Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Acompanhamento das condições atuais, discussões de modelos e previsão para Brasil e América do Sul. Monitoramento de ENSO, MJO, AAO, entre outras, e ciclones no Atlântico Sul.
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Renan
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Renan » quinta jun 22, 2017 10:02 am

Mínima de 12,8ºC na minha casa e 13,1ºC no INMET. E o GFS + Global estão sinalizando o seguinte: Não somente essa ASAS polar vai permanecer ativa até o fim do mês, como também no início de Julho uma forte erupção, novamente marítima, vai ditar as regras no leste do país.
"Já se passaram trinta anos desde que publiquei um relatório dos experimentos tendentes a mostrar que fora de nosso conhecimento científico existe uma Força utilizada por inteligências que diferem da comum inteligência dos mortais ... Nada tenho a me retratar. Confirmo minhas declarações já publicadas. Na verdade, muito teria que acrescentar a isto". (William Crookes, 1898).

ESTAÇÃO BANDEIRANTES (JUIZ DE FORA, MG):

http://www.wunderground.com/weatherstat ... IMINASGE11

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William Siqueira
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor William Siqueira » quinta jun 22, 2017 10:07 am

Anomalia em 7 dias : :heart: :heart: :heart: :heart:

eps_t2ma_7d_brazil_29.png
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LucianoD
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor LucianoD » quinta jun 22, 2017 10:30 am

Dia perfeito hoje. Sol e temperatura agradável. Melhor impossível. Claro que uma sequência longa de dias assim pode ficar monótono. Mas agrada 80% da população. Mínima de 10,2 e faz 19,2 agora, deve ir a uns 24 a tarde.

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William Siqueira
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor William Siqueira » quinta jun 22, 2017 10:49 am

Proximos 45 dias pelo CFS


cfs_anom_t2m_samerica_2017062200_t45.png
Não tem Permissão para ver os ficheiros anexados nesta mensagem.

BrunoBH
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor BrunoBH » quinta jun 22, 2017 11:06 am

William Siqueira Escreveu:Anomalia em 7 dias : :heart: :heart: :heart: :heart:

eps_t2ma_7d_brazil_29.png


Finalmente o leste do sudeste se beneficia de um clima em neutralidade!
Depois de anos com el nino atrapalhando a chuva do verão e o frio do inverno estamos sentindo um frio maravilhoso nesse inverno! Já digo que está bem melhor que o ano passado, quando o sul, sp e a região oeste se beneficiaram com o frio! Agora é a nossa vez pelo visto e finalmente! Quemo el nino nao retorne nunca mais! Kkk
Agora temperatura amena em BH, 18oc e sensação de frio maior por causa da umidade e ventos da costa! Ta perfeito!!!

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Flavio Feltrim
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Flavio Feltrim » quinta jun 22, 2017 11:16 am

BrunoC Escreveu:
Jonathan Escreveu:
BrunoC Escreveu:
Únicos pontos que acho que ainda poderiam valer estações seriam:

1º - região da antiga fazenda Caiambora (PARNA São Joaquim);

2º - baixadas 1550/1600m Campos de Santa Bárbada;

3º - baixadas 1600m Campo dos Padres.

Bruno
A fazenda Caiambora seria esta?
-28.148112, -49.519644


Exato.

Imagem


Em janeiro do ano passado eu acampei com 3 amigos exatamente nesse local, inclusive postei as fotos aqui no BAZ em um tópico que abri como proposta de local para instalação de uma estação:


viewtopic.php?f=20&t=16155
Laboratório de Climatologia
Laboclima - UFPR
www.laboclima.ufpr.br

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Gerson Ibias
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Gerson Ibias » quinta jun 22, 2017 11:22 am

Good old days....



Imagem

Gerson Ibias Escreveu:No primeiro dia do inverno, veja fotos da maior nevasca de SC, que ocorreu há 60 anos
A neve acumulada pôde ser vista nos campos da Serra por até 15 dias. São Joaquim tinha cerca de 10 mil habitantes, e todos os acessos ficaram bloqueados por pelo menos uma semana


Imagem


Aos 91 anos, o padre Blevio Oselame, o monsenhor de São Joaquim, guarda apenas um arrependimento nas mais de seis décadas de sacerdócio: ter saído de casa na manhã de 20 de julho de 1957. Era data da maior nevasca de Santa Catarina, que completa seis décadas neste ano. As informações são do Diário Catarinense.

Naquele dia, o padre seguiu rumo a três madeireiras incumbido de celebrar mais de 20 batizados e seis casamentos na localidade de Cruzeiros, interior de São Joaquim, na Serra Catarinense.


Imagem

Às 10h começaram a cair os primeiros flocos de neve. O jovem padre – que chegara na cidade em janeiro daquele ano – tinha sido alertado das dificuldades que o fenômeno poderia provocar, mas insistiu no dever.

Conseguiu ajuda do motorista de uma serraria, que emprestou o jipe da empresa – um dos raros da cidade naquela época – e conduziu o sacerdote aos compromissos.


Imagem

Depois de percorrer as madeireiras para celebrar as missas combinadas, o padre decidiu retornar, por volta das 16h. A tempestade não cessava. Era tanta neve já acumulada que a superfície superava o para-choque do jipe. O carro encalhou próximo ao campo de aviação.

A cerca de cinco quilômetros da igreja matriz, Blevio Oselame seguiu a pé, esgueirando-se nos muros de taipa que ladeavam a estrada. O medo do fenômeno desconhecido crescia à medida em que anoitecia.


Imagem

Era a maior nevasca já registrada em Santa Catarina e a maior do Brasil já fotografada – há apenas registros de 2 metros acumulados em Vacaria (RS) em 1879.

A tempestade só começou a cessar às 22h, com cerca de 1,30 metro de neve acumulada. E o motorista que emprestou o jipe para a viagem do sacerdote foi demitido pelo patrão logo depois pela façanha, mas está eternizado na fotografia com o padre e outros dois homens que ajudaram a desatolar o veículo.


Imagem

– Jamais poderia ter saído de casa, mesmo de dia, pois não havia ninguém na estrada. Se fosse à noite, não sobreviveria. Como eu era leigo, ignorante das questões da natureza, embarquei nessa fria – afirma o religioso.

A neve acumulada pôde ser vista nos campos da Serra por até 15 dias. São Joaquim tinha cerca de 10 mil habitantes e todos os acessos ficaram bloqueados por pelo menos uma semana. Havia casas cobertas pelo gelo e árvores quebradas.


