Abril mais ameno desde muitos anos no Mirante ???

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Mínima de 16,7°C aqui em Eldorado, aconteceu por volta das 07h, a presença de nuvens impediu uma queda maior durante a madrugada. E falando em nuvens, novamente o tempo está encoberto por aqui, o sol que tinha dado as caras pela manhã, já desapareceu completamente, neste momento (11h) começa a chuviscar juntamente com um vento gelado que já perdura há alguns dias.

 

A previsão continua indicando que amanhã teremos a mínima do ano em Eldorado, vamos ver se a presença de nuvens não irá atrapalhar o resfriamento durante a madrugada como hoje. Algumas mínimas sub-15 pelo sul de SP (estações do Ciiagro):

 

11,4°C - Itapetininga

11,7°C - Taquarituba

12,1°C - Piraju

12,2°C - Barra do Chapéu

12,3°C - Juquitiba

12,8°C - Pariquera-Açu (muito curioso de saber onde essa estação fica, não é na cidade, isso eu tenho certeza)

12,9°C - Tejupá

13,2°C - Apiaí

13,3°C - Sarutaiá

13,7°C - Riversul

14,0°C - Capão Bonito

 

Vamos ver se amanhã teremos algumas sub-10 pela região, na expectativa por aqui.

Edited by Otavio Cyrino
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40 minutos atrás, Carlos Campos disse:

Uma coisa q tem me intrigado bastante nos últimos meses, e essa idéia tem me visitado com bastante frequência de um tempo pra cá, é a perceptível despadronização das instabilidades que chegam ao Paraná, sejam elas frontais ou instabilidades continentais (akelas originadas pelos ventos kentes q chegam pelo noroeste e todos conhecem por nomes diferentes).
Normalmente você não dá uma atenção minuciosa aos eventos em si, mas apenas acompanha o quadro geral e a coisa toda não vai muito além disso. O q acontece repetidamente é pegarmos como base principal o quadro sinótico apresentado pelos institutos de previsão e nos basearmos apenas nisso, sem nos atentarmos q dentro desse quadro tem acontecido muitas falhas, ou para ser mais claro, tem ocorrido uma perda de qualidade dos grandes sistemas de instabilidade.

Creio q uma explicação mais clara dessa minha idéia seria dizer q "a coisa ainda funciona, mas não funciona tão bem".
Como exemplo disso, tomarei o último grande evento de precipitação abundante aki no leste do Paraná, q foi observado no comecinho de Março e q trouxe uma falsa esperança de q as coisas voltariam a normalizar no q diz respeito às chuvas.  
Na ocasião estávamos saindo de um verão ruim, com chuvas muito irregulares e péssimos acumulados em diversas áreas aki no estado.
Como são poucas estações pluviométricas (e mal distribuídas, numa área imensa), não poderíamos nos basear apenas nos registros das principais estações estaduais. Se nos apegarmos somente nos dados de 1 dúzia de estações como parâmetro, teremos uma visão distorcida do problema.
A coisa é bem pior do q parece, ou seja, se com os dados das principais estações já se percebe (e não é de hoje) q está ruim, significa q na realidade está péssima. E não há nenhuma perspectiva de q algo irá mudar. Mas não estou dizendo: vejam, é o final dos tempos e a culpa é nossa. Me referi à desinformação (ou informação insuficiente) devido à atual cobertura de estações meteorológicas (ou pluviométricas) e sou da opinião de q algo acontece, passa e volta a acontecer e aí sim, a culpa é nossa por não nos lembrarmos de q é assim q as coisas são e têm de ser.
Não estou tentando semear mais idéias  alarmistas, além das q já estão difundidas por toda a mídia em geral, e também não sou um fervoroso defensor do famoso discursinho de que é necessário q algo seja feito para q um dia a situação possa começar a se reverter, até pq eu não acredito q essa mudança tenha sido causada exclusivamente pela ação humana. Aki eu poderei acrescentar uma resolva: o homem destruiu e continua destruindo o meio ambiente porém não tenho plena certeza se o "enfeiamento" do nosso lar esteja facilitando tanto assim na mudança de padrão climático...pode ser q sim...  Eu me odeio por fazer comparações do tipo, mas isso não me impede de ir em frente: eu, Carlos Campos, mais conhecido como Kim, mantenho o meu kintal muito bem organizado e tenho muitas plantas e árvores bem conservadas, além de um belo gramado cobrindo todo o chão no entorno da casa (esta última não é vdd, já q não plantei gramas). Bem, ao lado do meu kintal mora uma família constituída de pessoas extremamente desorganizadas, nem aí pro meio ambiente, já q há lixo espalhado pelo terreno, q é todo calçado e cheio de pekenas construções não finalizadas. Piorando ainda mais a situação, esses mesmos vizinhos possuem 3 automóveis (ou, veículos de transporte altamente poluentes) q mais fazem barulho e soltam fumaças, do q andam. (eles também não pagam água e luz...roubam das companhias fornecedoras, mas aki já é fofoca minha).  Continuando: se tanto o meu kintal quanto o q fica ao lado representassem a situação global, como seriam as condições climáticas de cada um deles? É uma pergunta q não necessariamente precisaria de uma resposta consciente. Mas nem sempre o q parece óbvio é o q realmente é.

