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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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Quais os impactos de um inverno com La Nina aqui no sudeste, mais precisamente na região central de MG?

Em 2017 o inverno foi ruim para vocês do centro-sul do país mas foi espetacular aqui MG, principalmente em BH. E quando foi bom para vocês, para nós não foi dos melhores, como em 2013 onde nem sentimos frio. Parece que somos "do contra". 

O que posso esperar para esse ano? 

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15 horas atrás, CloudCb disse:

O Molion apareceu. Afirma que La Nina deve seguir até maio/junho, após isso o Pacífico deve entrar numa La Nada. Em Outubro voltaria novamente com fraca intensidade durando até fevereiro/março de 2019.

 

 

Ao que parece o IRI está apontando um novo El Nino para o fim do ano segundo a Somar (abaixo).

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O que acham? 

La Nina também reduz chuvas no sul durante o inverno? 

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3 minutos atrás, Wagner97 disse:

La Nina também reduz chuvas no sul durante o inverno? 

Segundo esse mapa abaixo do CPTEC, sim.

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1 hora atrás, RafaelBHZ disse:

Quais os impactos de um inverno com La Nina aqui no sudeste, mais precisamente na região central de MG?

Em 2017 o inverno foi ruim para vocês do centro-sul do país mas foi espetacular aqui MG, principalmente em BH. E quando foi bom para vocês, para nós não foi dos melhores, como em 2013 onde nem sentimos frio. Parece que somos "do contra". 

O que posso esperar para esse ano? 

Teoricamente, a Lá Niña favorece o avanço de grandes massas polares pelo país; o problema de 2013 foi que não houve um ciclone pra impulsionar aquela massa polar de julho para outras áreas do Sudeste, fazendo com que sua influência ficasse bloqueada no centro de Minas Gerais, porém se esquecem de que antes dela houveram outras que causaram resfriamento em Belo Horizonte, principalmente em Abril e Maio daquele ano.

A grande questão é que massas polares intensas precisam ter mecanismos que as impulsionem para o norte, valores isobaricos de pressão sozinhos não fazem nada.

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Sobre a massa de ar polar de 2013 que não foi impulsionada por um ciclone: se por um lado não permitiu que aquela MP chegasse com força ao centro do país, acabou por favorecer as nevadas do sul, principalmente aqui na região de Guarapuava, pois a umidade da frente fria ficou bloqueada por mais tempo entre o Paraná e São Paulo.

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Se espera 3 meses pra computar o início da La Niña ou El Niño, não deveria se esperar 3 meses para computar o FIM?

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Em 10/03/2018 em 15:37, JOÃO MARCOS disse:

Sobre a massa de ar polar de 2013 que não foi impulsionada por um ciclone: se por um lado não permitiu que aquela MP chegasse com força ao centro do país, acabou por favorecer as nevadas do sul, principalmente aqui na região de Guarapuava, pois a umidade da frente fria ficou bloqueada por mais tempo entre o Paraná e São Paulo.

 

Vale a penas destacar o sistema ASAS....no inverno é bem mais presente na America do Sul e obviamente vem de Leste.

 

Esse é o principal motivo? das MPs continentais serem bloqueadas a partir da região sudeste e chegarem com facilidade ate a Amazônia.

 

30dfozq.jpg

 

Me corrijam se estiver errado, mas nos EUA, por exemplo as MPs chegam com mais força no centro do país por estarem bem afastadas de qualquer tipo de bloqueio subtropical:

 

Não se observa aquelas inversões malucas de 30ºC para 0ºC na Geórgia ou Flórida por exemplo. É bem mais lento que o oeste. Similar a lerdeza das MPs continentais no sudeste do Brasil e como chegam ligeiras no Acre.

 

 

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Edited by HenriqueBH
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Para as MPs chegarem ligeiras ao Acre tem uma coisa que também ajuda: o relevo.

 

O Pantanal é praticamente emendado com o vale do rio Guaporé.

O leste da Bolívia também é constituído praticamente só de terras baixas, a maior parte com menos de 200 m de altitude.

Aí, o ar frio, mesmo sendo "raso", consegue chegar com facilidade na Amazônia, diferente das terras altas do sudeste.

 

 

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45 minutos atrás, Flavio Feltrim disse:

Sobre os caminhos que as massas de ar percorrem na América do Sul:

 

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Flávio, o que significa aquele 2d no sertão nordestino (mais precisamente no sertão da PB e do PE)? Não há na legenda. 

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33 minutos atrás, CloudCb disse:

Flávio, o que significa aquele 2d no sertão nordestino (mais precisamente no sertão da PB e do PE)? Não há na legenda. 

É uma área de transição com características mistas (entre os climas 2 e 3), mas por um erro ficou de fora da legenda. Uma é na região de Caicó-RN e a outra na região de Belém de São Francisco-PE. Classificar o clima é algo muito complexo, quanto mais "zoom" você dá em uma área, novas características aparecem e alteram a classificação...

Edited by Flavio Feltrim
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Em 10/03/2018 em 12:00, RafaelBHZ disse:

Quais os impactos de um inverno com La Nina aqui no sudeste, mais precisamente na região central de MG?

