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Brasil Abaixo de Zero
Felipe F

Monitoramento e Previsão América do Norte - 2019

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Algumas áreas do Canadá (mais próximos a fronteira dos EUA) tiveram o Maio mais frio desde 1974.

O restante fechou bem acima da média.

 

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Nos EUA destaque vai para o calor, com vários locais registrando o Maio mais quente dos registros.

Miami e Tallahassee tiveram o segundo Maio mais quente já registrados.

 

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Fonte: Eric Blake

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Tornado causou danos em Ottawa, Canadá hoje.

 

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Primeiro mês deste verão na América do Norte está perfeito: :xncep_cfsr_noram_t2m_anom.thumb.png.fc91f642ba8be6b61f6d25bd7b1ec056.png

 

 

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Bizarra tempestade de granizo em Guadalajara, México.

 

QUASE DOIS METROS DE GRANIZO NAS RUAS!!!

 

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GRANIZO INVADINDO CASAS E SAINDO DO SANITÁRIO!!!!

 

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Anchorage, maior cidade do Alasca (300 mil habitantes) registrou hoje seu recorde de calor: 32°C. 

Tem um texto traduzido da France Presse que está divulgando isso, mas traz um erro grosseiro: diz que antes desses 32 graus, a maior temperatura em Anchorage foi de 18 graus. Errado. Temperaturas de 28, 29 e 30 graus estão longe de serem raras nessa cidade, no sul do Alasca (que sofre efeito moderador do Oceano). No interior do estado, que tem outonos e invernos gélidos, temperaturas, no verão, de 32 /33 e até 34 graus também não são raras. A maior temperatura já registrada nesse exclave norte-americano é de 37,8°C, na cidade de Fort Yukon, no distante ano de 1915. 

 

Obs: acho que o erro não é da tradução. Já vi muito texto biruta da AFP no original. 

Edited by João Ignacio
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Realmente simbólico um recorde neste local, deve ser interessante a sensação de usar manga curta tranquilamente e até sentir um calorzinho sob o sol (que agora não se põe) nestas latitudes. Aliás o meio-oeste e o leste americanos também estão no início da primeira onda de calor do verão, mas devido à primavera chuvosa o solo está muito úmido e as máximas vão ficar muito abaixo dos recordes mensais e absolutos principalmente no meio-oeste; recordes de máxima geralmente são registrados durante secas quando a energia vai mais para aquecer o ar/solo e menos para evaporar água (caso do dust bowl na década de 30 e de 1954 numa área menor, quando muitas cidades chegaram bem perto de ou superaram os 45ºC).

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10 horas atrás, Wallace Rezende disse:

Realmente simbólico um recorde neste local, deve ser interessante a sensação de usar manga curta tranquilamente e até sentir um calorzinho sob o sol (que agora não se põe) nestas latitudes. Aliás o meio-oeste e o leste americanos também estão no início da primeira onda de calor do verão, mas devido à primavera chuvosa o solo está muito úmido e as máximas vão ficar muito abaixo dos recordes mensais e absolutos principalmente no meio-oeste; recordes de máxima geralmente são registrados durante secas quando a energia vai mais para aquecer o ar/solo e menos para evaporar água (caso do dust bowl na década de 30 e de 1954 numa área menor, quando muitas cidades chegaram bem perto de ou superaram os 45ºC).

Como é interessante usar duas ou mais blusas de frio, gorros e luvas em Cuiabá, há dias que dá pra usar, mas não acontece todos os anos. 

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Em 19/07/2019 em 00:26, Wallace Rezende disse:

Realmente simbólico um recorde neste local, deve ser interessante a sensação de usar manga curta tranquilamente e até sentir um calorzinho sob o sol (que agora não se põe) nestas latitudes. Aliás o meio-oeste e o leste americanos também estão no início da primeira onda de calor do verão, mas devido à primavera chuvosa o solo está muito úmido e as máximas vão ficar muito abaixo dos recordes mensais e absolutos principalmente no meio-oeste; recordes de máxima geralmente são registrados durante secas quando a energia vai mais para aquecer o ar/solo e menos para evaporar água (caso do dust bowl na década de 30 e de 1954 numa área menor, quando muitas cidades chegaram bem perto de ou superaram os 45ºC).

Interessante, os recordes históricos de grande parte dos EUA contíguos superam o recorde histórico de Cuiabá, de 42, 2 C em outubro de 1940, na época da Segunda Guerra Mundial e pouco depois da Grande Depressão, quando ocorreu os ''dust bowl'' nos EUA, muitos recordes americanos dessa época ainda não foram quebrados, passados mais de 80 anos. 

