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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Fevereiro/2020

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Sobre as chuvas no interior de SP: entre às 16:00 e 17:10 de hoje despencou 71mm em Marília (estação Realengo CEMADEN). Em 24hr já são 136,2mm. 

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15 minutos atrás, Matheus Vinicius disse:

Início de noite belo e moral.

Screenshot_20200210-201202_1.jpg

O que você definiria como moral ?

Enfim dia maravilhoso hoje com máxima de 20° porém o dia todo com sensação de menos

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Agora, Lucas Venturini disse:

O que você definiria como moral ?

Enfim dia maravilhoso hoje com máxima de 20° porém o dia todo com sensação de menos

Belo e moral é tipo um meme pra algo que achamos belo/certo/bom no caso falei zuando.

Realmente, nem sei qual deve ser a sensação térmica agora com esse vento.

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2 horas atrás, marcio valverde disse:

Acho que nós ainda estamos longe das maiores enchentes do começo do século passado, anteriores à retificação dos Rios Tietê e Pinheiros, as quais duravam meses até a água baixar, sendo que a de 1929 ainda é considerada a maior que a cidade já viu http://www.saopauloantiga.com.br/o-marco-da-enchente-de-1929/. Também há que se considerar que, pelo fato de a cidade de São Paulo estar situada num planalto (plano + alto) faz com que, muito embora circundada de morros e serras, seja a topografia do todo relativamente plana, do que resultam rios de planície, caso dos rios Tietê e Pinheiros que tinham seus leitos originais cheios de meandros, curvas e lagoas marginais (aqui uma reprodução do que era o leito original do Pinheiros - na verdade mais um ribeirão que um rio de verdade)xbienal-painel.jpg Rios assim correm lentamente, então se eles não tivessem sido retificados e aprofundados o resultado de uma chuva como a da madrugada passada seria um alagamento geral que duraria dias e não horas. A imprensa fala em caos irresponsavelmente. Sei que nós estamos no Brasil e tudo poderia ser bem melhor mas se não fosse um planejamento sério que já data de mais de século e, mais do que isso, o empenho de gerações em construir o que temos hoje a cidade não passaria de ser o pântano cheio de sapos e aguapés que já foi. Aos que se interessarem pelo assunto sugiro visitas aos sites da Emplasa https://emplasa.sp.gov.br/, DAEE http://www.daee.sp.gov.br/, Emae http://www.emae.com.br/ e do Museu da Energia http://www.museudaenergia.org.br/, todos eles repletos de informações sobre o assunto. 

 

A verdade é que enchentes são  recorrentes na cidade de São Paulo.

A foto mais antiga conhecida de uma enchente em Sampa data de 1862.

 

Abaixo, algumas imagens da histórica enchente de fevereiro de 1929.

 

A avenida Cidade Jardim e a cheia do rio Pinheiros

Enchente1929b.jpg

 

O vale do Anhangabaú

Enchente1929d.jpg

 

Rua Rodolfo Miranda, no Bom Retiro, centro da cidade.

Enchente1929e.jpg

 

 

Cheia do rio Tamanduateí, bairro da Luz, centro.

Enchentede1929a.jpg

Edited by Aldo Santos
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2 horas atrás, Matheus Vinicius disse:

Belo e moral é tipo um meme pra algo que achamos belo/certo/bom no caso falei zuando.

Realmente, nem sei qual deve ser a sensação térmica agora com esse vento.

O Simepar informa que as 20:30hs tinhamos 16º de temperatura com umidade relativa do ar em 99% e ventos de 20km/h. Isso resultado em uma sensação térmica de 11º.
http://www.ciram.sc.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1498&Itemid=661

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Neste comecinho de semana a região serrana do Rio Grande do Sul desfruta de tempo bom com temperaturas amenas.

Hoje eu invejei o clima suave e o tempo ensolarado mostrados nas imagens webcam de algumas localidades situadas não exatamente na Serra mas que dão uma amostra da situação geral por lá. 

Vacaria, uma bela cidade que eu tive a oportunidade de conhecer quando tinha 18 anos de idade e me aventurava pelo Sul em busca dos locais mais frios da Região.

