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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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1 hora atrás, klinsmannrdesouza disse:

2016 foi bom para muitas áreas do pais, mesmo que não tivemos nenhum frio extremo naquele ano as ondas de frio eram mais constantes e amplas, deixando a sensação de frio por mais tempo. Os maiores destaques naquele ano foram as massas polares do final de abril e primeira quinzena de junho, as mais intensas do outono e inverno, a de junho foi a mais forte do ano para o Sudeste como um todo, já que a cidade de São Paulo em sua totalidade registrou mínimas inferiores a 5 graus, a cidade do Rio teve mínimas menores que 10 graus em 50% de seu território e Belo Horizonte registou 10 graus no local mais quente da cidade (nas regiões menos urbanizadas as mínimas devem ter ficados entre 5/7 graus.

2017 como um todo foi mais fraco em termos de frio que no ano anterior, principalmente por causa de maio e da segunda quinzena de junho, muito quentes para a época e que acabaram por elevar a média mensal final em todo o centro-sul brasileiro. Abril foi mediano, na primeira quinzena de junho uma forte onda de frio resfriou mais da metade do país com destaque para o Centro-Oeste e Norte, julho um pouco abaixo da média por causa da onda de frio marítima que resfriou até mesmo o interior do continente e na metade do mês uma massa polar bem continental causou mínimas bem baixas no oeste da região Sul e nos estados do MT e MS. Depois agosto e setembro foram muito quentes.

2018 Só teve de relevante as ondas de frio de maio e início de setembro, continentais e amplas, chegando até a divisa de Goiás com o Tocantins, o resto foi muito ruim.

2019, foi ainda mais fraco que os anos anteriores, a temporada de frio começou só em maio e no começo de julho aquela massa polar continental conseguiu esfriar ao mesmo tempo todo o Centro-Sul do Brasil.

 

 

 

Eu acabei gostando de 2019, juro por Deus, kkk. Isso porque tivemos essa grande MP que você mencionou em Julho, onde eu vi geada em meu município pela primeira vez. Além disso, outra MP boa em meados de Julho e depois outras duas boas em Agosto. O problema foi a falta de frio mais constante, foi muito variável a temperatura em Julho e Agosto. Mas o maior problema mesmo foi Maio, Junho e Setembro: totalmente descartáveis !

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No Rio, 2011 e 2016 foram os "melhores" invernos da década, e 2015 e 2018 os "piores".  Junho de 2016 foi o mês com menor média das máximas na cidade do Rio de Janeiro desde julho de 1988, e o mês com menor média horária do século XXI (0,1 abaixo de 07/2000, tomando como base o Galeão).  A média das máximas baixa foi a grande responsável por 06/2016 ter superado por quase nada 07/2000 na média horária, mas a onda frio de julho de 2000 segue como a mais forte dos "anos 2000".

 

Julho de 2000 registrou média horária de 19,9ºc, e das máximas de 24,9ºc.  A média das mínimas foi de 16ºc (SBGL).

 

Junho de 2016 registrou média horária de 19,8ºc, e das máximas de 23,4ºc (a das máximas foi um valor excepcional para os nossos padrões nos dias de hoje).  A média das mínimas foi de 17ºc (SBGL).

 

Um fato interessante: depois do excelente junho, julho de 2016 trouxe um número de máximas acima de 30ºc muito acima da média (com pico de 35ºc na Vila Militar, recorde mensal da estação inaugurada em 2007), e também foi o mês mais seco do século XXI na cidade do Rio, com 4,3 mm de média pela rede Alerta Rio.  É interessante pois o mês mais frio no século XX na antiga estação do Centro da cidade (julho de 1925) foi seguido pelo agosto mais seco do século em grande parte do estado (várias cidades com 0 mm, inclusive o Centro do Rio).

 

Ou seja, o resfriamento do oceano em um mês com temperatura abaixo da média no inverno parece aumentar a probabilidade de chover abaixo da média no mês seguinte (mas claro que depende de uma combinação der fatores, não é só isso).

 

Na minha classificação subjetiva, as "notas" dos invernos desde 2010 ficam assim na RM do RJ (sendo 10 o melhor 0 o pior, mas claro que se eu fosse comparar com os invernos do passado até o melhor inverno da última década levaria no máximo 5 de média). O desempate entre os piores (2015/2018) e melhores (2011/2016) foi nos detalhes.  Exemplo: escolhi 2011 pois, apesar de não ter registrado um mês como junho de 2016, 2011 teve mais entradas de ar frio, e julho de 2016 abusou do direito de compensar as máximas de junho com muitas tardes quentes, apesar da média final não ter sido tão alta).  Já 2018, apesar de sofrível, teve mínimas absolutas menores que o trágico 2015 na maior parte da cidade.

