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Brasil Abaixo de Zero

Tufões no Pacífico Oeste - 2026


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Lista de nomes da temporada de 2026

 

Nokaen 

Penha 

Nuri

Sinlaku

Hagupit 

Jangmi 

Mekkhala 

Higos 

Bavi 

Maysak 

Haishen 

Noul 

Dolphin 

Kujira 

Chan-hom 

Peilou 

Nangka 

Saudel 

Narra 

Gaenari 

Atsani 

Etau 

Bang-Lang 

Krovanh 

Dujuan 

Surigae 

Choi-wan 

Koguma 

 

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A temporada de 2026 começou de forma antecipada e a tendência é a ser bastante agitada, especialmente sob a influência do fenômeno El Niño, que costuma intensificar a atividade ciclônica em algumas regiões.

 

A primeira tempestade nomeada da temporada, Nokaen, formou-se já em 15 de janeiro, marcando a primeira tempestade nomeada a se desenvolver nesse mês desde Pabuk, em 2019, e configurando o início mais precoce de temporada desde então.

 

Na sequência, em fevereiro, ocorreu o ciclone Penha, e, em março, o Nuri, ambos responsáveis por provocar chuvas intensas nas Filipinas.

 

O primeiro tufão da temporada se formou no dia 08 e segue para Guam.

O ciclone Sinlaku deve ser um poderoso tufão nos próximos dias, podendo chegar na categoria 4/5.

 

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  • 2 months later...

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O supertufão Bavi avança pelo Pacífico e atingiu no começo da semana as Ilhas Marianas do Norte, território dos Estados Unidos, com intensidade extrema, provocando destruição significativa, interrompendo serviços essenciais e deixando autoridades em alerta para um cenário que pode levar semanas ou até meses de recuperação.

O ciclone passou diretamente sobre a pequena ilha de Rota, onde vivem cerca de 1.900 pessoas, com ventos sustentados estimados em até 290 km/h, equivalentes a um furacão de categoria 5 na escala Saffir-Simpson. As primeiras informações apontam para danos severos a catastróficos na ilha. Edifícios públicos sofreram destruição, árvores foram arrancadas pela raiz, postes caíram e as redes de energia e comunicação ficaram interrompidas. Um dos prédios destruídos foi o gabinete do prefeito de Rota. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram ruas cobertas por destroços, telhados arrancados e construções parcialmente destruídas. As equipes de emergência ainda enfrentam dificuldades para avaliar a dimensão dos prejuízos devido às condições meteorológicas que persistiram mesmo após a passagem do centro do ciclone.

Segundo o Centro Conjunto de Alerta de Tufões (JTWC), sediado no Havaí, Bavi alcançou seu pico de intensidade justamente no momento em que cruzou a ilha de Rota. A agência classificou o sistema como um supertufão de categoria 5, com ventos sustentados de 290 km/h e rajadas estimadas próximas de 350 km/h.

A Agência Meteorológica do Japão, responsável pelos avisos oficiais na região do Pacífico Ocidental, estimou uma pressão central de aproximadamente 910 hPa, valor extremamente baixo e característico apenas dos ciclones tropicais mais intensos do planeta.

Especialistas destacam que Bavi se aproximou muito do chamado potencial máximo de intensidade da atmosfera naquele ambiente. Modelos desenvolvidos pela Universidade de Wisconsin indicavam que, nas condições oceânicas e atmosféricas existentes, o ciclone poderia teoricamente atingir ventos próximos de 320 km/h e pressão em torno de 885 hPa.

Embora poucos ciclones consigam atingir esse limite teórico, Bavi chegou muito próximo graças a uma combinação quase perfeita de fatores ambientais. As águas superficiais do Pacífico Ocidental estavam excepcionalmente quentes, entre 30°C e 31°C, fornecendo enorme quantidade de energia para alimentar a tempestade. Além disso, o calor não estava restrito apenas à superfície. Os meteorologistas observaram elevado conteúdo de calor oceânico, indicando águas muito quentes também em grandes profundidades. Isso impede que a passagem do ciclone resfrie rapidamente a superfície do mar, permitindo que ele continue encontrando combustível para manter sua intensidade. Outro fator importante foi o reduzido cisalhamento do vento durante a fase de fortalecimento. O ambiente apresentou pouca variação dos ventos com a altitude, permitindo que a estrutura interna do tufão permanecesse extremamente organizada.

Imagens de radar obtidas a partir de Guam revelaram ainda uma característica incomum no interior da parede do olho do ciclone. Meteorologistas identificaram sinais da presença de mesovórtices, pequenos redemoinhos embutidos na parede do olho capazes de produzir rajadas localizadas muito superiores aos ventos médios do sistema. As estruturas já foram observadas em alguns dos ciclones mais destrutivos da história recente, como o furacão Hugo, em 1989, e o furacão Andrew, em 1992. Elas podem explicar áreas onde a devastação é significativamente maior do que a observada nas regiões vizinhas.

https://metsul.com/ciclone-se-torna-um-dos-mais-intensos-do-ano-no-planeta/

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  • 3 weeks later...

Uma imagem espetacular capturada pelo satélite meteorológico GOES-18, da NOAA/NASA, registrou a imponente estrutura do ciclone tropical Dolphin sob o ângulo oblíquo do horizonte terrestre, conhecido como limb view. Fotografado exatamente durante o pôr do sol na borda do disco de observação, o fenômeno revelou a impressionante estrutura da tempestade.

A Ásia acompanha com atenção a evolução do supertufão Dolphin, um dos ciclones tropicais mais intensos do ano no Pacífico Oeste. O ciclone tropical poderoso segue sobre o oceano, ainda distante de áreas densamente povoadas, mas os serviços meteorológicos alertam que poderá influenciar o tempo em partes do Japão, de Taiwan e do Leste da China.

O Dolphin mantém intensidade equivalente à categoria 5 da escala Saffir-Simpson, com ventos extremamente fortes e uma estrutura muito organizada. O tufão passou por um período de rápida intensificação, tornando-se um dos sistemas mais poderosos registrados nesta temporada no Pacífico.

 

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https://metsul.com/satelite-faz-incrivel-registro-do-espaco-de-ciclone-poderoso/

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