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Brasil Abaixo de Zero

Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Agosto/2021


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27 minutos atrás, jayvillao disse:

 

Olha fevereiro de 2020 aqui em sp foi um mês totalmente chuvoso, quase a totalidade dos dias tiveram precipitação. Sdds inclusive kkk

 

https://g1.globo.com/natureza/noticia/2020/03/03/por-que-fevereiro-de-2020-teve-chuvas-acima-da-media-no-sudeste.ghtml

Simm... Fevereiro de 2020 foi um mês com uma pluviométria absurda, como eu relatei no post, depois de janeiro de 2017 teve sim alguns meses que realmente acumularam muita chuva... Mas isso não necessariamente significa que choveu muito, com uma grande quantidade de horas com precipitação. O que vem sendo comum, são eventos chuvosos provocados pelo avanço de frentes, com a formação de boa Convergência de Umidade, mas isso se traduzindo em noites e madrugadas tempestuosas, com chuvas que duram 5-10h no máximo, mas logo começam a se enfraquecer, e os dias subsequentes não são totalmente chuvosos... Até mesmo em um passado recente eram comum dias de fato chuvosos, com a chuva indo e voltando a qualquer momento durante praticamente todo o dia, era aqueles dias que era impossível sair sem guarda chuva, pq ela podia parar por meia hora, mas depois logo voltava a chuva moderada, que por dias fio caia de maneira totalmente insistente. Nos tempos mais atuais, vem sendo mais comum, chuvas torrenciais que duram 2-3h, e que acumulam bastante coisa (80-120mm), mas que depois o tempo quase que se estabiliza. ZCAS clássicas com 4-7 dias inteiramente chuvosos virou artigo de luxo, quase que uma fantasia por aqui. 

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40 minutos atrás, jayvillao disse:

Como dito pelos colegas. O nível de fumaça no céu foi tão grande hoje em sp que o sol por volta das 5 se pos antes do horizonte,como um dimmer ficou tudo no lusco-fusco como se estivéssemos com MM, acho que é o caso de FM, fumaça maledeta.

 

 Nessa foto das 18:15 da p ver a densidade do problema. 

 

20210824_181756.jpg

Agora que anoiteceu é possível notar que o céu, mesmo limpo, está com um tom amarronzado (como se tivesse nublado por nuvens altas) e sequer dá para ver as estrelas.

Já estamos naquele ponto em que mal dá para saber se tem nuvens ou não.

 

Nas estações do CGE, que ficam em locais urbanos da cidade, ainda está muito quente e seco. Faz 27/28 graus com unidade na casa dos 30%.

Já em Marsilac, situação bem diferente. 16 graus por lá e unidade em 92%.

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2 horas atrás, Bruno D disse:

Uma coisa que eu sempre notava na primavera, essencialmente em novembro era a ocorrência de dias completamente chuvosos... Era aquele momento, na minha infância que eu já encontrava sentidos de percepção do início da estação chuvosa, justamente com isso.

 

Mas nos últimos tempos, apesar de comportado em termos de temperatura, novembro dificilmente vem tendo esses eventos robustos de precipitação, aquela chuva prolongada e moderada que durava o dia inteiro, está totalmente rara, inclusive no verão... Saudades das frentes semi estacionárias e com intensa atividade, dos CCMs primaveris que muitas vezes conseguiam ter influência sobre São Paulo.

 

Outro ponto, é que além da diminuição no número de ZCAS sobre o Estado de São Paulo, eu venho notado que quando ela se forma, a chuva precipitada é cada vez mais aquela pontual quase como uma tempestade de verão (tipo uma madrugada chuvosa, mas já de manhã quase não há precipitação), nem esses sistemas estão conseguindo provocar chuva continua que vai e volta ao longo do dia e por dias a fio... Se não me foge a memória, a última vez que eu vi um evento robusto e prolongado de chuvas, com dias inteiramente chuvosos foi em janeiro de 2017. Após isso, tivemos meses com elevada pluviométria, mas isso com episódios de precipitação forte e volumosa, porém limitada na duração temporal, aqueles dias chuvosos, onde parece que a chuva praticamente não para, virou raridade por aqui. 