 

2010: 8

2011: 10

2012: 2 

2013: 5

2014: 4

2015: 0

2016: 9

2017: 5

2018: 1

2019: 4

 

 

 

 

 

Edited by Wallace Rezende
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Meu ranking de notas, similar ao teu post, mas pra POA ficaria:

 

Escala: de 10 (melhor) para 1 (pior)

 

2010 - 8

2011 - 9 (La Nina)

2012 - 4

2013 - 6

2014 - 3

2015 - 2

2016 - 10 (Transição para La Nina)

2017 - 1

2018 - 7

2019 - 5

 

 

Edited by Eclipse
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Bom, a média aí tá entre 1 e 1,5ºC, o que nos colocaria em uma La Niña moderada já entre o fim do inverno e o início da primavera. 

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4 minutos atrás, Pedro Victor P. disse:

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Bom, a média aí tá entre 1 e 1,5ºC, o que nos colocaria em uma La Niña moderada já entre o fim do inverno e o início da primavera. 

 

Isso poderia repercurtir com uma primavera gelada, caso o Atlântico colabore. E certamente irá frear a tendência de aquecimento do planeta.

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1 hora atrás, Renan disse:

 

Isso poderia repercurtir com uma primavera gelada, caso o Atlântico colabore. E certamente irá frear a tendência de aquecimento do planeta.

 

 

Isso tá me soando como a primavera de 2016, o que seria ótimo.

Aliás, será que não teremos um padrão semelhante a 2016 nesse ano?

Naquele ano, saímos de um el nino no verão, seguimos o outono e inverno com resfriamento no pacífico até enfim chegar uma La Nina fraca.

Se isso repercutir nesse ano em um frio precoce no outono, se prolongando primavera adentro, como foi 2016, seria bom demais

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11 horas atrás, Pedro Victor P. disse:

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Bom, a média aí tá entre 1 e 1,5ºC, o que nos colocaria em uma La Niña moderada já entre o fim do inverno e o início da primavera. 

 

 

9 horas atrás, Eclipse disse:

 

 

Isso tá me soando como a primavera de 2016, o que seria ótimo.

Aliás, será que não teremos um padrão semelhante a 2016 nesse ano?

Naquele ano, saímos de um el nino no verão, seguimos o outono e inverno com resfriamento no pacífico até enfim chegar uma La Nina fraca.

Se isso repercutir nesse ano em um frio precoce no outono, se prolongando primavera adentro, como foi 2016, seria bom demais


Em comparação nessa mesma data de 2016, nota-se que esse ano está bem melhor, AGUARDAR!
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Edited by Guilherme Wawrzyniec
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19 minutos atrás, Guilherme Wawrzyniec disse:

 

 


Em comparação nessa mesma data de 2016, nota-se que esse ano está bem melhor, AGUARDAR!
 

 

 

Excelente, obrigado pelo comparativo entre as previsões ENSO dos dois anos! To ainda mais otimista pra esse ano!

Claro, que se o Atlântico puder dar aquela esfriada, seria bom demais!

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49 minutos atrás, Guilherme Wawrzyniec disse:

 

 


Em comparação nessa mesma data de 2016, nota-se que esse ano está bem melhor, AGUARDAR!
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Mas esse é o Niño 4, lá pra perto da Austrália e Indonésia, não o Niño 3.4, aliás esse setor 4 do Pacífico está há mais de um ano com  anomalias chegando a + 1 C, patamar de El Niño moderado, porém estamos oficialmente sem El Niño, pois quem manda é o 3.4 que tá com anomalias levemente positivas, que hora ou outra atinge patamar de El Niño fraco. 

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12 horas atrás, Pedro Victor P. disse:

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Bom, a média aí tá entre 1 e 1,5ºC, o que nos colocaria em uma La Niña moderada já entre o fim do inverno e o início da primavera. 

Um julho como o previsto seria pra bater queixo em Cuiabá!

