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  1. 15 points
    URGENTE!!!!! É OFICIAL!!!! A DISCUSSÃO DO NOAA (ÓRGÃO DE METEOROLOGIA AMERICANO) PARA A AMÉRICA DO SUL, AGORA RECONHECE A POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO DE CICLONE TROPICAL NA COSTA DO BRASIL.... TRATA-SE DE ALGO HISTÓRICO!!!!!
  2. 14 points
    JORNAL NACIONAL DESTA NOITE MENCIONANDO A POSSIBILIDADE DE CICLONE TROPICAL. ALGO HISTÓRICO
  3. 13 points
    ANIMAÇÃO DA BAIXA, PRÓXIMO A COSTA DA BAHIA.... TEMOS UM OLHO FORMADO E GIRANDO
  4. 13 points
    URGENTE!!!!! O CENTRO HIDROGRÁFICO DA MARINHA (CHM) EMITIU SEU PRIMEIRO AVISO PARA FORMAÇÃO DE UM CICLONE TROPICAL. Segundo o aviso, emitido agora a noite, a formação deverá ocorrer na manhã do sábado, e deve inicialmente ter ventos ente 7 e 9 na Escala Beaufort (algo entre 70 e 90km/h). Portanto, a princípio, a Marinha está prevendo uma TEMPESTADE TROPICAL. A posição informada pelo CHM é esta.
  5. 13 points
    Temperatura do Oceano segue bastante elevada na região da formação da Baixa. Está variando entre 28 a 29ºC, com pontos isolados de 30ºC. Abaixo animação do GFS com a passagem do que pode vir ser a IBA, em cima dessas águas efervescentes.
  6. 13 points
    ANÁLISE DOS MODELOS - PARTE I (SOBRE A BAIXA): Esta tarde, todos os modelos estão em consenso para a formação e evolução da Baixa Pressão. A maioria coloca a formação entre o sábado e o domingo, com aprofundamento entre o domingo e a segunda-feira. Em termos de evolução, parece haver um consenso considerável para evolução em estágio tropical em algum momento. Pode variar entre Tempestade Tropical e Furacão. Quanto ao deslocamento, a massiva maioria, leva o sistema em alto-mar, exceto por 1 modelo que projeta o landfall (tocar em terra). Vejamos a situação de cada modelo: GFS: FV3 EURO CMC UKMET que vem com uma solução agressiva, em termos de força. O ICON, modelo alemão, é no momento um outlier.... Ele coloca a baixa próximo a costa da BA/ES e inclusive sugere landfall deste sistema. Em termos de estrutura, todos os modelos concordam que o sistema assume características tropicais, com núcleo quente em todos os níveis... Algo sem precedentes na história de modelagem para a América do Sul. GFS: FV3: CMC: UKMET:
  7. 12 points
    URGENTE........... CPTEC AGORA RECONHECE FORMAÇÃO DE DEPRESSÃO TROPICAL NA COSTA DA BAHIA
  8. 12 points
    A respeito do núcleo do sistema olhem a temperatura em 850 hPa, ao redor de 26/27ºC. Como curiosidade o furacão Verônica no noroeste da Austrália (entorno de 28/29ºC): Ainda a respeito do nosso sistema olhem a temperatura em 700 hPa (bem positiva): E em 500 hPa aparece valores quase positivos, na região do núcleo. Pelo Euro sistema tropical. Ao meu ver são grande as chances de tropical, resta saber se é uma depressão ou tempestade. Receio os modelos estarem subestimando este sistema, considerando o desempenho ruim da modelagem nos últimos meses e o fato de ter poucas observações nesta região para inicializa-los.