Imagem

– Os galhos dos pinheiros quebravam facilmente com o peso do gelo. Era um perigo até para o gado – diz Oselame.

A ajuda vinha apenas do céu. Aviões da Força Aérea Brasileira decolavam de Curitiba com mantimentos e roupas e despejavam em caixas num campo de futebol da cidade.


Imagem


Até voluntários de Pernambuco se compadeceram com a situação e enviaram donativos, lembra o padre Oselame. Apesar da intensidade da nevasca, não houve feridos, mas muitos ficaram desabrigados – o peso da neve ruiu telhados – e perderam animais de criação, como galinhas e porcos.


Imagem




Por que o fenômeno é tão raro de acontecer

Outros registros de neve seriam vivenciados no futuro em Santa Catarina. No final da década de 1970 e início dos ano 1980, além da Serra, era comum Meio-Oeste e Planalto Norte registrarem o fenômeno. Em 12 de julho de 2000, 10 cidades catarinenses situadas entre a Serra e o Oeste tiveram precipitação de flocos.


Imagem

Em 4 de agosto de 2010, o fenômeno apareceu com intensidade em 14 cidades do Estado, incluindo Orleans e Urussanga que, apesar da proximidade com a Serra – que registrou meio metro de acúmulo de gelo –, estão apenas 132 metros e 49 metros, respectivamente, acima do nível do mar.

Está viva na memória de praticamente todos os catarinenses o amanhecer de 23 de julho de 2013, quando 107 cidades amanheceram, inclusive no litoral catarinense, com os campos esbranquiçados. Ano passado, no domingo 21 de agosto, Urubici, Urupema, São Joaquim e Bom Jardim da Serra tiveram precipitação pela manhã e à tarde. Há duas semanas, as quatro cidades voltaram a registrar o fenômeno.


Imagem

Mas em nenhum o acúmulo de neve foi o mesmo de 1957. Por que o fenômeno é tão raro? Para a meteorologista Marilene de Lima, da Epagri Ciram, órgão estadual de monitoramento do clima, há duas explicações básicas: é preciso a combinação de diversos fatores meteorológicos e a mudança da configuração das cidades pode ter influenciado.


Primeiro, prever a ocorrência de neve é difícil e só se confirma com exatidão com menos de 24 horas de antecedência. É preciso ter temperaturas próximas ou abaixo de 0°C na superfície e na altitude das nuvens e muita umidade, para gerar a precipitação.

No caso de 1957, tudo aconteceu com muita intensidade. Além disso, as cidades eram predominantemente rurais, com pouco concreto para reter calor. Até mesmo as temperaturas mínimas do inverno não têm sido tão baixas como já foram em décadas passadas.



Recordes são raros nas últimas décadas


Conforme dados das estações da Epagri Ciram, os recordes de frio são de 1952 (-14°C em Caçador), 1963 (-12°C, em Canoinhas) e 1945 (-11,6°C, em Xanxerê). O mais recente é de 1991: -10ºC em São Joaquim. Índices que representam o dobro ou o triplo das temperaturas mais baixas registradas nos últimos anos no Estado.

– Sem dúvida há impacto no clima em função da urbanização. E pelo próprio fato desse frio extraordinário, de muito abaixo de 0°C, serem recordes, demonstram a raridade do fenômeno, mais difícil de ser recuperado – explica Marilene.

O meteorologista Leandro Puchalski, da Central RBS de Meteorologia, confirma que a nevasca de 1957 é uma das maiores que se tem registro no Brasil. Segundo ele, o normal para a nossa região são as ocorrências mais fracas do fenômeno e a neve de 1957 foi fora da curva, fugindo das características de Santa Catarina.

Puchalski explica que existe uma grande quantidade de cenários específicos na atmosfera que propiciam a formação de nuvens de neve. O cenário mais básico é quando há umidade sobre a região, com tempo nublado, e uma massa de ar frio ao mesmo tempo.

– Um dos cenários ocorre quando há um ciclone no oceano, perto da costa, com ventos no sentido horário - o que joga a umidade para serra. Mas esse ciclone tem que estar em uma posição bem específica para chegar na região serrana, onde a altitude é maior. Ao mesmo tempo, deve ocorrer a entrada de uma massa de ar muito frio a partir do Oeste do Estado, pelo norte da Argentina. É essa combinação que gera nuvens associadas à neve. Além disso, as temperaturas têm que estar baixas - de preferência abaixo de zero - em todas as camadas da atmosfera, do topo da nuvem ao solo, para que a neve não derreta antes de chegar ao chão.

Essa combinação é difícil de ocorrer, já que a massa de ar frio está associada ao tempo seco e costuma empurrar a umidade para o oceano. De acordo com Puchalski, o cenário deve ter sido semelhante a este em 1957, mas com uma intensidade diferente, resultante de muita umidade e uma massa de ar frio estacionária, para que nevasse por tanto tempo na região.

Leia as últimas notícias

Já em 2013, no último grande registro de neve que tivemos no Estado, ocorreu uma situação menos frequente - a neve que normalmente fica entre a Serra, Planalto Norte e o Oeste caiu entre a região serrana e o litoral.

– Em São Joaquim, por exemplo, o fenômeno teve menos força do que em Rancho Queimado. Isso porque houve uma condição meteorológica bem propícia por conta da intensidade da massa de ar frio, o que não é normal no litoral, já que perto da superfície as temperaturas são mais positivas, combinada com uma frente fria que manteve o ar úmido.


http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-esti ... 21532.html

Rafael MG
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Rafael MG » quinta jun 22, 2017 12:08 pm

BrunoBH Escreveu:
William Siqueira Escreveu:Anomalia em 7 dias : :heart: :heart: :heart: :heart:

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Finalmente o leste do sudeste se beneficia de um clima em neutralidade!
Depois de anos com el nino atrapalhando a chuva do verão e o frio do inverno estamos sentindo um frio maravilhoso nesse inverno! Já digo que está bem melhor que o ano passado, quando o sul, sp e a região oeste se beneficiaram com o frio! Agora é a nossa vez pelo visto e finalmente! Quemo el nino nao retorne nunca mais! Kkk
Agora temperatura amena em BH, 18oc e sensação de frio maior por causa da umidade e ventos da costa! Ta perfeito!!!


Realmente estamos tendo um dia agradável hoje, mas até aqui o ano passado ainda tinha sido melhor, pois do dia 12/06 até o final de junho de 2016 tivemos uma boa sequência de dias frios para os padrões de BH, com mínimas abaixo de 15 em todos os dias, salvo engano, e, em alguns dias, mínimas de 10/11 graus no INMET e de 8/9 em regiões altas da cidade e na Pampulha.

