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Brasil Abaixo de Zero
Felipe F

Monitoramento e Previsão América do Norte - 2019

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Em 03/08/2019 em 12:27, Wallace Rezende disse:

Esta onda de frio de fevereiro de 2016 foi realmente curtíssima, mas bem forte.  O Central Park quebrou o maior jejum de anos sem baixar dos 0ºF (-17,8ºC) da história com mínima de -1ºF (-18,3ºC) no dia 14; por lá a última sub-zero Fahrenheit datava de janeiro de 1994.  Em Boston foi ainda mais notável: a mínima de -22,8ºC em 14/02/2016 foi a mais baixa desde 15/01/1957, quando fez -24,4ºC. 

 

Logo depois desta onda frio a temperatura subiu e fevereiro de 2016 fechou acima da média; bem diferente de fevereiro de 2015, quando o frio foi persistente e muitas cidades registraram a menor média desde 1934 (também no norte da fronteira, caso de Toronto).  Além do frio relâmpago de fevereiro, em 2016 houve uma nevada histórica (mas que não foi acompanhada por frio forte) em janeiro de 2016 na cidade de Nova York, com recorde no Central Park (69 cm de neve no dia 23/01, recorde diário para toda a série).  Mas o inverno com como um todo foi fraco mesmo.

1957 e 1994 tiveram muita neve nas serras do Sul do Brasil? Tem alguma correlação? 

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Em 03/08/2019 em 12:27, Wallace Rezende disse:

Esta onda de frio de fevereiro de 2016 foi realmente curtíssima, mas bem forte.  O Central Park quebrou o maior jejum de anos sem baixar dos 0ºF (-17,8ºC) da história com mínima de -1ºF (-18,3ºC) no dia 14; por lá a última sub-zero Fahrenheit datava de janeiro de 1994.  Em Boston foi ainda mais notável: a mínima de -22,8ºC em 14/02/2016 foi a mais baixa desde 15/01/1957, quando fez -24,4ºC. 

 

Logo depois desta onda frio a temperatura subiu e fevereiro de 2016 fechou acima da média; bem diferente de fevereiro de 2015, quando o frio foi persistente e muitas cidades registraram a menor média desde 1934 (também no norte da fronteira, caso de Toronto).  Além do frio relâmpago de fevereiro, em 2016 houve uma nevada histórica (mas que não foi acompanhada por frio forte) em janeiro de 2016 na cidade de Nova York, com recorde no Central Park (69 cm de neve no dia 23/01, recorde diário para toda a série).  Mas o inverno com como um todo foi fraco mesmo.

Comparável ao Sul do Brasil em julho de 2017, que teve uma onda de frio muito forte, porém curta, pois logo esquentou e o mês fechou acima da média, e voltando para 1994, também naquele ano a quente Goiânia teve sua mínima absoluta do período 61-90, de 2,6 C em 10 de julho ❄️

Edited by Leandro Leite
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13 horas atrás, Leandro Leite disse:

1957 e 1994 tiveram muita neve nas serras do Sul do Brasil? Tem alguma correlação? 

Muitas vezes invernos com boas invasões de ar frio no leste dos EUA são seguidos (ou precedidos) por uma situação semelhante no centro-sul do Brasil, agora nunca fiz um acompanhamento mais aprofundado para ver se  são apenas algumas coincidências ou se há alguma tendência.

 

Algumas curiosidades:

Duas super-erupções polares (das mais fortes jamais vistas) no leste dos EUA ocorreram em janeiro de 1985 e janeiro de 1994, e os invernos de 1985 e 1994 despertam ótimas lembranças em muita gente por aqui.

 

O inverno 1933/1934 trouxe fortíssimas ondas de frio para o sudeste do Canadá e nordeste dos EUA (com recorde absoluto de frio em NY e Boston, entre várias outras cidades), e pouco antes o inverno brasileiro de 1933 quebrou recordes de frio (nunca mais alcançados) em lugares como Cuiabá, Juiz de Fora e Região Serrana do RJ.