Edited by Leandro Leite
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Julho de 2019 foi marcado por temperaturas de dentro a ligeiramente acima da média na maior parte dos Estados Unidos, e pelo sétimo ano consecutivo não houve nenhuma onda de calor de destaque a leste das Rochosas (a última com quebra de recordes de máxima em uma grande área foi registrada entre jun/jul 2012, centrada no interior do Sudeste).  Temperaturas abaixo da média foram registradas principalmente em duas áreas, uma centrada no Arkansas e outra entre o oeste da Dakota do Sul e Montana.  A principal área a apresentar anomalia positiva significativa de temperatura foi o Nordeste americano e o sul dos Grandes Lagos, sendo que Boston registrou o mês mais quente desde o início dos registros em 1872 com média simples de 25,9ºc (recorde anterior 25,6ºc, média 1981/2010 23ºc), e em várias outras cidades da Nova Inglaterra julho ficou no top 5 dos mais quentes.  As médias altas foram alcançadas com ajuda de um abafamento constante para os padrões locais inclusive à noite, já que não houve ondas de calor de destaque (fora surtos mais quentes de 1 a 3 dias que não ameaçaram os recordes históricos de máxima).

 

O principal evento de chuva do mês (em parte responsável pelas anomalias negativas de temperatura no Arkansas) foi causado pelos restos mortais da tempestade Barry, que provocaram chuvas intensas em partes da Louisiana e do Arkansas.  No Nordeste padrão típico de verão com grande irregularidade espacial da chuva.

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  Eu não poderia deixar de mencionar que o Alaska registrou o mês de julho (e o mês do calendário, visto que julho é mesmo o mais quente do ano em média) mais quente desde o início dos registros de média estadual na primeira metade do século XX.  Todas as principais estações do estado superaram as respectivas médias de temperatura, mas o destaque ficou em duas áreas; uma no extremo norte do estado junto ao Oceano Ártico e outra ao redor de Anchorage, maior cidade do estado.  Barrow, cidade mais norte e com os verões mais frios dos Estados Unidos, registrou o mês mais quente da história com média de 9ºc (recorde anterior 8,2ºc em agosto de 1989, média 81/10 de julho 4,9ºc). 

 

  Barrow vem sendo considerada não sem justiça (mas também não deixa ser irônico, por ser uma das mais frias do país e a mais fria no verão) a capital nacional (americana) do Aquecimento Global, pois vem entubando sequências longuíssimas de meses com temperatura acima da média, já tendo inclusive passado mais de 1 ano seguido sem registrar um mês abaixo da média, consequência também do derretimento da mar gelo que aumenta a absorção de calor pelo oceano (menor albedo, retroalimentando o ciclo quente).

 

  Anchorage também pulverizou seu recorde de média neste julho com 18,5ºc (recorde anterior 17,1ºc em julho de 2016, média 81/10 de julho 14,9ºC).

Uma curiosidade é que em julho de 2019 a média de Barrow foi praticamente igual à do julho mais frio da história de Curitiba, em 1942.

 

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Agora, Wallace Rezende disse:

  Eu não poderia deixar de mencionar que o Alaska registrou o mês de julho (e o mês do calendário, visto que julho é mesmo o mais quente do ano em média) mais quente desde o início dos registros de média estadual na primeira metade do século XX.  Todas as principais estações do estado superaram as respectivas médias de temperatura, mas o destaque ficou em duas áreas; uma no extremo norte do estado junto ao Oceano Ártico e outra ao redor de Anchorage, maior cidade do estado.  Barrow, cidade mais norte e com os verões mais frios dos Estados Unidos, registrou o mês mais quente da história com média de 9ºc (recorde anterior 8,2ºc em agosto de 1989, média 81/10 de julho 4,9ºc). 

 

  Barrow vem sendo considerada não sem justiça (mas também não deixa ser irônico, por ser uma das mais frias do país e a mais fria no verão) a capital nacional (americana) do Aquecimento Global, pois vem entubando sequências longuíssimas de meses com temperatura acima da média, já tendo inclusive passado mais de 1 ano seguido sem registrar um mês abaixo da média, consequência também do derretimento da mar gelo que aumenta a absorção de calor pelo oceano (menor albedo, retroalimentando o ciclo quente).

 

  Anchorage também pulverizou seu recorde de média neste julho com 18,5ºc (recorde anterior 17,1ºc em julho de 2016, média 81/10 de julho 14,9ºC).

Uma curiosidade é que em julho de 2019 a média de Barrow foi praticamente igual à do julho mais frio da história de Curitiba, em 1942.

 

 

Dados assustadores. Você sabe me dizer se nos últimos 5 anos (onde temos registrado um pico do aquecimento global), algum lugar do mundo teve algum recorde de mês mais frio da história ?

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40 minutos atrás, Renan disse:

 

Dados assustadores. Você sabe me dizer se nos últimos 5 anos (onde temos registrado um pico do aquecimento global), algum lugar do mundo teve algum recorde de mês mais frio da história ?