Antes do amanhecer Screenshot_2020-02-10-19-43-15-1.png.aae5c125ffaac10b3f02e9ae2d856fce.png

 

Começo da manhã com a lua descendo no horizonte Screenshot_2020-02-10-19-43-07-1-1.png.08c2da08e747f3a3233934ed3386cca6.png

 

Manhã ensolarada Screenshot_2020-02-10-19-42-37-1.png.bd6f3463173e5b4532ad772d4770cfaa.png

 

Tarde com nuvens baixas, mas ainda com sol Screenshot_2020-02-10-19-43-27-1.png.1338a342e1dfef8fb1543b6a513a5394.png

 

Entardecer com céu quase sem nuvens e temperatura de 18°C Screenshot_2020-02-10-19-43-52-1.png.49cf429a9bbf78794e4da077c62b2f73.png

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2 horas atrás, marcio valverde disse:

Acho que nós ainda estamos longe das maiores enchentes do começo do século passado, anteriores à retificação dos Rios Tietê e Pinheiros, as quais duravam meses até a água baixar, sendo que a de 1929 ainda é considerada a maior que a cidade já viu http://www.saopauloantiga.com.br/o-marco-da-enchente-de-1929/. Também há que se considerar que, pelo fato de a cidade de São Paulo estar situada num planalto (plano + alto) faz com que, muito embora circundada de morros e serras, seja a topografia do todo relativamente plana, do que resultam rios de planície, caso dos rios Tietê e Pinheiros que tinham seus leitos originais cheios de meandros, curvas e lagoas marginais (aqui uma reprodução do que era o leito original do Pinheiros - na verdade mais um ribeirão que um rio de verdade)xbienal-painel.jpg Rios assim correm lentamente, então se eles não tivessem sido retificados e aprofundados o resultado de uma chuva como a da madrugada passada seria um alagamento geral que duraria dias e não horas. A imprensa fala em caos irresponsavelmente. Sei que nós estamos no Brasil e tudo poderia ser bem melhor mas se não fosse um planejamento sério que já data de mais de século e, mais do que isso, o empenho de gerações em construir o que temos hoje a cidade não passaria de ser o pântano cheio de sapos e aguapés que já foi. Aos que se interessarem pelo assunto sugiro visitas aos sites da Emplasa https://emplasa.sp.gov.br/, DAEE http://www.daee.sp.gov.br/, Emae http://www.emae.com.br/ e do Museu da Energia http://www.museudaenergia.org.br/, todos eles repletos de informações sobre o assunto. 

 

A foto abaixo é do rio Pinheiros antes da retificação e a piscina do Esporte Clube Pinheiros, final da década de 1920.

Que tempos... a piscina usava água do rio.

 

 

rio pinheiros.jpg

Fonte: Pinterest

 

Edited by Aldo Santos
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33 minutos atrás, Matheus Vinicius disse:

Início de noite belo e moral.

Screenshot_20200210-201202_1.jpg

Tá ouvindo muito Jota Quest, aquela música deles "na moral, na moral, só na moral😂

 

Excelente temperatura. Tá aí talvez a capital com o verão melhor comportado do país

 

 

Aqui 22 graus. Dia no geral agradável pra fevereiro. 

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8 minutos atrás, Lucas Venturini disse:

O Simepar informa que as 20:30hs tinhamos 16º de temperatura com umidade relativa do ar em 99% e ventos de 20km/h. Isso resultado em uma sensação térmica de 11º.
http://www.ciram.sc.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1498&Itemid=661

Isso é bom. Eu não sentia um clima friozinho assim desde outubro.

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Alias, falando em sensação termica na leitura das 20:00hs do INMET, São José dos Ausentes/RS estava com sensação termica de 4º e o Morro da Igreja localidade que pertence ao municipio de Bom Jardim da Serra/SC estava com sensação de 1º.

Eu queria ser militar só pra ser mandado para morar naquela base do CINDACTA que fica no morro da igreja.