  9. 12 points
    LANDFALL OU NÃO, DEPENDERÁ DO AVANÇO DE MASSA DE AR POLAR NO CENTRO-SUL NOS PRÓXIMOS DIAS. Com o grau de divergência se acentuando nos modelos em relação a seu trajeto, volto a reforçar novamente os mecanismos nos modelos que explicam se a baixa pode ir a dentro do continente ou não. Um Ciclone Tropical ou Subtropical é uma baixa "empilhada" em vários níveis da atmosfera. Portanto a sua previsão envolve tudo o que acontece ao longo de todas as camadas da atmosfera não só com a região do ciclone, mas bem como com o que acontece em milhares de quilômetros a sua volta. Por isso prever estes sistemas é bastante complexo e de difícil solução nos modelos. E acrescente a isso, uma região aonde Ciclones Tropicais são de rara ocorrência, o que diminui o "skill" (habilidade) dos modelos em executar cálculos para prever estes sistemas. Pois bem, no geral temos dois cenários envolvendo este sistema. O Setup principal será uma massa de ar polar irá avançar no começo desta semana sobre a Argentina e irá chegar ao Centro-Sul do Brasil, derrubando novamente as temperaturas na região Sul. Essa massa de ar polar (assim como todas as outras) em médios e altos níveis vem acompanhada de um Cavado (que é um sistema de baixa pressão não fechado). Este cavado é o fator chave da solução de IBA ir ou não para o continente. Na solução que até então era a massiva maioria dos modelos, o cavado iria ser forte. Em algumas soluções traz até um Vórtice Ciclônico sobre a Argentina e o Uruguai. Este cavado sendo forte, teria força o suficiente para ondular o Jato Subtropical. Ao ondular o jato subtropical, ele consegue atingir latitudes menores, e assim chegar na região do ES. Com isto, o Jato Subtropical por ter fortes correntes de vento, "fisgaria" a baixa e a levaria para alto-mar. Na solução outlier, defendida desde o começo pelo ICON, e agora parecendo que está ganhando mais adeptos, o cavado polar não seria tão forte, o que resultaria numa Massa de Ar Polar mais fraca também. Com o cavado mais fraco, ele não tem força de ondular o Jato Subtropical, o deixando zonal. Neste cenário, o Jato sendo zonal, não teria força de chegar ao ES, e assim "fisgar" a baixa. Sendo assim, o sistema se deslocaria para oeste, devido a uma crista de um Anticiclone a leste, e faria landfall (tocar em terra) no ES ou na BA. Nota-se também um padrão de bloqueio nessa solução do ICON, com a formação de Vórtice Ciclônico na costa do Chile, o que explicaria também o cavado não ter tanta força. Enfim, são váriaveis minusculas em um universo complexo que é a atmosfera que pode definir o futuro de Iba ir ou não para a costa.... Por isso que Ciclones Tropicais são tão desafiadores na previsão do tempo, e ao mesmo tempo tão fascinantes, por envolverem uma série de fatores na sua previsão.
  10. 12 points
    OLHAR DOS MODELOS NESSA MANHÃ Aumentou o número de modelos que agora colocam a baixa mais próxima da costa, e inclusive a trazem para um EVENTUAL LANDFALL ENTRE ES/BA Caso do UKMET que sugere uma clara Tempestade Tropical tocando em terra no ES. ICON e COSMO, os unicos modelos que davam essa solução, seguem firme neste cenário. O Modelo Europeu (ECMWF) ainda leva a baixa em direção a alto-mar, porém na solução desta madrugada, já se aproximou mais da solução destes modelos, colocando a baixa mais próxima da costa. O Euro também sugere a formação da tempestade tropical. Em caso de uma real aproximação e até mesmo landfall desta baixa, AINDA QUE "FRACA" COM 1000hpas, os impactos serão mais acentuados, principalmente no tocante a chuvas. Projeções de Chuva dos modelos que trazem a baixa para a costa divergem quanto a volumes. Uma das projeções mais agressivas, que é a do UKMET, coloca volumes de chuva superiores a 200mm (e acredite, o modelo pode estar subestimando ainda). QUERO DEIXAR CLARO QUE NÃO SOU METEOROLOGISTA, NÃO EMITO ALERTAS E NEM PREVISÕES, PORTANTO ISSO AQUI É UMA OPINIÃO PESSOAL MINHA PARA DISCUSSÃO NO FÓRUM. AO MEU VER OS MORADORES DA COSTA SUL DA BAHIA E DO ESPÍRITO SANTO DEVEM ACOMPANHAR DE PERTO A EVOLUÇÃO E PROGRESSO DESTE SISTEMA NOS PRÓXIMOS DIAS, DADA A INSISTÊNCIA DE ALGUNS MODELOS NESTE CENÁRIO. DE FATO É QUE A INCERTEZA PROSSEGUE.
