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Brasil Abaixo de Zero
André Luiz DS

Monitoramento e Previsão - Brasil/América do Sul - Janeiro/2020

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Fazia um dia bonito em sjp com sol e de repente cai uma chuva forte com sol, céu azul em tudo exceto em cima da minha cabeça. Foi daquelas chuvas super localizadas, que não derrubam a temperatura e desaparece no mapa.

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Just now, Juzinho said:

Vc que mede as temperaturas por aí ? 

Se sim , desde quando faz as medições ?

Sabe os extremos de sua cidade ?

Cara, eu comecei a medir aqui em Dezembro, e é um termômetro de mercúrio, aqueles grafados na madeira e um pluviômetro. Infelizmente não tenho dados históricos próprio do distrito, até pq me mudei pra cá ano passado. Tem um padeiro aqui que faz a medição de chuvas há bastante tempo, mas não sei qual o período. Antes residia em Lavras-MG até terminar minha graduação. Como eu gosto muito de meteorologia/climatologia acabei descubrindo o BAZ fim do ano passado fazendo algumas pesquisas e daí comecei a fazer o monitoramento simples, postando aqui. Achei bacana as informações postadas aqui e tbm a qualidade de algumas postagens, que parecem vir de meteorologistas mesmos (aliás no pouco tempo que estou aqui estou aprendendo muito).

O que percebo é que aqui do distrito Bacuriti, por ser cercado de vegetação e pouca área cinza, apresenta temperaturas ligeiramente mais amenas que no próprio município de Cafelândia e em estações próximas (Novo Horizonte, Borborema, Lins, Promissão).  Sobre chuva, entre 1970-1999 (dados pluviométricos de Bacuriti da DAEE) o maior volume mensal foi em fevereiro de 1995 com 489,3mm. Em Cafelândia o maior foi em janeiro de 2007 com 594,20mm (série DAEE 1937-2019).  Sobre dados diários de chuvas extremas ainda preciso fazer um compilado. Adicionalmente, na adolescência morei três anos aqui, entre 2006-2008, e lembro bem desse janeiro de 2007, aqui depois da passagem de ano choveu horrores, foi uma ZCAS pra ninguém botar defeito (diferente desses últimos anos :(), mas infelizmente não tenho dados do distrito, deve ter sido mais de 500mm tbm com certeza.

Outra coisa interessante que já percebi é que na região da represa de promissão, onde o curso do rio Tietê apresenta grande extensão (região Sales, Sabino, Novo Horizonte, Cafelândia, Adolfo), a formação de nuvens convectivas em dias mais secos (Cb's isoladas) são mais difíceis de se formar, enquanto que setores tanto mais ao norte e principalmente mais ao sul formam nuvens convectivas com muito mais frequência (já cansei de observar isso a olho nu e pelos radares IPMet). Acredito que isso possa ter algo a ver com o fato do rio apresentar larga superfície plana e temperatura menor comparada as regiões onde tem menos água (solo, construção), isso gera menos turbulência nos ventos, menos calor e penso que pode tornar mais difícil a convecção dessas Cb's.

Coloquei o mapa abaixo só para você ter uma idéia
207121658_ScreenShot2020-01-15at15_33_12.png.c2ca062e9f13cf624a8b753105ca089c.png

*Acabei me alongando muito e comecei a falar de outras coisas já kkkkkk 

Futuramente quero adquirir uma estação automática e monitorar os dados com mais profissionalismo. O que eu tenho aqui são dados pluviométricos da DAEE (1970-1999), citados acima, outras estações da região que ainda continuam em funcionamento, dados esses que qualquer pessoa pode acessar online mas que não tenho controle quanto a confiabilidade! No entanto estou montando um compilado aqui da minha região (Tietê Batalha) e fiz uns comparativos entre estações, bem como análise de dados extremos (por pura curiosidade). E vou postar aqui logo mais. Espero contribuir no futuro com pelo menos uma estação particular. Mas sobre TºC vou ficar devendo, aliás gostaria de saber como acessar dados históricos completos do INMET, por exemplo! Falei demais já! kkk

 

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12 minutos atrás, Lucas Centurion disse:

