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Brasil Abaixo de Zero

Monitoramento e Previsão - Brasil / América do Sul - Julho/2023


Renan
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On 7/20/2023 at 3:30 PM, BrunoSaoPauloCapital said:

Não é cerejeira. Vou mandar uma foto das folhas dela, bem de perto. Tirei a foto agora.

IMG_20230720_152739.jpg

 

Hmmm não conheço essa espécie, mas acredito que seja de fato exótica.

 

A título de curiosidade, o que temos que mais se aproxima com uma floresta "decídua" no Brasil, e que mesmo assim está muito longe disso, seria a floresta estacional decidual do RS e do oeste de SC, que é um grupo florestal parte da Mata Atlântica. É uma floresta onde cerca de 50/60% das árvores perde as folhas no período frio.

 

No RS, genericamente falando, temos duas subdivisões da Mata Atlântica, que seria a ombrófila mista (mata de araucárias) e a estacional decidual. Em SC ainda tem a ombrófila densa, que é a mesma da sua região no litoral de SP.

 

No bioma Pampa, os capões e as matas de galeria, perto dos rios, também são decíduas, mas com árvores de pequeno porte.

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Em 20/07/2023 em 15:07, BrunoSaoPauloCapital disse:

Uma característica interessante daqui dessa região onde eu estou, é que existem algumas árvores que perdem as folhas no outono e passam o inverno sem folhas (ou com poucas folhas), mas outras espécies têm folhas permanentes durante todo o ano. A foto que estou mandando mostra duas árvores com pouquíssimas folhas.

 

Acredito que isso é devido à característica de transição entre o clima tropical e o subtropical, já que estamos na latitude 24 (porta de entrada da faixa subtropical), mas estamos a nível do mar.

 

Observação: estou no município de Mongaguá, no litoral de SP. Latitude 24,11 Sul.

 

O que vocês acham?

IMG_20230720_150242.jpg

Bruno, é a espécie q tem em abundância no litoral paranaense.  É exótica, como comentado. Se trata da Figueira da Índia. 

IMG_1050.thumb.JPG.b95b5838864b1e133cde94bb151e98ce.JPG

Eu trouxe mudas e plantei em vasos. Mas não cuidei adequadamente e faleceram...

Edited by Carlos Campos
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image.thumb.png.afc7e0482977ddf5f79095c5c752a156.png

 

Estarei no fim de semana na belíssima Arraial do Cabo. Apesar de ser um destino de praia o clima não estará tão propício pra mergulhos, ainda mais que as águas de lá são geralmente bem geladas. Pelo menos sem chuva. Pouquíssima variação de temperatura.

 

Arraial tem um clima bem particular pro Estado do Rio: não faz muito calor, nem muito frio; tem uma vegetação de semiárido, mesmo na parte litorânea (o que torna o cenário lindíssimo) e chove pouco ao longo do ano. Além disso, como normal nas regiões litorâneas, tem um vento constante, o que alivia o calor e aumenta a sensação de frio.

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Em 20/07/2023 em 15:40, Carlos Campos disse:

Bruno, é a espécie q tem em abundância no litoral paranaense.  É exótica, como comentado. Se trata da Figueira da Índia. 

IMG_1050.thumb.JPG.b95b5838864b1e133cde94bb151e98ce.JPG

Eu trouxe mudas e plantei em vasos. Mas não cuidei adequadamente e faleceram...

Aqui no interior de SP ela é conhecida como Sete-Copas porque à medida que cresce vai lançando galhos em níveis, os quais, na percepção popular, vão formando como que copas sobrepostas até atingir o número de sete (foto abaixo). Eram relativamente comuns na arborização de calçadas e praças por aqui mas tal qual a Sibipiruna, com o tempo, foi sendo substituída por árvores menos trabalhosas na limpeza. Por um lado é uma pena porque ela fornece uma sombra muito boa, por outro, não faz falta nenhuma porque acho ela feia e de fato faz muita sujeira. Na infância era comum abrirmos os coquinhos que ela produz, depois de secos, para retirar a pequena castanha que ela tem dentro para comer.

Dia ensolarado e feio por aqui, meio ventoso e meio empoeirado. 16°C ao amanhecer.

banho-de-mato-270521-1-andre-benedito-1.jpg?resize=300%2C376&is-pending-load=1#038;ssl=1

Link da foto: https://pagina3.com.br/colunistas/banhodemato/ninguem-da-a-minima-pra-ela-mas-ela-da-sombra-da-alimento-da-remedio/

Edited by marcio valverde
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Em 20/07/2023 em 15:47, fsorf9rj disse:

 

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Estarei no fim de semana na belíssima Arraial do Cabo. Apesar de ser um destino de praia o clima não estará tão propício pra mergulhos, ainda mais que as águas de lá são geralmente bem geladas. Pelo menos sem chuva. Pouquíssima variação de temperatura.