Edited by Lucas Venturini
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Ainda sobre a discussão BHxSP, temos algumas diferenças pontuais:

 

1 - São Paulo é maior e portanto, o solo é mais impermeabilizado

 

Este fator faz com que precipitações menos intensas carreguem um volume maior de água ao leito dos rios. Em BH, por mais que hajam regiões altamente densas, a cidade como um todo possui muitos "buracos" onde a água pode penetrar pelo solo, ao contrário da maior parte de SP.

 

2 - O relevo de BH torna as enchentes mais violentas e consequentemente mais fatais

 

Em São Paulo, o que estamos vendo no geral é a elevação do nível médio dos rios por um logo período de tempo, por se tratar de uma bacia. Os rios sobem, demoram a abaixar e deixam vários locais ilhados. Em Belo Horizonte, não temos rios, somente ribeirões, e o relevo faz a água "correr" o mais rápido possível rumo Rio das Velhas. Como as enchentes se formam mais rápido e a emergia cinética é muito alta, os danos pela enchente em si são muito maiores do que em SP, mas a água abaixa rápido, deixando somente os estragos visíveis. 

 

3 - Acumulados em BH foram maiores, mas afetam menos pessoas do que em SP.

 

BH teve 171 milímetros em 24 horas em sua estação oficial, contra 114 em São Paulo. Em outro dia, BH teve os mesmos 170 milímetros em apenas 3 horas de chuva na regional centro-sul. 

Entretanto, os danos em SP, devido ao fato de ser uma maior metrópole, prejudicam um número maior de habitantes e conseguem paralisar a cidade. Nem mesmo essa chuvarada descomunal em BH conseguiu impedir um dia de trabalho, o que se deve ao fato da água escoar rápido e da cidade ser menor. 

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Segundo o CGE a cidade teve 154 pontos de alagamento hoje.

Parece que esse é o maior número de pontos de alagamento em um único dia na história do órgão. Em 2010 e 2011 também houve uma chuva que causou mais de 120 pontos de alagamento. Mas essa de hoje deve ser a maior em termos de pontos de alagamento.

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O problema de São Paulo é mais ou menos comum às grandes cidades brasileiras.

Crescimento desordenado, forma errada de ocupação do solo, invasão indiscriminada das várzeas dos rios e córregos, ocupação de áreas de risco, etc, etc.

 

Na verdade, em uns 90% da área urbana de São Paulo não acontece praticamente nada com uma chuva dessas.

O problema é que a maioria das grandes vias de escoamento do tráfego e algumas linhas de trens ficam exatamente naqueles 5/10% problemáticos: várzeas, fundos de vale, proximidade de rios, sobre rios e córregos canalizados, etc.

E aí a cidade pára.

Isso além das áreas de várzea urbanizadas, claro.

 

As pessoas que obrigatoriamente têm que passar por uma dessas áreas-problema, seja de carro, ônibus ou trem, têm seríssimas dificuldades pra chegar a seu destino, geralmente nem chegam.

Agora, quem depende só do metrô ou metrô e linhas de ônibus de bairro que não passam em locais-problema, por exemplo, praticamente não foi afetado.

 

Edited by Aldo Santos
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Aproveitando, com o acumulado de quase 300mm neste primeiro decêndio deste mês, fiz uma comparação com alguns dos meses mais chuvosos da história do Mirante. 

Considerando o período entre os dias 1 e 10, e considerando apenas os meses de janeiro de 2010 e 2011, fevereiro de 1995, março de 2006, novembro de 1978 e dezembro de 2012(meses mais chuvosos da história), e comparando com os 299,6mm nos 10 primeiros dias, os valores abaixo:

 

Fevereiro de 1995(o fevereiro mais chuvoso): 272mm

Março de 2006(mês mais chuvoso da história do Mirante): 288,6mm

Janeiro de 2010(segundo janeiro mais chuvoso): 147,5mm(o grosso da chuva daquele mês aconteceu depois do dia 10)

Janeiro de 2011(o janeiro mais chuvoso e também o segundo mês mais chuvoso da história do Mirante): 185,2mm(idem janeiro de 2010)

Novembro de 1978(o novembro mais chuvoso): 149,5mm(idem janeiro de 2010/2011)

Dezembro de 2012(o dezembro mais chuvoso): 37,1mm(neste mês, a chuva caiu praticamente toda na segunda quinzena).