É possível mas não que eu saiba, e só levaria em conta se fosse uma estação com várias décadas de dados, com registros começando no máximo um pouco depois de meados do século XX, mas de preferência ainda mais antigos.  Alguns casos de que ouvi falar (estações com redução apreciável de média nas últimas décadas), não lembro agora especificamente quais, foram de estações reposicionadas em microclimas mais frios que mantiveram o mesmo ID.  Nos Estados Unidos, por exemplo, houve uma avalanche de recordes de frio em partes do Meio-Oeste nas décadas de 70 e 80 e, embora de fato tenham ocorrido invernos muito frios e poderosas MPs nestas décadas, isso coincidiu com a transferência (feita alguns anos antes) de várias estações do centro das cidades (algumas vezes até de terraços) ou de bairros mais centrais para grandes gramados em aeroportos suburbanos, onde as condições para resfriamento radiativo são muito melhores (como Chicago, Detroit, Cleveland, Cincinnati), o que contribuiu para "dar um gás" nos recordes de frio.

 

Em Chicago, por exemplo, os dois locais mais recentes são mais afastados do centro da ilha de calor (principalmente o atual, OHare, depois que a região de Midway se urbanizou também; e a concentração de recordes de frio na metade final do século XX ali não é por acaso, mesmo caso de Cincinnati).  Também houve aumento da frequência dos recordes de máxima desde Midway por serem locais mais afastados da influência do lago, gerando aumento da amplitude térmica (mais calor no verão, mais frio no inverno).  Nos primeiros anos (século XIX) a estação de Chicago ficava num terraço.

 

Station Thread for Chicago Area, IL

 

Name

Period in Thread

1

CHICAGO OHARE INTL AP

01/17/1980 to 12/2018

2

CHICAGO MIDWAY AP

07/1942 to 01/16/1980

3

CHICAGO UNIVERSITY

01/1926 to 06/1942

4

CHICAGO

06/1896 to 12/1925

5

CHICAGO (supplied by NWS)

01/1871 to 05/1896

Edited by Wallace Rezende
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Lembrei agora: em fevereiro de 2015, graças a uma combinação de frequentes pulsos polares (causados por um bloqueio atmosférico) e ampla cobertura de neve, algumas estações no interior do nordeste Americano com mais de 70 anos de dados (como Buffalo e Rochester, nos Grandes Lagos de NY, com estações meteorológicas no mesmo lugar desde o início dos anos 40) registraram o mês mais frio da história, e até mesmo grandes cidades (como Boston e Nova York, além do histórico observatório de Blue Hill) conseguiram entrar no top 5 do fevereiro mais frio em quase 150 anos.  Para cada caso assim são dúzias de recordes mensais de calor, mas isso serve para deixar uma pontinha de esperança, pois se todos os ingredientes se juntarem ainda podem ocorrer intervalos de frio histórico.  Claro também que certas partes do globo sofrem muito mais do que outras, mas a tendência global é de aumento de recordes quentes e diminuição de recordes frios.

 

Recordes de média mensal (fevereiro) no Central Park desde 1869:

 

Mais quentes:

2018: 5,6ºc

2017: 5,3ºc

2012: 4,9ºc

1984/1998/2002: 4,8ºc

1954: 4,5ºc

 

Mais frios:

1934: -6,7ºc

1885: -5,2ºc

2015: -4,5ºc

1895: -4,4ºc

1905: -4ºC

 

Em compensação, 2015 terminou com o novembro e o dezembro mais quentes da história de Nova York.  Dezembro de 2015 foi o primeiro (e até agora único, líder isoladíssimo) dezembro a quebrar a barreira dos 10ºC de temperatura média (a média foi de 10,4ºc em 2015, e o segundo dezembro mais quente em 2001 registrou média de 6,7ºc!![não errei na digitação, é isso mesmo, 12/2015 foi alienígena])!

Edited by Wallace Rezende
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11 horas atrás, Wallace Rezende disse:

Lembrei agora: em fevereiro de 2015, graças a uma combinação de frequentes pulsos polares (causados por um bloqueio atmosférico) e ampla cobertura de neve, algumas estações no interior do nordeste Americano com mais de 70 anos de dados (como Buffalo e Rochester, nos Grandes Lagos de NY, com estações meteorológicas no mesmo lugar desde o início dos anos 40) registraram o mês mais frio da história, e até mesmo grandes cidades (como Boston e Nova York, além do histórico observatório de Blue Hill) conseguiram entrar no top 5 do fevereiro mais frio em quase 150 anos.  Para cada caso assim são dúzias de recordes mensais de calor, mas isso serve para deixar uma pontinha de esperança, pois se todos os ingredientes se juntarem ainda podem ocorrer intervalos de frio histórico.  Claro também que certas partes do globo sofrem muito mais do que outras, mas a tendência global é de aumento de recordes quentes e diminuição de recordes frios.