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Essa questão do inverno ser forte ou fraco varia conforme a região e seus padrões, para os padrões de Cuiabá e Primavera do Leste, 2014 com os primeiros sinais do El Niño teve um frio moderado, o melhor deles foi no fim de julho com 13 C no aeroporto de Cuiabá no fim da tarde após uma máxima de 24 C de manhã seguida de chuva, a famosa temperatura invertida também aconteceu em Primavera com o frio chegando junto com chuva ao longo da tarde baixando pra 14 C antes de escurecer e 12 C à noite e até choveu com frio, o que é raro, mas após esse frio começou um período de calor constante de agosto até outubro culminando naquela onda de calor histórica no Sudeste e Centro-Oeste, com marcas de mais de 40 C na sombra em Cuiabá e perto disso em Primavera, 2015 com o Super El Niño foi um ano praticamente sem frio, em Cuiabá não baixou de 15 C, a menor máxima foi 19 C, e em Primavera meus pais não registraram menos de 14 C no Corola, isso por volta das 7 h da manhã, como 2014 o calor de 2015 foi inclemente em setembro e outubro, embora que em outubro uma incomum frente fria me fez registrar 17 C durante a noite no meu termômetro em Primavera,em 2016 o frio voltou, os destaques foram as ondas de frio do final de abril e do começo de setembro, essa com sub-15 em Cuiabá e por dedução em Primavera no período da tarde, o evento de setembro foi fraco no Sul e Sudeste, que tiveram muito frio em junho e naquela ocasião esfriou pouco no Mato Grosso, 2016 passou pra uma fraca La Niña, em 2017 caminhando pra uma La Niña até moderada, o maior destaque foi a onda de frio continental de meados de julho, teve registro de 13 C durante a tarde em Cuiabá e no outro dia registrou 9 C com tempo nublado, no termômetro do mesmo Corola em Primavera minha mãe registrou 7 C, também por volta das 7 h da manhã, com bastante neblina, metade da temperatura registrada 2 anos antes, isso mostra o tanto que o Pacífico influencia a região, mas depois 2017 foi quente de agosto a outubro e em novembro e dezembro as chuvas foram mais constantes, e essas juntamente com o frio de julho reproduziram o que seria o passado de Primavera. 

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22 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Mas esse é o Niño 4, lá pra perto da Austrália e Indonésia, não o Niño 3.4, aliás esse setor 4 do Pacífico está há mais de um ano com  anomalias chegando a + 1 C, patamar de El Niño moderado, porém estamos oficialmente sem El Niño, pois quem manda é o 3.4 que tá com anomalias levemente positivas, que hora ou outra atinge patamar de El Niño fraco. 


Verdade, copiei errado! Acabei olhando errado sem querer.  @Eclipse, peço desculpas pois mandei errado, abaixo é a comparação do Niño 3.4  e não Niño 4.

No caso, o comparativo é esse:
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Edited by Guilherme Wawrzyniec
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13 minutos atrás, Guilherme Wawrzyniec disse:


Verdade, copiei errado! Acabei olhando errado sem querer.  @Eclipse, peço desculpas pois mandei errado, abaixo é a comparação do Niño 3.4  e não Niño 4.

No caso, o comparativo é esse:
nino34Mon.gif

 

E a comparação permanece maravilhosa para nós ! Estou otimista não só pelo inverno, mas principalmente para a primavera e o próximo verão. Se nós já estamos gostando deste atual, pode ser que venhamos a amar o próximo, rsrs. E com a continuidade da La Niña em 2021, o inverno poderia ser deveras gelado para nossos padrões. Claro, tudo isso depende do Atlântico também. Vamos aguardar para ver o que acontece.

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Obrigado @Guilherme Wawrzyniec! Lembra muito mesmo o quadro de 2016! Minha empolgação vem do fato de que 2016 foi o inverno (considerando climaticamente MJJAS) que mais marcou minha vida pela constância e intensidade do frio em POA. Pelo que lembro, foi o ano mais democrático da última década também, junto com 2010 e 2011. 

 

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23 minutos atrás, Guilherme Wawrzyniec disse:


Verdade, copiei errado! Acabei olhando errado sem querer.  @Eclipse, peço desculpas pois mandei errado, abaixo é a comparação do Niño 3.4  e não Niño 4.

No caso, o comparativo é esse:
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E PWS em alguma baixada de Rancho Queimado ou na cidade, vai ter?! Aproveitar o otimismo pra monitorar o maravilhoso inverno daí heheh