Cara, eu comecei a medir aqui em Dezembro, e é um termômetro de mercúrio, aqueles grafados na madeira e um pluviômetro. Infelizmente não tenho dados históricos próprio do distrito, até pq me mudei pra cá ano passado. Tem um padeiro aqui que faz a medição de chuvas há bastante tempo, mas não sei qual o período. Antes residia em Lavras-MG até terminar minha graduação. Como eu gosto muito de meteorologia/climatologia acabei descubrindo o BAZ fim do ano passado fazendo algumas pesquisas e daí comecei a fazer o monitoramento simples, postando aqui. Achei bacana as informações postadas aqui e tbm a qualidade de algumas postagens, que parecem vir de meteorologistas mesmos (aliás no pouco tempo que estou aqui estou aprendendo muito).

O que percebo é que aqui do distrito Bacuriti, por ser cercado de vegetação e pouca área cinza, apresenta temperaturas ligeiramente mais amenas que no próprio município de Cafelândia e em estações próximas (Novo Horizonte, Borborema, Lins, Promissão).  Sobre chuva, entre 1970-1999 (dados pluviométricos de Bacuriti da DAEE) o maior volume mensal foi em fevereiro de 1995 com 489,3mm. Em Cafelândia o maior foi em janeiro de 2007 com 594,20mm (série DAEE 1937-2019).  Sobre dados diários de chuvas extremas ainda preciso fazer um compilado. Adicionalmente, na adolescência morei três anos aqui, entre 2006-2008, e lembro bem desse janeiro de 2007, aqui depois da passagem de ano choveu horrores, foi uma ZCAS pra ninguém botar defeito (diferente desses últimos anos :(), mas infelizmente não tenho dados do distrito, deve ter sido mais de 500mm tbm com certeza.

Outra coisa interessante que já percebi é que na região da represa de promissão, onde o curso do rio Tietê apresenta grande extensão (região Sales, Sabino, Novo Horizonte, Cafelândia, Adolfo), a formação de nuvens convectivas em dias mais secos (Cb's isoladas) são mais difíceis de se formar, enquanto que setores tanto mais ao norte e principalmente mais ao sul formam nuvens convectivas com muito mais frequência (já cansei de observar isso a olho nu e pelos radares IPMet). Acredito que isso possa ter algo a ver com o fato do rio apresentar larga superfície plana e temperatura menor comparada as regiões onde tem menos água (solo, construção), isso gera menos turbulência nos ventos, menos calor e penso que pode tornar mais difícil a convecção dessas Cb's.

Coloquei o mapa abaixo só para você ter uma idéia
207121658_ScreenShot2020-01-15at15_33_12.png.c2ca062e9f13cf624a8b753105ca089c.png

*Acabei me alongando muito e comecei a falar de outras coisas já kkkkkk 

Futuramente quero adquirir uma estação automática e monitorar os dados com mais profissionalismo. O que eu tenho aqui são dados pluviométricos da DAEE (1970-1999), citados acima, outras estações da região que ainda continuam em funcionamento, dados esses que qualquer pessoa pode acessar online mas que não tenho controle quanto a confiabilidade! No entanto estou montando um compilado aqui da minha região (Tietê Batalha) e fiz uns comparativos entre estações, bem como análise de dados extremos (por pura curiosidade). E vou postar aqui logo mais. Espero contribuir no futuro com pelo menos uma estação particular. Mas sobre TºC vou ficar devendo, aliás gostaria de saber como acessar dados históricos completos do INMET, por exemplo! Falei demais já! kkk

 

 

Essa supressão na formação de nebulosidade sobre grandes represas ou lagos, ou com algum deslocamento (mas mesmo assim próximo), é o fenômeno da brisa lacustre. Durante o dia a superfície da terra aquece muito mais rápido que a superfície da água, e com isso durante o dia a temperatura do ar sobre a massa d'água é menor. A densidade do ar mais quente (sobre a terra) é menor que a densidade do ar menos quente (sobre a água), e isso acaba gerando células de circulação local análogas a sistemas de alta e baixa pressão. No caso, alta sobre a água, baixa sobre a terra. Nas áreas com pressão mais elevada, a circulação diverge e o vento tende a ir para regiões de mais baixa pressão. Nas áreas de baixa pressão, o ar tende a ascender e nas de alta o ar tende a descer. O que precisamos para a formação de nuvens? Levantamento de massas de ar. Esse é o motivo!