Hoje tive mínima de 14,8 C em casa (com muito vento e sensação térmica mais baixa), e agora tenho 20,7 graus (houve registro de 21,0 C, um pouco antes), com céu parcialmente nublado. Na Pampulha a mínima foi de 14,9 e, nas partes altas da cidade, 12,5 C.

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Renan
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Renan » quinta jun 22, 2017 12:45 pm

Dia de EXCELÊNCIA CLIMÁTICA por aqui hoje. Após a mínima de 12,8C, o céu permanece quase encoberto, nuvens escuras, e perfeitos 20C aqui e 18C no aeroporto.

Estou maravilhado com tamanho agradabilidade térmica.
"Já se passaram trinta anos desde que publiquei um relatório dos experimentos tendentes a mostrar que fora de nosso conhecimento científico existe uma Força utilizada por inteligências que diferem da comum inteligência dos mortais ... Nada tenho a me retratar. Confirmo minhas declarações já publicadas. Na verdade, muito teria que acrescentar a isto". (William Crookes, 1898).

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João Tur POA
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor João Tur POA » quinta jun 22, 2017 1:14 pm

Gerson Ibias Escreveu:Good old days....



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Gerson Ibias Escreveu:No primeiro dia do inverno, veja fotos da maior nevasca de SC, que ocorreu há 60 anos
A neve acumulada pôde ser vista nos campos da Serra por até 15 dias. São Joaquim tinha cerca de 10 mil habitantes, e todos os acessos ficaram bloqueados por pelo menos uma semana


Imagem


Aos 91 anos, o padre Blevio Oselame, o monsenhor de São Joaquim, guarda apenas um arrependimento nas mais de seis décadas de sacerdócio: ter saído de casa na manhã de 20 de julho de 1957. Era data da maior nevasca de Santa Catarina, que completa seis décadas neste ano. As informações são do Diário Catarinense.

Naquele dia, o padre seguiu rumo a três madeireiras incumbido de celebrar mais de 20 batizados e seis casamentos na localidade de Cruzeiros, interior de São Joaquim, na Serra Catarinense.


Imagem

Às 10h começaram a cair os primeiros flocos de neve. O jovem padre – que chegara na cidade em janeiro daquele ano – tinha sido alertado das dificuldades que o fenômeno poderia provocar, mas insistiu no dever.

Conseguiu ajuda do motorista de uma serraria, que emprestou o jipe da empresa – um dos raros da cidade naquela época – e conduziu o sacerdote aos compromissos.


Imagem

Depois de percorrer as madeireiras para celebrar as missas combinadas, o padre decidiu retornar, por volta das 16h. A tempestade não cessava. Era tanta neve já acumulada que a superfície superava o para-choque do jipe. O carro encalhou próximo ao campo de aviação.

A cerca de cinco quilômetros da igreja matriz, Blevio Oselame seguiu a pé, esgueirando-se nos muros de taipa que ladeavam a estrada. O medo do fenômeno desconhecido crescia à medida em que anoitecia.


Imagem

Era a maior nevasca já registrada em Santa Catarina e a maior do Brasil já fotografada – há apenas registros de 2 metros acumulados em Vacaria (RS) em 1879.

A tempestade só começou a cessar às 22h, com cerca de 1,30 metro de neve acumulada. E o motorista que emprestou o jipe para a viagem do sacerdote foi demitido pelo patrão logo depois pela façanha, mas está eternizado na fotografia com o padre e outros dois homens que ajudaram a desatolar o veículo.


Imagem

– Jamais poderia ter saído de casa, mesmo de dia, pois não havia ninguém na estrada. Se fosse à noite, não sobreviveria. Como eu era leigo, ignorante das questões da natureza, embarquei nessa fria – afirma o religioso.

A neve acumulada pôde ser vista nos campos da Serra por até 15 dias. São Joaquim tinha cerca de 10 mil habitantes e todos os acessos ficaram bloqueados por pelo menos uma semana. Havia casas cobertas pelo gelo e árvores quebradas.


Imagem

– Os galhos dos pinheiros quebravam facilmente com o peso do gelo. Era um perigo até para o gado – diz Oselame.

A ajuda vinha apenas do céu. Aviões da Força Aérea Brasileira decolavam de Curitiba com mantimentos e roupas e despejavam em caixas num campo de futebol da cidade.


Imagem


Até voluntários de Pernambuco se compadeceram com a situação e enviaram donativos, lembra o padre Oselame. Apesar da intensidade da nevasca, não houve feridos, mas muitos ficaram desabrigados – o peso da neve ruiu telhados – e perderam animais de criação, como galinhas e porcos.


Imagem




Por que o fenômeno é tão raro de acontecer

Outros registros de neve seriam vivenciados no futuro em Santa Catarina. No final da década de 1970 e início dos ano 1980, além da Serra, era comum Meio-Oeste e Planalto Norte registrarem o fenômeno. Em 12 de julho de 2000, 10 cidades catarinenses situadas entre a Serra e o Oeste tiveram precipitação de flocos.


Imagem

Em 4 de agosto de 2010, o fenômeno apareceu com intensidade em 14 cidades do Estado, incluindo Orleans e Urussanga que, apesar da proximidade com a Serra – que registrou meio metro de acúmulo de gelo –, estão apenas 132 metros e 49 metros, respectivamente, acima do nível do mar.

Está viva na memória de praticamente todos os catarinenses o amanhecer de 23 de julho de 2013, quando 107 cidades amanheceram, inclusive no litoral catarinense, com os campos esbranquiçados. Ano passado, no domingo 21 de agosto, Urubici, Urupema, São Joaquim e Bom Jardim da Serra tiveram precipitação pela manhã e à tarde. Há duas semanas, as quatro cidades voltaram a registrar o fenômeno.


Imagem

Mas em nenhum o acúmulo de neve foi o mesmo de 1957. Por que o fenômeno é tão raro? Para a meteorologista Marilene de Lima, da Epagri Ciram, órgão estadual de monitoramento do clima, há duas explicações básicas: é preciso a combinação de diversos fatores meteorológicos e a mudança da configuração das cidades pode ter influenciado.


Primeiro, prever a ocorrência de neve é difícil e só se confirma com exatidão com menos de 24 horas de antecedência. É preciso ter temperaturas próximas ou abaixo de 0°C na superfície e na altitude das nuvens e muita umidade, para gerar a precipitação.