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Continuando: Em 2018 foi transição de La Niña pra El Niño fraco, porém esse só se manifestou em outubro, não estragando o inverno daqui, em Cuiabá e Primavera começou a esfriar em maio e também em junho, mas os frios mais notáveis foram de julho a setembro, em julho, a automática do INMET em Primavera, instalada em outubro de 2017, registrou sub-15 ainda às 4 da tarde, na mesma tarde Cuiabá tinha 15 C, no dia seguinte baixou pra 10 C em Primavera do Leste com tempo nublado e Cuiabá baixou de 13 C na automática, em agosto o destaque foi Cuiabá registrar 11 C com chuvisco no aeroporto em Várzea Grande, RM, já no começo de setembro o frio chegou em Cuiabá invadindo Primavera durante a tarde, no dia seguinte no começo da manhã teve uma leve sub-10 em Primavera com tempo nublado e 11 C em Cuiabá, após esse frio teve ondas de calor, mas não foram muito duradouras, logo choveu. Pra encerrar em 2019 passei decepção com a automática de Primavera ficando inoperante por 6 meses, em Primavera teve máxima de 20 C com sol no meu termômetro de plástico, 21,5 C-22 C no de madeira,no primeiro sábado de julho, antes das 10 da noite 11 C no meu de plástico, com o tracinho de álcool deslocado alguns décimos a mais, nesse mesmo horário as três PWSs do entorno de Primavera já tinham menos de 13 C, o destaque foi a mínima de 4 C em fazenda à beira do Rio Sapé dentro do município primaverense na segunda, com máxima de 29 C, Cuiabá foi pouco privilegiada por essa onda de frio, com sub-15 somente de madrugada e no começo da manhã, apesar de registrar uma mínima de 10 C-11 C, o que garantiu a Cuiabá um frio aproveitável foi o evento perto do fim de julho, que pouco atingiu o Sul, com 17 C à tarde e 13 C no aeroporto às 9 da noite, já no começo de agosto fez um frio expressivo  com 12 C em Cuiabá e 10 C nas PWSs do entorno de Primavera com tempo parcialmente nublado e vento no começo da manhã, depois disso não esfriou mais,as frentes frias no país seguiam até o sul da Bahia, mas não esfriavam sequer todo o Paraná, então em setembro uma onda de calor fez Cuiabá bater recorde histórico passando dos 42 C, mas dias depois voltou a chover, e até que outubro não foi muito quente, novembro choveu pouco, dezembro foi melhor de chuva, 2019 passou de El Niño fraco pra neutralidade positiva, agora em 2020 espero um retorno da La Niña pra que tenhamos tardes sub-15 em mínimas de um dígito com tempo nublado em Cuiabá e Primavera do Leste. 

Edited by Leandro Leite
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35 minutos atrás, Leandro Leite disse:

@Eclipse No seu aniversário de vez em quando faz bastante frio🎂❄️

Verdade @Leandro Leite  ! 😁😄

Exceto em 2017 kkkkkkkkk Aquele ano foi tão ruim que mesmo com a super MP de uma semana antes, no dia 23 à tarde já subiu a quase 30 haha

 

Tenho uma foto do meu aniver no ano 2000. Na época eu não me ligava em clima, mas foi bem na semana daquela onda de frio histórica, com 4 pulsos. Todo mundo de esquimó na foto haha

Edited by Eclipse
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6 horas atrás, Augusto Goelzer disse:

E PWS em alguma baixada de Rancho Queimado ou na cidade, vai ter?! Aproveitar o otimismo pra monitorar o maravilhoso inverno daí heheh


Estava pensando nisso ontem, seria muito bom mesmo monitorar essa região onde moro, as temperaturas dão um show de espetáculo por aqui no inverno. 

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Em 11/02/2020 em 19:32, Renan disse:

 

Eu acabei gostando de 2019, juro por Deus, kkk. Isso porque tivemos essa grande MP que você mencionou em Julho, onde eu vi geada em meu município pela primeira vez. Além disso, outra MP boa em meados de Julho e depois outras duas boas em Agosto. O problema foi a falta de frio mais constante, foi muito variável a temperatura em Julho e Agosto. Mas o maior problema mesmo foi Maio, Junho e Setembro: totalmente descartáveis !

Em 2019 antes da massa polar de julho houve uma na primeira quinzena de maio que também foi intensa e ampla, inclusive ela que inaugurou a temporada de frio nas áreas acima do paralelo 30S. Concordo com você, a onda de frio de julho foi bem interessante pra quem gosta de frio porque ela foi a mais intensa desde 2016, e por ocorrer no mínimo de radiação solar a sensação de frio ficou por mais tempo no ar.

Pra mim ano ruim de frio é aquele em que temos maio, junho e julho sem frio pelo menos intenso e amplo, em abril o frio ainda não chega com muita força no Sudeste e Centro-Oeste e em agosto e setembro a radiação solar já é muito mais intensa do que nos meses anteriores, fora que é nessa época que a ASAS domina toda a circulação atmosférica em cima do Brasil. É mais difícil termos eventos extremos de frio no final do inverno, embora possam ocorrer.

Um ano considerado ruim como 2012 não foi totalmente perdido porque tivemos ondas de frio fortes nos meses certos, uma no final de março, outra no final de abril, duas no mês de julho e no final de setembro. Julho teve uma boa constância de frio e uma massa polar bem continental que causou geadas até no sul do estado de Goiás.