Em 2017 o inverno foi ruim para vocês do centro-sul do país mas foi espetacular aqui MG, principalmente em BH. E quando foi bom para vocês, para nós não foi dos melhores, como em 2013 onde nem sentimos frio. Parece que somos "do contra". 

O que posso esperar para esse ano? 

Olha ai um inverno com La Nina forte. Já deve ter visto o vídeo, mas traz uma ideia do que pode acontecer.

 

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1 hora atrás, stankevecz1 disse:

Olha ai um inverno com La Nina forte. Já deve ter visto o vídeo, mas traz uma ideia do que pode acontecer.

 

Apesar do frio intenso do sul de MG pra "baixo", o que mais me chamou a atenção foi a grande quantidade de dias chuvosos que foram registrados em BH neste período. 

Considerando que aqui já  está chovendo acima da média desde outubro, não dúvido que este cenário se repita em 2018, com o centro-sul do país congelando e MG e ES com um frio ligeiramente intenso porém com muita umidade fora de época. 

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15 horas atrás, lucasfumagalli disse:

Ventos zonais mais fracos e mais a Sul possibilitaram o fortalecimento da Alta Subtropical do Atlântico Sul que por sua vez intensificou o giro subtropical do Atlântico e a Corrente do Brasil. A combinação se traduz em anomalias positivas da TSM durante o período.

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Curioso... eu achava que esses ventos zonais mais fracos agissem no sentido de enfraquecer a ASAS ao favorecer (em tese) o avanço do ar polar para latitudes mais baixas.

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Coutinho, se volta e meia a TSM chega aos 26 ou 27 ao sul do trópico, por que furacões são relativamente raros no nosso quintal?

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Em 02/04/2018 em 06:22, LuluBros disse:

Curioso... eu achava que esses ventos zonais mais fracos agissem no sentido de enfraquecer a ASAS ao favorecer (em tese) o avanço do ar polar para latitudes mais baixas.

Falando em ventos zonais... embora tenha ocorrido um aumento significativo da TSM do Pacífico devido a uma onda Kelvin dias atrás, a situação atual e prevista para os próximos dias mostra que a TSM vai dar uma estacionada no patamar neutro, ficando estável por enquanto.

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Furacões são raros na nossa região por causa dos ventos divergentes se não me engano, não tem aquela atmosfera estável para a baixa pressão se desenvolver como foi em 2004.

Pode ver a maioria dos sistemas que vieram depois do Catarina morreram por causa da infiltração de ar seco no núcleo ou passagens de instabilidades e frentes frias no mar.

Edited by Beto Krepsky
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Em 06/04/2018 em 12:33, Beto Krepsky disse:

Furacões são raros na nossa região por causa dos ventos divergentes se não me engano, não tem aquela atmosfera estável para a baixa pressão se desenvolver como foi em 2004.

Pode ver a maioria dos sistemas que vieram depois do Catarina morreram por causa da infiltração de ar seco no núcleo ou passagens de instabilidades e frentes frias no mar.

Mas os EUA têm frentes frias mais poderosas que as nossas e, mesmo assim, os furacões bombam por lá. 

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Felizmente terminamos o inverno no hemisfério Norte em um agora oficial La Niña.

Agora o período de imprevisibilidade da Primavera.

Onde faz sentido algumas coisas pertinentes.

Ondas de leste + La Niña equilibraram as chuvas em partes do Nordeste.

A Amazônia do Norte com chuvas significativas.

Alguma estiagem abaixo do trópico de Capricórnio mais ao interior.

Aparentemente observo uma tendência a estação seca prematura para minhas bandas.

No aguardo

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As anomalias de temperaturas no Oceano Atlântico ao largo da costa leste do Brasil ocasionalmente sobrepõe as condições termais do Pacífico Equatorial; no primeiro semestre de 1997 haviam anomalias negativas entre o litoral sul da Bahia até o litoral argentino, o que resultou num verão mais branco, outono e início de inverno com frio acima do normal, com destaque para uma grande massa polar que provocou muita chuva no Sudeste e Centro-Oeste num mês característico pelo tempo seco nessas regiões, além de forte resfriamento em grande parte do país. Agora, estamos verificando grandes anomalias positivas de temperatura no Oceano Atlântico fomentarem grandes bloqueios atmosféricos, apesar da neutralidade negativa ao largo da costa do Peru.

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9 horas atrás, Augusto Goelzer disse:

Notícia fresquinha sobre o pacífico 2018/19 1E8A1364-9A90-43D8-9956-3B088D005DCF.thumb.png.e7fc81c68f400cf8f484a19ac987c18f.png  Tabela sobre histórico de anomalias:02FFE985-80BC-44F9-A8B7-212D2DCF5F67.jpeg.9ef61b6c06aa4984603e69daf7b7ed1a.jpeg

Tomara que a La Nina continue 🙏

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9 horas atrás, Wagner97 disse:

Tomara que a La Nina continue 🙏

Se ficar no neutro já é lucro, repetição daquele inferno de 2015 é algo que nunca irei desejar...