No caso de 1957, tudo aconteceu com muita intensidade. Além disso, as cidades eram predominantemente rurais, com pouco concreto para reter calor. Até mesmo as temperaturas mínimas do inverno não têm sido tão baixas como já foram em décadas passadas.



Recordes são raros nas últimas décadas


Conforme dados das estações da Epagri Ciram, os recordes de frio são de 1952 (-14°C em Caçador), 1963 (-12°C, em Canoinhas) e 1945 (-11,6°C, em Xanxerê). O mais recente é de 1991: -10ºC em São Joaquim. Índices que representam o dobro ou o triplo das temperaturas mais baixas registradas nos últimos anos no Estado.

– Sem dúvida há impacto no clima em função da urbanização. E pelo próprio fato desse frio extraordinário, de muito abaixo de 0°C, serem recordes, demonstram a raridade do fenômeno, mais difícil de ser recuperado – explica Marilene.

O meteorologista Leandro Puchalski, da Central RBS de Meteorologia, confirma que a nevasca de 1957 é uma das maiores que se tem registro no Brasil. Segundo ele, o normal para a nossa região são as ocorrências mais fracas do fenômeno e a neve de 1957 foi fora da curva, fugindo das características de Santa Catarina.

Puchalski explica que existe uma grande quantidade de cenários específicos na atmosfera que propiciam a formação de nuvens de neve. O cenário mais básico é quando há umidade sobre a região, com tempo nublado, e uma massa de ar frio ao mesmo tempo.

– Um dos cenários ocorre quando há um ciclone no oceano, perto da costa, com ventos no sentido horário - o que joga a umidade para serra. Mas esse ciclone tem que estar em uma posição bem específica para chegar na região serrana, onde a altitude é maior. Ao mesmo tempo, deve ocorrer a entrada de uma massa de ar muito frio a partir do Oeste do Estado, pelo norte da Argentina. É essa combinação que gera nuvens associadas à neve. Além disso, as temperaturas têm que estar baixas - de preferência abaixo de zero - em todas as camadas da atmosfera, do topo da nuvem ao solo, para que a neve não derreta antes de chegar ao chão.

Essa combinação é difícil de ocorrer, já que a massa de ar frio está associada ao tempo seco e costuma empurrar a umidade para o oceano. De acordo com Puchalski, o cenário deve ter sido semelhante a este em 1957, mas com uma intensidade diferente, resultante de muita umidade e uma massa de ar frio estacionária, para que nevasse por tanto tempo na região.

Leia as últimas notícias

Já em 2013, no último grande registro de neve que tivemos no Estado, ocorreu uma situação menos frequente - a neve que normalmente fica entre a Serra, Planalto Norte e o Oeste caiu entre a região serrana e o litoral.

– Em São Joaquim, por exemplo, o fenômeno teve menos força do que em Rancho Queimado. Isso porque houve uma condição meteorológica bem propícia por conta da intensidade da massa de ar frio, o que não é normal no litoral, já que perto da superfície as temperaturas são mais positivas, combinada com uma frente fria que manteve o ar úmido.


http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-esti ... 21532.html


Fotos lindas! Como eu sempre digo: era outra dinâmica climática, não adianta. Sempre foi difícil nevar do BRASIL, mas a dinâmica de anos pra cá se tornou menos propícia. Abraços! :good:

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Daniel85 » quinta jun 22, 2017 1:24 pm

Como já vinha sendo previsto, o sol apareceu com mais força por aqui.
Pela manhã ainda tínhamos muitas nuvens no céu, mas que foram se dissipando e agora apenas alguma nebulosidade.

A mínima na Mooca ficou em 14,4 graus, valor parecido com o dos dias anteriores.
Agora estamos com 21,8 graus.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor LuluBros » quinta jun 22, 2017 2:07 pm

Renan Escreveu:
Caco Escreveu:
Renan Escreveu:GFS 12Z aumentou o frio noturno e matinal nas manhãs do leste do Sudeste de amanhã até o fim da grade. Será um longo período de temperaturas abaixo da média por aqui. No momento, tenho 21,6C e céu parcialmente nublado.


Acredito que teremos ate o final de junho e início de julho, dias "normais", condizentes com esta época. Nada de chuva, temperaturas super agradáveis, oscilando entre 11/13ºC no Mirante e máximas de comportados 21/23ºC, com sol. Bombarão os microclimas, especialmente nas mínimas mais afastadas do centro, com inúmeras sub-10ºC no período: Ibiúna, Vargem Grande Paulista, Itapevi,Cotia, Santana do Parbaíba, Capela do Socorro, Parelheiros, Perus, Granja Viana e a imbatível São Lourenço da Serra. Será um período de frio gostoso, de manhã, final de tarde, noite e madrugada.

Desta forma, junho deve fechar para o Sudeste não com anomalias fora do normal. pode até fechar na média, quem sabe? Vai depender bastante das mínimas.amos torcer.


Pois é, Caco. Para Sampa, acho difícil conseguir fechar Junho na média, pois tenho quase certeza de que está acima da média neste momento e a perspectiva até o fim do mês, como vc mesmo disse, são de temperatura dentro do normal.

Já para JF, também está difícil fechar na média. A primeira quinzena do mês foi terrível e aquela MP do dia 10 chegou ridiculamente fraca por aqui. Vamos ter valores abaixo do normal até o final do mês agora, mas não chega a ser muito abaixo, por isso minha estimativa é:

- FECHAREMOS JUNHO COM DESVIO DE +00,5C


Mas Sampa tá bem pouco acima da normal 81-2010. Tá um junho bem ameno. :good2:

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LuluBros
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor LuluBros » quinta jun 22, 2017 2:17 pm

Daniel85 Escreveu:Como já vinha sendo previsto, o sol apareceu com mais força por aqui.
Pela manhã ainda tínhamos muitas nuvens no céu, mas que foram se dissipando e agora apenas alguma nebulosidade.

A mínima na Mooca ficou em 14,4 graus, valor parecido com o dos dias anteriores.
Agora estamos com 21,8 graus.


Se bem que aqui na Vila Prudente estava 90% nublado 0h00 e quase 100% limpo 4h da matina.

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Renan
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Renan » quinta jun 22, 2017 2:42 pm

LuluBros Escreveu:
Mas Sampa tá bem pouco acima da normal 81-2010. Tá um junho bem ameno. :good2:


Sério ? É porque a MP do dia 10 pegou muito bem aí, né. Alguém tem as médias atualizadas ?