 

Arraial tem um clima bem particular pro Estado do Rio: não faz muito calor, nem muito frio; tem uma vegetação de semiárido, mesmo na parte litorânea (o que torna o cenário lindíssimo) e chove pouco ao longo do ano. Além disso, como normal nas regiões litorâneas, tem um vento constante, o que alivia o calor e aumenta a sensação de frio.

A temperatura estará o dia inteiro no que eu costumo chamar de "conforto puro", que é 22 ºC e 23 ºC.

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Em 20/07/2023 em 00:09, jrmartinisp disse:

Curioso que o gráfico de Curitiba não é aquele formato de U clássico, é meio bagunçadinho,  Sp é mais uniforme mas se engana que o tempo no inverno seja seco.

O verão sofre atuação do clima tropical, mas no inverno por estar próximo a faixa subtropical bizarrices acontecem com alguma frequência 

Tem muitos casos de transtorno com enchentes e problemas de parar a cidade em meses fora do verão como maio de 2005, vários meses de junho da década passada julho de 2019. Setembro de 2009

Uma curiosidade que eu acho que o @Aldo Santos até deve ter os gráficos bem afiados.

Mas 2 das maiores chuvas da cidade de sp ocorreram em meses secos

Maio de 2005 com 140mm e julho de 2019 com 123mm um verdadeiro absurdo para um mês tão seco. Só não desbancando o famoso dezembro de 1988 com 151mm.

 

Pois é...

Quem olha as médias de chuva da cidade de São Paulo é levado a crer que os invernos aqui são sempre secos.

Mas chuva no jun/jul/ago por aqui não é uma raridade como em Belo Horizonte, por exemplo.

Embora normalmente no inverno, em Sampa, a chuva costume se concentrar em poucos dias.

E mesmo em invernos secos, com pouquíssima chuva, podemos ter períodos de vários dias com umidade relativa alta devido aos ventos de SE e a infiltração marítima.

A verdade é que o estado de SP está numa espécie de transição entre o sul e o Sudeste "típico".

 

Vejam julho, por exemplo.

A média 1991-2020 no Mirante é 48,4 mm

 

Aí, a gente pega os julhos menos chuvosos da normal 91-20 (Mirante):

2008: 0,0 mm

2017:  0,8 mm

2011:  4,5 mm

2016:  6,4 mm

1996:  7,2 mm

2020: 12,6 mm

 

Agora, os mais chuvosos:

2009: 179,7 mm

2019: 156,0 mm

2007: 148,3 mm

2004:  97,4 mm

2010:   93,5 mm

2013:   90,9 mm

 

E, nesta época do ano, chuva  aqui em Sampa é causada por frentes frias bastante ativas, áreas de instabilidade ou infiltração marítima.

Chuvas puramente convectivas (Como no verão) são de extrema raridade por aqui no inverno.

 

Edited by Aldo Santos
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Em 20/07/2023 em 16:35, marcio valverde disse:

Aqui no interior de SP ela é conhecida como Sete-Copas porque à medida que cresce vai lançando galhos em níveis que na percepção popular vão formando como que copas sobrepostas até atingir o número de sete (foto abaixo). Eram relativamente comuns na arborização das calçadas por aqui mas, tal qual a Sibipiruna, foi sendo substituída com o tempo por árvores menos trabalhosas na limpeza. Por um lado é pena porque fornece uma sombra muito boa, por outro não faz falta porque é feia e de fato faz muita sujeira. Quando criança era comum que abrirmos os coquinhos que ela produz, depois de secos para retirar a pequena castanha que ela tem dentro para comer.

Dia ensolarado e feio por aqui, meio ventoso e meio empoeirado. 16°C ao amanhecer.

banho-de-mato-270521-1-andre-benedito-1.jpg?resize=300%2C376&is-pending-load=1#038;ssl=1

Link da foto: https://pagina3.com.br/colunistas/banhodemato/ninguem-da-a-minima-pra-ela-mas-ela-da-sombra-da-alimento-da-remedio/

 

 

Essa árvore que eu citei - se nao me engano na segunda - como chapéu mexicano. É um bom indicador do clima, nos últimos anos ela perdeu as folhas de maio pra junho, esse ano ela está mantendo, mostrando que não tomou tanta friagem, ou não tomou por tempo suficiente... 