No entanto, existem muitos elementos q não conhecemos, envolvidos na manutenção das condições climáticas q viemos a entender como "normais de cada região" e a participação do homem nessa história é apenas um desses elementos.
E sobre achar q algum dia o quadro poderá se reverter, teríamos q entender como eram de fato as condições em outros períodos da história. Talvez a anormalidade atual faça parte de um ciclo repetitivo q sempre existiu e q vez por outra reapareça.

Não me recordo bem de ter comentado aki no fórum sobre a minha descoberta durante uma viagem à Sengés, próximo à Jaguariaíva e divisa com o estado de São Paulo, mas acho q falei sim... Bem, fikei impressionado com um determinado local na área rural (quase tudo por lá poderia-se dizer: área rural) em q encontrei um pekeno bosque constituído por vegetação pertencente à família "Cerrado" mas principalmente por centenas de Cactus. Algo irreal à mim e ao meu pobre conhecimento da flora brasileira. Vendo quase de forma incrédula akilo tudo (parecia q eu havia atravessado algum portal e entrado em outro ponto do país, onde a chuva não fazia parte da rotina climática). 

Então, mais uma vez o velho assunto do "ciclo" voltou a à minha mente.
A falta de chuvas regulares é uma situação ruim mas é óbvio q parece ainda mais grave pq o consumo aumentou drasticamente de uns anos para cá. Penso q um desvio negativo na ordem de ~300/~400 mm não seria tão ruim e nem tão alardeado pelos meios de comunicação no início do século passado, quando a cobertura vegetal ainda era abundante, mantendo o solo úmido e conservando rios e pekenos riachos, e o consumo hídrico era muito menor do q atualmente.

Tivemos grandes estiagens, e secas históricas, como a de 1963 em q o Paraná "virou chamas" como diziam as manchetes dos jornais, e nakela época ainda existiam grandes florestas: a Amazônia ainda não havia sido diagnosticada com "câncer pulmonar" e os indígenas não possuíam smartphones.

Mas o fato é q hoje em dia, não mais do q 10% dos paranaenses se recordam dakele episódio dramático q colocou a economia do estado em  nível de "colapso" e lançou sérias dúvidas sobre uma possível recuperação das florestas estaduais atingidas pelas chamas. 

O tempo passou, o q pôde ser recuperado "naturalmente" (pela força da natureza) foi recuperado (para depois ser destruído novamente, mas não pelo fogo) e as coisa hoje estão do jeito q estão...meio capengas, indo pra frente aos empurrões e quase todos já se eskeceram ou nem vieram a saber q houve o desastre ecológico.  Então, a cada pekeno ciclo de assuntos nos noticiários, e esses ciclos estão a cada década menores, aparecem os alarmistas de uma geração desmemoriada.

(Às vezes, começo a escrever e não paro mais)

Eu poderia ter economizado meu tempo e o de kem se interessou a ler, dizendo apenas: o clima mudou, já não podemos mais contar com um verão chuvoso como era antes e Abril está muito chato e seco e só nos resta pular e dançar, na esperança de q alguma coisa diferente do q está possa acontecer. 

Sem mais delongas....

 

 

belíssimo post. Bastante realista e sensato. Abraço!

