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Brasil Abaixo de Zero
Felipe S Monteiro

Recordes e médias pluviométricas da sua cidade

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15 minutos atrás, LeoP disse:

 

É sim.

 

Sobre os climas, o que mais me incomoda é o frio constante, a escassez de sol e a secura.

 

Nessa perspectiva, o centro-sul de Minas Gerais é bem privilegiado, pois não faz frio prolongado, nem calor demais, a insolação é agradável (não é muito alta nem baixa) e chove em bons volumes sem fazer a gente virar sapo.

 

Aliás, o Brasil tem inúmeras cidades com climas agradáveis na metade sul do sudeste e na região Sul. 

 

 

Eu acho o clima daqui quase perfeito. A única reclamação é esses três meses com pouquíssima chuva. Se a chuva fosse mais bem distribuída nos meses mais frios seria perfeito. Até quando faz muito calor não é tão desagradável como em outros lugares por causa da baixíssima umidade. 

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Em 07/12/2019 em 23:47, Wallace Rezende disse:

 

Maior chuva diária: 349,4 mm (Engenho de Dentro/INMET, em 26/02/1971)

Observando a tabela de maiores chuvas do Alerta Rio vemos chuva bem maior que essa, sem levar em consideração o horário das 09:00 (12UTC). Tem incríveis 360mm no Sumaré naquele evento de abril de 2010, que foi danoso. Depois, entre o 2º e o 9º lugar TODOS são acumulados do dia 09/04/2019, aquele evento que foi bem forte, bem concentrado no entorno do Maciço da Tijuca mas que atingiu bem a cidade como um todo. E o último posto é 26/04/2011. Detalhe interessante: levando em consideração que os registros do Alerta Rio se iniciaram em 1997, pegando essa tabela das maiores chuvas, vemos que todas as 10 maiores chuvas registradas nos últimos 22 anos foram no mês de Abril. Obviamente, levando também em conta que 8 das 10 são em um mesmo dia. Mas é interessante.

Da minha vida, em quase 30 anos, as duas maiores chuvas que presenciei foram exatamente em abril: aquela que pra mim foi a maior que já presenciei da noite de 05/04/2010, talvez não em volume medido, mas em volume sentido, presenciado, que causou mais estrago generalizado e não em menos regiões; e a de 09/04/2019, esta já mais localizada no entorno do Maciço da Tijuca mas que atingiu bem o resto da cidade também.

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Aproveitando: alguém tem os recordes pluviométricos do CGE(Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da cidade de São Paulo), em quais bairros foram?

Deve ser muito interessante.

Aproveitando, alguém tem os recordes detalhados de Curitiba(Simepar e INMET)?

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7 horas atrás, fsorf9rj disse:

Observando a tabela de maiores chuvas do Alerta Rio vemos chuva bem maior que essa, sem levar em consideração o horário das 09:00 (12UTC). Tem incríveis 360mm no Sumaré naquele evento de abril de 2010, que foi danoso. Depois, entre o 2º e o 9º lugar TODOS são acumulados do dia 09/04/2019, aquele evento que foi bem forte, bem concentrado no entorno do Maciço da Tijuca mas que atingiu bem a cidade como um todo. E o último posto é 26/04/2011. Detalhe interessante: levando em consideração que os registros do Alerta Rio se iniciaram em 1997, pegando essa tabela das maiores chuvas, vemos que todas as 10 maiores chuvas registradas nos últimos 22 anos foram no mês de Abril. Obviamente, levando também em conta que 8 das 10 são em um mesmo dia. Mas é interessante.

Da minha vida, em quase 30 anos, as duas maiores chuvas que presenciei foram exatamente em abril: aquela que pra mim foi a maior que já presenciei da noite de 05/04/2010, talvez não em volume medido, mas em volume sentido, presenciado, que causou mais estrago generalizado e não em menos regiões; e a de 09/04/2019, esta já mais localizada no entorno do Maciço da Tijuca mas que atingiu bem o resto da cidade também.

 

Sim, estou ciente, e de fato são registros perfeitamente válidos.  A chuva que caiu entre a noite do dia 5 e a madrugada do dia 6 de abril de 2010 pode ser considerada a maior do século XXI na cidade do Rio de Janeiro (acumulado diário médio na cidade), e detonou a famosa tragédia do Morro do Bumba aqui em Niterói (onde, infelizmente, não havia pluviômetros em operação na época).  Não foi uma chuva de intensidade notável (os máximos horários variaram entre 30 e 40 mm na maioria das estações, apenas São Cristóvão chegou aos 50 mm por hora) mas, como choveu com intensidade entre fraca e forte sem parar por umas 12 horas, o acumulado final foi muito grande, e o solo ficou encharcado (março de 2010 foi o mais chuvoso do século XXI na capital fluminense, e o solo já previamente muito úmido piorou as consequências das chuvas de abril).

 

Foi somente para manter a coerência histórica que optei por não incluir estes registros na lista, pois quando não se fixa o horário da observação a chance de pegar um valor maior aumenta muito, e este recurso (que a rede Alerta Rio oferece, de conferir os totais com resolução de 15 minutos) não existia até 1997, apesar de os piores temporais terem ocorrido antes deste ano.

 

Pela rede INMET (horário fixo) os maiores totais diários da chuva de abril de 2010 (06/04/2010) foram:

 

204 mm no Alto da Boa Vista

178 mm na Saúde (centro)

165 mm em Santa Cruz

135 mm em Realengo

 

A chuva de abril de 2019 (entre os dias 8 e 9) trouxe acumulados pontais até maiores que a de 2010 (além do máximo horário ter sido muito maior em 2019, até 90 mm por hora no Alerta Rio e 101 mm por hora no Cemaden), mas os maiores volumes ficaram concentrados na zona sul e em parte da zona oeste da capital, além do Maciço da Tijuca, como você mencionou (na média da cidade toda, choveu mais em 05-06/04/2010, principalmente na zona norte e na região central).

 

O INMET registrou 288 mm no Forte de Copacabana em 09/04/2019 (horário das 12Z), e o Alto da Boa Vista 291 mm (idem).  Já no Centro da cidade o acumulado foi de “apenas” 85 mm, uma chuva volumosa comum para abril (chegou a 223 mm em 1883).

 

Mas a chuva que trouxe a maior área com mais de 300 mm por dia na capital (desde o século XX pelo menos) foi a de 25-26/02/1971 (centrada na zona norte e parte da zona oeste), quando um trecho desde a Grande Tijuca até a divisa com a Baixada Fluminense superou os 300 mm/dia (vários pluviômetros do INEA registraram esta chuva, que foi responsável por recordes nunca mais alcançados também nas estações do INMET em Santa Cruz, Bangu, Penha, Engenho de Dentro, e na antiga estação de São Bento em Duque de Caxias).

 

Na área do Maciço da Tijuca, a chuva de 01/1966 foi a maior em volume total, assim como foi a pior no Centro do Rio e a mais severa em Niterói também.  A antiga estação pluviométrica da Praça Barão de Corumbá (na base do maciço, ZN da capital) registrou 287 mm no dia 11 e 271 mm no dia 12 de janeiro de 1966 (horário fixo, deve ter passado muito disso o máximo em 24 horas), totalizando 558 mm em no máximo 48 horas.