 

Tem cheiro de recorde vindo... Fevereiro de 1995 e março de 2006 mostram o que pode acontecer neste mês. A chuva no período está correlacionada a deste mês até agora.

Ainda sobre fevereiro de 1995: o acumulado só não foi ainda maior porque a última semana daquele mês foi sem chuva.

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Pelas animações do radar de São Roque, novas áreas de chuva podem atingir a Grande SP à partir do final desta noite.

Se isso acontece, esperamos que essa área não ganhe força ao encontrar com mais de 2000 km2 de concreto.

LganKCX.jpg

 

 

Falando em radar de São Roque, uma reclamação que eu gostaria de fazer é que ele não está precisando a chuva na Grande SP. Em outras palavras, enquanto chove bem forte aqui (igual a essa madrugada), a área de chuva aparece apenas com fraca intensidade ou no máximo moderada intensidade.

Não bastasse isso, temos aquele buraco seco no centro, que vai desde o oeste da Grande SP até mais ou menos Sorocaba.

Até uns 2 anos atrás, havia o radar da USP, mas infelizmente eles restringiram o acesso.

Havia também o da Climatempo, que infelizmente encerrou suas atividades.

Desse jeito, ficamos praticamente às cegas.

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Agora a real dimensão da chuva no Mirante nas 24 horas completas desde o início da chuva: verificando os dados da estação automática do Mirante, no período de 24 horas(20UTC de ontem a 20UTC de hoje) o acumulado foi de 150,8mm. Isso significa que seria a segunda maior chuva da história da estação e por muito pouco não chega aos 151mm de 1988. Imagine se fosse 12UTC

 

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Sobre o evento de chuva atingiu a Região Metropolitana de São Paulo hoje, além de vários municípios vizinhos e parte do interior do estado, muito já foi dito aqui hoje, uma cobertura bem completa, mas gostaria de acrescentar um ponto que até agora passou batido..

 

Em termos de impactos na rotina da população e extensão dos alagamentos (falando agora só da cidade de São Paulo), o único evento comparável neste século XXI foi claramente o de maio de 2005.  Naquela ocasião, lembro que o volume de chuva entre os dias 24 e 25 (num período de 24 horas) superou os 100 mm em todas as zonas da cidade, com picos na casa dos 180  mm em alguns bairros, conforme foi divulgado na época pelo CGE.

 

A chuvarada de maio de 2005 (mesmo evento do tornado em Indaiatuba) foi até um pouco mais generalizada que a de agora na capital paulista, já que o acumulado máximo em 24 horas nas áreas menos chuvosas foi maior em maio de 2005, mas por outro lado os volumes máximos (principalmente nos arredores de São Paulo, mas que em parte escoaram para rios que cruzam a capital) foram maiores hoje, e isto (junto com o fato de os rios já estarem normalmente mais elevados em janeiro/fevereiro que em maio, e o solo mais saturado no verão, por motivos óbvios) certamente explica porque em parte da cidade os alagamentos hoje foram até mais "disruptivos" que em 05/2005.

 

Mas esta chuva de ontem para hoje não deixou de ser uma compensação, pois de acordo com as médias do CGE (de todos os pluviômetros da rede na cidade de São Paulo) o último mês a superar a média de chuva na capital paulista foi julho de 2019, pois em todos os 6 meses seguintes (de agosto/2019 até janeiro/2020) a chuva variou entre um pouco e muito abaixo da média na cidade, então já estava na hora de um mês com chuva acima da média mesmo, o que certamente este evento de hoje já fez com fevereiro de 2020.