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NOAA CONFIRMA FIM DA LA NIÑA

Em comunicado na última quinta-feira, através do CPC (Climate Prediction Center) do NOAA, foi declarado que a La Nina chegou ao fim, com o retorno da neutralidade do Pacífico no mês de Abril.

Com isso o "La Ninã Advisory" foi cancelado também.

Portanto oficialmente o INVERNO 2018 SERÁ SOBRE CONDIÇÕES DE NEUTRALIDADE, OFICIALMENTE.

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Well,

La Niña chegou a ser oficial por seis médias trimestrais contínuas.

A região Nino 3.4 se mantém negativa desde Agosto de 2017 até a semana passada.

E nesse período aconteceu quase de tudo um pouco, exceto frio que foi pouco quando se espera muito.

Por outro lado o Atlântico Sul entre 20 S : 35S  e 60W : 30W apresentou variações no período das várias modalidades de quente (entre o morno e o fervente)

Quanto ao futuro de ENSO, apesar da cortina de imprevisibilidade da primavera (nosso outono: Aliás, alguns modelos do recente Abril em nada diferem do modelos para o futuro Outubro).

Ah! ENSO !

Não indicação de um retorno a La Niña momento  a tendência  é um NEUTRO na entrada do inverno e a saída NEUTRO QUENTE.

Torcer por longos períodos de AAO negativa, que certamente aumenta o número de ciclones extratropicais, que certamente aumenta a nebulosidade, que certamente vai aumentar a reclamação da MMM, no entanto, vai provocar um resfriamento no Atlântico Sul o que talvez ajeite as coisas para Julho.

Junho já deve estar no radar da maioria dos Bazianos até as mais distantes rodadas.

A sorte está lançada.

Abraços

  

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Então... podemos esperar boas notícias para os próximos dias.

 

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Tendência melhor impossível. Que traga frutos!

 

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12 horas atrás, Igor disse:

Tendência melhor impossível. Que traga frutos!

 

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Se confirmar seria um espetáculo!

Só de olhar aquele -4 ali embaixo...:D

Sds.

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Em 20/05/2018 em 15:15, Igor disse:

Tendência melhor impossível. Que traga frutos!

 

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Qual efeito sobre o Brasil esses desvios de anomalia? Ou não tem nada haver?

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Em 21/05/2018 em 16:44, Douglas Marques disse:

Qual efeito sobre o Brasil esses desvios de anomalia? Ou não tem nada haver?

Aumento da ondulação do jato polar para latitudes mais baixas e mais ciclones extratropicais.

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Melhorando mais as perspectivas. Junho trará surpresas para nós.

 

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2 horas atrás, CloudCb disse:

Recebi de um amigo. O que acham?

 

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sidc.oma.be/silso/ site de monitoramento de Sunspots e outras condições do clima solar.

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E a SOI continua jogando a favor dos bazianos com valores diários positivos.

 

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AAO com certa indecisão. Mesmo se positivar, pode voltar logo ao campo negativo.

 

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Diferença na TSM da bacia tropical do Atlântico em 2017 (esquerda) e 2018 (direita). Destaque para a costa noroeste da África.

O dia é 28 de maio para as duas imagens.

É impressionante a mudança de padrão entre as duas imagens. Em alguns locais a anomalia negativa chega a -5,0°C atualmente (ver imagem à direita).

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29 minutos atrás, CloudCb disse:

Diferença na TSM da bacia tropical do Atlântico em 2017 (esquerda) e 2018 (direita). Destaque para a costa noroeste da África.

O dia é 28 de maio para as duas imagens.

É impressionante a mudança de padrão entre as duas imagens. Em alguns locais a anomalia negativa chega a -5,0°C atualmente (ver imagem à direita).

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Isso quer dizer, entre outras coisas, que a temporada de furações no Atlântico norte vai ser bem fraca.

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Urgente! 

SOI no terceiro mês seguido positivo. Bom sinal!

 

 

Edited by Igor
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48 minutos atrás, Igor disse:

Urgente! 

SOI no terceiro mês seguido positivo. Bom sinal!

 

 

Igor, o que seria o SOI, e quais são os efeitos gerados por ele estar positivo?

 

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22 horas atrás, Augusto Goelzer disse:

Igor, o que seria o SOI, e quais são os efeitos gerados por ele estar positivo?

 

É um índice que se baseia na observação das diferenças de pressão entre o Taiti e Darwin. Valores positivos coincidem com a observação de águas mais frias no Pacífico oriental.

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Brusca e decepcionante reversão na tendência de AAO. De Negativo, agora o padrão positivo pode durar alguns dias.

 

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Em 04/06/2018 em 19:54, Igor disse:

Brusca e decepcionante reversão na tendência de AAO. De Negativo, agora o padrão positivo pode durar alguns dias.

 

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Tomando fôlego antes do mergulho...

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4 horas atrás, Flavio Feltrim disse:

 

Tomando fôlego antes do mergulho...

 

Deus, São Pedro e Nossa Senhora dos Cavalos Polares te ouçam! 😇

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45 minutos atrás, renata16 disse:

Bela queda!!

 

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Reverteu a tendência outra vez! Ótima notícia. 

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