 

Fica uma menção honrosa ao temporal de fevereiro de 1996.  Na verdade foram duas chuvas muito fortes num intervalo de 24 horas (e bem localizadas, boa parte da cidade nem tomou conhecimento), mas que caíram em dois dias meteorológicos diferentes.  Uma da madrugada ao amanhecer do dia 13/02 (centrada entre as vertentes sul e oeste do Maciço da Tijuca), e a outra na noite do mesmo dia 13/02 (mais entre a vertente oeste do Maciço da Tijuca e a leste do Maciço da Pedra Branca, pegando parte da Baixada de Jacarepaguá).  Na interseção entre os dois temporais, ou seja encosta oeste do Maciço da Tijuca, é muito provável que a chuva tenha superado os 400 mm em 24 horas; os deslizamentos nesta área foram muito concentrados, mais do que qualquer coisa registrada em 04/2010.  Este evento foi o grande responsável por tirarem do papel (ou seja, por implementarem) o monitoramento pluviométrico do Alerta Rio.

 

O mês mais chuvoso, em média, foi mesmo fevereiro de 1988, quando choveu mais de 500 mm em pelo menos 2/3 da cidade, e pontualmente em torno dos 1000 mm no Maciço da Tijuca (embora o máximo diário tenha sido bem menor que em outras ocasiões, entre 150 e 200 mm).

 

Edited by Wallace Rezende
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12 horas atrás, Wallace Rezende disse:

 

Sim, estou ciente, e de fato são registros perfeitamente válidos.  A chuva que caiu entre a noite do dia 5 e a madrugada do dia 6 de abril de 2010 pode ser considerada a maior do século XXI na cidade do Rio de Janeiro (acumulado diário médio na cidade), e detonou a famosa tragédia do Morro do Bumba aqui em Niterói (onde, infelizmente, não havia pluviômetros em operação na época).  Não foi uma chuva de intensidade notável (os máximos horários variaram entre 30 e 40 mm na maioria das estações, apenas São Cristóvão chegou aos 50 mm por hora) mas, como choveu com intensidade entre fraca e forte sem parar por umas 12 horas, o acumulado final foi muito grande, e o solo ficou encharcado (março de 2010 foi o mais chuvoso do século XXI na capital fluminense, e o solo já previamente muito úmido piorou as consequências das chuvas de abril).

 

Foi somente para manter a coerência histórica que optei por não incluir estes registros na lista, pois quando não se fixa o horário da observação a chance de pegar um valor maior aumenta muito, e este recurso (que a rede Alerta Rio oferece, de conferir os totais com resolução de 15 minutos) não existia até 1997, apesar de os piores temporais terem ocorrido antes deste ano.

 

Pela rede INMET (horário fixo) os maiores totais diários da chuva de abril de 2010 (06/04/2010) foram:

 

204 mm no Alto da Boa Vista

178 mm na Saúde (centro)

165 mm em Santa Cruz

135 mm em Realengo

 

A chuva de abril de 2019 (entre os dias 8 e 9) trouxe acumulados pontais até maiores que a de 2010 (além do máximo horário ter sido muito maior em 2019, até 90 mm por hora no Alerta Rio e 101 mm por hora no Cemaden), mas os maiores volumes ficaram concentrados na zona sul e em parte da zona oeste da capital, além do Maciço da Tijuca, como você mencionou (na média da cidade toda, choveu mais em 05-06/04/2010, principalmente na zona norte e na região central).

 

O INMET registrou 288 mm no Forte de Copacabana em 09/04/2019 (horário das 12Z), e o Alto da Boa Vista 291 mm (idem).  Já no Centro da cidade o acumulado foi de “apenas” 85 mm, uma chuva volumosa comum para abril (chegou a 223 mm em 1883).

 

Mas a chuva que trouxe a maior área com mais de 300 mm por dia na capital (desde o século XX pelo menos) foi a de 25-26/02/1971 (centrada na zona norte e parte da zona oeste), quando um trecho desde a Grande Tijuca até a divisa com a Baixada Fluminense superou os 300 mm/dia (vários pluviômetros do INEA registraram esta chuva, que foi responsável por recordes nunca mais alcançados também nas estações do INMET em Santa Cruz, Bangu, Penha, Engenho de Dentro, e na antiga estação de São Bento em Duque de Caxias).

 

Na área do Maciço da Tijuca, a chuva de 01/1966 foi a maior em volume total, assim como foi a pior no Centro do Rio e a mais severa em Niterói também.  A antiga estação pluviométrica da Praça Barão de Corumbá (na base do maciço, ZN da capital) registrou 287 mm no dia 11 e 271 mm no dia 12 de janeiro de 1966 (horário fixo, deve ter passado muito disso o máximo em 24 horas), totalizando 558 mm em no máximo 48 horas.

 

Fica uma menção honrosa ao temporal de fevereiro de 1996.  Na verdade foram duas chuvas muito fortes num intervalo de 24 horas (e bem localizadas, boa parte da cidade nem tomou conhecimento), mas que caíram em dois dias meteorológicos diferentes.  Uma da madrugada ao amanhecer do dia 13/02 (centrada entre as vertentes sul e oeste do Maciço da Tijuca), e a outra na noite do mesmo dia 13/02 (mais entre a vertente oeste do Maciço da Tijuca e a leste do Maciço da Pedra Branca, pegando parte da Baixada de Jacarepaguá).  Na interseção entre os dois temporais, ou seja encosta oeste do Maciço da Tijuca, é muito provável que a chuva tenha superado os 400 mm em 24 horas; os deslizamentos nesta área foram muito concentrados, mais do que qualquer coisa registrada em 04/2010.  Este evento foi o grande responsável por tirarem do papel (ou seja, por implementarem) o monitoramento pluviométrico do Alerta Rio.

 

O mês mais chuvoso, em média, foi mesmo fevereiro de 1988, quando choveu mais de 500 mm em pelo menos 2/3 da cidade, e pontualmente em torno dos 1000 mm no Maciço da Tijuca (embora o máximo diário tenha sido bem menor que em outras ocasiões, entre 150 e 200 mm).

 

Em 1996 eu tinha 5 anos e morava no Vidigal. Lembro muito mal desse evento que você citou mas consultando meus pais ele confirmaram. Houve várias mortes nos deslizamentos da região. Foi chuva muito forte mesmo. Bem lembrado.

 

Como você disse, 2010 não foi recorde, os próprios dados mostram isso. Mas de impacto visível foi a maior que já presenciei. Lembro de pegar alagamento na Avenida Atlântica, coisa que nunca tinha visto e nunca mais vi. Foi exatamente o que você citou, choveu consideravelmente por horas seguidas. Não foi aquela chuva contínua fraca, mas sim moderada e forte. Naquele dia eu estava no Leme e não consegui voltar pra Vila Isabel. Só voltei na manhã do dia 06, com a cidade um caos. Vi um estado de catástrofe, literalmente. Alagamento em locais que nunca tinha visto, árvores e muros caídos, canais transbordando que não costumam transbordar. Foi terrível. Nunca mais vi algo do tipo, nem a de agora de 2019, que foi bem forte e veio acompanha de rajadas de vento fortíssimas, o que também causou um impacto gigantesco por conta das inúmeras árvores derrubadas.