12Z do GFS permanece aquela lindeza que só vendo, huhuhuhuhu :mosking:
"Já se passaram trinta anos desde que publiquei um relatório dos experimentos tendentes a mostrar que fora de nosso conhecimento científico existe uma Força utilizada por inteligências que diferem da comum inteligência dos mortais ... Nada tenho a me retratar. Confirmo minhas declarações já publicadas. Na verdade, muito teria que acrescentar a isto". (William Crookes, 1898).

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marinhonani
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor marinhonani » quinta jun 22, 2017 3:36 pm

William Siqueira Escreveu:Tive minima de 3°C essa manha, para os proximos dias a previsão é de geadas

GFS da boas minimas nos proximos dias


gfs_t2min_c_rio_10.png
gfs_t2min_c_rio_14.png
gfs_t2min_c_rio_18.png


William,
no link de previsão de geadas do Inpe/Cptec, desde a terça-feira que prevê geadas na Mantiqueira no sábado e domingo.

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Bruno
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Bruno » quinta jun 22, 2017 3:56 pm

Querem uma notícia boa? Busquei análogos de curto prazo baseados em SOI e ENSO. A SOI de 30 dias atual está em -4, e estamos com ONI muito próxima de um patamar de el-nino após termos passado alguns meses sob la nina fraca. O quê tivemos parecido com isso no passado?

MELHOR ANÁLOGO DE TODOS

1980 - SOI de junho era de -4,7. Delta da SOI parecido com atual. ONI era parecida com atual. Maio e junho quentes. Julho frio.



BONS ANÁLOGOS

1957 - SOI de junho de -2,3. Delta da SOI era diferente da atual. ONI igual a nossa atual (La-Nada saindo de La-Nina fraca). Pra completar, maio e junho também foram quentes. Daí veio que todos sabemos em julho e agosto, ambos frios e com nevasca.

2009 - SOI de junho de -2,3. Delta da SOI era diferente do atual. ONI bem parecida com a atual (La-Nada saindo de La-Nina). Maio quente, junho frio. Daí veio julho paulada.

1961 (nosso único análogo ruim) - SOI de junho de -3,1. Delta da SOI parecido com atual. ONI era de neutralidade total (entre 1959 e 1963 ficamos em uma neutralidade sem fim). Maio, junho e julho foram quentes.



ANÁLOGOS REGULARES

1983 - SOI de junho de -3,1. Delta da SOI parecido com atual. ONI era de El-Nino. Maio quente, junho frio. Julho veio tão frio quanto junho.

1953 - SOI de junho de -2,3. Delta da SOI bem diferente do atual. ONI era de El-Nino. Maio e Junho ABSURDAMENTE quentes, daí veio julho uma paulada de -3,1C de anomalia em POA.

1988 - SOI de junho era de -3,9. Delta SOI parecido com atual. ONI era de La-Nina. Maio, junho e julho bem frios.

2000 - SOI de junho era de -5,5. Delta da SOI parecido com atual. ONI era de La-Nina. Maio e junho quentes. Julho congelante e agosto frio.

1991 - SOI de junho era de -5,5. Delta da SOI diferente do atual. ONI era de El-Nino. Maio e junho quentes. Julho um pouco abaixo da média.



Resumindo: exceto por 1961, esses análogos são boas perspectivas para julho.
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Caio César
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Caio César » quinta jun 22, 2017 4:42 pm

Fantástico o post, Bruno! Parabéns!

É o que tenho chamado a atenção aqui. Pelos análogos de JJA sob El Nino Modoki, maio e junho quentes, julho frio e agosto próximo a média.

Agora é torcer para julho salvar a lavoura...
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Aldo Santos
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Aldo Santos » quinta jun 22, 2017 4:48 pm

Caco Escreveu:Alguém tem as médias até o momento com as anomalias de junho para Sampa?
Obrigado
P.S: e como terminou maio? acima ou abaixo?

Maio no Mirante está aqui => viewtopic.php?p=560167#p560167

Junho até hoje está assim no Mirante (Referência: normal baziana 1981-2010):
Máximas: 22,6°C (+0,1°C)
Mínimas: 14,5°C (+1,5°C)

Em termos de médias, a mesma xoxice de maio. :sad:

----------------

A título de curiosidade, as médias da década de 1911-1920 em Sampa:
Jan: 20,7°C
Fev: 20,8°C
Mar: 19,9°C
Abr: 18,4°C
Mai: 16,7°C
Jun: 15,1°C
Jul: 14,4°C
Ago: 15,0°C
Set: 16,1°C
Out: 17,2°C
Nov: 18,9°C
Dez: 19,6°C
Anual: 17,7°C

Era outro mundo...
Última edição por Aldo Santos em quinta jun 22, 2017 4:53 pm, editado 1 vez no total.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Nazar » quinta jun 22, 2017 4:53 pm

Bruno Escreveu:Querem uma notícia boa? Busquei análogos de curto prazo baseados em SOI e ENSO. A SOI de 30 dias atual está em -4, e estamos com ONI muito próxima de um patamar de el-nino após termos passado alguns meses sob la nina fraca. O quê tivemos parecido com isso no passado?

MELHOR ANÁLOGO DE TODOS
...

:hi: :clapping: :ok:
Frio!!!! é só colocar gelo no calção, eu quero é NEVE.
Minha escala de qualidade de Inverno:
Fraco = Neve em Acima 1600m; Moderado = Neve em Urubici ; Forte = Neve em Mafra ; Desejado = Neve em Curitiba
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Felipe Backendorf » quinta jun 22, 2017 5:20 pm

A previsão pros próximos dias é como o Dable diz: "pra baziano trocar de hobbie", lembrando do forte viés do GFS para o frio:

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Europeu:

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:hang1:

Precisa-se de frio !!!
Bairro Progresso: http://www.wunderground.com/personal-we ... =IBLUMENA9

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Renan » quinta jun 22, 2017 5:38 pm

Felipe Backendorf Escreveu:A previsão pros próximos dias é como o Dable diz: "pra baziano trocar de hobbie", lembrando do forte viés do GFS para o frio:

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Europeu:

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:hang1:

Precisa-se de frio !!!


Muito ruim no Sul, bom no Sudeste e excelente para o leste do Sudeste e interior do estado da Bahia.

Entretanto, será bom por aqui em termos de médias...mas não haverá frio intenso, mantendo-se assim um padrão xoxo frio :mosking:
"Já se passaram trinta anos desde que publiquei um relatório dos experimentos tendentes a mostrar que fora de nosso conhecimento científico existe uma Força utilizada por inteligências que diferem da comum inteligência dos mortais ... Nada tenho a me retratar. Confirmo minhas declarações já publicadas. Na verdade, muito teria que acrescentar a isto". (William Crookes, 1898).