 

Depois de todos os dias da semana nublados, hoje abriu aqui na RMSP, 17° agora com avanço da MM.

20230720_165447.jpg

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Em 20/07/2023 em 16:41, Aldo Santos disse:

 

A verdade é que o estado de SP está numa espécie de transição entre o sul e o Sudeste "típico".

 

 

O estado de São Paulo é atravessado pelo Trópico de Capricórnio. Inclusive, o trópico passa na zona norte de São Paulo CAPITAL. Então, nós realmente somos a fronteira entre o "Brasil Tropical" e o "Brasil subtropical". O estado até já pertenceu à Região Sul, entre 1945 e 1970.

 

Porém, 64,5% do estado de São Paulo está localizado a norte do Trópico de Capricórnio. Então, a área que realmente está numa transição, são os 50% mais meridionais (mais a sul) do estado.

Edited by BrunoSaoPauloCapital
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Em 20/07/2023 em 16:41, Aldo Santos disse:

 

Pois é...

Quem olha as médias de chuva da cidade de São Paulo é levado a crer que os invernos aqui são sempre secos.

Mas chuva no jun/jul/ago por aqui não é uma raridade como em Belo Horizonte, por exemplo.

Embora normalmente no inverno, em Sampa, a chuva costume se concentrar em poucos dias.

E mesmo em invernos secos, com pouquíssima chuva, podemos ter períodos de vários dias com umidade relativa alta devido aos ventos de SE e a infiltração marítima.

A verdade é que o estado de SP está numa espécie de transição entre o sul e o Sudeste "típico".

 

Vejam julho, por exemplo.

A média 1991-2020 no Mirante é 48,4 mm

 

Aí, a gente pega os julhos menos chuvosos da normal 91-20 (Mirante):

2008: 0,0 mm

2017:  0,8 mm

2011:  4,5 mm

2016:  6,4 mm

1996:  7,2 mm

2020: 12,6 mm

 

Agora, os mais chuvosos:

2009: 179,7 mm

2019: 156,0 mm

2007: 148,3 mm

2004:  97,4 mm

2010:   93,5 mm

2013:   90,9 mm

 

E, nesta época do ano, chuva  aqui em Sampa é causada por frentes frias bastante ativas, áreas de instabilidade ou infiltração marítima.

Chuvas puramente convectivas (Como no verão) são de extrema raridade por aqui no inverno.

 

Excelentes dados comparativos, Aldo. Sim: transição. As variações são imensas, algumas vezes puxando pro lado do Sudeste e outras pro lado do Sul.

E Curitiba, longe de possuir estação seca.

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Em 20/07/2023 em 17:02, jayvillao disse:

 

 

Essa árvore que eu citei - se nao me engano na segunda - como chapéu mexicano. É um bom indicador do clima, nos últimos anos ela perdeu as folhas de maio pra junho, esse ano ela está mantendo, mostrando que não tomou tanta friagem, ou não tomou por tempo suficiente... 

 

Depois de todos os dias da semana nublados, hoje abriu aqui na RMSP, 17° agora com avanço da MM.

20230720_165447.jpg

Eu não saberia dizer mas será que a perda de folhas não está mais ligada ao stress hídrico do que à variação de temperatura, a exemplo do que ocorre com a Mata Atlântica Semidecidiual aqui no interior de SP. Este ano a perda das folhas está bem menos uniforme e um tanto quanto tardia na vegetação nativa por aqui, haja vista o tanto que choveu em maio e junho.

Edited by marcio valverde
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Em 20/07/2023 em 17:12, marcio valverde disse:

Eu não saberia dizer mas será que a perda de folhas não está mais ligada ao stress hídrico do que à variação de temperatura, a exemplo do que ocorre com a Mata Atlântica Semidecidiual aqui no interior de SP? Este ano a perda das folhas está bem menos uniforme e um tanto quanto tardia na vegetação nativa por aqui, haja vista o tanto que choveu em maio e junho.

Aqui no litoral de São Paulo, essa árvore perde todas as folhas quando há muitas ocorrências de temperaturas sub 15. Em 2021 tivemos muitas sub 15, e essas árvores perderam todas as folhas aqui na rua.

 

Já em 2022 e 2023, não perderam tudo. E tivemos bem poucas sub 15, com a mesma quantidade de chuva.