 

1988 e 1966 são clássicos da nossa cidade, em termos chuva. Sempre que se fala nas grandes chuvas cariocas esses anos são lembrados.

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22 horas atrás, Wallace Rezende disse:

 

Sim, estou ciente, e de fato são registros perfeitamente válidos.  A chuva que caiu entre a noite do dia 5 e a madrugada do dia 6 de abril de 2010 pode ser considerada a maior do século XXI na cidade do Rio de Janeiro (acumulado diário médio na cidade), e detonou a famosa tragédia do Morro do Bumba aqui em Niterói (onde, infelizmente, não havia pluviômetros em operação na época).  Não foi uma chuva de intensidade notável (os máximos horários variaram entre 30 e 40 mm na maioria das estações, apenas São Cristóvão chegou aos 50 mm por hora) mas, como choveu com intensidade entre fraca e forte sem parar por umas 12 horas, o acumulado final foi muito grande, e o solo ficou encharcado (março de 2010 foi o mais chuvoso do século XXI na capital fluminense, e o solo já previamente muito úmido piorou as consequências das chuvas de abril).

 

Foi somente para manter a coerência histórica que optei por não incluir estes registros na lista, pois quando não se fixa o horário da observação a chance de pegar um valor maior aumenta muito, e este recurso (que a rede Alerta Rio oferece, de conferir os totais com resolução de 15 minutos) não existia até 1997, apesar de os piores temporais terem ocorrido antes deste ano.

 

Pela rede INMET (horário fixo) os maiores totais diários da chuva de abril de 2010 (06/04/2010) foram:

 

204 mm no Alto da Boa Vista

178 mm na Saúde (centro)

165 mm em Santa Cruz

135 mm em Realengo

 

A chuva de abril de 2019 (entre os dias 8 e 9) trouxe acumulados pontais até maiores que a de 2010 (além do máximo horário ter sido muito maior em 2019, até 90 mm por hora no Alerta Rio e 101 mm por hora no Cemaden), mas os maiores volumes ficaram concentrados na zona sul e em parte da zona oeste da capital, além do Maciço da Tijuca, como você mencionou (na média da cidade toda, choveu mais em 05-06/04/2010, principalmente na zona norte e na região central).

 

O INMET registrou 288 mm no Forte de Copacabana em 09/04/2019 (horário das 12Z), e o Alto da Boa Vista 291 mm (idem).  Já no Centro da cidade o acumulado foi de “apenas” 85 mm, uma chuva volumosa comum para abril (chegou a 223 mm em 1883).

 

Mas a chuva que trouxe a maior área com mais de 300 mm por dia na capital (desde o século XX pelo menos) foi a de 25-26/02/1971 (centrada na zona norte e parte da zona oeste), quando um trecho desde a Grande Tijuca até a divisa com a Baixada Fluminense superou os 300 mm/dia (vários pluviômetros do INEA registraram esta chuva, que foi responsável por recordes nunca mais alcançados também nas estações do INMET em Santa Cruz, Bangu, Penha, Engenho de Dentro, e na antiga estação de São Bento em Duque de Caxias).

 

Na área do Maciço da Tijuca, a chuva de 01/1966 foi a maior em volume total, assim como foi a pior no Centro do Rio e a mais severa em Niterói também.  A antiga estação pluviométrica da Praça Barão de Corumbá (na base do maciço, ZN da capital) registrou 287 mm no dia 11 e 271 mm no dia 12 de janeiro de 1966 (horário fixo, deve ter passado muito disso o máximo em 24 horas), totalizando 558 mm em no máximo 48 horas.

 

Fica uma menção honrosa ao temporal de fevereiro de 1996.  Na verdade foram duas chuvas muito fortes num intervalo de 24 horas (e bem localizadas, boa parte da cidade nem tomou conhecimento), mas que caíram em dois dias meteorológicos diferentes.  Uma da madrugada ao amanhecer do dia 13/02 (centrada entre as vertentes sul e oeste do Maciço da Tijuca), e a outra na noite do mesmo dia 13/02 (mais entre a vertente oeste do Maciço da Tijuca e a leste do Maciço da Pedra Branca, pegando parte da Baixada de Jacarepaguá).  Na interseção entre os dois temporais, ou seja encosta oeste do Maciço da Tijuca, é muito provável que a chuva tenha superado os 400 mm em 24 horas; os deslizamentos nesta área foram muito concentrados, mais do que qualquer coisa registrada em 04/2010.  Este evento foi o grande responsável por tirarem do papel (ou seja, por implementarem) o monitoramento pluviométrico do Alerta Rio.

 

O mês mais chuvoso, em média, foi mesmo fevereiro de 1988, quando choveu mais de 500 mm em pelo menos 2/3 da cidade, e pontualmente em torno dos 1000 mm no Maciço da Tijuca (embora o máximo diário tenha sido bem menor que em outras ocasiões, entre 150 e 200 mm).

 

Wallace Rezende,

nesse evento de chuva extrema em janeiro de 1966, teve outras estações na zona do sul do Rio que registraram valores acima de 400mm nos dias 11 e 12 somados.Vi esses dados aqui no Baz, acho que foi algum baziano do Rio que publicou.

A quantidade de água que acumulou na rua Jardim Botânico e no próprio parque, deve ter sido absurda durante todo dia 11 e manhã do dia 12.

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Marinhonani, Jardim Botânico e Santa Teresa foram dois bairros que sentiram muito os efeitos das chuvas de 01/1966, sendo que em Santa Teresa os deslizamentos causaram várias mortes.  A estação de Santa Teresa/INMET, que existiu entre 1946 e 1990, estava sem dados neste período, mas provavelmente choveu mais que na parte baixa do Centro (Praça XV), onde o total somente dos dias 11 e 12 foi de 403 mm.  Para dar uma ideia, este volume registrado na Praça XV em no máximo 48 horas já seria, sozinho, o terceiro janeiro mais chuvoso entre 1851 e 2019 no Centro do Rio, atrás apenas de 1966 (óbvio, terminou com 617,6 mm) e 1962, com 473 mm!!

 

Fsorf9rj, na estação do Alerta Rio em Copacabana (na altura do posto 6, divisa com Ipanema), dois eventos de chuva se destacam desde o início do monitoramento em 1997: o de abril de 2019 (08/09), recorde em 24 horas (329,4 mm), e o de janeiro de 2003 (24/25), recordes em 1 hora (93,6 mm) e 4 horas (228 mm), sendo que o recorde para 4 horas na estação também foi o segundo maior acumulado já registrado pela rede neste intervalo de tempo, para todos os meses e anos desde 1997, atrás apenas dos 231,5 mm registrados em Campo Grande no dia 19/03/2000.  Neste evento de 01/2003, até trechos da faixa de areia de Copacabana ficaram alagados até o dia seguinte.