 

É bom lembrar que, embora dias chuvosos sejam normais na primavera e verão brasileiros, climatologicamente eles não podem ser muito frequentes, até mesmo pela insolação na maioria das áreas, que não é alta, mas também não é compatível com um mês escuro. Em geral, o predomínio é mesmo de dias parcialmente nublados, com muitas nuvens e aberturas. Claro que você tem razão no que diz, mas gosto de pontuar isso, pois as pessoas tendem a exacerbar algumas memórias por saudosismo, mesmo que sejam fora da realidade, algo do tipo: "antigamente chovia um mês inteiro", entre outras ilogicidades.

 

Sobre as ZCAS, estão se formando sempre a norte, tanto que, nos últimos anos, várias atingiram em cheio Belo Horizonte e trouxeram grandes enchentes e deslizamentos de terra pra cidade, como no histórico Janeiro de 2020 e começo de fevereiro desse ano. Agora, vai uma diferença: aquelas clássicas, de chuva leve persistente por muitos dias seguidos, estão mais raras - a última foi em janeiro de 2016. As que citei acima vieram como verdadeiras pauladas, trouxeram sim dias como citou (chuva o tempo todo) mas uma chuva grossa, destrutiva e por 2/3 dias apenas.

 

Grandes ZCAS clássicas ocorreram entre 2008 e 2013 e não vejo motivo para não voltarem a ocorrer.

 

Dia foi quente em BH, com máximas de 28/30C e ar seco. Ainda há bom resfriamento noturno e teremos friozinho semana que vem.

Edited by LeoP
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Morro da Igreja teve uma semana "quente" . Depois de 107 dias sem chegar a 20°C, atingiu 20,5°C de máxima. 3°C abaixo do recorde de agosto, abaixo também da máxima absoluta média. A chance de bater o recorde amanhã é pequena. Com isso o mês de agosto ficou acima da média a partir de ontem, mas vai voltar a ficar abaixo da média de quinta-feira em diante. No ano, está 0,5 abaixo da média.

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Edited by Luide Luckmann
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1 hora atrás, LeoP disse:

 

É bom lembrar que, embora dias chuvosos sejam normais na primavera e verão brasileiros, climatologicamente eles não podem ser muito frequentes, até mesmo pela insolação na maioria das áreas, que não é alta, mas também não é compatível com um mês escuro. Em geral, o predomínio é mesmo de dias parcialmente nublados, com muitas nuvens e aberturas. Claro que você tem razão no que diz, mas gosto de pontuar isso, pois as pessoas tendem a exacerbar algumas memórias por saudosismo, mesmo que sejam fora da realidade, algo do tipo: "antigamente chovia um mês inteiro", entre outras ilogicidades.

 

Sobre as ZCAS, estão se formando sempre a norte, tanto que, nos últimos anos, várias atingiram em cheio Belo Horizonte e trouxeram grandes enchentes e deslizamentos de terra pra cidade, como no histórico Janeiro de 2020 e começo de fevereiro desse ano. Agora, vai uma diferença: aquelas clássicas, de chuva leve persistente por muitos dias seguidos, estão mais raras - a última foi em janeiro de 2016. As que citei acima vieram como verdadeiras pauladas, trouxeram sim dias como citou (chuva o tempo todo) mas uma chuva grossa, destrutiva e por 2/3 dias apenas.

 

Grandes ZCAS clássicas ocorreram entre 2008 e 2013 e não vejo motivo para não voltarem a ocorrer.

 

Dia foi quente em BH, com máximas de 28/30C e ar seco. Ainda há bom resfriamento noturno e teremos friozinho semana que vem.

Você tem toda razão, quando lembrei da primavera na década retrasada em essencial, quis destacar mais o fatos de dias isolados, pontuais, que por vezes eram de fato chuvosos, principalmente em novembro, e isso no meu imaginário me marcava muito, como sendo o ponto de partida da estação chuvosa.