 

Recordes de média mensal (fevereiro) no Central Park desde 1869:

 

Mais quentes:

2018: 5,6ºc

2017: 5,3ºc

2012: 4,9ºc

1984/1998/2002: 4,8ºc

1954: 4,5ºc

 

Mais frios:

1934: -6,7ºc

1885: -5,2ºc

2015: -4,5ºc

1895: -4,4ºc

1905: -4ºC

 

Em compensação, 2015 terminou com o novembro e o dezembro mais quentes da história de Nova York.  Dezembro de 2015 foi o primeiro (e até agora único, líder isoladíssimo) dezembro a quebrar a barreira dos 10ºC de temperatura média (a média foi de 10,4ºc em 2015, e o segundo dezembro mais quente em 2001 registrou média de 6,7ºc!![não errei na digitação, é isso mesmo, 12/2015 foi alienígena])!

Dezembro de 2015 estava sob a influência de um Super El Niño, que provocou um ano sem inverno no Brasil, mas o fenômeno também tende a deixar o inverno mais quente na Europa e nos EUA, que teve em 2015/16 o inverno mais quente já registrado nos 48 estados contíguos, isso considerando uma média, apesar duma potente onda de frio em fevereiro no Nordeste, porém foi curta. 

Edited by Leandro Leite
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1 hora atrás, Leandro Leite disse:

Dezembro de 2015 estava sob a influência de um Super El Niño, que provocou um ano sem inverno no Brasil, mas o fenômeno também tende a deixar o inverno mais quente na Europa e nos EUA, que teve em 2015/16 o inverno mais quente já registrado nos 48 estados contíguos, isso considerando uma média, apesar duma potente onda de frio em fevereiro no Nordeste, porém foi curta. 

Esta onda de frio de fevereiro de 2016 foi realmente curtíssima, mas bem forte.  O Central Park quebrou o maior jejum de anos sem baixar dos 0ºF (-17,8ºC) da história com mínima de -1ºF (-18,3ºC) no dia 14; por lá a última sub-zero Fahrenheit datava de janeiro de 1994.  Em Boston foi ainda mais notável: a mínima de -22,8ºC em 14/02/2016 foi a mais baixa desde 15/01/1957, quando fez -24,4ºC. 

 

Logo depois desta onda frio a temperatura subiu e fevereiro de 2016 fechou acima da média; bem diferente de fevereiro de 2015, quando o frio foi persistente e muitas cidades registraram a menor média desde 1934 (também no norte da fronteira, caso de Toronto).  Além do frio relâmpago de fevereiro, em 2016 houve uma nevada histórica (mas que não foi acompanhada por frio forte) em janeiro de 2016 na cidade de Nova York, com recorde no Central Park (69 cm de neve no dia 23/01, recorde diário para toda a série).  Mas o inverno com como um todo foi fraco mesmo.

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10 horas atrás, Wallace Rezende disse:

Esta onda de frio de fevereiro de 2016 foi realmente curtíssima, mas bem forte.  O Central Park quebrou o maior jejum de anos sem baixar dos 0ºF (-17,8ºC) da história com mínima de -1ºF (-18,3ºC) no dia 14; por lá a última sub-zero Fahrenheit datava de janeiro de 1994.  Em Boston foi ainda mais notável: a mínima de -22,8ºC em 14/02/2016 foi a mais baixa desde 15/01/1957, quando fez -24,4ºC. 

 

Logo depois desta onda frio a temperatura subiu e fevereiro de 2016 fechou acima da média; bem diferente de fevereiro de 2015, quando o frio foi persistente e muitas cidades registraram a menor média desde 1934 (também no norte da fronteira, caso de Toronto).  Além do frio relâmpago de fevereiro, em 2016 houve uma nevada histórica (mas que não foi acompanhada por frio forte) em janeiro de 2016 na cidade de Nova York, com recorde no Central Park (69 cm de neve no dia 23/01, recorde diário para toda a série).  Mas o inverno com como um todo foi fraco mesmo.

 

E nesse ano atual, aconteceu em Chicago um dos dias mais frios de toda a história climática da cidade. 

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Bem legal, mas o que chamou a minha atenção de imediato foi a trilha ressecada bem maior acompanhando o que parece ser o curso de um rio na primeira imagem de maio, seria ainda efeito do gelo do inverno/primavera anterior? (em julho já está tudo verde).

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To impressionado com esse calor de Phoenix, nao sabia que era tanto. Máximas de 46ºC, mínimas acima de 30ºC.