 

Aproveitando, alguns recordes de intensidade de chuva da rede Alerta Rio desde Janeiro de 1997:

 

15 minutos: 54 mm na Ilha do Governador, zona norte (10/01/1997, 21:30/21:45 HBV)

1 hora: 123,2 mm na Barra/Riocentro, zona oeste (14/02/2018, 22:45/23:45 HBV)

4 horas: 231,5 mm em Campo Grande, zona oeste (18 e 19/03/2000, 22:53/2:53)

24 horas: 360,2 mm no Sumaré, cume localizado entre as zonas norte e sul (05 e 06/04/2010, 17:35/17:35).

 

Este temporal de março de 2000 foi mais restrito à área de Campo Grande mesmo (bairro populoso já quase no extremo oeste da cidade do Rio, longe do Centro), pegando também bairros vizinhos com menor intensidade; na maior parte da cidade choveu pouco nesta ocasião.

 

O temporal de janeiro de 2003 ficou restrito à zona sul (mais forte na estação Copacabana) e partes do litoral da zona oeste; na zona norte e interior da zona oeste, além do Centro, foi uma chuva comum, sem volumes de destaque.

 

 

Edited by Wallace Rezende
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Itaporanga (PB)

 

Pluviômetro instalado em 30/09/1910

Lat -7.3

Lon -38.17

 

Médias referentes a 1910-2018 e chuvas acima de 100 mm referentes a 1910-2019

 

Média anual: 883.9 mm/58 dias de chuva 1 mm

Máximo: 2001.4 mm/106 dias de chuva 1 mm

Mínimo: 274.4 mm (1915)/24 dias de chuva 1 mm (2016)
 

Top 5 Máximas anuais

2001.4 mm 1974

1887.4 mm 1924

1701.5 mm 1935

1580.4 mm 1977

1557.6 mm 1925

 

Top 5 Mínimas anuais:

274.4 mm 1915

303.5 mm 1919

326.4 mm 2016

388.7 mm 2012

420.9 mm 1932

 

Obs.: Há o dado de 379.1 mm de 1993, mas há meses faltando. Achei melhor não incluir.

 

 

 

Dias com mais de 100mm

image.thumb.png.9211db568b59e6f4db74d1b30735feca.png

 

 

 

Média mensal

01 103.4 mm

02 154.6 mm

03 217.6 mm

04 175.6 mm

05   82.2 mm

06   37.1 mm

07   15.4 mm

08     5.4 mm

09     8.8 mm

10   13.0 mm

11   21.9 mm

12   48.9 mm

 

Máximo Mensal

01 442.6 mm 2004

02 481.2 mm 1924

03 534.6 mm 2006

04 650.3 mm 1924

05 323.6 mm 1924

06 214.1 mm 1935

07   96.7 mm 1977

08   90.3 mm 1914

09 154.6 mm 1976

10   92.2 mm 1942

11 167.6 mm 1974

12 212.2 mm 1944

 

Mínimo Mensal

01 0 mm 1949 e 1960

02 2.8 mm 1944

03 24.8 mm 1919

04 6.3 mm 1919

05 0 mm 1919, 1981, 1998, 2001 e 2010

06 a 12 0 mm Muitas ocasiões

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Chuvas na Cidade de São Paulo


Vou postar dados do IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo).

Além do IAG ter uma série mais longa, desde 1933, não tenho dados completos da estação do INMET-Mirante de Santana de antes de 1961.

Do Mirante, me faltam 1951, 1952, 1953 e 1960.

 

Obs.: O posto pluviométrico do Jardim da Luz, no centro da cidade, tem dados contínuos desde 1887, porém existem vários valores estranhos que divergem muito de dados de chuva de outras estações, principalmente na década de 1920.

Por exemplo, a grande seca de 1924/1925, documentada em várias fontes, parece que não existiu olhando-se os dados do Jardim da Luz.

É no mínimo estranho porque fontes da época, inclusive de jornais, atestam que o rio Tietê baixou tanto que podia ser atravessado tranquilamente a pé, de uma margem a outra.

 

      IAG

1. Médias mensais (1991-2017)

Jan : 279,0 mm

Fev:  236,8 mm

Mar: 183,7 mm

Abr:    85,3 mm

Mai:   63,9 mm

Jun:   58,5 mm

Jul:    51,1 mm

Ago:  35,6 mm

Set:   92,4 mm

Out: 117,9 mm

Nov: 155,4 mm

Dez: 199,1 mm

Ano: 1.558,6 mm

 

2. Evolução da média anual conforme as normais:

1931-1960: 1.238,5 mm

1961-1990: 1.442,9 mm

1991-2017: 1.558,6 mm

 

3. Anos mais chuvosos

2.236,0 mm (1983)

2.125,4 mm (2010)

1.948,8 mm (1976)

1.924,2 mm (1996)

1.918,7 mm (1991)

1.883,7 mm (2009)

1.866,9 mm (2012)

1.829,4 mm (2015)

1.752,0 mm (2000)

1.738,6 mm (2004)

 

4. Anos menos chuvosos

   849,8 mm (1933)

   866,4 mm (1963)

1.043,7 mm (1940)

1.059,5 mm (1954)

1.059,7 mm (1939)

1.067,6 mm (1944)

1.068,9 mm (2003)

1.070,8 mm (1984)

1.071,5 mm (1943)

1.071,7 mm (1934)

 

5. Recordes de máximos mensais

Jan:  653,2 mm (2010)

Fev:  469,6 mm (2019)

Mar: 470,7 mm (1991)

Abr:  215,4 mm (1991)

Mai:  246,3 mm (1987)

Jun: 224,5 mm (1983)

Jul:  206,9 mm (1989)

Ago: 140,4 mm (1976)

Set:  244,4 mm (1957)

Out: 225,7 mm (2001)

Nov: 359,7 mm (1978)

Dez: 386,4 mm (1986)

 

6. Recordes de mínimos mensais

Jan: 71,2 mm (1964)

Fev: 52,2 mm (1977)

Mar: 43,9 mm (1960)

Abr:    2,8 mm (2016)

Mai:   3,1 mm (1943)

Jun:   0,8 mm (1948)

Jul:    0,4 mm (2008)

Ago:  0,7 mm (2007)

Set:   3,7 mm (2007)

Out: 17,5 mm (1984)

Nov: 17,7 mm (1956)

Dez: 49,2 mm (1963)

 

7. Maiores totais em 24 horas

145,9 mm (06/03/1966)

139,3 mm (17/03/2009)

131,6 mm (25/02/1971)

121,0 mm (19/03/1991)

120,6 mm (06/02/1982)

119,2 mm (01/02/1983)

117,1 mm (12/01/2000)

117,0 mm (11/03/1948)

112,8 mm (21/02/2008)

111,5 mm (18/12/1960)

104,1 mm (16/12/2000)

103,6 mm (01/10/2001)

100,6 mm (27/11/2004)

100,2 mm (28/03/1968)

 

8. Observações

Anos mais chuvosos no Mirante:

2.123,0 mm (1976)

2.091,4 mm (1983)

2.023,2 mm (1996)

2.017,3 mm (2009)

2.009,3 mm (2006)

 

O Mirante registrou 0,0 mm em agosto de 2006 e em julho de 2007.