 

Diferentemente da primavera, o verão climatologicamente é mais suscetível a ocorrência de dias seguidos bastante chuvosos... Mas mesmo no verão, eles não vêm sendo comuns em São Paulo (capital), nos últimos verões, o que vem marcando boa parte da pluviométria da estação, são eventos que mais se assemelham a pesadas tempestades, que despejam uma quantidade enorme de água em poucas horas, e depois o tempo não transcorre de maneira de fato chuvosa... Antes o mais comum, eram as clássicas pancadas de chuva, em boa parte dos dias, e a ocorrência de alguns períodos verdadeiramente chuvosos, com dias de chuva quase contínua e bastante insistente. Hj as pancadas permanecem (em muitos verões estão ocorrendo em menos dias), mas no geral não existem mudanças profundas quanto a isso, mas os eventos mais robustos, não são mais dias de chuva prolongada, mas sim verdadeiras tempestades, que vem ocorrendo muitas vezes no período da noite e madrugada, e depois de 4-7h de chuva volumosa, o tempo tende a praticamente se estabilizar, não restando aqueles comboios de instabilidades que ia e vinha com chuva moderada por alguns dias subsequentes... 

 

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Oitavo dia quente em SC. Hoje o dia foi de calor bem mais fraco que nos outros dias.

 

32,07°C - Ouro

31,3°C - Videira/RNS

30,96°C - Caibi/Foz do Chapecó Energia

30,8°C - Concórdia/MWC

30,68°C - Pinheiro Preto

30,46°C - Videira/EE_Videira

30,42°C - Brunópolis

30,3°C - Joinville/Dona Francisca

30,23°C - Zórtea

30,03°C - São Bento do Sul/Povoado Rio Vermelho

 

O Extremo Oeste que tem registrado as máximas, teve instabilidades com vento de até 90 km/h em Iporã do Oeste, como relatado mais cedo, o que derrubou a máxima. As máximas acabaram ficando mais para o Meio-Oeste, Norte da Serra (Brunópolis) e Planalto Norte.

 

No Vale do Itajaí, as máximas ficaram entre 24°C e 28°C

 

A mínima foi bastante elevada, embora sem sob-10: 8,4°C na Vista Alegre, em Bom Jardim da Serra.

 

Amanhã será o último dia mais quente para época.

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2 horas atrás, Aldo Santos disse:

Muito calor hoje na cidade de São Paulo.

Em relação ao tempo, o de sempre: céu esbranquiçado sem nuvens, parecendo uma cobertura total de nuvens altas (Cirrostratus) quando na verdade é o efeito da fumaça em altitude, umidade baixa, etc, etc.

 

Mirante (Aut): 18,1°C / 32,4°C

Mirante (Conv): 17,9°C / 32,6°C

Interlagos: 17,2°C / 31,2°C

IAG: 15,5°C / 32,2°C

 

Na convencional, foi o 5º maior registro de agosto em toda a série.

 

Relembrando os maiores registros de agosto no Mirante:

33,1°C (31/08/1952 e 31/08/1955)

33,0°C (31/08/1963)

32,8°C (28/08/1961)

32,7°C (30/08/2011)

32,6°C (31/08/1994, 29/08/2011 e 24/08/2021)

 

Amanhã, a previsão é de esquentar mais.

 

 

 

LEMBRANDO QUE NO CASO DO MIRANTE AUTOMÁTICO, OS 32,4ºC, É O NOVO RECORDE DESTA ESTAÇÃO, SUPERANDO POR 0,1ºC O ANTIGO RECORDE DE 2015. 

 

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OUTRA ESTAÇÃO QUE BATEU RECORDE HOJE É O SÉ-CGE, NA REGIÃO DA AVENIDA PAULISTA.

 

MÁXIMA DE 32,6ºC HOJE BATEU O ANTIGO RECORDE DE 32,1ºC EM 2015.

 

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2 horas atrás, Aldo Santos disse:

 

Aqui, estamos bem no caminho do jato de baixos níveis, que está trazendo ar quente para o Centro-Oeste, PR, SP, oeste de SC...

 

A automática de Curitiba registrou 29,9°C hoje, encostando nos 30°C, que é uma marca bem alta para agosto lá.

 

Apiaí registrou 30,9°C na maior leitura de 20 em 20 minutos na estação do CIIAGRO.

A máxima sai amanhã e pode ter batido nos 31°C.

 

Capão Bonito, também no planalto e também no SO paulista, registrou 31,9°C também na leitura máxima de 20 em 20 min (CIIAGRO).

 

Presidente Prudente, no oeste paulista, registrou 37,6°C hoje.

Esta é a maior marca para agosto desde, pelo menos, 1961.

 

E por aí vai...

São temperaturas muito acima do normal para a época.