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9 horas atrás, klinsmannrdesouza disse:

Um ano considerado ruim como 2012 não foi totalmente perdido porque tivemos ondas de frio fortes nos meses certos, uma no final de março, outra no final de abril, duas no mês de julho e no final de setembro. Julho teve uma boa constância de frio e uma massa polar bem continental que causou geadas até no sul do estado de Goiás.

 

Verdade....aqui em POA o outono de 2012, MAM,  foi bom e se destacou principalmente na quantidade de mínimas baixas chegando precocemente.

No inverno, Junho foi excelente, julho muito bom. Entretanto, Agosto daquele ano foi um spoiler do que viria com força total em 2015. Depois veio uma primavera tórrida.

O interessante é que de 2015 a 2018 tivemos excelentes primaveras por aqui, especialmente novembro. Em 2019 que isso foi interrompido, mas ainda assim não foi uma primavera tão ruim quanto 2012 e 2013.

O complicado realmente está no outono, que foi excelente em 2012. Desde aquele ano não há um outorno decente. 2016 não conta pq não existiu outono aqui...pulamos do verão que seguiu até a MP do fim de abril direto pro inverno. O que até foi um presente merecido após o verão prolongado hehe

 

 

 

 

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18 horas atrás, klinsmannrdesouza disse:

Em 2019 antes da massa polar de julho houve uma na primeira quinzena de maio que também foi intensa e ampla, inclusive ela que inaugurou a temporada de frio nas áreas acima do paralelo 30S. Concordo com você, a onda de frio de julho foi bem interessante pra quem gosta de frio porque ela foi a mais intensa desde 2016, e por ocorrer no mínimo de radiação solar a sensação de frio ficou por mais tempo no ar.

Pra mim ano ruim de frio é aquele em que temos maio, junho e julho sem frio pelo menos intenso e amplo, em abril o frio ainda não chega com muita força no Sudeste e Centro-Oeste e em agosto e setembro a radiação solar já é muito mais intensa do que nos meses anteriores, fora que é nessa época que a ASAS domina toda a circulação atmosférica em cima do Brasil. É mais difícil termos eventos extremos de frio no final do inverno, embora possam ocorrer.

Um ano considerado ruim como 2012 não foi totalmente perdido porque tivemos ondas de frio fortes nos meses certos, uma no final de março, outra no final de abril, duas no mês de julho e no final de setembro. Julho teve uma boa constância de frio e uma massa polar bem continental que causou geadas até no sul do estado de Goiás.

Em julho de 2012 minha irmã contou que o pastor da nossa igreja contou que teve geada em algumas fazendas de Primavera, bom, meu pai na época duvidou que tivesse, mas como muitos proprietários são sulistas eles sabem bem o que é isso, na verdade os caseiros devem saber,  lembrando que naquele evento chegou a 4 C em Poxoréo, agora bom foi  um ano depois com temperaturas de um dígito com neblina e garoa em Cuiabá e Primavera na ocasião da neve em SC e PR, 2013 tinha neutralidade negativa e 2012 teve um princípio de El Niño. Ano passado pode ter tido geada isolada na zona rural de Primavera em julho, uma vez que a PWS da beira do Rio Sapé registrou 4 C, houve registro de geada perto de Cuiabá em chácara em Santo Antonio do Leverger. 

Edited by Leandro Leite
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2 horas atrás, Leandro Leite disse:

Em julho de 2012 minha irmã contou que o pastor da nossa igreja contou que teve geada em algumas fazendas de Primavera, bom, meu pai na época duvidou que tivesse, mas como muitos proprietários são sulistas eles sabem bem o que é isso, na verdade os caseiros devem saber,  lembrando que naquele evento chegou a 4 C em Poxoréo, agora bom foi  um ano depois com temperaturas de um dígito com neblina e garoa em Cuiabá e Primavera na ocasião da neve em SC e PR, 2013 tinha neutralidade negativa e 2012 teve um princípio de El Niño. Ano passado pode ter tido geada isolada na zona rural de Primavera em julho, uma vez que a PWS da beira do Rio Sapé registrou 4 C, houve registro de geada perto de Cuiabá em chácara em Santo Antonio do Leverger. 

Nesse mês de julho 2012 foi registrada geadas de fraca a moderada intensidade em pelo menos 50 por cento dos municípios aqui do MS, em Campo Grande a mínima absoluta foi de 5 graus; pro oeste do Brasil os efeitos do el Nino são mais brandos do que no Sudeste. Em 2013 se não me engano a mínima absoluta em Cuiabá foi de 8 graus, deve ter ocorrido geada nos municípios mais frios e na Chapada dos Guimarães a temperatura deve ter negativado.

