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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento de Ciclones Subtropicais/Tropicais - Atlântico Sul

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NOVO TÓPICO PARA MONITORAÇÃO DE CICLONES SUBTROPICAIS/TROPICAIS NO ATLÂNTICO SUL

 

Tópico Antigo Fechado (para consultas) ---> viewtopic.php?f=133&t=15373

 

Histórico dos Principais Ciclones Subtropicais/Tropicais no Brasil (Sempre Atualizado) ---> viewtopic.php?f=165&t=16048

 

==================================================================================

 

5 INFORMAÇÕES ÚTEIS PARA A MONITORAÇÃO:

 

1) Há um Temporada de ocorrência definida?

Não Existe. Porém os principais sistemas conhecidos pós-2004 [highlight=yellow]se formaram entre Janeiro e Março, sendo este o período mais favorável para ocorrência.[/highlight] Há ocorrências isoladas entre Novembro e Dezembro, porém estes sistemas não entram para a lista, por não terem assumido forma simétrica.

 

2) Quem é o órgão Responsável por Monitorar e Emitir Aviso?

Embora não haja um Centro designado pela OMM para monitorar Sistemas Tropicais no Atlântico Sul. Desde 2011, ficou definido que o [highlight=yellow]Centro Hidrográfico da Marinha do Brasil (CHM), será o órgão oficial para monitorar e emitir avisos para o território brasileiro, bem como aplicar o sistema de nomeação, que da qual criou, sobre as baixas subtropicais/tropicais que se formarem no Atlântico Sul na sua área de responsabilidade.[/highlight] A nomeação e classificação aplicada pela Marinha por ser oficial, tem que ser aceita por todos os órgãos de meteorologia nacionais, e virando referência nos órgãos internacionais.

 

Internacionalmente, sistemas que apresentarem características tropicais, devem receber classificação INVEST (com súfixo "Q" ou "SL" dependendo do órgão que emitir a classificação), mas estes órgãos não nomeiam ou classificam os sistemas.

 

3) Cobertura e Monitoramento:

A área de cobertura da Marinha para monitoração de sistemas tropicais e subtropicais será a [highlight=yellow]área marítima correspondente ao território Brasileiro[/highlight] a partir de 20 graus Oeste de Longitude, conforme mapa abaixo.

 

Qualquer sistema que venha se desenvolver fora desta área, não será monitorado ou classificado pela Marinha Brasileira, por não se tratar de sua responsabilidade, assim como sistemas formados dentro do território brasileiro não serão monitorados após sairem da área de responsabilidade.

 

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4) Classificação dos Sistemas que poderá ser adotada pela Marinha:

 

Em caso de distúrbios (Sistemas de baixa pressão/cavados, que apresentam potencial para desenvolvimento, com consistência mínima de 24 horas):

- Distúrbio Subtropical

 

-------------------------------------------------------------------------------------

 

Em caso de serem tropicais (Núcleo quente em baixa e alta troposfera):

- Depressão Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos inferiores a 64km/h.

- Tempestade Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos entre 64 e 117km/h.

- Furacão: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos igual ou acima de 118km/h.

 

* A partir de furacão, o sistema passa a entrar na Escala Saffir Simpson, que vai de 1 a 5:

Categoria 1: 118-153km/h, Categoria 2: 154 a 177km/h, Categoria 3: 178 a 208km/h, Categoria 4: 209 a 251km/h, Categoria 5: Acima de 251km/h

 

PS: Sistemas no Brasil acima de 118km/h serão designados oficialmente de "Furacão", assim como no Atlântico Norte e Pacífico Leste. Em 2004 Catarina ficou adotado internacionalmente como um "Ciclone Tropical", que é a designação genérica para furacões.

 

-----------------------------------------------------------------------------------------------

 

Em caso de serem subtropicais: (Núcleo quente em baixa troposfera e fria ou morno em alta troposfera):

- Depressão Subtropical: Ciclone Subtropical com ventos inferiores a 64km/h.

- Tempestade Subtropical: Ciclone Subtropical, com ventos igual ou acima de 64km/h.

 

PS: Qualquer baixa com essa configuração independente da velocidade de ventos, será um "Ciclone Subtropical", somente serão subdivididas em depressão e tempestade. Não existe "Furacão Subtropical".

 

------------------------------------------------------------------------------------------------

 

5) Lista de Nomes:

A partir de 2011, a Marinha elaborou uma lista de 10 nomes em ordem alfabética e em tupi-guarani, para nomear sistemas Subtropicais e Tropicais que se formarem dentro de sua área responsável pela monitoração. Essa lista deverá ser rotatória, isto é, os nomes se repetem sempre que chega ao último da lista.