De fato, está bizarro esse calor no planalto. Desde que eu comecei a anotar os dados de Apiaí (em junho deste ano), até então, não tinha sido registrado nenhuma vez calor acima dos 30°C, nem mesmo nas pré-frontais. Neste mês de agosto, a máxima já passou dos 30°C em 4 oportunidades (5 contando com hoje que, como bem disse, deve ter sido ainda mais. A maior até então é/era de 31,1°C no dia 18).

 

Guapiara, também no planalto, vizinha de Apiaí e Capão Bonito, registrou hoje 33,7°C na leitura de 20 em 20 minutos do CIIAGRO, ou seja, provavelmente foi ainda maior. Isto é, um município que tem por volta dos 700 metros de altitude. Além disso, está com uma baita sequência de máximas de 30°C para sua altitude:

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===================================================

Essa quantidade de fumaça no céu está tão bizarra que a lua nasceu hoje com um tom avermelhado/alaranjado:

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*Foi o maior zoom que consegui dar com o meu celular, a qualidade não ficou das melhores também, já que saiu tremida.

 

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1 hora atrás, Bruno D disse:

Você tem toda razão, quando lembrei da primavera na década retrasada em essencial, quis destacar mais o fatos de dias isolados, pontuais, que por vezes eram de fato chuvosos, principalmente em novembro, e isso no meu imaginário me marcava muito, como sendo o ponto de partida da estação chuvosa.

 

Diferentemente da primavera, o verão climatologicamente é mais suscetível a ocorrência de dias seguidos bastante chuvosos... Mas mesmo no verão, eles não vêm sendo comuns em São Paulo (capital), nos últimos verões, o que vem marcando boa parte da pluviométria da estação, são eventos que mais se assemelham a pesadas tempestades, que despejam uma quantidade enorme de água em poucas horas, e depois o tempo não transcorre de maneira de fato chuvosa... Antes o mais comum, eram as clássicas pancadas de chuva, em boa parte dos dias, e a ocorrência de alguns períodos verdadeiramente chuvosos, com dias de chuva quase contínua e bastante insistente. Hj as pancadas permanecem (em muitos verões estão ocorrendo em menos dias), mas no geral não existem mudanças profundas quanto a isso, mas os eventos mais robustos, não são mais dias de chuva prolongada, mas sim verdadeiras tempestades, que vem ocorrendo muitas vezes no período da noite e madrugada, e depois de 4-7h de chuva volumosa, o tempo tende a praticamente se estabilizar, não restando aqueles comboios de instabilidades que ia e vinha com chuva moderada por alguns dias subsequentes... 

 

Realmente, nunca foi coisa de um verão inteiro, mas São Paulo tinha sim, sequências de muitos dias chuvosos.

Era uma chuva de fraca a moderada, que tinha suas pausas, claro, mas chovia durante dias.

Não era raro passar 7/8 dias seguidos sem ver o sol, principalmente em janeiro e fevereiro.

Mas podia acontecer também em dezembro ou março

 

Dados da estação do IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo), mostram que o volume de chuvas vem aumentando na cidade de São Paulo mas o número de dias de chuva vem diminuindo.

Isto é, está chovendo mais em menos dias.

Em outras palavras, a tendência tem sido o aumento de chuvas torrenciais, volumosas de pouca duração e a diminuição da frequência de chuvas mais fracas e contínuas.

 

 

Volume de chuva.png

 

 

Número de dias de chuva.png

 

Edited by Aldo Santos
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Dia invernal, muito úmido e escuro no RS, principalmente no sul, enquanto que o norte/noroeste ainda fez calor. Chegou aos 30,3˚C em Ernestina e 29,3˚C em Santa Rosa.

Em Lajeado a máxima foi de 17,4˚C 

 

Menores máximas no sul do estado:

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A precipitação também foi considerável. Alguns acumulados até o momento:

 

Triunfo: 40,2 mm

Pelotas: 38,4 mm

Martinho da Serra: 31,7 mm

Alto Feliz: 29,2 mm

Restinga Seca: 25,6 mm

Lajeado: 24,4 mm

 

 

 

 

Edited by Nestor Antonio Bresolin Junior
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Os próximos dois dias ainda serão de temperaturas bem altas para essa época do ano em São Paulo.

À partir da sexta feira, o tempo finalmente muda, trazendo um alívio nessa poluição e secura toda. A chuva do final de semana ainda está de pé para a faxina ser executada.