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Em 12/02/2020 em 18:37, Guilherme Wawrzyniec disse:


Estava pensando nisso ontem, seria muito bom mesmo monitorar essa região onde moro, as temperaturas dão um show de espetáculo por aqui no inverno. 

 

 

A PRÓPRIA CIDADE JÁ FICA NUMA BAIXADA, DEVE TER MÍNIMAS MAIS BAIXAS QUE NA ESTAÇÃO DO INMET OU EPAGRI.

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Em julho já deveremos estar numa La Niña fraca a moderada. Mas o Oceano Atlântico, nessa previsão, ajudaria ou atrapalharia o inverno?

 

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Notem que o Pacífico Central 3.4 (O CPTEC errou e trocou colocando Nino 4 e vice-versa) está predominantemente quente há praticamente 6 anos, notem a diferença com relação aos 7 anos anteriores, o porque do retorno dos ''invernos de antigamente''naquele período, e veja que essa tendência foi quebrada em 2014, 2020 tá parecendo que vair mudar novamente de modo. 

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Edited by Leandro Leite
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Algumas ondas de frio importantes em anos de El Niño nos anos 2000 foram a do começo de setembro de 2002 com neve nas Serras Gaúcha e Catarinense, e depois teve temperaturas favoráveis a geadas até em Jataí/Goiás, e a de julho de 2009, cujo maior destaque foi Campo Grande, pois 0 C em Porto Alegre já deu outras vezes, bom, na capital sul-mato-grossense deu 4,3 C com chuva no fim da tarde de 24/07 na automática do INMET, criando condições próximas à neve em pleno cerrado, Cuiabá no mesmo horário fazia 11 C no aeroporto. 

Edited by Leandro Leite

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4 horas atrás, Leandro Leite disse:

Algumas ondas de frio importantes em anos de El Niño nos anos 2000 foram a do começo de setembro de 2002 com neve nas Serras Gaúcha e Catarinense, e depois teve temperaturas favoráveis a geadas até em Jataí/Goiás, e a de julho de 2009, cujo maior destaque foi Campo Grande, pois 0 C em Porto Alegre já deu outras vezes, bom, na capital sul-mato-grossense deu 4,3 C com chuva no fim da tarde de 24/07 na automática do INMET, cirando condições próximas à neve em pleno cerrado, Cuiabá no mesmo horário fazia 11 C no aeroporto. 

4 horas atrás, Leandro Leite disse:

Notem que o Pacífico Central 3.4 (O CPTEC errou e trocou colocando Nino 4 e vice-versa) está predominantemente quente há praticamente 6 anos, notem a diferença com relação aos 7 anos anteriores, o porque do retorno dos ''invernos de antigamente''naquele período, e veja que essa tendência foi quebrada em 2014, 2020 tá parecendo que vair mudar novamente de modo. 

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Esse período de 2007 a 2013 ocorreu a coincidência de o atlântico sul e pacífico equatorial estarem de normal a abaixo da média, por isso tínhamos boas sequências de frio onde os sistemas frontais chegavam muito próximo à linha do Equador, quase a metade do Brasil registrava temperaturas mínimas abaixo dos 10 graus e a neve ficou mais frequente e acumulou em quantidade razoável em algumas ocasiões. Foi interessante as vezes em que ocorreram tardes muito frias em pleno Brasil central como em maio de 2007 em Brasília (os termômetros chegaram a marcar 14 graus entre as 13/15 hs), os 4/5 graus registrados em Campo Grande no mês de julho 2009 (se houvesse maior suporte em altura, teríamos tido pelo menos uma chuva congelada), a onda de frio de julho 2010 muito intensa para o oeste Brasileiro, fora 2011 e 2013 com outono e inverno gelados. Isso sem falar nos verões mais brandos que tivemos também nessa época, já que os corredores de umidades eram bem mais amplos e duradouros, vide 2009, 2009, 2010 e 2011, além de dezembro de 2013.

Depois de 2014 as coisas pioraram em termos de chuva e temperatura, aquele ano junto com 2015 foram os piores, praticamente sem frio e com pouca chuva até no verão, por causa dos dois principais oceanos muito aquecidos.