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Em 20/07/2023 em 16:35, marcio valverde disse:

Aqui no interior de SP ela é conhecida como Sete-Copas porque à medida que cresce vai lançando galhos em níveis que na percepção popular vão formando como que copas sobrepostas até atingir o número de sete (foto abaixo). Eram relativamente comuns na arborização das calçadas por aqui mas, tal qual a Sibipiruna, foi sendo substituída com o tempo por árvores menos trabalhosas na limpeza. Por um lado é pena porque fornece uma sombra muito boa, por outro não faz falta porque é feia e de fato faz muita sujeira. Quando criança era comum que abrirmos os coquinhos que ela produz, depois de secos para retirar a pequena castanha que ela tem dentro para comer.

Dia ensolarado e feio por aqui, meio ventoso e meio empoeirado. 16°C ao amanhecer.

banho-de-mato-270521-1-andre-benedito-1.jpg?resize=300%2C376&is-pending-load=1#038;ssl=1

Link da foto: https://pagina3.com.br/colunistas/banhodemato/ninguem-da-a-minima-pra-ela-mas-ela-da-sombra-da-alimento-da-remedio/

É essa mesmo, que tem aqui na rua. Descobri aqui que o nome dela é Amendoeira-da-praia, e é popularmente chamada de Sete Copas, amendoeira, castanheira, anoz, árvore-de-anoz, castanholeira, coração-de-nego, castanhola, chapéu-de-sol, guarda-sol, coração-de-negro (no Recife), figueira-da-índia (em Angola) e caroceiro (em São Tomé e Príncipe).

 

O @Carlos Campostambém estava certo quando se referiu a essa árvore como "figueira-da-ínida", já que é um dos nomes dela.

 

Eu vi que ela é comum em climas tropicais e em subtropicais. E é uma árvore decídua (perde as folhas no inverno).

 

O @jayvillaochamou de "chapéu mexicano".

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É nessas horas que a gente vê que a latitude pesa e falta muito no Brasil no período invernal. Nessa sexta/sab/dom o sul do RS/Uruguay terão um breve veranillo. Mas depois disso as condições de frio de inverno voltam e seguem pela semana toda. Enquanto que a porção norte do RS pra cima, experimentarão dias mornos. Fará mais frio no Chui do que em Gramado. Isso ajuda a reforçar a percepção de inverno.

 

E conforme vamos avançado para primavera, essas diferenças ficam maiores. Em agosto/setembro é bem normal ver Buenos Aires com uma tarde de 15 graus e POA com 25, os bloqueios vão ficando mais fortes.

 

Depois que chega novembro essas diferenças diminuem, e muitas vezes ficam a favor aqui de SC pra cima, com influência das MPs velhas + altitudes + chuva o clima aqui costuma ficar mais ameno do que mais pro sul. Dai chega abril e a latitude começa a pesar de novo.

 

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Em 20/07/2023 em 17:41, BrunoSaoPauloCapital disse:

É essa mesmo, que tem aqui na rua. Descobri aqui que o nome dela é Amendoeira-da-praia, e é popularmente chamada de Sete Copas, amendoeira, castanheira, anoz, árvore-de-anoz, castanholeira, coração-de-nego, castanhola, chapéu-de-sol, guarda-sol, coração-de-negro (no Recife), figueira-da-índia (em Angola) e caroceiro (em São Tomé e Príncipe).

 

O @Carlos Campostambém estava certo quando se referiu a essa árvore como "figueira-da-ínida", já que é um dos nomes dela.

 

Eu vi que ela é comum em climas tropicais e em subtropicais. E é uma árvore decídua (perde as folhas no inverno).

 

O @jayvillaochamou de "chapéu mexicano".

 

Acredito que essa árvore não seja exótica,me parece algo nativo.

 

Ela infesta várias áreas de praias no Litoral Norte de SP. E ela me parece ser bem comum também em áreas de manguezais. 

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Tivemos mais um dia escuro, com garoa e neblina aparecendo na metade da tarde (principalmente na borda da serra).

 

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Foto que tirei pelas 15h30 no bairro 25 de julho (o mais alto da área urbana).

 

Máximas de hoje:

 

13,9°C Lençol

14,0°C Rio Vermelho Estação

14,9°C Rio Vermelho Povoado

16,1°C Rio Negro

16,3°C Mato Preto 

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Em 20/07/2023 em 18:34, Juzinho disse:

 

Acredito que essa árvore não seja exótica,me parece algo nativo.

 

Ela infesta várias áreas de praias no Litoral Norte de SP. E ela me parece ser bem comum também em áreas de manguezais. 