 

Meteoblue - próximos 6 dias + hoje

uQFn5xI.jpg

 

 

Foreca - próximos 9 dias + noite de hoje

Q7PVNSO.jpg

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2 horas atrás, LeoP disse:

Sobre as ZCAS, estão se formando sempre a norte, tanto que, nos últimos anos, várias atingiram em cheio Belo Horizonte e trouxeram grandes enchentes e deslizamentos de terra pra cidade, como no histórico Janeiro de 2020 e começo de fevereiro desse ano. Agora, vai uma diferença: aquelas clássicas, de chuva leve persistente por muitos dias seguidos, estão mais raras - a última foi em janeiro de 2016. As que citei acima vieram como verdadeiras pauladas, trouxeram sim dias como citou (chuva o tempo todo) mas uma chuva grossa, destrutiva e por 2/3 dias apenas.

 

Grandes ZCAS clássicas ocorreram entre 2008 e 2013 e não vejo motivo para não voltarem a ocorrer.

 

O normal era as ZCAS se formarem mais a norte em novembro e dezembro (Às vezes janeiro), pegando em cheio MG e o ES.

Já em janeiro e, principalmente, fevereiro e março, era normal elas "descerem" pegando SP e RJ.

Tanto que várias localidades mineiras mostram, na sua climatologia, uma diminuição das chuvas em fevereiro.

 

Se pegarmos Sampa e BH veremos o seguinte:

- Os meses mais chuvosos na capital mineira são, em ordem decrescente: dezembro, janeiro e novembro.

- Já em Sampa, a ordem decrescente é: janeiro, fevereiro e dezembro

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Dia chuvoso e com muitos raios. Amo muito tudo isso. Ainda mais quando não esqueço o guarda-chuva por aí.

Variação de 15,2 / 17,9 graus em POA (INMET). Já tivemos ~21 mm acumulados.

Desde o meio da semana passada já tá dando pra ficar de bermuda e camiseta em casa (exceto em algumas madrugadas).

E na rua, roupas de meia estação já tem bastado.

Meu cachorro inclusive já nem sente mais frio.

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Hoy a la mañana se presentaba frio, algo nuboso y humedo, estas eran las temperaturas en las estaciones de Inumet de todo el pais a las 8 de la mañana, 4,7°C (la minima fue de 3,9°C) en la estacion Prado de Montevideo, a esa hora la estacion Melilla rondaba los 2°C:

 

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Edited by Pablo MQL
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Aqui a máxima chegou nos 35.2° , agora ar parado com céu limpo e 21.4° 

 

E a previsão já indica outro pico de calor pra cá (que espero que suma nas próximas rodadas), pelo menos vai vir alguma chuvinha que convenhamos, tá precisando mais do que frio intenso (mas se vier não reclamo do frio tb não) 🤭

 

 

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Mais um dia para lembrar o que vem pela frente, o dia amanheceu limpo e já com 24 graus aqui no bairro de inhauma na zona norte do Rio de Janeiro, essa noite pela primeira vez desde abril tive que ligar o ar condicionado, hoje vamos mais um dia seco e de.muito calor, com temperatura rompendo os 35 graus,  sorte que essa época esse calor no Rio de Janeiro calorão não dura muito tempo.

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13 horas atrás, Renan disse:

 

São Paulo e Juiz de Fora continuam muito contrastantes, para mim é novidade já estarmos há 10 dias numa dinâmica em que aqui ainda não consegui uma sob-30 sequer, e São Paulo acima de 30 praticamente todos os dias. Meio bizarro.

 

Extremas de hoje na minha estação: 11,3C / 29,4C

Estamos tendo típicos dias de primavera seca por aqui. 

 

Não enxergo como o clima de São Paulo e Juiz de Fora seriam tão semelhantes assim para uma comparação direta. A localização geográfica é bem diferente, permite que vocês recebam um ar mais fresco da ASAS, vindo direto do oceano, ao ponto que conforme vai girando em cima do estado de SP passa a pegar um ar mais quente do interior. Creio que esse seja o mesmo motivo pelo qual não tenham problema com fumaça igual nós.

 

Manhã tipicamente primaveril no Mirante de Santana, com mínima até o momento de 18,2°. Bora maçaricar de novo.