 

O período de dezembro de 1917 até o início de fevereiro de 1918 foi um dos mais frios do século XX no centro-leste do EUA, enquanto no Brasil o inverno de 1918 trouxe eventos históricos de frio para o Sul e Sudeste e o inverno de 1917 foi bem frio em média.  São muitos casos interessantes, mas um estudo mais aprofundado seria necessário para podermos afirmar alguma coisa.

Edited by Wallace Rezende
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Hoje trago o resumo de agosto de 2019 em duas cidades do Oeste dos Estados Unidos com clima muito distinto; Phoenix (a mais tórrida grande cidade do país nos meses quentes) e San Diego (conhecida pelo clima agradável em todas as estações).

 

Agosto de 2019 fechou com temperatura exatamente na média em San Diego (em 2018 a cidade registrou o agosto mais quente desde o início dos registros em 1873, e o Pacífico mais fresco é o principal responsável pelo retorno à média em 2019).  Em Phoenix, agosto de 2019 foi o segundo mais quente desde o início dos registros em 1895 (perdendo para 2011), e a temporada de monções mais fraca este ano foi a principal responsável pela temperatura mais alta (nebulosidade e umidade abaixo da média, trazendo máximas mais altas, enquanto a ilha de calor garantiu mínimas acima da média).  Nas duas cidades, a estação fica no aeroporto internacional.

 

Phoenix (08/2019):

Temperatura média simples: 36ºc (+1,8ºc) (segunda maior, recorde 36,8ºc em 2011)

Média máximas: 42,3ºc (+2,1ºc) (idem, recorde 42,8ºc em 2011)

Média mínimas: 29,7ºc (+1,5ºc) (quarta maior)

Máxima absoluta: 46,1ºc (05/08)

Mínima absoluta: 26,1ºc (28/08, durante pancada de chuva)

Precipitação: 6 mm (-19 mm)

 

San Diego (08/2019):

Temperatura média simples: 22ºc (0,0ºc)

Média máximas: 24,7ºc (0,0ºc)

Média mínimas: 19,2ºc (-0,1ºc)

Máxima absoluta: 28,9ºc (26/08)

Mínima absoluta: 17,8ºc (12,15,16,17e 22/08)

Precipitação: 0 mm (-0,5 mm)

Edited by Wallace Rezende
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Formação de nuvens convectivas com o avanço da umidade das monções do sudoeste americano pelo Arizona, mais um show da natureza:

Na parte noturna, é possível vez a mancha luminosa de Phoenix.

 

 

Edited by Wallace Rezende
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Em 04/09/2019 em 21:58, Wallace Rezende disse:

Hoje trago o resumo de agosto de 2019 em duas cidades do Oeste dos Estados Unidos com clima muito distinto; Phoenix (a mais tórrida grande cidade do país nos meses quentes) e San Diego (conhecida pelo clima agradável em todas as estações).

 

Agosto de 2019 fechou com temperatura exatamente na média em San Diego (em 2018 a cidade registrou o agosto mais quente desde o início dos registros em 1873, e o Pacífico mais fresco é o principal responsável pelo retorno à média em 2019).  Em Phoenix, agosto de 2019 foi o segundo mais quente desde o início dos registros em 1895 (perdendo para 2011), e a temporada de monções mais fraca este ano foi a principal responsável pela temperatura mais alta (nebulosidade e umidade abaixo da média, trazendo máximas mais altas, enquanto a ilha de calor garantiu mínimas acima da média).  Nas duas cidades, a estação fica no aeroporto internacional.

 

Phoenix (08/2019):

Temperatura média simples: 36ºc (+1,8ºc) (segunda maior, recorde 36,8ºc em 2011)

Média máximas: 42,3ºc (+2,1ºc) (idem, recorde 42,8ºc em 2011)

Média mínimas: 29,7ºc (+1,5ºc) (quarta maior)

Máxima absoluta: 46,1ºc (05/08)

Mínima absoluta: 26,1ºc (28/08, durante pancada de chuva)

Precipitação: 6 mm (-19 mm)

 

San Diego (08/2019):

Temperatura média simples: 22ºc (0,0ºc)

Média máximas: 24,7ºc (0,0ºc)

Média mínimas: 19,2ºc (-0,1ºc)

Máxima absoluta: 28,9ºc (26/08)

Mínima absoluta: 17,8ºc (12,15,16,17e 22/08)

Precipitação: 0 mm (-0,5 mm)

Se Cuiabá já é difícil, imagine Phoenix, lá todo mundo deve ter ar condicionado, senão ninguém dorme, a média anual de Phoenix é ainda um pouco menor que a de Cuiabá devido ao inverno mais frio que não existe em Cuiabá, mas ainda assim supera a média de Goiânia, que faz calor semelhante a Cuiabá entre setembro e outubro. 