  11. 12 points
    No geral, os modelos seguem sugerindo uma baixa pressão enfraquecida, do que deve nascer a partir de amanhã. GFS, FV3 (diagramas abaixo), e EURO sugerem uma baixa com pressão superior a 1000hpas, e potencialmente Subtropical. O UKMET por enquanto é o unico que ainda insiste que IBA será um furacão. A partir de amanhã, começaremos a monitorar IBA na prática. A baixa é prevista para se formar a partir de amanhã na costa da Bahia, com o processo de intensificação acontecendo entre o domingo e a segunda-feira. Os principais institutos meteorológicos seguem indicando chance de formação de Ciclone Tropical: DISCUSSÃO DO CPTEC: "Os modelos de previsão numérica seguem mantendo o posicionamento e o deslocamento do ciclone entre o litoral sul da BA e o ES, durante os dias 23 e 26/03, seguindo pelo oceano com trajetória orientada para sudeste a partir do dia 25/03, onde sua pressão central se intensificará distante da costa. Ao longo da madrugada e manhã do dia 23/03, a previsão indica que os ventos tenderão a ficar com intensidade moderada/forte (força 5/7 na escala Beaufort), principalmente no centro-norte do ES e sul da BA. Também a partir do dia 23/03, os modelos de previsão oceânica indicam uma agitação marítima ao longo da costa do ES e sul da BA, com ondas entre 3 e 4 metros de altura. Os modelos de previsão convergem para um início de núcleo quente, simétrico (até 3/4 dias) e não tão profundo, mais ainda não tem um consenso se o mesmo será um sistema profundo com núcleo quente. Três modelos de previsão indicam a permanência do ciclone mais junto ao litoral do ES. A temperatura da superfície do mar está com anomalia positiva sobre a região de influência deste sistema, com valores entre 1,5°C e 2°C" DISCUSSÃO DO NOAA PARA A AMÉRICA DO SUL: A Marinha do Brasil, órgão que irá classificar oficialmente o sistema, através da sua página no Facebook, também continua chamando a atenção para a formação de uma depressão ou tempestade tropical: Neste momento, um sistema frontal estacionário está atuando na costa da Bahia. Bolos de convecção são vistos explodindo no oceano em associação a uma baixa (associado ao sistema frontal, portanto assímetrica), e no interior da Bahia. A partir de amanhã com a formação da baixa, a tendência é que começará a explodir trovoadas no oceano.... Bem vindo ao monitoramento que começará amanhã.
  12. 12 points
    POR QUE O ICON É O ÚNICO MODELO QUE TRAZ A BAIXA PARA A COSTA DO BRASIL??? Como já falei, no momento o ICON é o único dos modelos confiáveis de previsão que traz o futuro sistema de baixa pressão em direção a costa Brasileira. A saída das 12z (E a mais recente também) traz a baixa em direção ao ES. Já os demais modelos, como o GFS neste exemplo, mostram a baixa indo em direção alto-mar. A pergunta que você pode está se fazendo é, mas qual o motivo que o ICON faz levar a baixa em direção a costa do Brasil? A resposta pode estar lá no sul da América do Sul. Sistemas em médios e altos níveis guiam ciclones tropicais, como já dito aqui. Observamos a saída em altitude (500hpas) do GFS e do ICON. No GFS observamos, o cenário tradicional que já venho comentando aqui nos últimos dias. Iba se formaria, e seria guiado por dois anticiclones. Um a leste, criando a pista de direção para o sul, e um outro em cima do sudeste, o que barraria a chegada a costa brasileira. Enquanto isso ao sul do continente, a evolução de um Cavado em altitude faria ondular o Jato Subtropical. A ondulação do Jato Subtropical "capturaria" Iba, e assim o levaria em direção ao alto-mar. No ICON praticamente há o mesmo cenário, em relação aos Anticiclones. Porém nota-se que o Cavado no sul da América do Sul, É BEM MAIS FRACO, do que projetado pelo GFS. Com um cavado mais fraco, ele não tem força de ondular o Jato Subtropical, que aparece zonal na projeção do modelo. Sem ondular o Jato, o Ciclone fica sem o "escape" que o leve para alto-mar... Com isso ele fica semi-estacionário, entre os dois anti-ciclones, o que torna o seu movimento lento, até que o anticiclone que está em cima do sudeste (por ser mais fraco) cede, e permite o landfall no ES. Portanto, o trajeto de Iba pode depender de um cavado polar há milhares de quilômetros do sistema, praticamente no sul da Argentina... Daí a importância no reforço de sondagens no extremo sul da Argentina (como acontecer no USA) para uma melhor previsibilidade do trajeto deste sistema. Veremos quem ganha esta solução....
