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Brasil Abaixo de Zero

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO) 2016-2020


Rodolfo Alves
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  • 2 weeks later...
15 horas atrás, Eclipse disse:

acho que vou ter uma "plantação" de cactus

 

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FENÔMENO LA NIÑA GANHA FORÇA E PODE ATINGIR PATAMAR DE INTENSO

 

O fenômeno La Niña atua desde o mês de agosto e segue se intensificando. De acordo com a análise da MetSul Meteorologia de diversos modelos climáticos, o resfriamento atual do Pacífico Equatorial já ingressou no território de forte e pode ser intenso.

 

Eita!

 

https://metsul.com/fenomeno-la-nina-ganha-forca-e-pode-atingir-patamar-de-intenso/

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4 horas atrás, Davi Silva disse:

FENÔMENO LA NIÑA GANHA FORÇA E PODE ATINGIR PATAMAR DE INTENSO

 

O fenômeno La Niña atua desde o mês de agosto e segue se intensificando. De acordo com a análise da MetSul Meteorologia de diversos modelos climáticos, o resfriamento atual do Pacífico Equatorial já ingressou no território de forte e pode ser intenso.

 

Eita!

 

https://metsul.com/fenomeno-la-nina-ganha-forca-e-pode-atingir-patamar-de-intenso/

Cedo ainda em Davi ! Os modelos têm errado muito. Melhor aguardar.

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RESUMO: La Niña forte entre o fim da primavera e início do verão ANÁLISE: Em atualização em 12 de novembro de 2020, a Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA) aumentou a chance de um forte La Niña entre o fim da primavera e início do verão (entre novembro e janeiro). Estima-se uma temperatura pelo menos -1,5°C mais baixa que o normal na porção central equatorial, o que deixaria o fenômeno como entre os três mais intensos nos últimos 20 anos. Os outros La Niñas fortes aconteceram entre 2007 e 2010 e 2011. No decorrer do outono de 2021, o fenômeno enfraquecerá dando lugar a uma neutralidade. A seca na América do Sul chama a atenção. De acordo com a NASA, a atual seca é a segunda pior desde 2002. Perde apenas para 2015-2016 gerada por um intenso El Niño. Nos últimos seis meses, choveu pelo menos 400mm a menos que o normal entre a Colômbia e a Venezuela, na Região Sul do Brasil, nordeste da Argentina, sul da Bolívia e algumas áreas da Amazônia, como o sul e oeste do Amazonas, oeste do Acre e norte de Roraima e do Amapá. Existem duas explicações para a falta de chuva. No sul do Brasil, o fenômeno La Niña responde por uma estiagem persistente com perdas na agricultura e risco na geração de energia elétrica e abastecimento de água nas cidades. Já no norte da América do Sul, o efeito acontece pelo Atlântico Norte mais aquecido. As precipitações tropicais ficaram concentradas sobre o Hemisfério Norte, inclusive gerando uma quantidade recorde de furacões neste ano. Com a manutenção do La Niña, as previsões indicam chuva inferior à média no Centro e Sul do Brasil no trimestre novembro-dezembro-janeiro, área que compreende toda a Região Sul e partes de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Além disso, também há previsão de chuva inferior ao normal no Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile. Mais ao norte, predominará a sazonalidade, ou seja, a chuva. A chance é de uma precipitação acima da média no Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Mato Grosso e boa parte da Região Norte. A chuva acima da média também acontecerá na área mais extensa com estiagem da América do Sul, entre a Colômbia e Venezuela. Por fim, voltando para o Brasil, no norte do Nordeste e litoral da Região Norte, ou seja, desde o Rio Grande do Sul até o Amapá, o trimestre será menos chuvoso que o normal. Para a temperatura, chama-se a atenção para um fim de primavera e início de verão mais quentes que o normal em Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Paraguai, Argentina, Uruguai e Chile. Por outro lado, na maior parte do Brasil, a temperatura ficará próxima da média. Entre o leste de São Paulo e o sul da Bahia, o trimestre promete até mesmo ser um pouco menos quente que a média histórica, assinatura típica do La Niña.

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  • 2 weeks later...
1 hora atrás, Rodolfo Alves disse:

PROJEÇÕES DOS MODELOS PARA O PRÓXIMO TRIMESTRE (DEZEMBRO-JANEIRO-FEVEREIRO) PARA CHUVAS

 

ECMWF

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DWD (ALEMANHA)

 

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MET OFFICE (REINO UNIDO)

 

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METEO-FRANCE (FRANÇA)

 

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JMA (JAPÃO)

 

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CMC (CANADÁ)

 

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Interessante perceber como são divergentes as previsões dos modelos.

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Em 22/11/2020 em 15:46, Peregrine disse:

Interessante perceber como são divergentes as previsões dos modelos.

Estava lendo algumas análises de alguns institutos e me parece isso mesmo, não há muito consenso, mas vou falar da Climatempo, que lançou aí uma prévia de como será este próximo verão em uma conversa entre a Josélia e  Patrícia Madeira e apesar de muitos aqui criticarem este tipo de previsão eu vou fazer alguns comentários que acho importantes. Apesar de um  forte resfriamento no pacífico o atlântico nao ajuda, o dipolo do atlântico deste ano não favorecerá o posicionamento correto da zcit colocando ela mais ao Norte do que o normal, isto significa que pode faltar chuva na parte norte do nordeste. 