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Just now, Vinicius Lucyrio said:

 

Essa supressão na formação de nebulosidade sobre grandes represas ou lagos, ou com algum deslocamento (mas mesmo assim próximo), é o fenômeno da brisa lacustre. Durante o dia a superfície da terra aquece muito mais rápido que a superfície da água, e com isso durante o dia a temperatura do ar sobre a massa d'água é menor. A densidade do ar mais quente (sobre a terra) é menor que a densidade do ar menos quente (sobre a água), e isso acaba gerando células de circulação local análogas a sistemas de alta e baixa pressão. No caso, alta sobre a água, baixa sobre a terra. Nas áreas com pressão mais elevada, a circulação diverge e o vento tende a ir para regiões de mais baixa pressão. Nas áreas de baixa pressão, o ar tende a ascender e nas de alta o ar tende a descer. O que precisamos para a formação de nuvens? Levantamento de massas de ar. Esse é o motivo!

Suspeitei desde o princípio kkkkkk. Nunca tinha ouvido falar o termo "brisa lacustre", mas então é isso mesmo! A represa cria um microclima mais ameno, mais denso com pressão maior do que em áreas com maior aquecimento superficial. Isso acontece direto Vinicius, é impressionante. Entretanto, com o vento pode ocorrer ligeiras variações, como um Cb em terra direcionar em direção a represa.

Mas para fazermos justiça, percebo que em dias tórridos (como os que ocorreram em outubro e novembro do ano passado, com temperaturas superiores a 36ºC chegando a 38,9ºC em um dos dias) ocorre um efeito retardado, pois com a acumulação de calor diurna quando chega a noite a água fica mais quente que a superfície da terra (calor específico da água é maior (cal/gºC)), e daí as vezes acontece de gerar belas Cbs a noite sobre a região, inclusive de madrugada, compensando esse efeito chato de alta pressão diurna (me corrija estiver enganado). 

Obrigado pelas explicações.

Edited by Lucas Centurion
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Os próximos 10 dias serão marcados por chuvas bem irregulares no estado de São Paulo, sobretudo regiões centro, sul e oeste; a porção mais ao norte e leste deve ter convecção livre com uma maior frequência. O motivo é a entrada de dois sistemas de alta pressão rentes ao litoral: um dia 17 e outro dia 25. Após 7 dias, é bom ter mais cautela, mas o cenário tem se mantido nas últimas rodadas do ECMWF. A entrada da primeira alta vem acompanhada de ondulação na circulação em médios e altos níveis, condizentes com entrada de ar mais frio e mais seco; o mesmo sistema causará temperaturas baixas no Sul a partir de amanhã. A amplitude térmica em boa parte do interior paulista deve ser alta para a época em boa parte dos próximos 7 dias, com mínimas até baixas em regiões onde há maior propensão a acúmulo de ar frio. Mesmo com ar mais frio atuando em regiões mais próximas ao litoral, a presença de núcleos de alta pressão em 500 mantém o céu aberto o calor da tarde não dá trégua (embora venha acompanhado de umidade mais baixa).

 

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Ao mesmo tempo em que as chuvas se tornam mais escassas no interior de São Paulo, elas podem ser muito volumosas no litoral do PR, SP e boa parte do RJ. Outro local que deve receber chuvas com maior regularidade é a faixa que vai desde o MT até o ES. Atenção para os altos acumulados previstos pelo Euro para o ES e MG com a entrada da segunda frente lá pelo dia 24/25, mas como está longe há boas chances de mudar. Interessante a convergência do ECMWF com o GFS na última rodada em relação aos acumulados:

 

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Just now, Vinicius Lucyrio said:

Os próximos 10 dias serão marcados por chuvas bem irregulares no estado de São Paulo, sobretudo regiões centro, sul e oeste; a porção mais ao norte e leste deve ter convecção livre com uma maior frequência. O motivo é a entrada de dois sistemas de alta pressão rentes ao litoral: um dia 17 e outro dia 25. Após 7 dias, é bom ter mais cautela, mas o cenário tem se mantido nas últimas rodadas do ECMWF. A entrada da primeira alta vem acompanhada de ondulação na circulação em médios e altos níveis, condizentes com entrada de ar mais frio e mais seco; o mesmo sistema causará temperaturas baixas no Sul a partir de amanhã. A amplitude térmica em boa parte do interior paulista deve ser alta para a época em boa parte dos próximos 7 dias, com mínimas até baixas em regiões onde há maior propensão a acúmulo de ar frio. Mesmo com ar mais frio atuando em regiões mais próximas ao litoral, a presença de núcleos de alta pressão em 500 mantém o céu aberto o calor da tarde não dá trégua (embora venha acompanhado de umidade mais baixa).

 

image.thumb.png.14f9597e558fc88e6ad7c5d4b662b578.png

 

Ao mesmo tempo em que as chuvas se tornam mais escassas no interior de São Paulo, elas podem ser muito volumosas no litoral do PR, SP e boa parte do RJ. Outro local que deve receber chuvas com maior regularidade é a faixa que vai desde o MT até o ES. Atenção para os altos acumulados previstos pelo Euro para o ES e MG com a entrada da segunda frente lá pelo dia 24/25, mas como está longe há boas chances de mudar. Interessante a convergência do ECMWF com o GFS na última rodada em relação aos acumulados:

 

image.thumb.png.a8e7edbd47dc1ad4b2aa89b2b6d4e17d.pngimage.thumb.png.aa5fbfe8d712e5a59b8766fd16c9b38f.png

Tristeza define.. Ainda mais pra quem contava com uma ZCAS. 😕😒

Edited by Lucas Centurion
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22 horas atrás, Felipe S Monteiro disse:

E as fotos ?

algumas então, hehe 
1 - Eu e meu irmão gêmeo André. Parte da frente da casa principal da fazenda. No fundo tem um vale, montanhas lá no fundo e sei que tem um cânion em alguma direção e não é o Guartelá, o mais famoso da região.
2 - Quadro feito pelo filho da atual dona da parte principal da fazenda. SIm tem um lago nela.
3 - Eu, lendo um livro das fazendas que existiam na região, inclusive sobre a fazenda Santo André, esta das fotos e que fui ontem.  Fala a ordem a quem pertenceu a fazenda. Acho que o primeiro dono (não da minha família), foi da época dos tropeiros, do caminho do Viamão até Sorocaba. Na história da fazenda tem o nome do meu tataravô (ou trisavô?) e alguns donos depois que ele vendeu. O livro é a até recente, fala da aquisição da fazenda pela família da atual dona. O tamanho da mesa assusta. 
4 - Imagem aérea da Fazenda. Não sei como foi feita, mas achei bacana.

Eu fiquei só imaginando esse campo aberto, o frio que deve fazer no inverno. Ontem só por estar na área urbana de Castro e na fazenda eu já senti uma diferença considerável de temperatura.  E não sei, não da pra dizer por um único dia, mas aparentemente e provavelmente deva ser bem mais frio que Curitiba a região da fazenda. Tem no Google Maps uma região chamada Santo André. É por causa da fazenda mesma, histórica na região. 

imag 1 eu and fz st an.jpg

quadro fz san.jpg

mesa eu.jpg

aerea.jpg

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18 horas atrás, Matheus Vinicius disse:

Aqui em Curitiba fazem 19°.

Uma temperatura bem agradável, coloquei o colchão aqui fora de casa e vou dormir aqui.

Para ter uma noite mais fresca...

No verão a casa sempre fica quente a noite.

ta maluco? Os mosquitos iriam (agora já foi né) "comer vc vivo".
Noite no verão = paraíso de mosquitos. Tanto que umas 70% das noites que durmo (no Verão), coloco o aparelho com pastilha para tirar os mosquitos e eles não atrapalharem meu sono.

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17 minutos atrás, Lucas Centurion disse:

Suspeitei desde o princípio kkkkkk. Nunca tinha ouvido falar o termo "brisa lacustre", mas então é isso mesmo! A represa cria um microclima mais ameno, mais denso com pressão maior o que em áreas com maior aquecimento superficial. Com o vento pode ocorrer ligeiras variações, como um Cb em terra direcionar em direção a represa. Mas isso acontece direto Vinicius, é impressionante.