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3 hours ago, Fábio De Nittis said:

Até agora, abril de 2021 está assim em Buenos Aires.

 

Média das mínimas: 17,7°C (+ 3,6°C)

Média das máximas: 25,4°C (+ 2,2°C)
Média simples: 21,6°C (+ 2,9°C)
Precipitacao acumulada: 54 mm (40,9% da média)

 

Tudo indica que, PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA, BUENOS AIRES NAO BAIXARIA DOS 10°C EM ABRIL. Até agora a menor mínima foi de 11,8°C e nao se espera menos de 11°C até o fim do mes:

 

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En la estacion Prado de Montevideo fue igual, no se bajo de los 10°C, 11,5°C fue la minima el 11 de abril, tampoco tuvimos maxiimas sub20, la maxima mas baja fue el 12 de abril 20,2°C.

Aqui en el norte de la ciudad si ocurrieron minimas sub 10, como si debieron de haber ocurrido en los alrdedores de Buenos Aires.

Obviamente que es cuestion de tiempo, el sol ya calienta muy poco en las latitudes medias y altas, las primeras MP fuertes estan al caer.

 

No puedo evitar asociarlo a la temperatura del mar que esta muy caliente para la epoca
 

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Temperaturas extremas durante el dia de ayer en Montevideo (Melilla):

 

MÁXIMAS Y MÍNIMAS AYER
TEMP MÁXIMA
25.56 a las 14:22:00
TEMP MÍNIMA
15.56 a las 07:21:00

 

Dia similar a los anteriores aunque con un poco mas de nubes y viento.

 

 

 

 

Edited by Pablo MQL
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32 minutos atrás, Maicon disse:

QUE FRIACA É ESSA AO MEIO-DIA!

 

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17°C EM MÉDIA COM SENSAÇÃO PRÓXIMA DE 10°C POR CONTA DOS FORTES VENTOS.

 

Bom valor sendo registrado, ao meio-dia, na estação da CETESB PICO DO JARAGUA, a mais de 1.100m de altitude: 14,5℃.

 

A estação do INMET MIRANTE registrou, entre as 11h e 12h, a mínima do ano até agora: 15,7℃ (16,1℃, ao meio-dia).

 

 

 

Edited by A.Carlos
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Eu sou de 97 então a imagem que eu tenho de Abril é de um mês morno, pq durante todos esses anos foi o padrão aqui. Mínimas raramente abaixo dos 15º e máximas quase sempre acima de 25. Não consigo lembrar de um mês de Abril tão bom quanto o desse ano... Eu lembro de 2017 que foi bem ameno e 2013 que teve uma segunda quinzena seca com madrugadas frias (13, 14 graus) e tardes agradáveis (23,24 graus). Mas bom do começo ao fim, quase sem picos de calor como tem sido esse ano eu não me recordo não!

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23 minutes ago, Carlos Campos said:

Uma coisa q tem me intrigado bastante nos últimos meses, e essa idéia tem me visitado com bastante frequência de um tempo pra cá, é a perceptível despadronização das instabilidades que chegam ao Paraná, sejam elas frontais ou instabilidades continentais (akelas originadas pelos ventos kentes q chegam pelo noroeste e todos conhecem por nomes diferentes).
Normalmente você não dá uma atenção minuciosa aos eventos em si, mas apenas acompanha o quadro geral e a coisa toda não vai muito além disso. O q acontece repetidamente é pegarmos como base principal o quadro sinótico apresentado pelos institutos de previsão e nos basearmos apenas nisso, sem nos atentarmos q dentro desse quadro tem acontecido muitas falhas, ou para ser mais claro, tem ocorrido uma perda de qualidade dos grandes sistemas de instabilidade.