 

[highlight=yellow]Um sistema será nomeado, sempre que ele atinge a classificação de Tempestade seja ele Subtropical ou Tropical[/highlight]. Depressões Tropicais ou Subtropicais e Distúrbios Subtropicais não serão nomeados.

 

O Catarina, e a Tempestade Tropical Anita não foram nomeadas pela Marinha, portanto não entram na lista. Já a Tempestade Subtropical Arani que foi nomeada pela Marinha em 2011, é o primeiro nome. Mais recentemente em 2015, Bapo e Cari foram nomeadas. Assim sendo, o próximo nome da Lista será Deni.

 

Lista elaborada pela Marinha:

 

Arani (Subtropical - Já usado em 03/2011)

Bapo (Subtropical - Já usado em 02/2015)

Cari (Subtropical - Já usado em 03/2015)

Deni

Eçaí

Guará

Iba

Jaguar

Kamby

Mani

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GFS começa a dar a entender que o Ciclone que irá emergir na costa do Sudeste entre a segunda e a terça, possa ter origem Subtropical.

 

Porém será um Subtropical assimétrico, o que não lhe dá a menor chance de receber alguma classificação de Depressão ou tempestade.

 

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Saída das 6z do GFS vem bastante agressiva, e reforça mais ainda que o Ciclone que irá emergir na costa do Sudeste em meados da semana que vem, será de característica Subtropical, ao menos na sua fase inicial próxima da costa.

 

Porém o fator mais surpreendente, é que a corrida começou a indicar que o Ciclone terá [highlight=yellow]NÚCLEO QUENTE SIMÉTRICO[/highlight], o que poderá lhe conferir uma breve classificação da Marinha.

 

A acompanhar...

 

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Rodolfo, as águas estão mais frias que o normal, certo? Isso deve impedir que o sistema se desenvolva mais?

 

Teoricamente Sim. As águas estão mais frias que o normal, e ainda estamos em novembro.

 

Provavelmente ele começará subtropical, e irá sofrer uma transição para extratropical 48h após emergir no oceano. A dúvida no momento, é se este ciclone será assimétrico (comum) ou simétrico (que leva a uma classificação da marinha).

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GFS isoladamente segue considerando que o sistema de baixa pressão que irá emergir nesta quarta-feira entre a costa de SP e do RJ, tenha núcleo quente simétrico.

 

Como a baixa, tem temperatura morna em altitude, a sugestão do GFS abre caminho para uma classificação desta baixa em uma Depressão Subtropical entre a quarta e a quinta-feira, por parte do Centro Hidrográfico da Marinha antes do ciclone virar extratropical.

 

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GFS 18Z vindo muito agressivo, aprofundando muito a Baixa, chegando a 1000hpas, quase do lado da costa do RJ.

 

CMC 00Z também suporta a baixa pressão muito forte rodando a 999hpa.

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GFS 18Z vindo muito agressivo, aprofundando muito a Baixa, chegando a 1000hpas, quase do lado da costa do RJ.

 

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Ressaca histórica à vista no litoral do RJ ?

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Ressaca histórica à vista no litoral do RJ ?

 

Marinha já está com alertas de Ressaca e Vento forte em vigor, entre SP-RJ.

AVISO NR 1587/2016

AVISO DE RESSACA

EMITIDO ÀS 1230 - SEX - 11/NOV/2016

RESSACA ENTRE SANTOS (SP) E CABO FRIO (RJ) A PARTIR DE 131200. ONDAS DE SW/SE 2.5.

VÁLIDO ATÉ 141200.

 

AVISO NR 1591/2016

AVISO DE VENTO FORTE

EMITIDO ÀS 1600 - DOM – 13/NOV/2016

ÁREA CHARLIE A LESTE DE 046W A PARTIR DE 150000. VENTO E/NE 7 COM RAJADAS.

VÁLIDO ATÉ 161200.

 

AVISO NR 1592/2016

AVISO DE MAR GROSSO

EMITIDO ÀS 1600 - DOM - 13/NOV/2016

ÁREA CHARLIE A LESTE DE 046W. ONDAS DE E/NE 3.0/4.5.

VÁLIDO ATÉ 161200.

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GFS segue bastante agressivo nas suas saídas quanto a formação do ciclone sobre a costa do Sudeste. Novamente volta a sugerir uma baixa em torno de 1000hpas muito próximo da costa do Rio de Janeiro.