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Marcos » quinta jun 22, 2017 5:39 pm

Bah, que previsão ruim! Isso que Blumenau ficará sob atuação mais direta da antiga mp.

De qualquer forma para cá a MetSul dá variação de 11° a 26° até 4ª da semana que vem, quando haveria alguma chuva. No geral a cidade teria de 13° a 24°. Bem chato, e acima da média. Pelo menos NÃO tem calor!

Interessante é ver que no início da próxima semana pode chegar a até 6° em 850 hpa no meio de MG e 12° no oeste de PE!! Será o período mais frio do interior de Minas até o Sertão em alguns anos, creio. Muito locais de MG e S da BA terão mínimas de um dígito, e acredito que chegue perto dos 10° na Serra da Borborema.

Hoje tive variação de 11,4° a 24,6°. Agora faz 21,5°com 66%.
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Bruno » quinta jun 22, 2017 5:44 pm

Renan Escreveu:
Felipe Backendorf Escreveu:A previsão pros próximos dias é como o Dable diz: "pra baziano trocar de hobbie", lembrando do forte viés do GFS para o frio:

Imagem

Europeu:

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:hang1:

Precisa-se de frio !!!


Muito ruim no Sul, bom no Sudeste e excelente para o leste do Sudeste e interior do estado da Bahia.

Entretanto, será bom por aqui em termos de médias...mas não haverá frio intenso, mantendo-se assim um padrão xoxo frio :mosking:


ASAS não é frio. Vc passa o dia inteiro de camiseta sob influencia de ASAS.
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Bruno » quinta jun 22, 2017 5:45 pm

Marcos Escreveu:Hoje tive variação de 11,4° a 24,6°. Agora faz 21,5°com 66%.


Clima "asarento" em POA hoje.
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Felipe Backendorf » quinta jun 22, 2017 5:55 pm

Umidade marítima advectada por vento nordeste tropical nunca é bom pra cá, causa essas mínimas bem altas, e por consequente as médias, que no inverno são comandadas pelas mínimas, ficam igualmente altas :negative:

Variação de 15,2 a 21,6C com céu nublado por aqui hoje, xoxo e morno
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Aldo Santos » quinta jun 22, 2017 6:00 pm

Aqui em Sampa, de acordo com as previsões, ficaremos vários dias nos 11-13 / 22-24°C.

Friozinho básico pela manhã.
Varia de pessoa pra pessoa, claro, mas normalmente um moletom resolve tranquilamente.

Durante o dia, aproximadamente entre 9h da manhã e 4h da tarde, camisa/camiseta de mangas curtas.
Se ficar muito tempo nas ruas, debaixo do sol, dá até uma sensação de leve calor.

A única hora ruim é no final da tarde.
Começa a soprar a brisa marítima e a temperatura pode cair de 22-23°C para 14-15-16°C em questão de 2 horas.
A umidade sobe de 30-35 para 80-85%.
A MM vem com tudo e o céu fica encoberto rapidinho.
È a única ocasião em que alguém que saiu de casa "desprevenido" pode passar frio.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Felipe Backendorf » quinta jun 22, 2017 6:07 pm

Renan Escreveu:
Muito ruim no Sul, bom no Sudeste e excelente para o leste do Sudeste e interior do estado da Bahia.

Entretanto, será bom por aqui em termos de médias...mas não haverá frio intenso, mantendo-se assim um padrão xoxo frio :mosking:


Ano bonzinho aí no leste do país, aqui por enquanto vai sendo até um pouco pior que 2015, principalmente devido a maio e junho, então aproveite bem :laugh:

Torcendo do fundo do coração que Julho atenda bem a todos com frio. :friends:
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Aldo Santos » quinta jun 22, 2017 6:15 pm

Até o início de julho, eu torço para que alguma área de instabilidade se forme no Paraguai/Mato Grosso do Sul e chegue aqui em SP, mesmo que fraca.

Se não temos frio, que venha pelo menos um pouco de chuva pra não ficar aquele tempo seco desagradável.

Tempo seco que implica em aumento da poluição, além de ser o pesadelo da "turma" da rinite, asma, bronquite, das mães de recém-nascidos, etc, etc.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Daniel85 » quinta jun 22, 2017 6:32 pm

LuluBros Escreveu:Se bem que aqui na Vila Prudente estava 90% nublado 0h00 e quase 100% limpo 4h da matina.


Aqui as nuvens aumentaram logo depois da minha postagem.
Mas no meio da tarde deu uma boa diminuída, sem deixar o céu completamente limpo.
A noite começa com muita nebulosidade.

Agora faz 18,8 graus na Mooca, após chegar aos 23,6 graus, o que bate com o que era previsto.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Frost » quinta jun 22, 2017 7:31 pm

Que inveja de quem mora na Mantiqueira...

CDJ :heart:
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Rafael MG
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Rafael MG » quinta jun 22, 2017 7:45 pm

Hoje finalmente tivemos um dia com sensação de frio o dia todo em BH.
A mínima aqui em casa foi de 14,8º (e 14,9º no INMET), com tempo ventoso e céu parcialmente nublado a nublado em alguns períodos. A máxima foi de 21,6º em casa (22,5º no INMET), mas com sensação térmica baixa. Agora o céu está limpo e faz 17,4º C. Se não nublar, podemos ter boa mínima amanhã.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Tomás WRuas » quinta jun 22, 2017 7:50 pm

Em Porto Alegre, estamos com as seguintes médias:

Compensada: 15,0°C (+0,7°)

Mínimas: 11,9°C (+1,3°)
Máximas: 20,5°C (+1,1°)

E com a promessa de máximas bem acima da média pelo resto do mês (devem ficar em 25/26°C) e mínimas acima da média (12/13°C), temos boas chances de fechar bem acima neste mês (talvez mais de +1,5°).
Porto Alegre 2017:
Máxima: 36,1°C 03/03 | 8,6°C 17/07
Mínima: 2,2°C 19/07 | 25,5°C 05/02
Dados do INMET - Jardim Botânico (convencional)

Porto Alegre 2016:
Máxima: 39,0°C 25/02 | 10,4°C 19/06
Mínima: 3,0°C 13/06 | 25,4°C 25/02
Dados do INMET - Jardim Botânico (convencional)

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Renan » quinta jun 22, 2017 7:51 pm

Bruno Escreveu:ASAS não é frio. Vc passa o dia inteiro de camiseta sob influencia de ASAS.