 

Médias no Mirante (1991-2018)

Jan:   292,2 mm

Fev:   249,2 mm

Mar:  229,1 mm

Abr:     84,9 mm

Mai:    66,7 mm

Jun:    60,3 mm

Jul:     44,5 mm

Ago:   33,3 mm

Set:    83,4 mm

Out:  130,1 mm

Nov: 145,0 mm

Dez: 230,0 mm

Anual: 1.645,2 mm

 

Evolução das médias anuais no Mirante

1931-1960: 1.425,3 mm

1961-1990: 1.454,8 mm

1991-2018: 1.645,2 mm

 

Edited by Aldo Santos
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Martins (RN)

 

Pluviômetro instalado em 1911

 

Lat -6.0833

Lon -37.9167

Alt 645 m

 

Médias referentes a 1911-2018 e chuvas acima de 100 mm referentes a 1911-2019

 

Médias

 

01 114.5 mm

02 176.1 mm

03 280.2 mm

04 259.8 mm

05 137.5 mm

06   62.0 mm

07   35.5 mm

08   11.4 mm

09     5.4 mm

10     8.8 mm

11   12.8 mm

12   29.3 mm

Anual 1133.3 mm

 

Máximos anuais

 

image.png.1cc54ebd1d8fd1c79e4b95ccae800f2c.png

 

Mínimos anuais

image.png.2b61520e79c60ef6a65475b0bf21cb60.png

 

Chuvas acima de 100 mm (clique pra ampliar)

image.thumb.png.63681ba5e2ec6d9cba673162a12fef2d.png

 

 

Máximos mensais

 

01 569.9 mm (2004), 420.5 mm (2002), 347 mm (2016), 342.6 mm (2000) e 331.8 mm (2011)

02 528.6 mm (1934), 514.1 mm (1985), 468.2 mm (1980), 453.5 mm (1963) e 413.9 mm (1924)

03 720.2 mm (1920), 669.1 mm (1981), 577.5 mm (1921), 543.4 mm (2008) e 525.5 mm (1947)

04 811.2 mm (1985), 739.8 mm (1974), 675.4 mm (1924), 602.5 mm (2018) e 564.9 mm (1955)

05 509.4 mm (2009), 411 mm (2006), 381.1 mm (1940), 352.1 mm (1974) e 335.4 mm (1945, 1994)

06 458.4 mm (1994), 265.5 mm (1977), 227 mm (2013), 198.8 mm (1918) e 192 mm (1951)

07 231.5 mm (1914), 198.2 mm (1975), 188 mm (1989), 123.8 mm (1995) e 120.9 mm (1969)

08 173.7 mm (1914), 103.9 mm (1972), 101 mm (2009), 98.2 mm (2000) e 60 mm (1996)

09 70.2 mm (1912), 70 mm (2000), 55 mm (1974), 39 mm (1990) e 30.6 mm (1975)

10 190.3 mm (1976), 138.7 mm (1939), 113 mm (2010), 77 mm (2011) e 60 mm (1914)

11 120.2 mm (1978), 113.3 mm (1921), 94 mm (2013), 78 mm (1986) e 64 mm (1939)

12 176 mm (1989), 151.4 mm (1913), 148 mm (1963), 143.5 mm (1985) e 133.4 mm (1915)

 

 

Depois vou ver se posto alguma do sul do CE, tem muitas interessantes naquela região de Juazeiro do Norte.

Edited by CloudCb
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Em 17/12/2019 em 19:50, Aldo Santos disse:

Chuvas na Cidade de São Paulo

IAG

5. Recordes de máximos mensais

Jan:  653,2 mm (2010)

Fev:  430,5 mm (1995)

Mar: 470,7 mm (1991)

Abr:  215,4 mm (1991)

Mai:  246,3 mm (1987)

Jun: 224,5 mm (1983)

Jul:  206,9 mm (1989)

Ago: 140,4 mm (1976)

Set:  244,4 mm (1957)

Out: 225,7 mm (2001)

Nov: 359,7 mm (1978)

Dez: 386,4 mm (1986)

Só uma correção: o recorde de fevereiro no IAG foi quebrado recentemente(469,6mm em 2019)

 

 

Em 17/12/2019 em 19:50, Aldo Santos disse:

Médias no Mirante (1991-2018)

Jan:   292,2 mm

Fev:   249,2 mm

Mar:  229,1 mm

Abr:     84,9 mm

Mai:    66,7 mm

Jun:    60,3 mm

Jul:     44,5 mm

Ago:   33,3 mm

Set:    83,4 mm

Out:  130,1 mm

Nov: 145,0 mm

Dez: 230,0 mm

Anual: 1.645,2 mm

 

Sobre a média semi-normal do Mirante 1991-2017, pude observar:

1- o aumento bastante expressivo das chuvas em março, o mais impressionante é que março está com praticamente o mesmo valor de dezembro;

2- janeiro ainda mais chuvoso, mas o aumento não foi tão expressivo se comparado com março;

3-o leve aumento nas chuvas em junho;

4- a diminuição das chuvas em maio e a leve redução em agosto.

5- Novembro quase não se alterou.

 

Edited by Darley
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4 horas atrás, CloudCb disse:

Martins (RN)

 

Pluviômetro instalado em 1911

 

Lat -6.0833

Lon -37.9167

Alt 645 m

 

Médias referentes a 1911-2018 e chuvas acima de 100 mm referentes a 1911-2019

 

Médias

 

01 114.5 mm

02 176.1 mm

03 280.2 mm

04 259.8 mm

05 137.5 mm

06   62.0 mm

07   35.5 mm

08   11.4 mm

09     5.4 mm

10     8.8 mm

11   12.8 mm

12   29.3 mm

Anual 1133.3 mm

 

Máximos anuais

 

image.png.1cc54ebd1d8fd1c79e4b95ccae800f2c.png

 

Mínimos anuais

image.png.2b61520e79c60ef6a65475b0bf21cb60.png

 

Chuvas acima de 100 mm (clique pra ampliar)

image.thumb.png.63681ba5e2ec6d9cba673162a12fef2d.png

 

 

Máximos mensais

 

01 569.9 mm (2004), 420.5 mm (2002), 347 mm (2016), 342.6 mm (2000) e 331.8 mm (2011)

02 528.6 mm (1934), 514.1 mm (1985), 468.2 mm (1980), 453.5 mm (1963) e 413.9 mm (1924)

03 720.2 mm (1920), 669.1 mm (1981), 577.5 mm (1921), 543.4 mm (2008) e 525.5 mm (1947)

04 811.2 mm (1985), 739.8 mm (1974), 675.4 mm (1924), 602.5 mm (2018) e 564.9 mm (1955)