 

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Outros modelos, como o CMC e o Europeu também projetam valores similares, em torno de 1000hpas, próximo da costa do Sudeste, o que indica uma tendência consolidada dentro dos modelos para uma baixa significativa se desenvolvendo na costa do RJ

 

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Em relação a classificação da baixa, aparentemente os modelos parecem ter batido o martelo para uma definição assimétrica. A tendência é seguida pelo trio GFS-ECMWF-CMC.

 

Ainda sim ela terá núcleo quente, o que lhe torna um Ciclone Subtropical na sua fase inicial ao menos, enquanto estiver próximo da costa, porém por faltar simetria, não poderá receber classificação de depressão ou tempestade subtropical.

 

Tanto o diagrama do GFS, quanto o mapa de 850hpas do ECMWF, mostram que o núcleo do ciclone é envolvido por ar quente.

 

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A formação desta baixa trará impactos significativos, em especial para a costa de SP-RJ.

 

Na cidade do Rio de Janeiro, os valores de pressão (ao nível do mar) poderão cair para 1000hpas ou menos, amanhã a tarde, pelo GFS.

 

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Fortes rajadas de vento irão ser observadas pela circulação direta da baixa, entre o litoral de SP, em especial a partir de São Sebastião, até o Rio de Janeiro. As rajadas poderão alcançar os 60km/h pelas projeções.

 

Entre a costa norte do RJ, e o ES, a circulação indireta do ciclone (JBN) irá trazer rajadas de vento também.

 

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O mar também ficará agitado, podendo já amanhã, atingir ondas de 5 metros em alto-mar no litoral do RJ. Na costa, pode chegar a 2.5-3.0m o que tende a ocasionar ressaca.

 

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A noite, o mar ficará agitado também na costa paulista, com ondas que podem chegar a 3m em alto-mar.

 

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Na quarta, com o deslocamento para sul da baixa, as ondas tendem a aumentar (de forma mais fraca) sobre a costa do PR e de SC. Em alto-mar, as ondas podem chegar a 7m.

 

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Interessate esse swell entrando de leste-nordeste. Uma direção bastante incomum especialmente para o RJ-SP, devendo pegar a costa do PR e SC em cheio.

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CPTEC reconhece que o Ciclone que se formará sobre a costa do RJ será subtropical.

 

Nesta segunda (14/11), a organização da Zona de Convergẽncia do Atlântico Sul (ZCAS) provocará no Brasil Central e o Sudeste do país, pancadas de chuva localmente forte e isoladas, que poderão vir acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento. Em algumas localidades, do Sudeste, as chuvas ocorrerão na forma de chuvas mais constantes que gerarão acumulados significativos de chuva que poderão provocar impactos. Entre terça-feira (15/11) e sexta-feira (18/11), a ZCAS conitnuará atuando entre TO, GO, MG, ES e BA. Devido a isso, os acumulados de chuva ainda serão significativos nessas áreas.[highlight=yellow]Ademais, na terça-feira (15/11), ocorrerá na costa da Região Sudeste, a formação de uma baixa pressão subtropical, estimulado também pela propagação de um cavado na troposfera média.[/highlight] Estas circunstâncias contribuirão para a manutenção da ZCAS principalmente entre o ES, sul e oeste da BA, leste e norte de MG, GO e TO e persistencia de chuvas, por vezes na forma de pancadas, com descargas elétricas e rajadas de vento pontuais. Vale ressaltar que os modelos de previsão numérica apresentam, no geral, boa concordância quanto as áreas de acumulados de chuva pelo menos até 96 horas. Recomendamos o acompanhamento das atualizações na página do CPTEC da previsão de tempo, bem como dos avisos meteorológicos vigentes.

 

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GFS 12z continua indicando um ciclone subtropical consideravelmente profundo perto da costa do Sudeste, com valores que agora giram em torno de 998hpas entre amanhã a noite, e quarta pela madrugada.

 

O ciclone deverá emergir amanhã de manhã, e rapidamente ganhar força ao longo desta terça-feira.

 

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Novamente o GFS volta a indicar um Ciclone Subtropical com estrutura simétrica nas suas primeiras 24-36 horas de vida, o que lhe dá margem para classificação em possível Tempestade Subtropical, uma vez que o ciclone deverá se aprofundar.

 

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Por ora, o GFS, junto com o UKMET, são os únicos modelos que ainda insistem em um núcleo simétrico. O modelo Europeu por exemplo, juntamente com o Canadense apostam em uma estrutura assimétrica desde o momento que emergir, nas suas rodadas desta tarde.

 

Nas imagens, é possível notar que a estrutura do ciclone é bem mais "redonda" no GFS (primeira imagem), do que no Europeu (segunda imagem), o que indica claramente a estrutura assimétrica assumida pelo ECMWF.