Edited by Leandro Leite
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No site do Accuweater informando que vai chover muito no Idaho e Montana na quinta/sexta e no fim de semana uma tempestade de neve vai atingir a região com acumulados altos e até 5 negativos.

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11 minutos atrás, André Luiz DS disse:

Outono começando muito bem:

O ruim é que isso nem sempre significa um inverno bom .

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Em 24/08/2019 em 23:22, Wallace Rezende disse:

Muitas vezes invernos com boas invasões de ar frio no leste dos EUA são seguidos (ou precedidos) por uma situação semelhante no centro-sul do Brasil, agora nunca fiz um acompanhamento mais aprofundado para ver se  são apenas algumas coincidências ou se há alguma tendência.

 

Algumas curiosidades:

Duas super-erupções polares (das mais fortes jamais vistas) no leste dos EUA ocorreram em janeiro de 1985 e janeiro de 1994, e os invernos de 1985 e 1994 despertam ótimas lembranças em muita gente por aqui.

 

O inverno 1933/1934 trouxe fortíssimas ondas de frio para o sudeste do Canadá e nordeste dos EUA (com recorde absoluto de frio em NY e Boston, entre várias outras cidades), e pouco antes o inverno brasileiro de 1933 quebrou recordes de frio (nunca mais alcançados) em lugares como Cuiabá, Juiz de Fora e Região Serrana do RJ.

 

O período de dezembro de 1917 até o início de fevereiro de 1918 foi um dos mais frios do século XX no centro-leste do EUA, enquanto no Brasil o inverno de 1918 trouxe eventos históricos de frio para o Sul e Sudeste e o inverno de 1917 foi bem frio em média.  São muitos casos interessantes, mas um estudo mais aprofundado seria necessário para podermos afirmar alguma coisa.

1933: Primavera do Leste abaixo de zero?! Em 22 de junho chegou a 1,2 C em Cuiabá e - 2 C em Presidente Murtinho a 54 km de Primavera, em linha reta menos, sentido Barra do Garças, lá é conhecido como a Aldeia Indígena do Sangradouro, fica na reserva indígena, hoje é município de General Carneiro, é bem possível que mínimas negativas tenham ocorrido aonde hoje é o município de Primavera, inclusive aonde está a cidade, na época inexistente, locais aonde hoje é o lago são ainda mais prováveis, há muitas nascentes na cidade com matas de galerias, é um divisor das bacias hidrográficas do Prata e Araguaia-Tocantins, o que é cantado até no hino do município, essa informação sobre o frio eu peguei dum site que depois não achei mais.

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Em 26/09/2019 em 10:32, Juzinho disse:

O ruim é que isso nem sempre significa um inverno bom .

Um inverno mais quente que a média é até bem vindo nessas regiões, diferentes de muitas regiões do Brasil em que um El Niño rouba a oportunidade de usar roupas mais pesadas. 

Edited by Leandro Leite

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 Depois do verão 2019 de uma maneira geral sem graça, com poucos extremos, os Estados Unidos (parte continental, ou “lower 48”) tiveram um mês de setembro mais interessante, com alguns extremos dignos de nota.