 

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Edited by Nowcasting
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Em 03/08/2019 em 12:27, Wallace Rezende disse:

Esta onda de frio de fevereiro de 2016 foi realmente curtíssima, mas bem forte.  O Central Park quebrou o maior jejum de anos sem baixar dos 0ºF (-17,8ºC) da história com mínima de -1ºF (-18,3ºC) no dia 14; por lá a última sub-zero Fahrenheit datava de janeiro de 1994.  Em Boston foi ainda mais notável: a mínima de -22,8ºC em 14/02/2016 foi a mais baixa desde 15/01/1957, quando fez -24,4ºC. 

 

Logo depois desta onda frio a temperatura subiu e fevereiro de 2016 fechou acima da média; bem diferente de fevereiro de 2015, quando o frio foi persistente e muitas cidades registraram a menor média desde 1934 (também no norte da fronteira, caso de Toronto).  Além do frio relâmpago de fevereiro, em 2016 houve uma nevada histórica (mas que não foi acompanhada por frio forte) em janeiro de 2016 na cidade de Nova York, com recorde no Central Park (69 cm de neve no dia 23/01, recorde diário para toda a série).  Mas o inverno com como um todo foi fraco mesmo.

1957 e 1994 tiveram muita neve nas serras do Sul do Brasil? Tem alguma correlação? 

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Em 03/08/2019 em 12:27, Wallace Rezende disse:

Esta onda de frio de fevereiro de 2016 foi realmente curtíssima, mas bem forte.  O Central Park quebrou o maior jejum de anos sem baixar dos 0ºF (-17,8ºC) da história com mínima de -1ºF (-18,3ºC) no dia 14; por lá a última sub-zero Fahrenheit datava de janeiro de 1994.  Em Boston foi ainda mais notável: a mínima de -22,8ºC em 14/02/2016 foi a mais baixa desde 15/01/1957, quando fez -24,4ºC. 

 

Logo depois desta onda frio a temperatura subiu e fevereiro de 2016 fechou acima da média; bem diferente de fevereiro de 2015, quando o frio foi persistente e muitas cidades registraram a menor média desde 1934 (também no norte da fronteira, caso de Toronto).  Além do frio relâmpago de fevereiro, em 2016 houve uma nevada histórica (mas que não foi acompanhada por frio forte) em janeiro de 2016 na cidade de Nova York, com recorde no Central Park (69 cm de neve no dia 23/01, recorde diário para toda a série).  Mas o inverno com como um todo foi fraco mesmo.

Comparável ao Sul do Brasil em julho de 2017, que teve uma onda de frio muito forte, porém curta, pois logo esquentou e o mês fechou acima da média, e voltando para 1994, também naquele ano a quente Goiânia teve sua mínima absoluta do período 61-90, de 2,6 C em 10 de julho ❄️

Edited by Leandro Leite
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13 horas atrás, Leandro Leite disse:

1957 e 1994 tiveram muita neve nas serras do Sul do Brasil? Tem alguma correlação? 

Muitas vezes invernos com boas invasões de ar frio no leste dos EUA são seguidos (ou precedidos) por uma situação semelhante no centro-sul do Brasil, agora nunca fiz um acompanhamento mais aprofundado para ver se  são apenas algumas coincidências ou se há alguma tendência.

 

Algumas curiosidades:

Duas super-erupções polares (das mais fortes jamais vistas) no leste dos EUA ocorreram em janeiro de 1985 e janeiro de 1994, e os invernos de 1985 e 1994 despertam ótimas lembranças em muita gente por aqui.

 

O inverno 1933/1934 trouxe fortíssimas ondas de frio para o sudeste do Canadá e nordeste dos EUA (com recorde absoluto de frio em NY e Boston, entre várias outras cidades), e pouco antes o inverno brasileiro de 1933 quebrou recordes de frio (nunca mais alcançados) em lugares como Cuiabá, Juiz de Fora e Região Serrana do RJ.

 

O período de dezembro de 1917 até o início de fevereiro de 1918 foi um dos mais frios do século XX no centro-leste do EUA, enquanto no Brasil o inverno de 1918 trouxe eventos históricos de frio para o Sul e Sudeste e o inverno de 1917 foi bem frio em média.  São muitos casos interessantes, mas um estudo mais aprofundado seria necessário para podermos afirmar alguma coisa.

Edited by Wallace Rezende
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Hoje trago o resumo de agosto de 2019 em duas cidades do Oeste dos Estados Unidos com clima muito distinto; Phoenix (a mais tórrida grande cidade do país nos meses quentes) e San Diego (conhecida pelo clima agradável em todas as estações).