 

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Amanhã será necessário monitorar os boletins da Marinha para verificar a possibilidade de classificação desta baixa, que na minha opinião, tem pouca chance de ocorrer.

 

A provável classificação, se ocorrer, se dará entre a Carta Sinótica das 12z desta terça e das 12z da quarta-feira. Após isso, o ciclone ou se tornará extratropical, ou se tornará um subtropical assimétrico em definitivo.

 

Novos alertas da Marinha para Ressaca, foram emitidos agora a tarde:

AVISO NR 1603/2016

AVISO DE RESSACA

EMITIDO ÀS 1400 - SEG - 14/NOV/2016

RESSACA ENTRE SÃO VICENTE (SP) E UBATUBA (SP) A PARTIR DE 150000. ONDAS DE SE/E 2.5.

VÁLIDO ATÉ 160000.

 

AVISO NR 1604/2016

AVISO DE RESSACA

EMITIDO ÀS 1400 - SEG - 14/NOV/2016

RESSACA ENTRE ARRAIAL DO CABO (RJ) E CABO DE SÃO TOMÉ (RJ) A PARTIR DE 150000. ONDAS DE E/NE 2.5.

VÁLIDO ATÉ 161500.

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A Baixa Subtropical está neste momento emergindo sobre a costa do RJ, dentro do que era esperado pelos modelos de previsão.

 

Todos os principais aeroportos da cidade do Rio de Janeiro estão com valores de 1003hpas de pressão. Com isso, estimo que neste momento a baixa esteja com um centro de 1002 ou 1001hpas, próximo da costa.

 

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GFS e outros modelos, seguem aprofundando a baixa, para valores de 998hpas por volta das 22h00 de hoje.

 

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Diagrama de Ciclophase segue indicando que a Baixa terá natureza subtropical simétrica ao menos até o final da madrugada desta quarta-feira.[highlight=yellow]Com isso, se houver uma classificação em Depressão ou Tempestade Subtropical, isso provavelmente ocorrerá entre as 0z e as 12z desta quarta-feira na análise sinótica da Marinha.[/highlight]

 

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Um alerta de Ventos Costeiros por conta da formação do Ciclone Subtropical está em vigor, desde Praia Grande, até o Espírito Santo.

 

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Projeções do GFS e do Europeu divergem ainda, quanto aos impactos de vento na costa do Sudeste nesta tarde de terça-feira.

 

O Europeu por exemplo é extremamente agressivo, e sugere rajadas de quase 100km/h na região de São Sebastião/Ilha Bela.

 

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Já o GFS é mais brando em relação a impactos, e no máximo indica rajadas de 50km/h sobre a costa do RJ, na região de Guaratiba.

 

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Atualização do Boletim Técnico do CPTEC, traz agora uma menção de "Baixa Subtropical" nas Cartas Sinóticas para hoje e amanhã.

 

Bom Sinal. Tá ficando interessante o negócio!!

 

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FORMA-SE A DEPRESSÃO SUBTROPICAL 01

Expectativa é de Evolução para Tempestade Subtropical hoje a noite, assim recebendo o nome de "Deni".

 

PARTE DOIS - ANÁLISE DO TEMPO EM 151200

ALTA 1030 EM 16S017W. FRENTE FRIA EM 45S049W, 42S053W, 38S060W E 35S067W MOVENDO-SE COM 10/15 NÓS PARA E/NE.

[highlight=yellow]DEPRESSÃO SUBTROPICAL EM 24S044W COM PRESSÃO CENTRAL DE 1002 HPA, MOVENDO-SE PARA SUL, COM PREVISÃO DE INTENSIFICAÇÃO NAS PRÓXIMAS 12 HORAS. VENTOS FORÇA 7/8 E RAJADAS FORÇA 9/10 ATÉ 400 MN NO SETOR LESTE/NORDESTE E ATÉ 250 MN NO SETOR SUL/SUDESTE DO CICLONE.[/highlight]

 

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Estações Meteorológicas no Rio de Janeiro, com valores de pressão baixos até o momento.

 

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Nos Aeroportos, a pressão gira em torno de 1001hpas neste momento. Por enquanto não há indícios de rajadas de vento forte sobre a costa do Sudeste.

 

METAR SBAF 151600Z 20013KT 9999 SCT025 28/23 Q1001=

 

METAR SBGL 151600Z 11007KT 9999 SCT030 29/23 Q1001=

 

METAR SBRJ 151600Z 16012KT 9999 FEW020 27/23 Q1001=

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FORMA-SE A DEPRESSÃO SUBTROPICAL 01

 

PREVISÃO DA MARINHA PARA A DEPRESSÃO SUBTROPICAL:

O Centro Hidrográfico da Marinha divulgou agora pouco uma previsão para a Depressão Subtropical, nas próximas 36 horas.