Creio q uma explicação mais clara dessa minha idéia seria dizer q "a coisa ainda funciona, mas não funciona tão bem".
Como exemplo disso, tomarei o último grande evento de precipitação abundante aki no leste do Paraná, q foi observado no comecinho de Março e q trouxe uma falsa esperança de q as coisas voltariam a normalizar no q diz respeito às chuvas.  
Na ocasião estávamos saindo de um verão ruim, com chuvas muito irregulares e péssimos acumulados em diversas áreas aki no estado.
Como são poucas estações pluviométricas (e mal distribuídas, numa área imensa), não poderíamos nos basear apenas nos registros das principais estações estaduais. Se nos apegarmos somente nos dados de 1 dúzia de estações como parâmetro, teremos uma visão distorcida do problema.
A coisa é bem pior do q parece, ou seja, se com os dados das principais estações já se percebe (e não é de hoje) q está ruim, significa q na realidade está péssima. E não há nenhuma perspectiva de q algo irá mudar. Mas não estou dizendo: vejam, é o final dos tempos e a culpa é nossa. Me referi à desinformação (ou informação insuficiente) devido à atual cobertura de estações meteorológicas (ou pluviométricas) e sou da opinião de q algo acontece, passa e volta a acontecer e aí sim, a culpa é nossa por não nos lembrarmos de q é assim q as coisas são e têm de ser.
Não estou tentando semear mais idéias  alarmistas, além das q já estão difundidas por toda a mídia em geral, e também não sou um fervoroso defensor do famoso discursinho de que é necessário q algo seja feito para q um dia a situação possa começar a se reverter, até pq eu não acredito q essa mudança tenha sido causada exclusivamente pela ação humana. Aki eu poderei acrescentar uma resolva: o homem destruiu e continua destruindo o meio ambiente porém não tenho plena certeza se o "enfeiamento" do nosso lar esteja facilitando tanto assim na mudança de padrão climático...pode ser q sim...  Eu me odeio por fazer comparações do tipo, mas isso não me impede de ir em frente: eu, Carlos Campos, mais conhecido como Kim, mantenho o meu kintal muito bem organizado e tenho muitas plantas e árvores bem conservadas, além de um belo gramado cobrindo todo o chão no entorno da casa (esta última não é vdd, já q não plantei gramas). Bem, ao lado do meu kintal mora uma família constituída de pessoas extremamente desorganizadas, nem aí pro meio ambiente, já q há lixo espalhado pelo terreno, q é todo calçado e cheio de pekenas construções não finalizadas. Piorando ainda mais a situação, esses mesmos vizinhos possuem 3 automóveis (ou, veículos de transporte altamente poluentes) q mais fazem barulho e soltam fumaças, do q andam. (eles também não pagam água e luz...roubam das companhias fornecedoras, mas aki já é fofoca minha).  Continuando: se tanto o meu kintal quanto o q fica ao lado representassem a situação global, como seriam as condições climáticas de cada um deles? É uma pergunta q não necessariamente precisaria de uma resposta consciente. Mas nem sempre o q parece óbvio é o q realmente é.

No entanto, existem muitos elementos q não conhecemos, envolvidos na manutenção das condições climáticas q viemos a entender como "normais de cada região" e a participação do homem nessa história é apenas um desses elementos.
E sobre achar q algum dia o quadro poderá se reverter, teríamos q entender como eram de fato as condições em outros períodos da história. Talvez a anormalidade atual faça parte de um ciclo repetitivo q sempre existiu e q vez por outra reapareça.

Não me recordo bem de ter comentado aki no fórum sobre a minha descoberta durante uma viagem à Sengés, próximo à Jaguariaíva e divisa com o estado de São Paulo, mas acho q falei sim... Bem, fikei impressionado com um determinado local na área rural (quase tudo por lá poderia-se dizer: área rural) em q encontrei um pekeno bosque constituído por vegetação pertencente à família "Cerrado" mas principalmente por centenas de Cactus. Algo irreal à mim e ao meu pobre conhecimento da flora brasileira. Vendo quase de forma incrédula akilo tudo (parecia q eu havia atravessado algum portal e entrado em outro ponto do país, onde a chuva não fazia parte da rotina climática). 

Então, mais uma vez o velho assunto do "ciclo" voltou a à minha mente.
A falta de chuvas regulares é uma situação ruim mas é óbvio q parece ainda mais grave pq o consumo aumentou drasticamente de uns anos para cá. Penso q um desvio negativo na ordem de ~300/~400 mm não seria tão ruim e nem tão alardeado pelos meios de comunicação no início do século passado, quando a cobertura vegetal ainda era abundante, mantendo o solo úmido e conservando rios e pekenos riachos, e o consumo hídrico era muito menor do q atualmente.