 

Agosto de 2019 fechou com temperatura exatamente na média em San Diego (em 2018 a cidade registrou o agosto mais quente desde o início dos registros em 1873, e o Pacífico mais fresco é o principal responsável pelo retorno à média em 2019).  Em Phoenix, agosto de 2019 foi o segundo mais quente desde o início dos registros em 1895 (perdendo para 2011), e a temporada de monções mais fraca este ano foi a principal responsável pela temperatura mais alta (nebulosidade e umidade abaixo da média, trazendo máximas mais altas, enquanto a ilha de calor garantiu mínimas acima da média).  Nas duas cidades, a estação fica no aeroporto internacional.

 

Phoenix (08/2019):

Temperatura média simples: 36ºc (+1,8ºc) (segunda maior, recorde 36,8ºc em 2011)

Média máximas: 42,3ºc (+2,1ºc) (idem, recorde 42,8ºc em 2011)

Média mínimas: 29,7ºc (+1,5ºc) (quarta maior)

Máxima absoluta: 46,1ºc (05/08)

Mínima absoluta: 26,1ºc (28/08, durante pancada de chuva)

Precipitação: 6 mm (-19 mm)

 

San Diego (08/2019):

Temperatura média simples: 22ºc (0,0ºc)

Média máximas: 24,7ºc (0,0ºc)

Média mínimas: 19,2ºc (-0,1ºc)

Máxima absoluta: 28,9ºc (26/08)

Mínima absoluta: 17,8ºc (12,15,16,17e 22/08)

Precipitação: 0 mm (-0,5 mm)

Edited by Wallace Rezende
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Formação de nuvens convectivas com o avanço da umidade das monções do sudoeste americano pelo Arizona, mais um show da natureza:

Na parte noturna, é possível vez a mancha luminosa de Phoenix.

 

 

Edited by Wallace Rezende
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Em 04/09/2019 em 21:58, Wallace Rezende disse:

Hoje trago o resumo de agosto de 2019 em duas cidades do Oeste dos Estados Unidos com clima muito distinto; Phoenix (a mais tórrida grande cidade do país nos meses quentes) e San Diego (conhecida pelo clima agradável em todas as estações).

 

Agosto de 2019 fechou com temperatura exatamente na média em San Diego (em 2018 a cidade registrou o agosto mais quente desde o início dos registros em 1873, e o Pacífico mais fresco é o principal responsável pelo retorno à média em 2019).  Em Phoenix, agosto de 2019 foi o segundo mais quente desde o início dos registros em 1895 (perdendo para 2011), e a temporada de monções mais fraca este ano foi a principal responsável pela temperatura mais alta (nebulosidade e umidade abaixo da média, trazendo máximas mais altas, enquanto a ilha de calor garantiu mínimas acima da média).  Nas duas cidades, a estação fica no aeroporto internacional.

 

Phoenix (08/2019):

Temperatura média simples: 36ºc (+1,8ºc) (segunda maior, recorde 36,8ºc em 2011)

Média máximas: 42,3ºc (+2,1ºc) (idem, recorde 42,8ºc em 2011)

Média mínimas: 29,7ºc (+1,5ºc) (quarta maior)

Máxima absoluta: 46,1ºc (05/08)

Mínima absoluta: 26,1ºc (28/08, durante pancada de chuva)

Precipitação: 6 mm (-19 mm)

 

San Diego (08/2019):

Temperatura média simples: 22ºc (0,0ºc)

Média máximas: 24,7ºc (0,0ºc)

Média mínimas: 19,2ºc (-0,1ºc)

Máxima absoluta: 28,9ºc (26/08)

Mínima absoluta: 17,8ºc (12,15,16,17e 22/08)

Precipitação: 0 mm (-0,5 mm)

Se Cuiabá já é difícil, imagine Phoenix, lá todo mundo deve ter ar condicionado, senão ninguém dorme, a média anual de Phoenix é ainda um pouco menor que a de Cuiabá devido ao inverno mais frio que não existe em Cuiabá, mas ainda assim supera a média de Goiânia, que faz calor semelhante a Cuiabá entre setembro e outubro. 

Edited by Leandro Leite
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No site do Accuweater informando que vai chover muito no Idaho e Montana na quinta/sexta e no fim de semana uma tempestade de neve vai atingir a região com acumulados altos e até 5 negativos.

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11 minutos atrás, André Luiz DS disse:

Outono começando muito bem:

O ruim é que isso nem sempre significa um inverno bom .

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Em 24/08/2019 em 23:22, Wallace Rezende disse:

Muitas vezes invernos com boas invasões de ar frio no leste dos EUA são seguidos (ou precedidos) por uma situação semelhante no centro-sul do Brasil, agora nunca fiz um acompanhamento mais aprofundado para ver se  são apenas algumas coincidências ou se há alguma tendência.

 

Algumas curiosidades:

Duas super-erupções polares (das mais fortes jamais vistas) no leste dos EUA ocorreram em janeiro de 1985 e janeiro de 1994, e os invernos de 1985 e 1994 despertam ótimas lembranças em muita gente por aqui.