 

A Previsão indica que a Depressão irá de fato evoluir em uma Tempestade Tropical Subtropical hoje a noite, o que lhe fará ser nomeada de "Deni". Já amanhã a noite, a Tempestade começará a sofrer uma transição para um ciclone extratropical.

 

PARTE DOIS - ANÁLISE DO TEMPO EM 151200

ALTA 1030 EM 16S017W. FRENTE FRIA EM 45S049W, 42S053W, 38S060W E 35S067W MOVENDO-SE COM 10/15 NÓS PARA E/NE.

[highlight=yellow]DEPRESSÃO SUBTROPICAL EM 24S044W COM PRESSÃO CENTRAL DE 1002 HPA, MOVENDO-SE PARA SUL, COM PREVISÃO DE INTENSIFICAÇÃO NAS PRÓXIMAS 12 HORAS. VENTOS FORÇA 7/8 E RAJADAS FORÇA 9/10 ATÉ 400 MN NO SETOR LESTE/NORDESTE E ATÉ 250 MN NO SETOR SUL/SUDESTE DO CICLONE.

PROGNÓTICO DO CENTRO DO CICLONE:

160000 HMG – 1000 HPA EM 26S044W (TEMPESTADE SUBTROPICAL).

161200 HMG – 998 HPA EM 29S043W (TEMPESTADE SUBTROPICAL).

170000 HMG – 998 HPA EM 32S040W (TEMPESTADE SUBTROPICAL EM TRANSIÇÃO PARA CICLONE EXTRATROPICAL).[/highlight]

ZONA DE CONVERGENCIA INTERTROPICAL (ZCIT) EM 07N020W, 08N030W, 09N040W E 09N050W.

 

Abaixo, segue uma ilustração da previsão da Marinha, com a posição do centro do Ciclone:

 

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Apesar do sistema seguir em alto-mar, alertas de Ressaca seguem ativos para a costa de São Paulo, entre São Vicente e Ubatuba.

 

AVISO NR 1603/2016

AVISO DE RESSACA

EMITIDO ÀS 1400 - SEG - 14/NOV/2016

RESSACA ENTRE SÃO VICENTE (SP) E UBATUBA (SP) A PARTIR DE 150000. ONDAS DE SE/E 2.5.

VÁLIDO ATÉ 160000.

 

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Alertas de Ressaca também ativos sobre o Rio de Janeiro.

 

AVISO NR 1604/2016

AVISO DE RESSACA

EMITIDO ÀS 1400 - SEG - 14/NOV/2016

RESSACA ENTRE ARRAIAL DO CABO (RJ) E CABO DE SÃO TOMÉ (RJ) A PARTIR DE 150000. ONDAS DE E/NE 2.5.

VÁLIDO ATÉ 161500.

 

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E agora tarde um novo Alerta de Ressaca foi emitido para a costa de Santa Catarina, incluindo Florianópolis.

 

AVISO NR 1606/2016

AVISO DE RESSACA

EMITIDO ÀS 1300 - TER - 15/NOV/2016

RESSACA ENTRE LAGUNA (SC) E SÃO FRANCISCO DO SUL (SC) A PARTIR DE 160600. ONDAS DE E/NE 2.5.

VÁLIDO ATÉ 171200.

 

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Brenden Moses, um dos meteorologistas/pesquisadores do National Hurricane Center está de olho na nossa Depressão Subtropical :clapping:

 

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Parabéns Rodolfo! Perfeita previsão, monitoramento e análises deste sistema interessantíssimo!

 

Obrigado Caio! :good2:

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Últimas animações de satelite no canal vísivel, enquanto ainda era dia, deixavam cada vez mais evidente, o giro em torno da baixa que emergiu na costa do RJ.

 

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Pelas imagens em Vapor d'água, é possível observar que o centro da baixa está totalmente exposto, e é quase que todo dominado por ar seco, o que impede qualquer evolução deste sistema em algo tropical, porém isto não é obstaculo para um aprofundamento de natureza subtropical, o que levará a classificação em Tempestade nas próximas horas.

 

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No começo da madrugada, teremos uma nova passagem do ASCAT sobre o Atlântico Sul. Se a passagem ocorrer sem sombras, será possível observar qual é a força exata desta baixa, através da medição de ventos por satélite.

 

Última saída do GFS, vai de acordo com a previsão da Marinha, e indica a transição deste ciclone em extratropical já amanhã a noite.

 

"Deni" assim que nomeada, será uma tempestade de curta vida, provavelmente tendo somente 24 horas de vida.

 

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