Tivemos grandes estiagens, e secas históricas, como a de 1963 em q o Paraná "virou chamas" como diziam as manchetes dos jornais, e nakela época ainda existiam grandes florestas: a Amazônia ainda não havia sido diagnosticada com "câncer pulmonar" e os indígenas não possuíam smartphones.

Mas o fato é q hoje em dia, não mais do q 10% dos paranaenses se recordam dakele episódio dramático q colocou a economia do estado em  nível de "colapso" e lançou sérias dúvidas sobre uma possível recuperação das florestas estaduais atingidas pelas chamas. 

O tempo passou, o q pôde ser recuperado "naturalmente" (pela força da natureza) foi recuperado (para depois ser destruído novamente, mas não pelo fogo) e as coisa hoje estão do jeito q estão...meio capengas, indo pra frente aos empurrões e quase todos já se eskeceram ou nem vieram a saber q houve o desastre ecológico.  Então, a cada pekeno ciclo de assuntos nos noticiários, e esses ciclos estão a cada década menores, aparecem os alarmistas de uma geração desmemoriada.

(Às vezes, começo a escrever e não paro mais)

Eu poderia ter economizado meu tempo e o de kem se interessou a ler, dizendo apenas: o clima mudou, já não podemos mais contar com um verão chuvoso como era antes e Abril está muito chato e seco e só nos resta pular e dançar, na esperança de q alguma coisa diferente do q está possa acontecer. 

Sem mais delongas....

@Carlos CamposGostei muito de ler tudo isso! E essa questão da geração atual estar com memória curta, apesar do amplo acesso à informação, parece ser um efeito colateral do mundo dos smartphones, informação rápida, whatsapp bombando, pouco tempo para refletir/observar, e a nossa paz minguando.

Queria só adiconar algo à tudo que você escreveu: ontem por curiosidade estava olhando dados antigos de várias estações do DAEE, em especial esse insólito ano de 1963,  e diversas cidades registraram as últimas chuvas do verão-outono em Abril (coisa entre 15-40mm). Acreditem, depois de abril só foi chover significativamente em outubro, e como se não bastasse valores que continuaram a ficar abaixo da média, na maioria entre 50-80mm (média seria entre 110-140mm), seguido por um novembro que melhorou um pouco e encerrando 1963 com um dezembro pavoroso (alguns locais choveu menos de 20mm, enquanto a média é acima de 200mm, isso após a maior estiagem que se tem notícia). Aquele velho ditado: "não há nada tão ruim que não possa piorar" kkkk


A título de curiosidade, olhem só como foi 1963 em Piratininga (cidade satélite de Bauru) e Guarantã (que faz divisa com Cafelândia), todas estações DAEE.
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Naquele ano, pra quem acreditava que dezembro poderia salvar, olhem só que absurdo esses valores de 33,7mm e 19,6mm? 


Agora fico matutando aqui: imagina se acontece isso hoje? Simplesmente imaginar que a partir do dia de hoje só teríamos chuva significativa em outubro, daqui quase 6 meses (~165 dias)? É surreal, seria o fim dos tempos para muitos (e justo na era da informação), que nem sequer se lembrariam (ou saberiam) que já ocorreu uma hecatombe num passado não tão distante assim.

 

Iriam dizer que é um cataclisma sem volta, outros até na volta de Jesus. Visto isso, acredito muito nessa teoria de ciclos climáticos, e subciclos dentre de ciclos maiores. Sei que é fácil ir por esse caminho, difícil é entender qual a real força de impacto das nossas atividades em relação ao clima, isso simultâneo a outras variáveis (Sol, oceanos e vulcões). Eu acredito que voltaremos a ter anos sucessivos de boas chuvas, já sobre a temperatura penso que será cada vez mais raro mesmo.  Descrever tudo isso é um desafio para a ciência. Sobre o impacto direto à natureza (fauna e flora), nisso o ser humano é uma máquina de destruição, indiscutível. 


Obs: vale ponderar uma coisa, como você mesmo disse @Carlos Campos, 1963 não contou com ondas de calor como a que vivemos no ano passado e muito menos com a alta demanda por recursos hídricos (casas, indústrias e, a mais onerosa, a agricultura). Então uma seca dessas hoje seria uma tragédia, talvez sem precedentes.

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