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Imagem do satélite das 10:40 mostra SP sendo tomado pela pluma de fumaça.

Ela se concentra mais no leste do estado (atingindo a RMSP e Vale do Paraíba).

HFscAc9.jpg

 

 

Imagem da Avenida Paulista mostra um céu azul anêmico.

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Nas estações do CGE, as temperaturas estão em 24/25 graus com umidade na casa dos 40%.

Não imagino à partir de que ponto essa fumaça poderá brecar uma escalada maior da temperatura.

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2 horas atrás, ricardosilva disse:

 

Não enxergo como o clima de São Paulo e Juiz de Fora seriam tão semelhantes assim para uma comparação direta. A localização geográfica é bem diferente, permite que vocês recebam um ar mais fresco da ASAS, vindo direto do oceano, ao ponto que conforme vai girando em cima do estado de SP passa a pegar um ar mais quente do interior. Creio que esse seja o mesmo motivo pelo qual não tenham problema com fumaça igual nós.

 

Manhã tipicamente primaveril no Mirante de Santana, com mínima até o momento de 18,2°. Bora maçaricar de novo.


Não são. Mas tanto tempo com essa diferença na dinâmica me parece incomum. 
 

E as manhãs seguem frias, com rápido aquecimento diurno. Mínima de 11,4C hoje, e mais uma chance de chegar aos 30C, vamos ver se dessa vez vai.

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O período de agosto a outubro começou a ficar mais incômodo no Mato Grosso de 2014 pra cá, antes setembro era um mês dinâmico com as primeiras chuvas, ondas de calor e as últimas ondas de frio, com uma mudança a cada 7, 10, no máximo 15 dias, nos últimos anos somente 2016 e 2018 tiveram setembros bacanas, com ondas de frio e chuvas logo encerrando a onda de calor subsequente, da mesma forma os agostos desses anos foram bons, com alguns dias de frio e alguma chuva logo quebrando o calor, mas nos últimos dois anos se estabelece uma monotonia quente, tornando o menos dinâmico o outrora período mais dinâmico do ano, o que lembra o Tocantins.

Edited by Leandro Leite
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A chuva segue bastante forte por aqui.

Só hoje, até agora, já foram 50 mm em Lajeado.

 

Outros acumulados:

Santo Ângelo: 97 mm

Caibaté: 91 mm

Espumoso: 105 mm

Minas do Leão: 71,4 mm

Soledade: 74 mm

Santa Maria do Herval: 62 mm 

Teutônia: 72 mm

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A prova de que os últimos 7 dias não foram nada demais aqui na zona da mata em termos de calor: Agosto continua com temperatura abaixo da média em Juiz de Fora !

 

As médias compensadas da automática e da convencional estão, respectivamente, em 16,7°C e 16,8°C. Isso representa um desvio de -00,5°C.

 

Um período de calor atípico no centro do país, certas áreas da região Sul e SP, mas totalmente corriqueira e irrelevante no leste do Sudeste (boa parte de MG, RJ, ES). 

A previsão é de queda de temperatura máxima no final de semana, com as novas instabilidades à caminho. Mas não vai fazer qualquer frio de destaque também, apenas temperaturas amenas.

 

Em relação às chuvas, será que vai surpreender e superar Agosto de 2018 aqui na região ? Tive 72mm no acumulado mensal naquela ocasião, atualmente o que está garantido é o meu segundo Agosto mais chuvoso já registrado (atualmente com 45mm).

 

 

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Cuiabá ainda é privilegiada pra sua latitude, altitude e distância do litoral, seus análogos latitudinais no hemisfério norte são piores, a exemplo do norte da África, Kartum no Sudão é até mais alta e é mais quente, passa de 45 C todos os anos no verão, praticamente não chove e as ondas de frio vindas da Europa chegam enfraquecidas, se bem que em fevereiro esquenta menos que o agosto cuiabano, mas Cuiabá não chega a 40 C no verão graças à MEC vinda da Amazônia que trás chuvas, e no inverno recebe as MPs antárticas da Patagônia que atuam fortes por 3 dias.

Edited by Leandro Leite
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A última chuva ocorrida em Primavera foi em 14 de junho, duas semanas antes da onda de frio, antes disso choveu muito em 23 de maio, quando registrei 20 C 4:15 da tarde, espero chover logo fazendo a seca deste ano mais curta, certamente não vai durar 4 meses, pois chove até outubro.