Mas para fazermos justiça, percebo que em dias tórridos (como os que ocorreram em outubro e novembro do ano passado, com temperaturas superiores a 36ºC chegando a 38,9ºC em um dos dias) ocorre um efeito retardado, pois com a acumulação de calor diurna quando chega a noite a água fica mais quente que a superfície da terra (calor específico da água é maior (cal/gºC)), e daí as vezes acontece de gerar belas Cbs a noite sobre a região, inclusive de madrugada, compensando esse efeito chato de alta pressão diurna (me corrija estiver enganado). 

Obrigado pelas explicações.

 

Durante a noite a situação se inverte devido a capacidade da água em armazenar calor. Aí as áreas com alta pressão passam a ser sobre a superfície da terra e baixa sobre a água.

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Agora, Rafael Rezende de loyola disse:

ta maluco? Os mosquitos iriam (agora já foi né) "comer vc vivo".
Noite no verão = paraíso de mosquitos. Tanto que umas 70% das noites que durmo (no Verão), coloco o aparelho com pastilha para tirar os mosquitos e eles não atrapalharem meu sono.

Lá fora não tinha muito mosquito não.

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Olha isso: 

image.thumb.png.c62cfdafadff8ebc7f42e8e93550c197.png

 

 

Ainda bem que pela ultima rodada do Europeu esses 1091mm vão ficar no oceano. Imagina isso em terra? Não quero e nem consigo imaginar

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18 minutos atrás, Rafael Rezende de loyola disse:

algumas então, hehe 
1 - Eu e meu irmão gêmeo André. Parte da frente da casa principal da fazenda. No fundo tem um vale, montanhas lá no fundo e sei que tem um cânion em alguma direção e não é o Guartelá, o mais famoso da região.
2 - Quadro feito pelo filho da atual dona da parte principal da fazenda. SIm tem um lago nela.
3 - Eu, lendo um livro das fazendas que existiam na região, inclusive sobre a fazenda Santo André, esta das fotos e que fui ontem.  Fala a ordem a quem pertenceu a fazenda. Acho que o primeiro dono (não da minha família), foi da época dos tropeiros, do caminho do Viamão até Sorocaba. Na história da fazenda tem o nome do meu tataravô (ou trisavô?) e alguns donos depois que ele vendeu. O livro é a até recente, fala da aquisição da fazenda pela família da atual dona. O tamanho da mesa assusta. 
4 - Imagem aérea da Fazenda. Não sei como foi feita, mas achei bacana.

Eu fiquei só imaginando esse campo aberto, o frio que deve fazer no inverno. Ontem só por estar na área urbana de Castro e na fazenda eu já senti uma diferença considerável de temperatura.  E não sei, não da pra dizer por um único dia, mas aparentemente e provavelmente deva ser bem mais frio que Curitiba a região da fazenda. Tem no Google Maps uma região chamada Santo André. É por causa da fazenda mesma, histórica na região. 

imag 1 eu and fz st an.jpg

quadro fz san.jpg

mesa eu.jpg

aerea.jpg

Esse lugar é bonito mesmo, e o casarão tem aspecto de ser bem antigo, quanto a foto aérea, existem algumas empresas que oferecem esse serviço, eles tiram as fotos e vendem bem caro, me lembro que em 2014 eu vi uma cobrando 300 reais, agora deve estar bem mais

 

 

Pra não ficar 100% off topic, agora 33,4°, e diferente dos dias passados, nenhuma instabilidade se formou, o céu tem poucas nuvens, essa frente fria quebrou o sistema de chuvas que vinha reinando nas últimas semanas

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Se eu fosse o dono da fazenda e tivesse dinheiro sobrando, eu instalava uma estação nela, com toda a certeza. Fiquei curioso com o frio dela, hehe

Edited by Rafael Rezende de loyola
erro na digitação
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19 minutos atrás, LucasFSopranos disse:

Olha isso: 

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Ainda bem que pela ultima rodada do Europeu esses 1091mm vão ficar no oceano. Imagina isso em terra? Não quero e nem consigo imaginar


Assustador!