ASAS igual ao que tivemos no início de Junho não é frio de fato. Agora, quando temos uma ASAS de polar velha, combinada a uma subsidência em 500hpa exatamente sobre o sudeste, a situação muda, hehehe. Também a posição desta alta nos será favorável.

Claro que não é a dinâmica ideal, pois o perfeito para nós é uma massa polar que seja semi-continental com deslocamento em diagonal. No entanto, mediante a falta de algo Melhor, esse friozinho no oceano será​ bem vindo. Alguns modelos sugerem a intensificação da subsidência semana que vem, o que traria a típico situação sudestina de muito frio de manhã e tardes levemente quentes.
"Já se passaram trinta anos desde que publiquei um relatório dos experimentos tendentes a mostrar que fora de nosso conhecimento científico existe uma Força utilizada por inteligências que diferem da comum inteligência dos mortais ... Nada tenho a me retratar. Confirmo minhas declarações já publicadas. Na verdade, muito teria que acrescentar a isto". (William Crookes, 1898).

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Tassio Amaral » quinta jun 22, 2017 8:02 pm

Boa noite pessoal. ..
Hoje foi um dia bem agradável por aqui, a temperatura variou entre 10,5C e 20,4C...e até inicio de julho pelo menos a agradabilidade vai imperar por aqui...que julho possa ter outra dinamica e nos compensar com a xoxeza que foi esse Junho, salvo alguns periodos curtos mais Interessantes...torcendo pra haver sincronia entre os dados atuais postados pelo Bruno e seus análogos em anos anteriores em que julho se mostrou excelente. .
Ao Deus criador dos céus e da terra toda honra e glória!!!

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Breno Coimbra » quinta jun 22, 2017 8:09 pm

Dia muito agradável hoje aqui no Rio. Aqui na zona sul a madrugada ainda foi chuvosa em suas primeiras horas, mas a manhã foi de muito sol, bem como a primeira metade da tarde. Depois, houve um aumento de nebulosidade mas agora o tempo voltou a abrir e temos uma noite com poucas nuvens. A máxima foi de 23,7°C e no momento faz apenas 18,9°C aqui em Copacabana, sendo a mínima do dia até agora.

BrunoBH
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor BrunoBH » quinta jun 22, 2017 8:14 pm

Rafael MG Escreveu:
BrunoBH Escreveu:
William Siqueira Escreveu:Anomalia em 7 dias : :heart: :heart: :heart: :heart:

eps_t2ma_7d_brazil_29.png


Finalmente o leste do sudeste se beneficia de um clima em neutralidade!
Depois de anos com el nino atrapalhando a chuva do verão e o frio do inverno estamos sentindo um frio maravilhoso nesse inverno! Já digo que está bem melhor que o ano passado, quando o sul, sp e a região oeste se beneficiaram com o frio! Agora é a nossa vez pelo visto e finalmente! Quemo el nino nao retorne nunca mais! Kkk
Agora temperatura amena em BH, 18oc e sensação de frio maior por causa da umidade e ventos da costa! Ta perfeito!!!


Realmente estamos tendo um dia agradável hoje, mas até aqui o ano passado ainda tinha sido melhor, pois do dia 12/06 até o final de junho de 2016 tivemos uma boa sequência de dias frios para os padrões de BH, com mínimas abaixo de 15 em todos os dias, salvo engano, e, em alguns dias, mínimas de 10/11 graus no INMET e de 8/9 em regiões altas da cidade e na Pampulha.

Hoje tive mínima de 14,8 C em casa (com muito vento e sensação térmica mais baixa), e agora tenho 20,7 graus (houve registro de 21,0 C, um pouco antes), com céu parcialmente nublado. Na Pampulha a mínima foi de 14,9 e, nas partes altas da cidade, 12,5 C.



Porém a sensação que tenho é que esse frio que está apenas começando é mais consistente do que do ano passado!
Tivemos dias frios anos passado sim, mas nao tinha essa sequência toda e nesses mesmos dias a máxima era razoavelmente alta! Hoje por ex ficamos com máxima em torno dos 20oC e a previsão aponta isso para os próximos 15 dias!
Dificilmente passaremos de 23,24OC nas proximas duas semanas e ja tem dias marcando minima abaixo de 10OC. Essa sequencia nao tivemos ano passado. Vale muito mais 15,20 dias amenos a frio, do que uma massa polar de 3 dias muito frios!

Caco
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Caco » quinta jun 22, 2017 8:25 pm

Aldo Santos Escreveu:Junho até hoje está assim no Mirante (Referência: normal baziana 1981-2010):
Máximas: 22,6°C (+0,1°C)
Mínimas: 14,5°C (+1,5°C)



Assim como Maio, "continua ruim, mas bom", rsrsrs. Não, sério, as médias máximas têm sido boas; há falta neste ano de MP´s mais intensas, mas a frequência de FF´s e Mp´s, no meu ponto de vista, não está decepcionando. Em termos dinâmicos, não estou achando ruim não. Até o final do mês, a média das mínimas deverá cair, assim como das máximas. Junho não será "ruim"; como maio acho que ficará com nota 6 aqui para Sampa.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Igor » quinta jun 22, 2017 8:56 pm

Pelo GFS, sem luz no fim da grade para o Sul do Brasil. Dias e mais dias sem graça.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor cacella » quinta jun 22, 2017 9:12 pm

Em Brasilia as minimas tem estado normais para a época, mas as maximas estão abaixando e está ventando o dia todo. Agora as 9 da noite está 16.2, tambem normal para a época.

Nos ultimos cinco dias as minimas foram

9.2
9.6
10.6
11.4
10.4
11.3

As maximas cairam de 26.1 para 22 hoje.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Moretão » quinta jun 22, 2017 9:32 pm

Caio César Escreveu:Sim, Moretão. E digo mais, em condições favoráveis e em pé de igualdade de atuação da MP, poderá ter os menores registros entre todas as litorâneas do estado.


Acho que mais nas MPs mais bloqueadas. Pois como exemplo, Itapoá teve -1,1°C ano passado, Carijós ano passado acho que foi 0,6°C. Este ano Itapoá teve 4,8°C e Carijós acho que foi 6,4°C. Ratones teria que ser muito mais fria que Carijós para tentar chegar próxima a Itapoá. Das outras cidades litorâneas deve ganhar, pois as estações das outras cidades são mal localizadas.