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2 horas atrás, Daniel85 disse:

Imagem do satélite das 10:40 mostra SP sendo tomado pela pluma de fumaça.

Ela se concentra mais no leste do estado (atingindo a RMSP e Vale do Paraíba).

HFscAc9.jpg

 

 

Imagem da Avenida Paulista mostra um céu azul anêmico.

a0tEIXq.jpg

 

 

Nas estações do CGE, as temperaturas estão em 24/25 graus com umidade na casa dos 40%.

Não imagino à partir de que ponto essa fumaça poderá brecar uma escalada maior da temperatura.

 

E mesmo com tudo isso de fumaça ...a temperatura subiu igual a um foguete ...

 

Pode ter um vulcão soprando fumaça direto para o Mirante  ...que esse novo recorde de máxima em Agosto ...está no papo .

 

Tempos estranhos ...

 

Isso já acabou com 90% do êxtase que eu estava quanto ao inverno desse ano .

 

 

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Ontem fez calor aqui em Varginha, no Inmet a temperatura variou entre 11,9 e 30,1°C. Hoje a mínima foi mais alta, 13,2°C. Caminhamos novamente para os 29.5/30°C de máxima. A máxima absoluta da estação nos 15 anos de existência para Agosto é de 31,6°C. Alguma chance de quebrar o recorde até o fim de semana?

 

Na estação de baixada em Coqueiral, cerca de 50 km daqui aos 850m, mínima de 6,8 e máxima de 31,6°C ontem. Hoje mínima de nas estações de baixada na região (850-915m) as mínimas estão na casa dos 7 aos 9°C. Encostas (900-950m) entre 10 e 13°C. Topos (930-1010m) 14 e 15°C. As máximas deverão ficar entre 28,5 e 32,5°C.

 

Ontem um incêndio em um bairro alto da área urbana no fim da tarde, fez com que a cidade ficasse coberta por fumaça até o fim da noite. Clamamos por chuva!

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8 minutos atrás, Juzinho disse:

 

E mesmo com tudo isso de fumaça ...a temperatura subiu igual a um foguete ...

 

Pode ter um vulcão soprando fumaça direto para o Mirante  ...que esse novo recorde de máxima em Agosto ...está no papo .

 

Tempos estranhos ...

 

Isso já acabou com 90% do êxtase que eu estava quanto ao inverno desse ano .

 

 

 

Olha, eu sei que é polêmico, mas inverno em SP pra mim é MJJ, agosto o tempo seca e as temperaturas sobem mais. Mas isso é só pessoal, de experiência de viver aqui a maior parte da minha singela vida

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Agora, jayvillao disse:

 

Olha, eu sei que é polêmico, mas inverno em SP pra mim é MJJ, agosto o tempo seca e as temperaturas sobem mais. Mas isso é só pessoal, de experiência de viver aqui a maior parte da minha singela vida

 

Concordo que Agosto já é meio que não tão inverno ...

Mas nos últimos 10 dias ... está parecendo tudo ...menos fim de inverno .

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8 minutos atrás, jayvillao disse:

 

Olha, eu sei que é polêmico, mas inverno em SP pra mim é MJJ, agosto o tempo seca e as temperaturas sobem mais. Mas isso é só pessoal, de experiência de viver aqui a maior parte da minha singela vida

O inverno no brasil começa em maio mesmo, em média máxima é mais frio que agosto. Junho e julho se tornam o auge do inverno e agosto e setembro já é primavera. O que ocorre é que a Antártica chega ao auge do frio em agosto, pela total ausência de sol ainda nessa época e pelo auge da cobertura de gelo ao seu redor. Então agosto e setembro ainda tem massas de ar frio muito intensas e por isso ainda faz frio em agosto. Mas na ausência de MPs o mês de maio é menos quente que agosto. Só não é mais frio nas mínimas pelo fato da Antártica ainda não estar tão fria e as massas de ar frio que saem de lá ainda ainda não são tão intensas nesse período. Também é por isso que julho costuma ter massas de ar frio mais intensas que junho, embora junho tenha bem menos radiação solar. Mas isso varia muito de ano para ano. 2016 por exemplo a massa de ar frio mais forte do ano foi em junho. 

Edited by Luide Luckmann
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