05 509.4 mm (2009), 411 mm (2006), 381.1 mm (1940), 352.1 mm (1974) e 335.4 mm (1945, 1994)

06 458.4 mm (1994), 265.5 mm (1977), 227 mm (2013), 198.8 mm (1918) e 192 mm (1951)

07 231.5 mm (1914), 198.2 mm (1975), 188 mm (1989), 123.8 mm (1995) e 120.9 mm (1969)

08 173.7 mm (1914), 103.9 mm (1972), 101 mm (2009), 98.2 mm (2000) e 60 mm (1996)

09 70.2 mm (1912), 70 mm (2000), 55 mm (1974), 39 mm (1990) e 30.6 mm (1975)

10 190.3 mm (1976), 138.7 mm (1939), 113 mm (2010), 77 mm (2011) e 60 mm (1914)

11 120.2 mm (1978), 113.3 mm (1921), 94 mm (2013), 78 mm (1986) e 64 mm (1939)

12 176 mm (1989), 151.4 mm (1913), 148 mm (1963), 143.5 mm (1985) e 133.4 mm (1915)

 

 

Depois vou ver se posto alguma do sul do CE, tem muitas interessantes naquela região de Juazeiro do Norte.

CloudCb,

Martins deve ter temperaturas bem amenas, devido a altitude de 645 metros.

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17 horas atrás, Darley disse:

Só uma correção: o recorde de fevereiro no IAG foi quebrado recentemente(469,6mm em 2019).

 

Corrigido. 👍

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16 horas atrás, marinhonani disse:

CloudCb,

Martins deve ter temperaturas bem amenas, devido a altitude de 645 metros.

 

 

Nani, segundo o DCA, da UFCG, essas são as médias de temperatura de lá.

 

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Não sei de onde é essa metragem de 645 metros mas tenho família na região e na verdade a zona urbana da cidade se encontra toda acima dos 700 metros, chegando aos 750 metros na zona rural.

 

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Ao lado tem a cidade de Portalegre, com seus 650 metros em média. É uma região belíssima com mirantes, cachoeiras e cavernas e que aos poucos vem sendo fisgada pelo turismo. Tem um termômetro na praça central de Martins que chega a marcar 13/14ºC nas noites mais frias. Mas a melhor época na minha opinião é o auge do período chuvoso em Abril/Maio, quando as vezes ocorrem máximas sub-20 e a névoa cobre a cidade o dia todo.

 

54800.jpg

 

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32 minutos atrás, DaviOlrb disse:

Não sei de onde é essa metragem de 645 metros

 

Screenshot_20191225-133726.png.809e0d71a1b38a11ebf5ffce8113e621.png

 

Coloquei apenas a informação do pluviômetro.

Provavelmente ele se localiza nas regiões da borda da serra a NW de Martins.

Na nossa região quase todos (pelo menos aqui na PB) os pluviômetros oficiais ficam fora dos centros urbanos. 

 

 

Edit.

 

Pra exemplificar, a localização do pluviômetro da Aesa aqui em Pombal fica naquele local marcado em vermelho.

 

Screenshot_20191225-134453.png.3bd616ef37272ac2afaef86582c3e85c.png

 

Moro a cerca de 700 m de distância (ponto azul).

 

Muita gente reclama dessa localização aqui na cidade. Isso porque nesse ano, dia 18/01, ocorreu um evento de chuva intensa aqui na cidade, e naquela estrela amarela na parte superior da imagem chegou a acumular 95 mm (mais pra norte, nos bairros próximos da seta de norte-sul na imagem, teve registro de até 133 mm). Na oficial foram 40,4 mm (ponto vermelho). E eu tive 47 mm (ponto azul).

Edited by CloudCb
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Belo Horizonte

915m

Média: 1603mm / 96 dias de chuva

 

Min.497 / 43 dias de chuva (1mm ou mais)

Max.2305mm / 135 dias de chuva (1mm ou mais)

 

Top 5 Máximas anuais:

1983: 2305mm

2009: 2147mm

2008: 2024mm

2011: 2022mm

2004: 1931mm

 

Top 5 Mínimas anuais:

1963: 497mm

2014: 942mm

2019: 992mm

1990: 1034mm

1970: 1127mm

 

Médias por década:

1961 - 1970: 1433mm

1971 - 1980: 1467mm

1981 - 1990: 1502mm

1991 - 2000: 1587mm

2001 - 2010: 1680mm

2011 - 2020  1360mm

 

Dias com mais de 100mm

11/01/1962: 124.9mm

14/01/1964: 109.6mm

25/12/1969: 108.6mm

14/02/1978: 164.2mm

03/01/1982: 112.6mm

05/03/1989: 109.6mm

12/12/1992: 130.6mm

14/12/1995: 138.7mm

03/01/1997: 109.2mm

04/01/1997: 147.4mm

18/12/2000: 158.8mm

30/11/2006: 156.3mm

17/03/2009: 102.8mm

21/01/2013: 111.4mm

17/01/2016: 108.1mm

 

Total: 15 dias

 

Média mensal

01 329mm

02  181mm

03  198mm

04  74mm

05  28mm

06  10mm

07  8mm

08  15mm

09  55mm

10  105mm

11  240mm 

12  359mm

 

 

Histórico de chuvas ano a ano

1961: 1370

1962: 1981

1963: 497

1964: 1868

1965: 1868

1966: 1524

1967: 1280

1968: 1434

1969: 1388

1970: 1127

1971: 1542

1972: 1441

1973: 1450

1974: 1327

1975: 1421

1976: 1321

1977: 1201

1978: 1787

1979: 1714

1981: 1081 (falta janeiro)

1982: 1302

1983: 2305

1986: 1309

1988: 1253

1989: 1809

1990: 1034

1991: 1817

1992: 1693

1993: 1468

1994: 1448

1995: 1790

1996: 1712

1997: 1516

1998: 1510

1999: 1341

2000: 1578

2001: 1456

2002: 1485

2003: 1720

2004: 1931

2005: 1616

2006: 1565

2007: 1163

2008: 2024

2009: 2147

2010: 1700

2011: 2022

2012: 1336

2013: 1568

2014: 942

2015: 1240

2016: 1372

2017: 1155

2018: 1617

2019: 992

 

Vou completando aos poucos. Dá um trabalho fazer isso...

Edited by LeoP
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4 horas atrás, LeoP disse:

Belo Horizonte

915m

Média: 1603mm / 96 dias de chuva

 

Uma ajudinha, este anuário tem os totais anuais de BH desde 1940 e os extremos diários de chuva.

http://www.bibliotecadigital.mg.gov.br/consulta/verDocumento.php?iCodigo=51563

 

Dados de chuva partir da página 43/44. 

 

Há algumas diferenças, mas aqui no Rio fizeram muita besteira na transferência dos dados da antiga convencional para o BDMEP, tem anos com menos da metade da chuva, não sei como foi aí.

 

Só não encontrei os extremos mensais, mas já li que em janeiro de 1985 foram aproximadamente 850 mm na estação (local atual, já havia sido reposicionada da Pampulha para o centro-sul da cidade neste ano).  A mínima de 4,7ºc em junho também foi no local atual, ao contrário da de 1979.

