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Brasil Abaixo de Zero

Furacões no Atlântico Norte e Pacífico Leste/Central - 2026


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Tópico para acompanhamento dos ciclone no Pacífico Leste/Central e Atlântico Norte.

 

No Pac. Leste os nomes para 2026 são:

 

  • Amanda 
  • Boris 
  • Cristina 
  • Douglas 
  • Elida 
  • Fausto 
  • Genevieve 
  • Hernan 
  • Iselle 
  • Julio 
  • Karina 
  • Lowell 
  • Marie 
  • Norbert 
  • Odalys 
  • Polo 
  • Rachel 
  • Simon 
  • Trudy 
  • Vance 
  • Winnie 
  • Xavier 
  • Yolanda 
  • Zeke 

 

No Atlântico a previsão para 2026 é de 13 sistemas, sendo 6 furacões e 2 grandes furacões.

Os nomes para 2026 são:

 

  • Arthur 
  • Bertha 
  • Cristobal 
  • Dolly 
  • Edouard 
  • Fay 
  • Gonzalo 
  • Hanna 
  • Isaias 
  • Josephine 
  • Kyle 
  • Leah 
  • Marco 
  • Nana 
  • Omar 
  • Paulette 
  • Rene 
  • Sally 
  • Teddy 
  • Vicky 
  • Wilfred 

 

Edited by Felipe F
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  • Felipe F changed the title to Furacões no Atlântico Norte e Pacífico Leste/Central - 2026
  • Rodolfo Alves pinned and featured this topic
  • 3 weeks later...
  • 1 month later...

A Copa do Mundo de 2026 entrou para a história por um motivo que vai muito além do futebol. Pela primeira vez desde a criação do torneio, em 1930, um ciclone tropical atingiu diretamente uma cidade-sede durante a realização da competição masculina mais importante do esporte. 

O marco histórico ocorre agora com a tempestade tropical Arthur, o primeiro sistema nomeado da temporada de furacões do Atlântico de 2026. A tempestade avançou sobre a costa do Texas e afetou a região metropolitana de Houston, uma das cidades que recebe partidas do Mundial organizado por Estados Unidos, México e Canadá.

O fato chama atenção porque a Copa do Mundo tradicionalmente é disputada entre os meses de junho e julho, justamente quando se inicia a temporada de furacões no Atlântico Norte. Apesar disso, ao longo de quase um século de história do torneio, nunca havia ocorrido a coincidência de um ciclone tropical atingir uma sede durante os jogos.

Arthur formou-se no Golfo do México e rapidamente ganhou organização suficiente para ser classificado como tempestade tropical. O sistema alcançou ventos sustentados de aproximadamente 75 km/h e avançou para a costa texana carregando enorme quantidade de umidade. O principal perigo, contudo, não são os ventos. Meteorologistas locais alertaram que a maior ameaça está associada às chuvas torrenciais e às inundações repentinas.

Algumas áreas do Sul dos Estados Unidos já haviam recebido grandes volumes de precipitação antes mesmo da formação oficial da tempestade. Com a chegada de Arthur, os acumulados previstos aumentaram ainda mais. Havia projeções de volumes adicionais entre 125 e 250 mm em diversas áreas, com pontos isolados podendo superar 500 mm. As autoridades advertiram para enchentes potencialmente perigosas e risco elevado de enxurradas.

Os impactos começaram a ser registrados antes mesmo da tempestade alcançar o litoral. Diversas regiões do Texas enfrentaram alagamentos, estradas ficaram submersas e ocorreram mortes relacionadas às enchentes. O sistema também aumentou o risco de tornados em estados do Sul norte-americano.

Em Houston, uma das principais cidades da Copa de 2026, as autoridades monitoraram a situação de perto. Embora as partidas não tenham sido afetadas, o mau tempo provocou alterações em atividades paralelas ao torneio. O estádio NRG Stadium, que recebe jogos da Copa, possui cobertura retrátil, o que reduz significativamente os riscos para as partidas. Mesmo assim, áreas externas destinadas aos torcedores e eventos ao ar livre tiveram restrições temporárias devido às condições meteorológicas adversas.

A situação observada em Houston também reforça uma mudança importante na percepção dos riscos climáticos. Mesmo sistemas tropicais relativamente modestos podem produzir impactos expressivos quando associados a grandes volumes de chuva e movimentos lentos.

https://metsul.com/ciclone-tropical-atinge-copa-do-mundo-pela-primeira-vez-na-historia/

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  • 1 month later...

No Atlântico tivemos duas tempestades tropicais até o momento.

Arthur causou enchentes em áreas da Louisiana, com chuvas de até 800 mm.

Houve 4 mortes e 1 bilhão em danos estimados.