 

Tem uma área ali próxima da Grande Vitória no intervalo de 400~500 mm, o que certamente já enseja preocupação. 

Edited by Pedro Victor P.
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Agora, Vinicius Lucyrio disse:

Os próximos 10 dias serão marcados por chuvas bem irregulares no estado de São Paulo, sobretudo regiões centro, sul e oeste; a porção mais ao norte e leste deve ter convecção livre com uma maior frequência. O motivo é a entrada de dois sistemas de alta pressão rentes ao litoral: um dia 17 e outro dia 25. Após 7 dias, é bom ter mais cautela, mas o cenário tem se mantido nas últimas rodadas do ECMWF. A entrada da primeira alta vem acompanhada de ondulação na circulação em médios e altos níveis, condizentes com entrada de ar mais frio e mais seco; o mesmo sistema causará temperaturas baixas no Sul a partir de amanhã. A amplitude térmica em boa parte do interior paulista deve ser alta para a época em boa parte dos próximos 7 dias, com mínimas até baixas em regiões onde há maior propensão a acúmulo de ar frio. Mesmo com ar mais frio atuando em regiões mais próximas ao litoral, a presença de núcleos de alta pressão em 500 mantém o céu aberto o calor da tarde não dá trégua (embora venha acompanhado de umidade mais baixa).

 

image.thumb.png.14f9597e558fc88e6ad7c5d4b662b578.png

 

Ao mesmo tempo em que as chuvas se tornam mais escassas no interior de São Paulo, elas podem ser muito volumosas no litoral do PR, SP e boa parte do RJ. Outro local que deve receber chuvas com maior regularidade é a faixa que vai desde o MT até o ES. Atenção para os altos acumulados previstos pelo Euro para o ES e MG com a entrada da segunda frente lá pelo dia 24/25, mas como está longe há boas chances de mudar. Interessante a convergência do ECMWF com o GFS na última rodada em relação aos acumulados:

 

image.thumb.png.a8e7edbd47dc1ad4b2aa89b2b6d4e17d.pngimage.thumb.png.aa5fbfe8d712e5a59b8766fd16c9b38f.png

 

Para SP, estão bem semelhantes os mapas. Para MG, RJ e ES, a diferença está na posição do canal de umidade. Mais ao norte pelo Europeu, mais ao sul pelo GFS. Pequenos detalhes farão a diferença nos próximos dias. 

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MeteoBlue confirmar que em 48 horas devemos ter um dia bem diferente de hoje e do que será amanhã, com máxima de 21°. A pausa no calor acima da média será de apenas dois Dias, no caso sexta-feira e sábado.... Melhor do que nada .  

A defesa civil já mandou SMS pro meu celular alertando sobre previsao de chuvas intensa na região de Curitiba nas próximas horas.

Edited by Lucas Venturini
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As chances de chuva para Fortaleza para o período entre a manhã de sexta e a madrugada de domingo continuam relativamente altas. Vamos ver... 🧐🧐🧐🧐🧐🧐🧐🧐

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Depois de um dia inteiro de sol, calor e praticamente sem nuvens em boa parte do estado de SP, agora na região de Bauru alguns Cbs começam a se formar para a alegria dos Bauruenses. Foto da torre SOS WIFI - Ed Caravela, no site Clima ao Vivo.236363589_ScreenShot2020-01-15at19_16_16.png.ca0c9a64c0e67e4ac6df068371b20147.png
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Em Bacuriti TºC de 28,4ºC, abafado, vento fraco e sem nenhuma nuvem.

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30,8°, 66% de umidade, hoje não teve cb, Shelf Cloud nem nada, as cumulus começavam a crescer e logo se inclinavam e se dispersavam

20200115_193201.jpg

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2 horas atrás, LucasFSopranos disse:

Olha isso: 

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Ainda bem que pela ultima rodada do Europeu esses 1091mm vão ficar no oceano. Imagina isso em terra? Não quero e nem consigo imaginar

Sou da Grande Vitória, estou acompanhando essas projeções e são assustadoras... em 5 dias, teríamos quase o dobro de chuva do que tivemos na tragédia de dezembro de 2013.

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