 

O inverno 1933/1934 trouxe fortíssimas ondas de frio para o sudeste do Canadá e nordeste dos EUA (com recorde absoluto de frio em NY e Boston, entre várias outras cidades), e pouco antes o inverno brasileiro de 1933 quebrou recordes de frio (nunca mais alcançados) em lugares como Cuiabá, Juiz de Fora e Região Serrana do RJ.

 

O período de dezembro de 1917 até o início de fevereiro de 1918 foi um dos mais frios do século XX no centro-leste do EUA, enquanto no Brasil o inverno de 1918 trouxe eventos históricos de frio para o Sul e Sudeste e o inverno de 1917 foi bem frio em média.  São muitos casos interessantes, mas um estudo mais aprofundado seria necessário para podermos afirmar alguma coisa.

1933: Primavera do Leste abaixo de zero?! Em 22 de junho chegou a 1,2 C em Cuiabá e - 2 C em Presidente Murtinho a 54 km de Primavera, em linha reta menos, sentido Barra do Garças, lá é conhecido como a Aldeia Indígena do Sangradouro, fica na reserva indígena, hoje é município de General Carneiro, é bem possível que mínimas negativas tenham ocorrido aonde hoje é o município de Primavera, inclusive aonde está a cidade, na época inexistente, locais aonde hoje é o lago são ainda mais prováveis, há muitas nascentes na cidade com matas de galerias, é um divisor das bacias hidrográficas do Prata e Araguaia-Tocantins, o que é cantado até no hino do município, essa informação sobre o frio eu peguei dum site que depois não achei mais.

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Em 26/09/2019 em 10:32, Juzinho disse:

O ruim é que isso nem sempre significa um inverno bom .

Um inverno mais quente que a média é até bem vindo nessas regiões, diferentes de muitas regiões do Brasil em que um El Niño rouba a oportunidade de usar roupas mais pesadas. 

Edited by Leandro Leite

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 Depois do verão 2019 de uma maneira geral sem graça, com poucos extremos, os Estados Unidos (parte continental, ou “lower 48”) tiveram um mês de setembro mais interessante, com alguns extremos dignos de nota.

 

 Apesar da tempestade de neve que atingiu algumas áreas do estado de Montana no final do mês [curiosidade, como o inverno é muito frio e seco na região, as tempestades de neve de outono e primavera tendem a ser mais fortes], o calor dominou ao longo mês, ou seja, mais áreas do país registraram anomalia positiva que negativa de temperatura.  Os destaques foram o Sul e grande parte do Sudeste dos EUA, e ainda um pedaço do Meio-Oeste, onde várias cidades registraram ou o setembro mais quente “de sempre” ou um dos mais quentes.  Entre as cidades que estabeleceram novos recordes de média mensal estão Nova Orleans (LA), Austin (capital do Texas, pela primeira vez teve média simples acima de 30ºc em setembro), Houston (TX), Galveston (TX), Memphis (TN) e Pensacola (FL); muitas outras pelo sul/sudeste (inclusive no Alabama, para alegria de Trump) ficaram atrás apenas de 09/1925 em calor.  Além do calor, a falta de chuva foi o outro grande destaque nestas mesmas áreas, e (novamente) Nova Orleans registrou o setembro mais seco desde o início dos registros em 1871 com 4,8 mm de chuva, e (também novamente) Pensacola, pela primeira vez na história (1879/2018), terminou setembro com o pluviômetro zerado (houve apenas traços de precipitação em dois dias).

 

 No sul/sudeste, as únicas exceções à secura (não ao calor) foram as áreas afetadas por distúrbios tropicais, no caso o litoral das Carolinas (bandas de chuva do furacão Dorian) e o sudeste do Texas (corredor Houston/Beaumont, que recebeu a chuva pesada da depressão tropical Imelda), mas essas áreas chuvosas foram “ilhas” num “oceano” de chuva abaixo da média.

 

 No leste, de uma maneira geral, as anomalias de temperatura foram se moderando de sul para o norte; Washington teve um dos setembros mais quentes da história e o quinto mais seco, mas Nova Iorque e a Nova Inglaterra fecharam o mês só um pouco mais quentes que a média.  A chuva abaixo da média também predominou.

 

 As maiores anomalias positivas de precipitação foram verificadas em áreas do Meio-Oeste, com enchentes em partes de Missouri, Illinois e Kansas, entre outros estados (mas a área coberta por anomalias negativas de precipitação nos EUA foi maior).

Edited by Wallace Rezende
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8 horas atrás, Wallace Rezende disse:

 Depois do verão 2019 de uma maneira geral sem graça, com poucos extremos, os Estados Unidos (parte continental, ou “lower 48”) tiveram um mês de setembro mais interessante, com alguns extremos dignos de nota.