Edited by Wallace Rezende
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2 horas atrás, Wallace Rezende disse:

Uma ajudinha, este anuário tem os totais anuais de BH desde 1940 e os extremos diários de chuva.

http://www.bibliotecadigital.mg.gov.br/consulta/verDocumento.php?iCodigo=51563

 

Dados de chuva partir da página 43/44. 

 

Há algumas diferenças, mas aqui no Rio fizeram muita besteira na transferência dos dados da antiga convencional para o BDMEP, tem anos com menos da metade da chuva, não sei como foi aí.

 

Só não encontrei os extremos mensais, mas já li que em janeiro de 1985 foram aproximadamente 850 mm na estação (local atual, já havia sido reposicionada da Pampulha para o centro-sul da cidade neste ano).  A mínima de 4,7ºc em junho também foi no local atual, ao contrário da de 1979.

Wallace Rezende,

você já teve curiosidade de pesquisar os dados de chuva mensais e anuais das três estações pluviométricas da ANA que registram mais chuvas  no Amapá, são Calçoene, Cunani e Amapá.

Como não consigo mais acessar os dados das estações convencionais da ANA,desde  janeiro desse ano.

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53 minutos atrás, marinhonani disse:

Wallace Rezende,

você já teve curiosidade de pesquisar os dados de chuva mensais e anuais das três estações pluviométricas da ANA que registram mais chuvas  no Amapá, são Calçoene, Cunani e Amapá.

Como não consigo mais acessar os dados das estações convencionais da ANA,desde  janeiro desse ano.

Calçoene eu já olhei, realmente tem acumulados mensais e anuais muito altos (os mais altos que encontrei no Brasil em um posto pluviométrico ainda ativo), mas nos acumulados diários máximos perde para a região entre o mar e a serra de SC até o RJ, e também para alguns pontos do litoral do NE.   

 

Para a estação de Calçoene/ANA eu consegui baixar os dados até maio de 2019, mas não houve extremos significativos este ano, o mês mais chuvoso de 2019 até maio foi janeiro com "apenas" 817,5 mm, e a chuva máxima diária 96,3 mm também em janeiro.

 

O último mês a superar os 1000 mm foi abril de 2018 com 1069,1 mm, e o recorde diário absoluto 261,3 mm em 10/03/2017.  Acumulado mensal máximo de 1669,3 mm em janeiro de 2001, com máximo diário de "apenas" 148,4 mm neste mesmo mês.

 

Edited by Wallace Rezende
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13 horas atrás, Wallace Rezende disse:

Calçoene eu já olhei, realmente tem acumulados mensais e anuais muito altos (os mais altos que encontrei no Brasil em um posto pluviométrico ainda ativo), mas nos acumulados diários máximos perde para a região entre o mar e a serra de SC até o RJ, e também para alguns pontos do litoral do NE.   

 

Para a estação de Calçoene/ANA eu consegui baixar os dados até maio de 2019, mas não houve extremos significativos este ano, o mês mais chuvoso de 2019 até maio foi janeiro com "apenas" 817,5 mm, e a chuva máxima diária 96,3 mm também em janeiro.

 

O último mês a superar os 1000 mm foi abril de 2018 com 1069,1 mm, e o recorde diário absoluto 261,3 mm em 10/03/2017.  Acumulado mensal máximo de 1669,3 mm em janeiro de 2001, com máximo diário de "apenas" 148,4 mm neste mesmo mês.

 

Wallace Rezende,

o destaque dessas 3 estações no Amapá, são os totais mensais(dez a jun ou julho) e os totais anuais.

Tem ano que chove em todos os dias de março, abril.

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                                  A seca de 1963

 

No ano de 1963, houve uma seca histórica que, pela sua abrangência, talvez tenha sido a maior já ocorrida fora do Nordeste, desde que há registros confiáveis.

Afetou severamente SP, RJ, MG, ES, GO (Atual, sem Tocantins), o atual MS, parte do MT e DF.

Quase todo o Sudeste (Com exceção dos litorais de SP e sul do RJ) teve acumulados típicos do sertão do Nordeste.

 

A cidade de Belo Horizonte somou apenas 497,0 mm em todo o ano de 1963.

Jan -   61,3 mm

Fev - 209,7 mm

Mar -     7,0 mm

Abr -      6,0 mm

Mai -      0,0 mm

Jun -      0,0 mm

Jul -       0,0 mm

Ago -     0,6 mm

Set -      0,0 mm

Out -    36,0 mm

Nov -   89,8 mm

Dez -   86,6 mm

Total - 497,0 mm

 

--------------------------------------

 

Na cidade de São Paulo, o sistema Cantareira ainda não existia.

As principais represas que abasteciam a cidade na época, Billings e Guarapiranga, praticamente secaram.

O colapso só não foi completo porque, na época, a rede de abastecimento/distribuição de água era muito deficiente ou mesmo inexistente nos bairros menos centrais e a quase totalidade da população dessas regiões tinha poço em casa.

 

INMET-Mirante de Santana (1963)

Jan - 219,1 mm

Fev - 241,0 mm

Mar -  78,1 mm

Abr -   24,3 mm

Mai -     3,7 mm

Jun -   21,3 mm

Jul -       3,0 mm

Ago -     9,3 mm

Set -      6,6 mm

Out -   99,2 mm

Nov - 118,5 mm

Dez -   70,8 mm

Total - 894,9 mm (Menor de toda a série da estação)

 

IAG (1963)

Jan -  228,4 mm

Fev -  132,3 mm

Mar - 108,8 mm

Abr -    26,5 mm

Mai -    15,6 mm

Jun -    28,4 mm

Jul -     10,7 mm

Ago -     7,2 mm

Set -     16,5 mm

Out -  108,9 mm

Nov - 133,9 mm

Dez -   49,2 mm

Total - 866,4 mm

 

Esse total só é menor do que em 1933, que teve:

IAG: 849,8 mm

Jardim da Luz: 844,2 mm (Centro da cidade)

O Jardim da Luz tem um registro de 899,1 mm no distante ano de 1893.

 

Na cidade de São Paulo, a chuva ainda foi deficiente no início de 1964, com o Mirante registrando 94,8 mm em janeiro (Normal 1961-1990: 238,7 mm).

Fev/1964 foi normal mas março e abril ainda voltaram a ter chuva bem abaixo da média.

O mesmo ocorreu no IAG, com apenas 71,2 mm em janeiro de 1964.

 

--------------------------------

 

Muitos locais ficaram meses sem ver chuva.

A estação do INMET em Brasília ficou 162 dias seguidos sem registrar chuva, de 06/05 até 15/10.

Em Curvelo-MG, foram 182 dias, de 19/04 até 18/10.

 

Houve cidades do norte mineiro que acumularam entre 250 e 350 mm naquele ano.

Infelizmente, muitas estações que operavam na época ou estão sem dados ou com dados incompletos.

Casos de Vitória-ES, São Mateus-ES, Campo Grande-MS, Formosa-GO.