Pelo que eu li, parece que ela é originalmente da Ásia tropical, incluindo Índia, Sri Lanka, Malásia, Indonésia e Filipinas. Também se adapta bem a climas subtropicais. E li que ela perde as folhas no inverno. Porém, não sei se ela também perde as folhas no clima tropical pleno, nas latitudes de 0 a 22 graus.

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Em 20/07/2023 em 18:01, Beto Krepsky disse:

É nessas horas que a gente vê que a latitude pesa e falta muito no Brasil no período invernal. Nessa sexta/sab/dom o sul do RS/Uruguay terão um breve veranillo. Mas depois disso as condições de frio de inverno voltam e seguem pela semana toda. Enquanto que a porção norte do RS pra cima, experimentarão dias mornos. Fará mais frio no Chui do que em Gramado. Isso ajuda a reforçar a percepção de inverno.

 

E conforme vamos avançado para primavera, essas diferenças ficam maiores. Em agosto/setembro é bem normal ver Buenos Aires com uma tarde de 15 graus e POA com 25, os bloqueios vão ficando mais fortes.

 

Depois que chega novembro essas diferenças diminuem, e muitas vezes ficam a favor aqui de SC pra cima, com influência das MPs velhas + altitudes + chuva o clima aqui costuma ficar mais ameno do que mais pro sul. Dai chega abril e a latitude começa a pesar de novo.

 

 

Esta região de Chuí é muito distinta, é um caso a parte mesmo. Pode ser analisada separadamente até do Sul do RS. Às vezes esqueço o quanto ao sul essa pontinha do estado se estende. A maior parte do clássico Sul do RS está na faixa entre os 30⁰ e 32⁰ de latitude. Já Santa Vitória do Palmar e Chuí ultrapassam 33.5⁰, no extremo chegando perto dos 34⁰ de latitude. Entre Pelotas e Chuí sao 2⁰ de latitude de diferença, semelhante a diferença entre Pelotas e Novo Hamburgo que fica no norte da RM de Porto Alegre. É um pedaço de terra extremamente plano entre o Oceano Atlântico e a grande Lagoa Mirim. Acho muito interessante a geografia da região. 

 

Climaticamente, esta região se distingue bastante principalmente pela constância das máximas baixas durante o inverno, sofrendo menos impacto de veranicos, inclusive em comparação ao sul do RS nas latitudes inferiores. Não é incomum Pelotas e Bagé não conseguirem escapar de um período de 5-10 dias de veranico brabo, enquanto Chuí fica quase ilesa com apenas 2-3 dias de calorzinho leve e logo em seguida volta ao normal com máximas rondando 15⁰C.

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Em 20/07/2023 em 19:21, EduardoFinatto disse:

 

Esta região de Chuí é muito distinta, é um caso a parte mesmo. Pode ser analisada separadamente até do Sul do RS. Às vezes esqueço o quanto ao sul essa pontinha do estado se estende. A maior parte do clássico Sul do RS está na faixa entre os 30⁰ e 32⁰ de latitude. Já Santa Vitória do Palmar e Chuí ultrapassam 33.5⁰, no extremo chegando perto dos 34⁰ de latitude. Entre Pelotas e Chuí sao 2⁰ de latitude de diferença, semelhante a diferença entre Pelotas e Novo Hamburgo que fica no norte da RM de Porto Alegre. É um pedaço de terra extremamente plano entre o Oceano Atlântico e a grande Lagoa Mirim. Acho muito interessante a geografia da região. 

 

Climaticamente, esta região se distingue bastante principalmente pela constância das máximas baixas durante o inverno, sofrendo menos impacto de veranicos, inclusive em comparação ao sul do RS nas latitudes inferiores. Não é incomum Pelotas e Bagé não conseguirem escapar de um período de 5-10 dias de veranico brabo, enquanto Chuí fica quase ilesa com apenas 2-3 dias de calorzinho leve e logo em seguida volta ao normal com máximas rondando 15⁰C.

Há mais de 20 anos, quando eu estava na sétima série, o professor de geografia falou que o Brasil só tinha 0,3 % de clima temperado, e que se tratava dessa região do Chuí, certamente é porque há um frio mais constante no inverno, e as 4 estações são melhor definidas. 

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Em 20/07/2023 em 18:34, Juzinho disse:

 

Acredito que essa árvore não seja exótica,me parece algo nativo.

 

Ela infesta várias áreas de praias no Litoral Norte de SP. E ela me parece ser bem comum também em áreas de manguezais. 