---

Dia mais outonal por aqui hoje. Monotonia total daqui para frente.
*"Infelizmente, o Brasil nunca perde uma oportunidade de perder oportunidades." Roberto Campos

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Tassio Amaral » quinta jun 22, 2017 9:33 pm

Fazia tempo que não via o verde tomando conta de boa parte do Brasil central. .. DF, sudeste de GO e grande parte da área central de MG e Triângulo mineiro poderão registrar minimas abaixo de 10ºC, incluindo as capitais Brasília, Goiânia e Belo Horizonte... ja a maior parte da Mantiqueira e do sul de MG registrarão negativas ou próximas a zero. ..Já que haverá ASAS, que possa valer a pena para algumas áreas ao menos. ..as baixadas do PNI irão rugir! !!
Tudo bem divididinho:
Centro-Sul brasileiro ameno, Mantiqueira gelada, sul do RS, Uruguai e nordeste da ARG até a região do Prata com temperaturas bem acima da média e Patagônia congelandooo!!...cenário de bloqueio mais tipico não há. ..
00SMINT_114.jpg
00SMAXT_117.jpg
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William Siqueira
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor William Siqueira » quinta jun 22, 2017 10:14 pm

Resumo do EPS de hoje , varias marítimas excelentes pro leste do sudeste e algumas bombinhas perdidas ou seja mais do mesmo que estamos tendo essa semana até o começo de Julho

Tassio Amaral
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Tassio Amaral » quinta jun 22, 2017 10:29 pm

Eita porque minhas imagens não saíram?
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Tassio Amaral » quinta jun 22, 2017 10:55 pm

tmp-cam--1373092519.jpg

tmp-cam--1368554988.jpg

Agora sim...hehe
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Marcos
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Marcos » quinta jun 22, 2017 10:58 pm

Tomás WRuas Escreveu:Em Porto Alegre, estamos com as seguintes médias:

Compensada: 15,0°C (+0,7°)

Mínimas: 11,9°C (+1,3°)
Máximas: 20,5°C (+1,1°)

E com a promessa de máximas bem acima da média pelo resto do mês (devem ficar em 25/26°C) e mínimas acima da média (12/13°C), temos boas chances de fechar bem acima neste mês (talvez mais de +1,5°).

Que bela merda, hein? Não sabia que estava tão ruim!! Mais um mês com uma bela anomalia positiva. Viva 2017!!
Estação Chácara das Pedras, Porto Alegre: http://www.wunderground.com/weatherstat ... =IRSPORTO3

Marcos
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Marcos » quinta jun 22, 2017 11:03 pm

Nestes próximos dias teremos o PIOR cenário para o frio no Brasil: uma baixa pressão na costa do Chile. Com este sistema o jato ondula para o sul na Patagônia e mantém o bloqueio naquela região. Como resultado é drenado vento norte pela Argentina e ASAS se aproxima do continente, mantendo este tempo chato e mais quente do que o normal no Centro-Sul.

Mas o pior de tudo é a AUSÊNCIA de mp´s. Com a baixa na costa do Chile, as mp´s sãp jogadas para o meio do Pacífico. Resultado: além do bloqueio na Patagônia, NÃO HÁ ar frio para forçar a passagem. Mesmo que o bloqueio suma demoraria uns 4 ou 5 dias para uma frente chegar aqui. Esta é a pior dinâmica atmosférica que podemos ter. Foi este o padrão de grande parte do maravilhosíssimo 2012, por sinal. Imaginem isto no verão.

A vantagem é que a ASAS se estenderá bem Brasil adentro. Do contrário haveria drenagem de vento norte sobre o país, e o Sul não estaria com tardes agradáveis, mas com calor!
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor Daniel85 » quinta jun 22, 2017 11:50 pm

Noite de céu limpo aqui em Sampa, contrariando a previsão de aumento de MM.
Aliás, é até uma situação inusitada essa, pois os aeroportos estão registrando ventos ESE (congonhas) e ENE (Guarulhos).
Mesmo os ventos soprando de ENE (que não é mais marítimo no leste de SP), é normal de que ainda tenhamos nuvens estratos durante a noite com eles soprando nessa direção.

Agora temos 16,1 graus na Mooca.

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor LeoP » sexta jun 23, 2017 12:41 am

Após máxima de 22,5C e nebulosidade variável durante o dia, a noite é fria, ventosa e estrelada em BH.

De 18,9 graus que fazia logo no começo da noite(18h), a temperatura caiu para 15,4C no meu bairro (830m), 15,0 na automática da Pampulha (850m) e 12,8C no Cercadinho (1200m) agora.

A previsão é de mínima em torno de 12C. Como está sempre soprando um vento úmido, a sensação térmica está bastante baixa na rua entre 20h e 8h da manhã, da pra perceber que as pessoas estão incrementando mais o agasalho. São as menores ST do ano até o momento. :good2:

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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor João Tur POA » sexta jun 23, 2017 6:29 am

Bruno Escreveu:
Renan Escreveu:
Felipe Backendorf Escreveu:A previsão pros próximos dias é como o Dable diz: "pra baziano trocar de hobbie", lembrando do forte viés do GFS para o frio:

Imagem

Europeu:

Imagem

:hang1:

Precisa-se de frio !!!


Muito ruim no Sul, bom no Sudeste e excelente para o leste do Sudeste e interior do estado da Bahia.

Entretanto, será bom por aqui em termos de médias...mas não haverá frio intenso, mantendo-se assim um padrão xoxo frio :mosking:


ASAS não é frio. Vc passa o dia inteiro de camiseta sob influencia de ASAS.

Concordo plenamente!

João Tur POA
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Re: Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Junho/2017

Mensagempor João Tur POA » sexta jun 23, 2017 6:39 am

Marcos Escreveu:
Tomás WRuas Escreveu:Em Porto Alegre, estamos com as seguintes médias:

Compensada: 15,0°C (+0,7°)

Mínimas: 11,9°C (+1,3°)
Máximas: 20,5°C (+1,1°)

E com a promessa de máximas bem acima da média pelo resto do mês (devem ficar em 25/26°C) e mínimas acima da média (12/13°C), temos boas chances de fechar bem acima neste mês (talvez mais de +1,5°).

Que bela merda, hein? Não sabia que estava tão ruim!! Mais um mês com uma bela anomalia positiva. Viva 2017!!

Realmente! Nunca acreditei em um inverno frio, de um modo geral, para 2017. Reafirmo minha posição: não é um 2015 ( já não é, porque pelo menos já teve uma neve mais decente em SC) , mas será um inverno com muitos períodos extensos xoxos. Tomara que 1 frio decente e com mais dias venha em julho ou agosto! Aposto nisso: uma MP forte, trazendo um frio intenso por pelo menos 5 ou 6 dias seguidos. Abraços!


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