 

Abaixo os acumulados mensais médios da cidade de São Paulo pelo CGE desde julho de 2019, e as médias 1995/2018 entre parênteses (lembrando que em julho de 2019 quase toda a chuva caiu em 24 horas):

 

J: 96,3 mm (43,6 mm)

A: 8,7 mm (26,9 mm)

S: 63,6 mm (69,8 mm)

O: 34,8 mm (108,9 mm)

N: 115,6 mm (138 mm)

D: 141,1 mm (187,3 mm) – Neste mês, uma chuva forte muito localizada fez o total do Mirante ficar muito acima da média da cidade

J: 227,9 mm (258,7 mm)

 

Voltando ao Rio de Janeiro, a chuva só chegou hoje na parte da tarde, com pancadas fortes em alguns bairros (destaque para a Ilha do Governador, com até 69 mm por hora) e grandes áreas de chuva moderada, que só perderam força a partir do meio da noite.

 

Até agora não houve maiores consequências no Rio, além dos tradicionais pontos de alagamento/bolsões d’água em áreas com drenagem deficiente.

 

O índice pluviométrico médio acumulado na cidade do Rio desde o meio da tarde até agora (22:20) é de 47,6 mm, o que eleva o acumulado mensal para 161,4 mm.  Com isso, 2020 já tem o quinto fevereiro mais chuvoso desde 1997, atrás de 2019, 2018, 2016 e 1998.  Mas este número ainda pode subir bastante, e a posição do mês corrente no ranking certamente vai mudar.  O próximo alvo (quarto lugar) é 2016, com 184,4 mm.  Não custa lembrar que o fevereiro mais chuvoso já registrado na capital fluminense, ao menos desde o início do século XX, foi o de 1988, com um acumulado médio na cidade facilmente acima dos 500 mm.

 

Aqui em Niterói, a chuva também caiu com força no final da tarde, com totais da ordem dos 60/70 mm em vários bairros, e pico de 35/40 mm por hora (no momento de maior intensidade, várias ruas sofreram com o acúmulo de água, complicando o trânsito na volta para a casa).  No momento temos chuva bem fraquinha e faz 24ºc no Ingá.

 

Por aqui, as chuvas generosas do início de fevereiro, já tendo superado a média parcial do mês com folga ao final do décimo dia, também estão compensando um início de verão com volumes abaixo da média (em dezembro e janeiro, choveu em torno de 2/3 da média).

 

 

Edited by Wallace Rezende
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Falando em "próximo alvo" no Mirante, o acumulado de 2019 foi 323,2mm(que aparentemente foi superado, se confirmado, fevereiro de 2020 foi mais chuvoso que o de 2019). Caso isso aconteça, o próximo alvo é 2004(335,6mm, existe a possibilidade de ser superado já amanhã). Caso seja superado o valor de 2004, será o mais chuvoso do século. Os próximos alvos até chegar a 1995 são 1999(369,8mm), 1998(394,2mm) e finalmente o de 1995(445,5mm). 

A última vez que fevereiro superou 300mm dois anos consecutivos antes de 2019-20 foi em 1998-1999. 

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Quem acertou o volume de chuvas das 9 h manhã de domingo até ás 9 h manhã de hoje, para algumas cidades ao norte/noroeste de São Paulo,foi o modelo WRF de 12Z de domingo.Indicava volumes acima de 150 mm em 24 h, nas cidades, abaixo:

Franco da Rocha

Francisco Morato

Cajamar

Caieiras

Santana de Parnaíba

Pirapora do Bom Jesus

Cabreúva

Itu

Salto

Jundiaí.

Não sei se em todas cidades tem monitoramento e se em todas elas choveu acima de 150 mm.Mas surpreendeu na Capital(era menos de 150 mm)

Na cidade de Botucatu que passou de 200 mm outra que surpreendeu, choveria menos de 100 mm.

Indicava também chuvas acima de 150 mm em partes do Litoral paulista.

 

Acompanho muito o modelo WRF do Cptec/Inpe, costuma acertar nos volumes.

 

 

 

 

 

Edited by marinhonani
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Temperatura em queda na cidade de SP , noite friazinha para Fevereiro.

 

Temos garoas agora aqui na ZS.

mapa_sp_geoserver_estacoes.png

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