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RESUMO: Neutralidade com viés frio no decorrer de 2020 ANÁLISE: Em boletim atualizado em 13 de janeiro, o Centro Americano de Meteorologia e Oceanografia (NOAA) manteve a previsão de neutralidade climática, sem El Niño ou La Niña. Isto não quer dizer que a temperatura do Pacífico esteja dentro da média. Atualmente, observamos uma área mais aquecida no leste do oceano, mas que não está associada com o desenvolvimento de um novo El Niño. Tanto que a Região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, viveu uma estiagem entre novembro e janeiro e apresenta problemas de falta de chuva neste mês fevereiro. No Sudeste, apesar das tempestades a partir do fim de janeiro, ao olharmos todo o período úmido, entre outubro e janeiro, a precipitação está abaixo da média. Por enquanto, a tendência é de manutenção da neutralidade, sem El Niño ou La Niña, porém o atual aquecimento do Pacífico dará lugar a um resfriamento até o fim de 2020. Para o fim do verão, espera-se um padrão com chuva mais intensa no Norte, Nordeste e norte das Regiões Sudeste e Centro-Oeste. No Sul e em partes de São Paulo e Mato Grosso do Sul, a precipitação virá com maior espaçamento e risco de estiagens sobretudo no Rio Grande do Sul. No outono, como é natural, a chuva enfraquecerá na maior parte do Brasil e retornará ao Sul. Como não há previsão de um grande aquecimento do Pacífico, a tendência é de chuva próxima da média no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O frio virá mais cedo em 2020. Embora não exista previsão de um inverno rigoroso, com grande quantidade de ondas de frio, as poucas quedas de temperatura prometem ser fortes.
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47 minutos atrás, JOÃO MARCOS disse:
RESUMO: Neutralidade com viés frio no decorrer de 2020 ANÁLISE: Em boletim atualizado em 13 de janeiro, o Centro Americano de Meteorologia e Oceanografia (NOAA) manteve a previsão de neutralidade climática, sem El Niño ou La Niña. Isto não quer dizer que a temperatura do Pacífico esteja dentro da média. Atualmente, observamos uma área mais aquecida no leste do oceano, mas que não está associada com o desenvolvimento de um novo El Niño. Tanto que a Região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, viveu uma estiagem entre novembro e janeiro e apresenta problemas de falta de chuva neste mês fevereiro. No Sudeste, apesar das tempestades a partir do fim de janeiro, ao olharmos todo o período úmido, entre outubro e janeiro, a precipitação está abaixo da média. Por enquanto, a tendência é de manutenção da neutralidade, sem El Niño ou La Niña, porém o atual aquecimento do Pacífico dará lugar a um resfriamento até o fim de 2020. Para o fim do verão, espera-se um padrão com chuva mais intensa no Norte, Nordeste e norte das Regiões Sudeste e Centro-Oeste. No Sul e em partes de São Paulo e Mato Grosso do Sul, a precipitação virá com maior espaçamento e risco de estiagens sobretudo no Rio Grande do Sul. No outono, como é natural, a chuva enfraquecerá na maior parte do Brasil e retornará ao Sul. Como não há previsão de um grande aquecimento do Pacífico, a tendência é de chuva próxima da média no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O frio virá mais cedo em 2020. Embora não exista previsão de um inverno rigoroso, com grande quantidade de ondas de frio, as poucas quedas de temperatura prometem ser fortes.

 

Acho que será, no mínimo, um outono e inverno melhores que 2019 no quesito constância de frio e frequência de MPs. O Atlântico , caso se mantenha resfriado, vai ditar as regras devido a essa neutralidade do Pacífico. 

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3 horas atrás, Renan disse:

 

Acho que será, no mínimo, um outono e inverno melhores que 2019 no quesito constância de frio e frequência de MPs. O Atlântico , caso se mantenha resfriado, vai ditar as regras devido a essa neutralidade do Pacífico. 

Que o ano de 2020 esteja no equilíbrio entre massas continentais e oceânicas para o Brasil, assim boa parte do país pode sentir um resfriamento

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Veja que a temperatura média global estava mais baixa entre 2007 e 2013, exceto durante o El Niño de 2009, que no período anterior, e de 2014 pra cá não voltou aos níveis do período 2007-2013, a diferença é que nos 7 anos anteriores a 2014 o Pacífico estava predominantemente frio, com mais La Niñas, de 2014 pra cá o Pacífico tem estado predominantemente quente com um Super El Niño, e depois mais um El Niño, porém que foi mais fraco. 

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Observando os mapas postados há alguns meses, o Atlântico na altura do Sudeste e Nordeste estava frio em julho de 2017, o Pacífico, porém,ainda não havia se resfriado, o que se deu mais a frente formando uma La Niña, pois bem, será que naquele mês o Atlântico frio favoreceu tanto a MP marítima do começo como a MP continental do meio, que até trouxeram frio com potencial histórico  tanto a leste como a oeste do Brasil em etapas diferentes? Julho de 2017 foi frio na média a nível de Brasil, exceto RS e Amazônia, até no Nordeste foi mais frio que o normal, naquele mês a Antártida estava também mais fria que o normal e isso pode ter favorecido recorde histórico de frio em Bariloche, interessante é o quanto que julho de2002 estava mais quente na maior parte do Brasil e Antártida que julho de 2017, quem imaginava que 15 anos depois estaria mais frio numa época em que se pregava um mundo cada vez mais quente. 