Além disto a configuracao do atlantico esperada, favorece a Asas mais perto do Brasil e isto vai dificultar a formação de zcas. Eu concordo com esta idéia visto que naquelas bizarrices recentes de 2014, 2015, que  tivemos estas asas fora da casinha no verão o pacífico equatorial não foi o culpado. Eles não cravam que este verão será chuvoso em MG.

Uma coisa que me chama a atenção é que estão passando a avaliar outras questoes além do clássico pacífico equatorial, vejo como um avanço isto.

 

A quem se interessar.

 

 

 

 

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26 minutos atrás, jrmartinisp disse:

Estava lendo algumas análises de alguns institutos e me parece isso mesmo, não há muito consenso, mas vou falar da Climatempo, que lançou aí uma prévia de como será este próximo verão em uma conversa entre a Josélia e  Patrícia Madeira e apesar de muitos aqui criticarem este tipo de previsão eu vou fazer alguns comentários que acho importantes. Apesar de um  forte resfriamento no pacífico o atlântico nao ajuda, o dipolo do atlântico deste ano não favorecerá o posicionamento correto da zcit colocando ela mais ao Norte do que o normal, isto significa que pode faltar chuva na parte norte do nordeste. 

Além disto a configuracao do atlantico esperada, favorece a Asas mais perto do Brasil e isto vai dificultar a formação de zcas. Eu concordo com esta idéia visto que naquelas bizarrices recentes de 2014, 2015, que  tivemos estas asas fora da casinha no verão o pacífico equatorial não foi o culpado. Eles não cravam que este verão será chuvoso em MG.

Uma coisa que me chama a atenção é que estão passando a avaliar outras questoes além do clássico pacífico equatorial, vejo como um avanço isto.

 

A quem se interessar.

 

 

 

 

Muito boa sua iniciativa, amanhã quando tiver um tempinho, mando algumas observações que venho registrando não por achismo, todavia por artigos científicos que venho estudando há alguns anos.

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Em 29/11/2020 em 20:28, jrmartinisp disse:

Estava lendo algumas análises de alguns institutos e me parece isso mesmo, não há muito consenso, mas vou falar da Climatempo, que lançou aí uma prévia de como será este próximo verão em uma conversa entre a Josélia e  Patrícia Madeira e apesar de muitos aqui criticarem este tipo de previsão eu vou fazer alguns comentários que acho importantes. Apesar de um  forte resfriamento no pacífico o atlântico nao ajuda, o dipolo do atlântico deste ano não favorecerá o posicionamento correto da zcit colocando ela mais ao Norte do que o normal, isto significa que pode faltar chuva na parte norte do nordeste. 

Além disto a configuracao do atlantico esperada, favorece a Asas mais perto do Brasil e isto vai dificultar a formação de zcas. Eu concordo com esta idéia visto que naquelas bizarrices recentes de 2014, 2015, que  tivemos estas asas fora da casinha no verão o pacífico equatorial não foi o culpado. Eles não cravam que este verão será chuvoso em MG.

Uma coisa que me chama a atenção é que estão passando a avaliar outras questoes além do clássico pacífico equatorial, vejo como um avanço isto.

 

A quem se interessar.

 

 

 

 

Pois bem, quanto as observações do amigo: 1- muito cedo para se falar em Dipolo do Atlântico. 2-ZCIT em posição mais a Sul configura-se em Março/Abril. 3- Em anos de Pacífico Frio, Atlântico Sul aquecido. 4- Vários fatores favorecem ou não as chuvas no Brasil, não podemos nos limitar a ZCAS e ZCIT. No verão passado, mesmo com El Nino fraco, as chuvas foram abundantes no Nordeste. As frentes frias oriundas do HN proporcionam bons eventos de chuvas no Nordeste e os institutos de meteorologia falavam erroneamente em ZCIT. Os VCANs que começam a se formar no verão prolongando-se até próximo o Outono são indutores de chuva no Nordeste, difíceis de se prever. Por fim, ainda cedo para se falar em La Nina. Lembrando: ENSO onde ES componente oceânico, SO componente atmosférico. Para falarmos em La Nina, deve ocorrer acoplamento entre Pacífico e Atmosfera. Será que a Circulação Atmosférica já responde a La Nina ?

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Agora um fato interessante: em Dezembro de 2003 o boletim de previsão trimestral do INMET para DJF apontava chuvas na média ou abaixo no Nordeste para o período. O açude Castanhão (maior represa artificial da América Latina acabava de ser concluído) previam-se que em 10 anos ele atingisse o máximo de sua capacidade. Bastaram 30 dias (15 de janeiro a 15 de fevereiro). Alguns municípios cearenses registraram a pluviometria anual nós últimos 15 dias de Janeiro. Aí fica o questionamento. Como foi o Inverno 2003/2004 nos EUA ?

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