  13. 12 points
    ANÁLISE DOS MODELOS (PARTE II) IMPACTOS Como a maioria dos modelos sugerem que IBA fique em alto-mar, os impactos serão indiretos no geral. Como estará associado a fomação de um canal de umidade, chuvas fortes, com acumulados expressivos pontuais são sugeridos pelos modelos entre ES/BA/MG. Em termos de ventos, os modelos sugerem que as rajadas mais fortes fiquem em alto-mar, ultrapassando os 100km/h. Pouca diferença de ventos seria sentida na costa. Apenas no ICON, que traz a baixa mais próxima da costa, os impactos em termos de ventos seriam mais significativos. Ainda sim, as rajadas estimadas pelo modelo ficariam em 70-80km/h, uma vez que a baixa é mais fraca. Elevação do mar também é outro impacto provável, porém este sendo detalhado maior nos próximos dias.
  14. 12 points
    Finalmente os órgãos oficiais de meteorologia se pronunciaram.... Excelente atitude para prevenir eventuais Fakenews!! Monitoramento vai bombar nos próximos dias.... Podemos estar a beira de um EVENTO HISTÓRICO de um CICLONE TROPICAL na costa do Brasil. ========================================================================= Discussão do NOAA desta tarde finalmente também vai mencionar a formação de um possível Ciclone Tropical na costa Brasileira. A Discussão ainda não foi finalizada (quando for, irei trazer-lá), mas os mapas já estão vindo com um "Lx" que é uma classificação típica do NOAA para sistemas tropicais!
  15. 12 points
    Eu havia esquecido de comentar. Ontem (18/03) no início da noite caiu um forte temporal na cidade do Crato (CE). A estação do Cemaden no Centro acumulou 77.6 mm em 40 minutos. Ao todo foram 94.4 mm. A Funceme registrou 120 mm no posto Lameiro. Satélite Goes 14, 18h45 18 de março mostrando o Cb responsável:
  16. 12 points
    Nevoeiros O belo Rio Uruguai, em Itapiranga, ontem de tarde:
  17. 11 points
    Queimada Nova voltou a ter chuva durante a manhã de hoje. Foram 10 mm de chuva. A previsão de chuva continua nos próximos dias. Até o momento março está com 61 mm.
  18. 11 points
    GFS 18Z PROSSEGUE SUGERINDO A FORMAÇÃO DE UM SISTEMA DE BAIXA PRESSÃO NA COSTA DO ES/BA, COM PRESSÃO DE 973HPAS..... FELIZMENTE, SEM IMPACTOS PARA A COSTA.... PELA SIMULAÇÃO TRATA-SE DE UM CICLONE TROPICAL CLARO. DETALHE: TUDO ISSO DAQUI A 72-120 HORAS..... OBS: POR ENQUANTO É APENAS ESTIMATIVA DE MODELO..... SEGUIMOS ACOMPANHANDO....