Edited by Leandro Leite
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3 minutos atrás, Leandro Leite disse:

 

Respeito o professor Molion, mas na minha opinião ele está equivocado nesse caso (ou então a reportagem está equivocada). 

 

Há indícios sim da formação da La Nina nesse ano, e o melhor indicativo disso está justamente no que os modelos de clima mostram: Forte resfriamento no pacífico equatorial a partir da segunda metade do ano, é esse o consenso atual, então há claros indícios sim. 

 

Outro ponto que eu discordo é sobre as chuvas no Sudeste. Foi feita uma associação da chuva com o oceano Atlântico mais quente que o normal, porém o oceano está na verdade mais frio que o normal sobre o litoral da região. 

 

Outro ponto que convém mencionar: Foi ele também que já previu algumas vezes La Nina em anos recentes, e o resultado real foram El Ninos intensos, então devemos ter todos os pés atrás com essas previsões. 

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Em 2017 ele acertou na mosca, falou que haveria La Niña quando muitos modelos previam o retorno do El Niño, mas no ano seguinte parece que ele errou, pois falou que continuaria uma La Niña atá o fim do ano e só no ano seguinte formaria um El Niño, mas será que os modelos estão dessa vez apostando na atividade solar? Veja como funciona: máximo por mínimo-La Niña, caso de 2017-18, mínimo-El Niño-caso de 2018-19, mínimo pro máximo- La Niña- 2020?

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AS CARACTERÍSTICAS ATÉ AGORA SÃO DE LA-NINA, APESAR DO PACÍFICO NÃO ESTAR.

 

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Em 21/02/2020 em 11:33, Pedro Victor P. disse:

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Eu confio mais na previsão dos modelos do que em qualquer outra previsão. E aqui vemos uma clara tendência a La Nina ainda nesse ano, talvez. 

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Admiro muito o Molion, porém com tanto modelo indicando uma clara La Niña, eu tbm acabo ficando com os resultados da simulações.

 

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Segundo o Molion no vídeo, os ventos alíseos não estão tão fortes para uma formação de La Niña, o cenário pra 2020 e 2021 seria neutralidade, entre -0,5 C e + 0,5 C, mas contanto que fosse neutralidade de viés frio, entre -0,5 C e 0,0 C, seria ótimo, vide 2013. 

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12 horas atrás, Leandro Leite disse:

Segundo o Molion no vídeo, os ventos alíseos não estão tão fortes para uma formação de La Niña, o cenário pra 2020 e 2021 seria neutralidade, entre -0,5 C e + 0,5 C, mas contanto que fosse neutralidade de viés frio, entre -0,5 C e 0,0 C, seria ótimo, vide 2013. 

Esse comentário falando de neutralidade com viés frio, me fez lembrar de 2013 também.

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17 horas atrás, JOÃO MARCOS disse:

Esse comentário falando de neutralidade com viés frio, me fez lembrar de 2013 também.

2013 foi um ano muito bom, aqui para o Sul, inclusive pra neve. 22 de julho de 2013😍

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14 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Mais um artigo em inglês falando de uma possível La Niña este ano, do wunderground, fala a respeito da temporada de furacões:

 https://www.wunderground.com/cat6/will-la-nina-develop-and-boost-the-2020-atlantic-hurricane-season

Traduzindo um pedaço do texto, ele diz que no ano após um Dipolo do Oceano Índico positivo há uma tendência para La Niña, e no ano passado o índice DOI bateu recordes positivos, o que esteve associado à seca na Austrália com muitos incêndios, alta atividades de ciclones no Mar da Arábia e muita chuva no leste da África, também diz no texo que La Niñas tendem a ocorrer a cada 3 a 5 anos, com isso o aparecimento em 2020 não seria precoce, uma vez que a última foi em 2017-18. 

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Em 26/02/2020 em 16:25, Luciano disse:

2013 foi um ano muito bom, aqui para o Sul, inclusive pra neve. 22 de julho de 2013😍

2013 foi um mini 2000. Mas em termos de neve, superou e fácil 2000.

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Como mostra o gráfico da temperatura global, 2013 foi a última vez que a bolinha mensal da temperatura global ficou na linha de 0, e 2011/12 a última vez no negativo, de 2014 pra cá as temperaturas mensais globais tem tido sempre anomalia positiva, uma La Niña mais forte seria necessária para o gráfico global mergulhar. 

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