 

Não entendo do assunto.

Mas sei que algumas espécies se adaptam tão bem por aqui que chegam a parecer nativas.

Um exemplo é a jaqueira.

Eu mesmo acreditei por muito tempo que jaca era uma fruta nativa daqui.

Depois, fui descobrir que é originária da Índia. :D

 

______________

 

Voltando ao monitoramento, o sol reapareceu em Sampa.

O tempo foi abrindo na 2ª metade da manhã.

Mas sempre mantendo uma quantidade variável de nuvens.

 

Mirante (Aut): 14,3°C / 22,0°C

Interlagos: 13,7°C / 19,8°C

 

Edited by Aldo Santos
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On 7/20/2023 at 7:21 PM, EduardoFinatto said:

 

Esta região de Chuí é muito distinta, é um caso a parte mesmo. Pode ser analisada separadamente até do Sul do RS. Às vezes esqueço o quanto ao sul essa pontinha do estado se estende. A maior parte do clássico Sul do RS está na faixa entre os 30⁰ e 32⁰ de latitude. Já Santa Vitória do Palmar e Chuí ultrapassam 33.5⁰, no extremo chegando perto dos 34⁰ de latitude. Entre Pelotas e Chuí sao 2⁰ de latitude de diferença, semelhante a diferença entre Pelotas e Novo Hamburgo que fica no norte da RM de Porto Alegre. É um pedaço de terra extremamente plano entre o Oceano Atlântico e a grande Lagoa Mirim. Acho muito interessante a geografia da região. 

 

Climaticamente, esta região se distingue bastante principalmente pela constância das máximas baixas durante o inverno, sofrendo menos impacto de veranicos, inclusive em comparação ao sul do RS nas latitudes inferiores. Não é incomum Pelotas e Bagé não conseguirem escapar de um período de 5-10 dias de veranico brabo, enquanto Chuí fica quase ilesa com apenas 2-3 dias de calorzinho leve e logo em seguida volta ao normal com máximas rondando 15⁰C.

 

Pois é! Outro dia estava conversando com um amigo sobre essas características dessa região, que são estranhas até pra quem é do estado. Interessante pensar que esse extremo do estado tem as mesmas latitudes de Los Angeles, Atlanta, de Shikoku (uma das grandes ilhas do Japão), da província de Jeju-Do na Coréia do Sul, e ter latitudes superiores a Dallas, Phoenix, Shanghai e até o extremo sul de Oklahoma.

 

A estação do Taim comprova isso que você falou, que fica longos períodos com máximas inferiores a 18ºC.

 

Tive a oportunidade de visitar essa região a caminho do Uruguai, e realmente é interessante a planície e charcos infinitos, além da ventania eterna.

 

Edited by Nestor Antonio Bresolin Junior
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Voltando ao assunto do aquecimento nas médias, eu calculei a média das mínimas absolutas anuais do IAG conforme os períodos.

E deu nisso:

1933-1960 => 2,3°C

1961-1990 => 3,1°C

1981-2010 => 4,2°C

1991-2020 => 4,6°C

2001-2020 => 4,7°C

 

A estação fica num parque de 5,5 km² ou 550 hectares, no ponto vermelho na foto abaixo.

Na foto, no fundo, se vê o aeroporto de Congonhas.

 

Estação IAG_LI.jpg

 

 

 

IAG 300.JPG

Edited by Aldo Santos
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Gente, essa árvore aí, pelas imagens, é a Terminalia catappa, conhecida por amendoeira e todos os nomes populares já citados. É exótica, sim, nativa da Ásia, mas naturalizada, o que significa que já entrou em equilíbrio com as nativas e não constitui um problema atualmente. O mesmo acontece com o côco-da-bahia (Cocos nucifera) que, ao contrário do que a maioria pensa, não é nativo do Brasil. Chegou aqui por influência do homem e ficou. Hoje, as 2 são naturalizadas, não a toa são muito comuns nas praias do país.

 

Ajudando na dúvida do Bruno de Monguaguá, a amendoeira é extremamente comum na arborização urbana, muito por causa de plantios antigos. Aqui em BH, todos os anos ela fica bem vermelha no inverno e perde quase todas suas folhas (a média mínima aqui em JJ é de 13/14 graus):

 

 20210823_151822.thumb.jpg.21aee909f51f1fa9f31f65603983c44c.jpg

 

20210823_150329.thumb.jpg.78367dbb3e18bed0886e2f60e5942c0e.jpg

 

Essas fotos foram feitas por mim aqui na Pampulha. Reparem, na 1ª foto, que a queda da folha está bem avançada já, principalmente de cima para baixo. 