Em Minas Gerais, estão nessa lista: Araçuaí, Araxá, Caratinga, Conceição do Mato Dentro, Diamantina, Itamarandiba, Januária, Montes Claros, Paracatu, Pedra Azul, Pirapora, Salinas...

 

------------------------------

 

Abaixo, uma tabela com alguns totais mensais e anuais de chuva em 1963.

Com exceção de Araraquara-SP (DAEE) e Piracicaba-SP (ESALQ-Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP), as demais são dados do INMET.

 

Seca1963im.thumb.jpg.ba4f31e693b561010c9cb2acbd345c0a.jpg

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Médias e recordes pluviométricos de Paulistana - PI

 

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Latitude: -8.13
Longitude: -41.13
Altitude: 374 metros

Dados: ANA e INMET

Período: 1913 - 2020 (com falhas - cada mês tem entre 88 e 95 anos de dados)

Média anual: 564,9 mm 

 

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Maiores acumulados em 24 horas:

137,7 mm - 26/02/1979

128,4 mm - 19/11/2014

126,4 mm - 05/02/2020

124,8 mm - 16/02/2014

120,0 mm - 02/02/1973

113,8 mm - 18/02/1930

108,0 mm - 26/01/1992

106,0 mm - 03/03/1986

103,0 mm - 29/11/1993

101,2 mm - 07/03/1960

100,0 mm - 15/03/1969

 

Maiores acumulados por mês:

Janeiro: 544,2 mm - 2004

Fevereiro: 302,4 mm - 1980

Março: 530,8 mm - 1960

Abril: 238,5 mm - 1974

Maio:  123,0 mm - 1973

Junho: 26,0 mm - 1969

Julho: 13,0 mm - 1975

Agosto: 20,3 mm - 1920

Setembro: 36,5 mm - 1913

Outubro: 97,8 mm - 1955

Novembro: 258,1 mm - 1947

Dezembro: 224,3 mm - 1967

 

Menores acumulados por mês:

Janeiro: 0 mm - 2014, 2006, 1968 e 1965

Fevereiro: 0 mm - 1967

Março: 0 mm - 1925

Abril: 0 mm - 12 vezes (mais recente: 2016)

Maio: 0 mm - 36 vezes (mais recente: 2012)

Junho: 0 mm - 57 vezes

Julho: 0 mm - 65 vezes

Agosto: 0 mm - 76 vezes

Setembro: 0 mm - 68 vezes

Outubro: 0 mm - 32 vezes (mais recente: 2017)

Novembro: 0 mm - 2015, 1994, 1970, 1953 e 1951

Dezembro: 0 mm - 1953 e 1922

 

Anos mais secos e mais chuvosos:

 

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Destaque para o final da década de 90 que registrou 3 dos 10 anos mais chuvosos (1995, 1996 e 1999) e para a década de 2010 que teve 2 dos 5 anos mais secos (2012 e 2017).

*Não há dados entre 1931 e 1937, isso explica a ausência de anos desse período entre os mais secos. Esse período é conhecido por ter ocorrido uma das secas mais fortes da história recente do Nordeste.

 

Tabela completa mês a mês: Paulistana - precipitação mensal histórica.xlsx

 

 

P.S. Paulistana localiza-se a 58 km a nordeste de Queimada Nova. É o local mais próximo que possui dados pluviométricos tão longos assim.

 

 

Edited by Tstorm
Atualizado com o valor da estação convencional da chuva do dia 05/02/2020.
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Em 17/02/2020 em 10:22, Tstorm disse:

Médias e recordes pluviométricos de Paulistana - PI

 

668504343_Capturar-localizaodepaulistana.PNG.1e46e3ef1841bd606191efbaf73c2eb9.PNG

 

Latitude: -8.13
Longitude: -41.13
Altitude: 374 metros

Dados: ANA e INMET

Período: 1913 - 2020 (com falhas - cada mês tem entre 88 e 95 anos de dados)

Média anual: 566,6 mm 

 

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Maiores acumulados em 24 horas:

137,7 mm - 26/02/1979

134,6 mm - 05/02/2020*

128,4 mm - 19/11/2014

124,8 mm - 16/02/2014

120,0 mm - 02/02/1973

113,8 mm - 18/02/1930

108,0 mm - 26/01/1992

106,0 mm - 03/03/1986

103,0 mm - 29/11/1993

101,2 mm - 07/03/1960

100,0 mm - 15/03/1969

 

*Valor na automática do INMET, provavelmente na convencional o acumulado foi maior superando o recorde de 1979. Quando o INMET disponibilizar essa informação atualizarei o post.

 

Maiores acumulados por mês:

Janeiro: 544,2 mm - 2004

Fevereiro: 302,4 mm - 1980

Março: 530,8 mm - 1960

Abril: 238,5 mm - 1974

Maio:  123,0 mm - 1973

Junho: 26,0 mm - 1969

Julho: 13,0 mm - 1975

Agosto: 20,3 mm - 1920

Setembro: 36,5 mm - 1913

Outubro: 97,8 mm - 1955

Novembro: 258,1 mm - 1947

Dezembro: 224,3 mm - 1967

 

Menores acumulados por mês:

Janeiro: 0 mm - 2014, 2006, 1968 e 1965

Fevereiro: 0 mm - 1967

Março: 0 mm - 1925

Abril: 0 mm - 12 vezes (mais recente: 2016)

Maio: 0 mm - 36 vezes (mais recente: 2012)

Junho: 0 mm - 57 vezes

Julho: 0 mm - 65 vezes

Agosto: 0 mm - 76 vezes

Setembro: 0 mm - 68 vezes

Outubro: 0 mm - 32 vezes (mais recente: 2017)

Novembro: 0 mm - 2015, 1994, 1970, 1953 e 1951

Dezembro: 0 mm - 1953 e 1922

 

Anos mais secos e mais chuvosos:

 

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Destaque para o final da década de 90 que registrou 3 dos 10 anos mais chuvosos (1995, 1996 e 1999) e para a década de 2010 que teve 2 dos 5 anos mais secos (2012 e 2017).

*Não há dados entre 1931 e 1937, isso explica a ausência de anos desse período entre os mais secos. Esse período é conhecido por ter ocorrido uma das secas mais fortes da história recente do Nordeste.

 

Tabela completa mês a mês: Paulistana - precipitação mensal histórica.xlsx

 

 

P.S. Paulistana localiza-se a 58 km a nordeste de Queimada Nova. É o local mais próximo que possui dados pluviométricos tão longos assim.

 

 

Vc sabe o que aconteceu com a estação nos anos 30?

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15 horas atrás, Felipe S Monteiro disse:

Vc sabe o que aconteceu com a estação nos anos 30?

Não sei, pode ter sido tanta coisa: troca de observador, perda nas anotações, quebra de pluviômetro, falha na tabelação...

Mesmo assim, ainda acho incrível a rede de pluviômetros que a ANA possuía e ainda possui em alguns locais.

Pelo menos nas minhas redondezas antigamente era bem mais bem monitorado que agora.

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