Bertha causou chuvas e inundações no Golfo, mas nada muito significativo.

 

No Pacifico Leste tivemos 7 sistemas tropicais até o momento.

Os ciclones Amanda, Boris, Cristina, Douglas e Elisa foram tempestades tropicais, sendo que Boris e Cristina afetaram a partes do México, El Salvador, Honduras e Guatemala, causando fortes chuvas e 11 mortes.

Nesta semana, dois fortes ciclones se formaram na região, com Fausto chegando na categoria 2 e Genevieve na categoria 5.

Ambos já começaram o processo de enfraquecimento e apenas Fausto pode trazer alguns impactos perto do Havaí.

 

Genevieve se tornou o quarto ciclone registrado em Julho como categoria 5.

Outra curiosidade e que em 2014 o ciclone chegou na categoria 5 e em 2020 até na categoria 4.

 

Genevieve no pico de intensidade:

Image

 

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  • 3 weeks later...

O Havaí está sob ameaça de um episódio meteorológico raro com a possibilidade de pela primeira vez em 34 anos um furacão tocar terra no arquipélago e estado norte-americano no meio do Oceano Pacífico.

A tempestade tropical Lala avança pelo Pacífico Central em direção às ilhas e pode se transformar em furacão antes de chegar ao arquipélago neste fim de semana. O Centro de Furacões dos Estados Unidos mantém alerta de furacão para a Ilha Grande e prevê que o sistema se fortaleça à medida que se aproxima.

O cenário é particularmente preocupante porque uma pequena mudança na trajetória pode alterar drasticamente os impactos. A previsão indica que o centro de Lala pode passar sobre a Ilha Grande ou seguir pouco ao Sul da ilha, mantendo a área sob influência de ventos fortes e chuva intensa. O sistema deve continuar avançando para Oeste-Noroeste durante o fim de semana, aproximando-se de Maui, Molokai, Lanai e Oahu.

A situação é excepcional pela raridade de um furacão atingindo diretamente o Havaí. Desde 1950, apenas 19 furacões passaram a menos de 160 quilômetros do arquipélago, e somente dois tocaram terra oficialmente no estado: Dot, em 1959, e Iniki, em 1992. Iniki foi particularmente devastador ao atingir Kauai. Caso Lala alcance a intensidade de furacão e toque terra, seria o primeiro caso desse tipo no Havaí em 34 anos.

A principal preocupação, entretanto, não é apenas o ponto exato de chegada do centro da tempestade. Mesmo que Lala permaneça ao Sul das ilhas, seus efeitos podem ser amplos.

A previsão aponta para chuva muito intensa, com risco de alagamentos repentinos, inundações e deslizamentos de terra, especialmente nas áreas montanhosas da Ilha Grande. Também são esperados ventos fortes, capazes de provocar danos, queda de árvores e interrupções de serviços.

O mar também deverá ficar bastante agitado. O avanço de Lala está gerando uma grande ondulação que atingirá principalmente as costas voltadas para Leste. A previsão indica condições perigosas para atividades marítimas e risco elevado de correntes de retorno, além de erosão e alagamentos costeiros.

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https://metsul.com/raro-furacao-pode-ser-o-primeiro-a-tocar-terra-no-havai-em-34-anos/

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Uma das cenas mais insólitas do furacão Lala ocorreu justamente em um dos lugares mais improváveis do planeta para se observar neve. Enquanto o ciclone tropical atingia o Havaí com chuva torrencial, ventos destrutivos e inundações, flocos de neve caíam sobre o topo do Mauna Kea, o ponto mais elevado da ilha do Havaí, a quase 4.200 metros acima do nível do mar.
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https://metsul.com/furacao-provoca-neve-em-uma-das-bizarrices-meteorologicas-do-ano/

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  • 2 weeks later...

O furacão Lowell atingiu as ilhas ocidentais do Havaí (principalmente Kauai e Niihau), afetando gravemente a infraestrutura e causando inundações severas. 

O sistema alcançou intensidade de categoria 5 e ventos de até 260 km/h em águas do oceano Pacífico Central: depois se aproximou do arquipélago com ventos de 185 km/h em sua fase mais intensa.

Esses ventos provocaram cortes massivos de energia, deixando sem eletricidade 91% da ilha de Kauai e afetando mais de 20.000 usuários em Oahu.

Com fortes precipitações e acumulados de chuva de até 200 milímetros, elevou ao máximo o risco de inundações repentinas catastróficas e deslizamentos de terra em zonas montanhosas e vales vulneráveis.

Foi registrada uma ressaca ciclônica impressionante que lançou detritos e rochas do mar, cobrindo áreas costeiras habitualmente secas e gerando uma perigosa agitação marítima no arquipélago.

 

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