 

 

@Nestor Antonio Bresolin Junior quando vc diz floresta decidual, se refere às de características temperadas, certo? Pois há extensas florestas deciduais entre MG e o Nordeste do Brasil. Aqui na RMBH todas as florestas são semideciduais (Mata Atlântica Estacional Semidecidual), perdem só uma parte de suas folhas, mas basta subir 100km a norte daqui que elas se tornam completamente deciduais e perdem quase 100% de suas folhas nessa época.

 

Uma imagem da região de Curvelo, no centro de MG, que tirei em julho de 2021.  A floresta fica marrom por causa da ausência de folhas:

 

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Pra não ficar totalmente off, o tempo mudou em BH hoje, com a entrada de uma fraca advecção polar. Muitas nuvens predominaram ao longo do dia, com queda de temperatura. A cidade, pra variar, esteve no meio de um intenso gradiente térmico, com máximas de 25 a 21ºC de norte para sul. A partir de amanhã, dias invernais, mas muito meia-boca: 13/23C, podendo cair a 10C até o final de semana.

 

 

 

 

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On 7/20/2023 at 8:05 PM, LeoP said:

 

@Nestor Antonio Bresolin Junior quando vc diz floresta decidual, se refere às de características temperadas, certo? Pois há extensas florestas deciduais entre MG e o Nordeste do Brasil. Aqui na RMBH todas as florestas são semideciduais, perdem só uma parte de suas folhas, mas basta subir 100km a norte daqui que elas se tornam completamente deciduais e perdem quase 100% de suas folhas nessa época.

 

Isso! Perfeito, me referi à floresta estacional decidual que tem queda das folhas devido a uma estação fria, e não à estação seca, como a que você citou. Apesar de serem de certa forma diferentes, os mapas trazem essas duas porções de floresta estacional decidual como parte da mesma floresta, mesmo que as razões pelas quais elas perdem as folhas serem diferentes.

Essas florestas da sua região, pra mim, lembram muito as belíssimas savanas Indianas.

 

Exemplo da floresta aqui da região, misturada com algumas araucárias, no final de agosto de 2019:

 

 

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Edited by Nestor Antonio Bresolin Junior
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Pressão atmosférica, passou de 1.032 hPa nas cidades litorâneas do RJ, desde Angra até a automática do Farol de São Tomé.

Outro dia encoberto, com garoa de vez em quando.

 

Amanhã começa as comemorações do 46º Festival do Arroz de Laje do Muriaé, show a noite na praça da Matriz Nossa Senhora da Piedade.

 

No sábado show principal no parque de exposição, é o bairro mais frio de Laje do Muriaé, fica numa grande baixada, diferença de 3,0 a menos do que na área urbana em amanhecer de céu limpo e sem vento.

Em 18 de julho de 2000, medi 3,1 graus num termômetro de máxima e mínima comprado em Nova York, pelo amigo Batista em 1997. Nesse mesmo dia, meu primo criador de peixes e alevinos, viu geada no gramado da faz. Bom Destino do pai dele, que fica numa baixada, numa altitude de 416 metros, cercada de montanhas de até 860 metros.

 

 

 

 

 

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Em 20/07/2023 em 19:21, EduardoFinatto disse:

Climaticamente, esta região se distingue bastante principalmente pela constância das máximas baixas durante o inverno, sofrendo menos impacto de veranicos, inclusive em comparação ao sul do RS nas latitudes inferiores. Não é incomum Pelotas e Bagé não conseguirem escapar de um período de 5-10 dias de veranico brabo, enquanto Chuí fica quase ilesa com apenas 2-3 dias de calorzinho leve e logo em seguida volta ao normal com máximas rondando 15⁰C.

Influência da Corrente das Malvinas, talvez? Punta de Leste e a região da costa sudeste do Uruguai raramente registram ondas de calor (ou forte calor) q se observa no restante do país.  Muitas vezes as diferenças entre máximas Montevideo x Punta de Leste são inacreditáveis (sobretudo no verão).    

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Em 19/07/2023 em 21:59, Nestor Antonio Bresolin Junior disse:

Matéria interessante:

 

 

 

 

Nestor,

julho de 1923, teve umas três ondas de frio aqui no RJ, e parte de Minas, foi nesse julho de 1923, que Campos do Jordão registrou -8,0 no dia 25( recorde de mínima absoluta).