 

 Apesar da tempestade de neve que atingiu algumas áreas do estado de Montana no final do mês [curiosidade, como o inverno é muito frio e seco na região, as tempestades de neve de outono e primavera tendem a ser mais fortes], o calor dominou ao longo mês, ou seja, mais áreas do país registraram anomalia positiva que negativa de temperatura.  Os destaques foram o Sul e grande parte do Sudeste dos EUA, e ainda um pedaço do Meio-Oeste, onde várias cidades registraram ou o setembro mais quente “de sempre” ou um dos mais quentes.  Entre as cidades que estabeleceram novos recordes de média mensal estão Nova Orleans (LA), Austin (capital do Texas, pela primeira vez teve média simples acima de 30ºc em setembro), Houston (TX), Galveston (TX), Memphis (TN) e Pensacola (FL); muitas outras pelo sul/sudeste (inclusive no Alabama, para alegria de Trump) ficaram atrás apenas de 09/1925 em calor.  Além do calor, a falta de chuva foi o outro grande destaque nestas mesmas áreas, e (novamente) Nova Orleans registrou o setembro mais seco desde o início dos registros em 1871 com 4,8 mm de chuva, e (também novamente) Pensacola, pela primeira vez na história (1879/2018), terminou setembro com o pluviômetro zerado (houve apenas traços de precipitação em dois dias).

 

 No sul/sudeste, as únicas exceções à secura (não ao calor) foram as áreas afetadas por distúrbios tropicais, no caso o litoral das Carolinas (bandas de chuva do furacão Dorian) e o sudeste do Texas (corredor Houston/Beaumont, que recebeu a chuva pesada da depressão tropical Imelda), mas essas áreas chuvosas foram “ilhas” num “oceano” de chuva abaixo da média.

 

 No leste, de uma maneira geral, as anomalias de temperatura foram se moderando de sul para o norte; Washington teve um dos setembros mais quentes da história e o quinto mais seco, mas Nova Iorque e a Nova Inglaterra fecharam o mês só um pouco mais quentes que a média.  A chuva abaixo da média também predominou.

 

 As maiores anomalias positivas de precipitação foram verificadas em áreas do Meio-Oeste, com enchentes em partes de Missouri, Illinois e Kansas, entre outros estados (mas a área coberta por anomalias negativas de precipitação nos EUA foi maior).

Edited by Wallace Rezende
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8 horas atrás, Wallace Rezende disse:

 Depois do verão 2019 de uma maneira geral sem graça, com poucos extremos, os Estados Unidos (parte continental, ou “lower 48”) tiveram um mês de setembro mais interessante, com alguns extremos dignos de nota.

 

 Apesar da tempestade de neve que atingiu algumas áreas do estado de Montana no final do mês [curiosidade, como o inverno é muito frio e seco na região, as tempestades de neve de outono e primavera tendem a ser mais fortes], o calor dominou ao longo mês, ou seja, mais áreas do país registraram anomalia positiva que negativa de temperatura.  Os destaques foram o Sul e grande parte do Sudeste dos EUA, e ainda um pedaço do Meio-Oeste, onde várias cidades registraram ou o setembro mais quente “de sempre” ou um dos mais quentes.  Entre as cidades que estabeleceram novos recordes de média mensal estão Nova Orleans (LA), Austin (capital do Texas, pela primeira vez teve média simples acima de 30ºc em setembro), Houston (TX), Galveston (TX), Memphis (TN) e Pensacola (FL); muitas outras pelo sul/sudeste (inclusive no Alabama, para alegria de Trump) ficaram atrás apenas de 09/1925 em calor.  Além do calor, a falta de chuva foi o outro grande destaque nestas mesmas áreas, e (novamente) Nova Orleans registrou o setembro mais seco desde o início dos registros em 1871 com 4,8 mm de chuva, e (também novamente) Pensacola, pela primeira vez na história (1879/2018), terminou setembro com o pluviômetro zerado (houve apenas traços de precipitação em dois dias).

 

 No sul/sudeste, as únicas exceções à secura (não ao calor) foram as áreas afetadas por distúrbios tropicais, no caso o litoral das Carolinas (bandas de chuva do furacão Dorian) e o sudeste do Texas (corredor Houston/Beaumont, que recebeu a chuva pesada da depressão tropical Imelda), mas essas áreas chuvosas foram “ilhas” num “oceano” de chuva abaixo da média.

 

 No leste, de uma maneira geral, as anomalias de temperatura foram se moderando de sul para o norte; Washington teve um dos setembros mais quentes da história e o quinto mais seco, mas Nova Iorque e a Nova Inglaterra fecharam o mês só um pouco mais quentes que a média.  A chuva abaixo da média também predominou.