  19. 11 points
    DIA COMEÇANDO COM NEVOEIRO, NA HORA ESTAVA 13,8
  20. 11 points
    Aproveitando a situação, vou relembrar algumas informações importantes para o monitoramento, já postadas neste tópico. =========================================================================================== 7 INFORMAÇÕES ÚTEIS PARA A MONITORAÇÃO DE CICLONES SUBTROPICAIS E TROPICAIS: 1) Qual a diferença de Ciclone Extratropical, Ciclone Subtropical e Ciclone Tropical? Ciclones Extratropicais tem núcleo frio e são assimétricos (associado a um sistema frontal). Ciclones Subtropicais e Tropicais possuem núcleo quente e em sua maioria são simétricos (sem associação a sistemas frontais). 2) Qual a diferença em classificar um ciclone de Subtropical e Tropical? Basicamente a sua estrutura termal. Ciclone Tropical tem toda a estrutura envolvida por núcleo quente e o seu pico de ventos está próximo ao centro. Em Ciclones Subtropicais, embora a superfície tenha núcleo quente, em altitude esse núcleo é mais frio, tornando-o assim híbrido (misturando características de tropical e extratropical), além do mais o pico de ventos está normalmente um pouco mais afastado do centro da circulação. Ciclones Subtropicais também são envolvidos por ar seco com pouquíssima ou nenhuma atividade de trovoadas, enquanto os tropicais são envolvidos por ar úmido em toda a circulação favorecendo o desenvolvimento de convectividade. 3) Há um Temporada de ocorrência definida? Não Existe. Porém os principais sistemas conhecidos pós-2004 se formaram entre Janeiro e Março, sendo este o período mais favorável para ocorrência. Há ocorrências também entre Novembro e Dezembro. 4) Quem é o órgão Responsável por Monitorar e Emitir Aviso? Embora não haja um Centro designado pela OMM para monitorar Sistemas Tropicais no Atlântico Sul. Desde 2011, ficou definido que o Centro Hidrográfico da Marinha do Brasil (CHM), será o órgão oficial para monitorar e emitir avisos para o território brasileiro, bem como aplicar o sistema de nomeação, que da qual criou, sobre as baixas subtropicais/tropicais que se formarem no Atlântico Sul na sua área de responsabilidade. A nomeação e classificação aplicada pela Marinha por ser oficial, tem que ser aceita por todos os órgãos de meteorologia nacionais, e virando referência nos órgãos internacionais. Em casos extremos, o CHM irá pedir auxílio a órgãos internacionais, como o National Hurricane Center de Miami para auxílio no monitoramento. Internacionalmente, sistemas que apresentarem características tropicais, devem receber classificação INVEST (com súfixo "Q" ou "SL" dependendo do órgão que emitir a classificação), mas estes órgãos não nomeiam ou classificam os sistemas. 5) Cobertura e Monitoramento: A área de cobertura da Marinha para monitoração de sistemas tropicais e subtropicais será a área marítima correspondente ao território Brasileiro a partir de 20 graus Oeste de Longitude, conforme mapa abaixo. Qualquer sistema que venha se desenvolver fora desta área, não será monitorado ou classificado pela Marinha Brasileira, por não se tratar de sua responsabilidade, assim como sistemas formados dentro do território brasileiro não serão monitorados após sairem da área de responsabilidade. 6) Classificação dos Sistemas que poderá ser adotada pela Marinha: Em caso de distúrbios (Sistemas de baixa pressão/cavados, que apresentam potencial para desenvolvimento, com consistência mínima de 24 horas): - Distúrbio Subtropical ------------------------------------------------------------------------------------- Em caso de serem tropicais (Núcleo quente em baixa e alta troposfera): - Depressão Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos inferiores a 64km/h. - Tempestade Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos entre 64 e 117km/h. - Furacão: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos igual ou acima de 118km/h. * A partir de furacão, o sistema passa a entrar na Escala Saffir Simpson, que vai de 1 a 5: Categoria 1: 118-153km/h, Categoria 2: 154 a 177km/h, Categoria 3: 178 a 208km/h, Categoria 4: 209 a 251km/h, Categoria 5: Acima de 251km/h PS: Sistemas no Brasil acima de 118km/h serão designados oficialmente de "Furacão", assim como no Atlântico Norte e Pacífico Leste. Em 2004 Catarina ficou adotado internacionalmente como um "Ciclone Tropical", que é a designação genérica para furacões. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Em caso de serem subtropicais: (Núcleo quente em baixa troposfera e fria ou morno em alta troposfera): - Depressão Subtropical: Ciclone Subtropical com ventos inferiores a 64km/h. - Tempestade Subtropical: Ciclone Subtropical, com ventos igual ou acima de 64km/h. PS: Qualquer baixa com essa configuração independente da velocidade de ventos, será um "Ciclone Subtropical", somente serão subdivididas em depressão e tempestade. Não existe "Furacão Subtropical". ------------------------------------------------------------------------------------------------ 7) Lista de Nomes: A partir de 2011, a Marinha elaborou uma lista de 10 nomes em ordem alfabética e em tupi-guarani, para nomear sistemas Subtropicais e Tropicais que se formarem dentro de sua área responsável pela monitoração. Em 2018, a Marinha aumentou essa lista para 15 nomes. Essa lista deverá ser rotatória, isto é, os nomes se repetem sempre que chega ao último da lista. IMPORTANTE: Um sistema será nomeado, sempre que ele atinge a classificação de Tempestade seja ele Subtropical ou Tropical. Depressões Tropicais ou Subtropicais e Distúrbios Subtropicais não serão nomeados. O Catarina, e a Tempestade Tropical Anita não foram nomeadas pela Marinha, portanto não entram na lista. Já a Tempestade Subtropical Arani que foi nomeada pela Marinha em 2011, é o primeiro nome. O próximo nome da Lista será IBA. Lista elaborada pela Marinha: Arani (Subtropical - Já usado em 03/2011) Bapo (Subtropical - Já usado em 02/2015) Cari (Subtropical - Já usado em 03/2015) Deni (Subtropical - Já usado em 11/2016) Eçaí (Subtropical - Já usado em 12/2016) Guará (Subtropical - Já usado em 12/2017) Iba Jaguar Kurumi Mani Oquira Potiara Raoni Ubá Yakecan
  21. 10 points
    JUST IN: Primeiras imagens de satélite já mostram um pequeno centro com convecção explodindo próximo a costa da Bahia.... Provavelmente já se trata da baixa que iremos monitorar. Portanto ela já está em atividade. O ambiente é perfeito no momento. Na imagem em Vapor nota-se que não há nenhuma entrada de ar seco em torno da convecção, e também não há cisilhamento.... Com isso é altamente provável que este sistema será FULL TROPICAL. VAMOS ACOMPANHANDO
  22. 10 points
    URGENTE............!!!!!!!!!!!! BOLETIM METEOCEANOGRÁFICO DO CHM (MARINHA DO BRASIL) DE AGORA NOITE ESTÁ CONFIRMANDO A POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO DE UM CICLONE TROPICAL NA COSTA DO BRASIL. LEMBRANDO: O CHM É O ÓRGÃO OFICIAL QUE IRÁ CLASSIFICAR O CICLONE EM TROPICAL OU SUBTROPICAL....!!!!!!
  23. 9 points
    Outro modelo que não citei aqui, o NAVGEM da marinha americana, também vem com uma solução deveras agressiva. Diagrama de Fase dele também leva a crer em um sistema tropical.
  24. 9 points
    Numa eventual formação desta baixa, a chance de um landfall em algum lugar da costa do Brasil parece pequena. Se observar a "engrenagem" da atmosfera nos médios níveis pelo o que os modelos vem sugerindo, encontramos a seguinte situação: - A leste da baixa, temos a formação de um Anticiclone que influência em basicamente duas coisas: Impede o sistema de migrar diretamente para leste, e também faz a baixa migrar em direção ao sul, por conta do fluxo de circulação deste sistema.... - Mais para baixo, observa-se um cavado em médios/altos níveis. Esse cavado faz ondular o Jato Subtropical. A medida que a baixa se dirige para o sul, ela encontra o Jato. Ao encontrar o jato, a baixa é "absorvida" por esta circulação, e nisso vai de vez para alto-mar, além de entrar em transição para extratropical. Em resumo, é muito difícil desta baixa se dirigir em direção a qualquer lugar da costa do Sul do país, por conta deste cavado que avança pelo leste da Argentina, e mesmo um landfall na costa do Sudeste, é difícil, pois o fluxo de circulação criada pela Alta em 500hpas impede do sistema ir para oeste. A simulação do GFS vai de encontro com o que a média dos modelos vem sugerindo para a situação nos médios e altos niveis.
  25. 9 points
    Como comentando, é bug. Sempre mostra essa anomalia inversa pra essa parte continental do continente, inclusive o CFS costuma mostrar anomalia negativa aqui até quando a anomalia está positiva no mês.
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