 

Na antiga convencional de Barbacena, marcou -3,6 no dia 7(recorde de mínima absoluta), essa estação mudou de lugar no ano de 1941, foi instalada em 1/09/1911.

Na cidade de Niterói, no dia 12 de julho, mediram 8,4 uma das menores mínimas absolutas.

Aqui pertinho de Laje, na convencional de Itaperuna -RJ, instalada em 01/01/1922, a média das mínimas nesse julho, foi de 9,7 graus, essa estação funcionou até o ano de 1959, ficava poucos km do centro da cidade, numa encosta baixa, uns 10 m acima de uma grande baixada.

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Em 20/07/2023 em 19:53, Aldo Santos disse:

Voltando ao assunto do aquecimento nas médias, eu calculei a média das mínimas absolutas anuais do IAG conforme os períodos.

E deu nisso:

1933-1960 => 2,3°C

1961-1990 => 3,1°C

1981-2010 => 4,2°C

1991-2020 => 4,6°C

2001-2020 => 4,7°C

 

A estação fica num parque de 5,5 km² ou 550 hectares, no ponto vermelho na foto abaixo.

Na foto, no fundo, se vê o aeroporto de Congonhas.

 

Estação IAG_LI.jpg

Não é à toa q as temperaturas se elevaram barbaramente!  Como é q vai ocorrer resfriamento significativo num lugar desse?

Desculpa a palavra: pavoroso.

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Boa noite. Hoje estive num dos meus lugares favoritos neste mundo (e não é exagero): estou falando de Ibitipoca, é claro. O objetivo foi para realizar a manutenção preventiva da estação , e também recarregar as energias para o início das férias. 
 

Minha estima por Ibitipoca vai muito além do clima agradável. Na verdade, para quem acredita em energias místicas, vai aqui uma informação: Ibitipoca está inteiramente assentada sobre um gigantesco afloramento de quartzito, uma rocha metamórfica composta por diversos minerais considerados espiritualmente curativos. É a mesma composição encontrada em Alto Paraíso de Goiás. 
 

Por lá , peguei uma tarde fria , nublada e com garoa fina ocasional. A temperatura máxima não passou dos 16 graus e na maior parte do dia entre 14C e 15C. Baixa sensação térmica, uma tarde deliciosa é muito mais fria do que foi aqui em JF. 
 

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Eis a estação que mantenho lá. Apesar de parecer estar “no meio do mato”, na verdade está bem próxima do “centro” do distrito, não mais que 300m de distância. É uma baixada (como a maioria do distrito), altitude de 1168m medidos pelo meu celular.

 

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Em 20/07/2023 em 20:57, Wagner97 disse:

IMG_5651.jpeg

IMG_5652.jpeg

wagner97,

que imagens maravilhosas, seria um frio democrático, anomalia de -8 na temperatura ás 15 h, aqui na divisa com Minas.

 

Mas a realidade é, final da grade e EL-NIÑO 1+2 com temperatura de +3,0.

 

No EL-NIÑO 1983, após chuvas muito acima da média, na região Sul e parte de São Paulo de abril a julho. Tivemos uma onda de frio na Zona da Mata e todo RJ, que provocou mínimas bem baixas do dia 3 ao dia 7 de agosto, parece que teve um ciclone no litoral próximo ao Paraná .

 

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Em 20/07/2023 em 21:30, marinhonani disse:

wagner97,

que imagens maravilhosas, seria um frio democrático, anomalia de -8 na temperatura ás 15 h, aqui na divisa com Minas.

 

Mas a realidade é, final da grade e EL-NIÑO 1+2 com temperatura de +3,0.

 

No EL-NIÑO 1983, após chuvas muito acima da média, na região Sul e parte de São Paulo de abril a julho. Tivemos uma onda de frio na Zona da Mata e todo RJ, que provocou mínimas bem baixas do dia 3 ao dia 7 de agosto, parece que teve um ciclone no litoral próximo ao Paraná .

 

Não custa sonhar 😅

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Em 20/07/2023 em 22:01, Misael Matos disse:

Boa noite, querendo chover neste momento aqui na ZN em POA, agora pouquinho estava tendo umas trovoadas ao longe, na previsão pode chover até a 1h da manhã e depois limpa o céu.

 

 

Boa noite! Aqui em Canoas deu uma boa intensificada no vento, e as trovoadas se aproximaram, boa parte a oeste e sul. Na expectativa se vão sobrar uns pingos pra cá hahaha

Edited by Eclipse POA
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