 

 As maiores anomalias positivas de precipitação foram verificadas em áreas do Meio-Oeste, com enchentes em partes de Missouri, Illinois e Kansas, entre outros estados (mas a área coberta por anomalias negativas de precipitação nos EUA foi maior).

 

E no Canadá ? Como foi ?

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Calgary registrou no dia 29/09 uma queda de neve de 24,6 cm.

Foi o maior valor já registrado no mês de Setembro, superando os 22,9 cm de 19/09/1895.

 

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8 horas atrás, Renan disse:

 

E no Canadá ? Como foi ?

Fiz um apanhado de algumas das principais cidades e os dados indicam que foi um mês com anomalias de temperatura suaves ou praticamente nulas nas áreas mais habitadas do Canadá.  Algumas médias de 09/2019 mais anomalias para a normal 1981/2010:

 

Vancouver: 15,6ºc (+0,7)

Calgary: 11,3ºc (+0,3)

Edmonton: 10,6ºc (-0,8)

Regina: 12,5ºc (+0,7)

Winnipeg: 13,5ºc (+0,8)

Toronto: 18ºc (+0,8)

Montreal: 15,7ºc (+0,2)

Quebec: 12,8ºc (+0,1)

Fredericton: 13,3ºc (-0,7)

Halifax: 14,6ºc (0,0)

St. John’s: 11,6ºc (-0,7)

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Últimos respiros do verão na costa leste dos EUA, Washington registrou hoje a maior temperatura da história (1871/2018) para outubro (36ºc), e Nova Iorque/Central Park a segunda maior (34ºc, perdendo apenas para os 35ºc de 10/1941).

 

Amanhã o calor começa a perder espaço (refresca bem em NY e Washington, onde o clima outonal vai chegar de vez nos próximos dias), e até o fim de semana o refresco chega ao Golfo do México, onde recordes de calor também tem sido alcançados ou aproximados entre o norte da Flórida e o Texas desde setembro.

 

 

 

 

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Em 07/10/2019 em 22:56, Matheus Vinicius disse:

Bom frio pela Rússia também.

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Me chamou a atenção a inércia térmica do lago Baikal. 

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Animação do avanço do primeiro pulso mais abrangente de ar frio (previsão) em direção ao sul pelo centro/oeste dos EUA, é o outono..

É um mapa de anomalias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Edited by Wallace Rezende
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Essa época deve ser maravilhosa de se ver e viver nos EUA e Canadá, com as florestas temperadas perdendo as folhas e os primeiros pulsos de ar frio trazendo geadas e neve nos locais mais propícios. As 4 estações do ano bem definidas, ao contrário do clima tropical que tem apenas duas.

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14 horas atrás, Wallace Rezende disse:

Animação do avanço do primeiro pulso mais abrangente de ar frio (previsão) em direção ao sul pelo centro/oeste dos EUA, é o outono..

É um mapa de anomalias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se é que existe aquela correlação entre eventos de frio/calor mas metades leste/oeste com a América do Sul (especialmente o Brasil) como vc apontou muito bem recentemente e que eu apontei lembrando que o professor Eugênio sempre dizia dessa possibilidade (realmente nunca estudada), esse mapa de anomalias para AGORA na América do Norte pode ser um mau sinal para nós no ano que vem.  A porção Oeste dos Estados Unidos (incluindo o Alasca e obviamente a Colúmbia Britânica, Canadá) vem de um longuíssimo período de temperaturas muito acima da média - com intervalos de quebra - no outono/inverno (recordes de calor recentes em San Francisco, Anchorage, etc) que já tem coisa de uns dez anos (bate também com a crise hídrica da Califórnia).  Uma hora essa chave iria virar.  O professor Eugênio sempre dizia que em alguns anos não se notava nada dessa dinâmica (e há outras variáveis como El Niño, La Nina, aquecimento do atlântico, mudança do posicionamento da Asas, etc etc etc) para bagunçar o quadro. No entanto, dos períodos que ele acompanhou e que tinham correlação, funcionava quase com um espelho. O que é interessantíssimo de se acompanhar. 

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