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Brasil Abaixo de Zero

klinsmannrdesouza

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  1. Os análogos para este ano, nesse cenário, podem ser 1994 e 1997, quando saímos de la nina para el nino. 1994 foi extremado com picos de frio em maio, final de junho e julho. Nevascas com acumulação. 1997 foi frio de março até junho, quente a partir de julho. Então há possibilidade de problemas com frio forte em maio e junho, depois calor fora de época até o começo da primavera.
  2. Os extremos de frio aqui são bem mais intensos, porém de curta duração e com menos frequência. Lá na América do Norte há maior frequência de massas polares, mesmo elas sendo mais fracas nas latitudes ao sul de 25N. Nevar em Miami, como aconteceu e acontece algumas vezes, seria o mesmo que nevar no litoral sul de São Paulo e Paraná, na beira do mar. Isso nunca foi registrado oficialmente, só lá no Chuí é possível.
  3. Miami é considerada quente nos Estados Unidos porque grande parte do país tem mínimas muito abaixo de 0. O frio que faz em Miami é no mesmo nível da cidade de São Paulo.
  4. A segunda metade do inverno sim, visto o tempo que a atmosfera demora a responder ao aquecimento/resfriamento dos ninos. Abril, maio e junho devem ser dentro do normal pelo menos.
  5. A Europa ocidental tem invernos muito suaves, meio monótono de se acompanhar.
  6. Primeiro semestre de 2023 com características de La Nina e neutralidade, depois se altera para um padrão de El Nino. Parecido com 1997.
  7. Nesse valor de pressão, no mínimo ela vai até a América Central! Vai que acontece neve em Miami e a frente fria chegue aqui no extremo norte do Brasil. Seria bizarro.
  8. Entre el niño e la niña, prefiro a la niña. El niño trás poucos benefícios, as chuvas no centro-norte da Argentina, Uruguai, sul do Brasil, MS, SP e RJ quase sempre vem em forma de tempestades violentas, encharcando de uma vez o solo e causando estragos pelas enchentes. Fora que vem aqueles bloqueios infinitos em julho e agosto, quando muito não mata o período frio. Só nos salvamos quando a atmosfera está saindo da la niña para o el niño; daí a amosfera só começa a respoder ao aquecimento depois de julho, dando espaço pro frio aparecer em abril e se intensificar em maio e junho. Ou quando o atântico sul na costa sul-americana está abaixo da média, suavizando os efeitos do el niño.
  9. O oceano atlântico na costa da América do Sul por vezes interfere na circulação dos ventos bem mais do que o pacífico equatorial. Quando as anomalias são positivas, o comportamento atmosférico sobre nós é uma imitação do el niño, mesmo na ausência dele. 2014 foi um exemplo, verão tórrido, outono/inverno fracos em frio e primavera com chuvas mais concentradas ao sul de 18S. Nos anos 90, 1995 estávamos sob la niña, não houve nenhum grande evento de frio na América do Sul, foi o inverno mais fraco da década; 1997 apesar do super el niño, pelo menos o frio deu as caras em abril, maio e junho, com certeza teve influências do Atlântico sul aí. 2018, pacífico neutro, pouco frio, a exceção de maio e setembro.
  10. As chuvas começaram com um mês de antecedência no Nordeste, porque o mais comum é elas iniciarem em Novembro na Bahia, sul do Maranhão e Piauí. Só em Dezembro que grande parte da região registra as primeiras pancadas; no litoral norte em Janeiro pela ZCIT e no leste somente em fevereiro.
  11. Bonito e assustador esse registro de tornado. Pelo próprio vídeo, os clarões na parte inferior indicam que pode (quase certeza) ter tocado o solo de forma discreta. O lado bom é que ocorreu numa área pouco povoada, e teve breve duração. Sobre tornados no Brasil, desde os anos 80 os registros vem aumentado, em parte pelo surgimento da previsão do tempo na TV aberta e depois na internet e nos canais pagos, ficando fácil das pessoas saberem sobre tempestades e terem câmeras e celulares para filmar. Claro, a hipótese de alterações no clima também é valida.
  12. Nunca imaginei vivenciar uma onda de frio intensa em novembro, dignas daqueles relatos do tópico "O tempo antigamente"", que viajantes presenciaram geada em Goiás no mês de Janeiro de 1819! Pelas configurações sinóticas desta massa polar, as geadas podem ocorrer abaixo do paralelo 22 S pelo interior do continente e abaixo de 29S pelo litoral.
  13. No PNI e nesses outros picos não ocorrem precipitação invernal todos os anos? Nesses lugares acima de 2500 metros é difícil ter presença humana constante, logo se nevar ninguém fica sabendo.
  14. Pelas saídas dos modelos numéricos, e os três principais convergirem nessa massa polar, estipulo que do paralelo 17S pra baixo as mínimas sejam abaixo dos 10 graus, com o sistema frontal chegando no Amazonas e na Bahia. Absurdo para o mês de novembro, principalmente porque desde os anos 70 não faz frio tão intenso no Brasil em plena primavera. Um misto de empolgação e medo, pelos recordes de mínimas a serem alcançados e pela falta de costume com frio forte dos mais jovens, além das culturas tropicais serem sapecadas.
  15. Isso seria comum numa primavera da época do Mínimo Solar entre os séculos 14 e 19. Se isso se concretizar, tchau agricultura na América do Sul abaixo de 20S.
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