 

 Apesar da tempestade de neve que atingiu algumas áreas do estado de Montana no final do mês [curiosidade, como o inverno é muito frio e seco na região, as tempestades de neve de outono e primavera tendem a ser mais fortes], o calor dominou ao longo mês, ou seja, mais áreas do país registraram anomalia positiva que negativa de temperatura.  Os destaques foram o Sul e grande parte do Sudeste dos EUA, e ainda um pedaço do Meio-Oeste, onde várias cidades registraram ou o setembro mais quente “de sempre” ou um dos mais quentes.  Entre as cidades que estabeleceram novos recordes de média mensal estão Nova Orleans (LA), Austin (capital do Texas, pela primeira vez teve média simples acima de 30ºc em setembro), Houston (TX), Galveston (TX), Memphis (TN) e Pensacola (FL); muitas outras pelo sul/sudeste (inclusive no Alabama, para alegria de Trump) ficaram atrás apenas de 09/1925 em calor.  Além do calor, a falta de chuva foi o outro grande destaque nestas mesmas áreas, e (novamente) Nova Orleans registrou o setembro mais seco desde o início dos registros em 1871 com 4,8 mm de chuva, e (também novamente) Pensacola, pela primeira vez na história (1879/2018), terminou setembro com o pluviômetro zerado (houve apenas traços de precipitação em dois dias).

 

 No sul/sudeste, as únicas exceções à secura (não ao calor) foram as áreas afetadas por distúrbios tropicais, no caso o litoral das Carolinas (bandas de chuva do furacão Dorian) e o sudeste do Texas (corredor Houston/Beaumont, que recebeu a chuva pesada da depressão tropical Imelda), mas essas áreas chuvosas foram “ilhas” num “oceano” de chuva abaixo da média.

 

 No leste, de uma maneira geral, as anomalias de temperatura foram se moderando de sul para o norte; Washington teve um dos setembros mais quentes da história e o quinto mais seco, mas Nova Iorque e a Nova Inglaterra fecharam o mês só um pouco mais quentes que a média.  A chuva abaixo da média também predominou.

 

 As maiores anomalias positivas de precipitação foram verificadas em áreas do Meio-Oeste, com enchentes em partes de Missouri, Illinois e Kansas, entre outros estados (mas a área coberta por anomalias negativas de precipitação nos EUA foi maior).

 

E no Canadá ? Como foi ?

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Calgary registrou no dia 29/09 uma queda de neve de 24,6 cm.

Foi o maior valor já registrado no mês de Setembro, superando os 22,9 cm de 19/09/1895.

 

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8 horas atrás, Renan disse:

 

E no Canadá ? Como foi ?

Fiz um apanhado de algumas das principais cidades e os dados indicam que foi um mês com anomalias de temperatura suaves ou praticamente nulas nas áreas mais habitadas do Canadá.  Algumas médias de 09/2019 mais anomalias para a normal 1981/2010:

 

Vancouver: 15,6ºc (+0,7)

Calgary: 11,3ºc (+0,3)

Edmonton: 10,6ºc (-0,8)

Regina: 12,5ºc (+0,7)

Winnipeg: 13,5ºc (+0,8)

Toronto: 18ºc (+0,8)

Montreal: 15,7ºc (+0,2)

Quebec: 12,8ºc (+0,1)

Fredericton: 13,3ºc (-0,7)

Halifax: 14,6ºc (0,0)

St. John’s: 11,6ºc (-0,7)

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Últimos respiros do verão na costa leste dos EUA, Washington registrou hoje a maior temperatura da história (1871/2018) para outubro (36ºc), e Nova Iorque/Central Park a segunda maior (34ºc, perdendo apenas para os 35ºc de 10/1941).

 

Amanhã o calor começa a perder espaço (refresca bem em NY e Washington, onde o clima outonal vai chegar de vez nos próximos dias), e até o fim de semana o refresco chega ao Golfo do México, onde recordes de calor também tem sido alcançados ou aproximados entre o norte da Flórida e o Texas desde setembro.

 

 

 

 

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Em 07/10/2019 em 22:56, Matheus Vinicius disse:

Bom frio pela Rússia também.

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Me chamou a atenção a inércia térmica do lago Baikal. 

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Animação do avanço do primeiro pulso mais abrangente de ar frio (previsão) em direção ao sul pelo centro/oeste dos EUA, é o outono..

É um mapa de anomalias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Edited by Wallace Rezende
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Essa época deve ser maravilhosa de se ver e viver nos EUA e Canadá, com as florestas temperadas perdendo as folhas e os primeiros pulsos de ar frio trazendo geadas e neve nos locais mais propícios. As 4 estações do ano bem definidas, ao contrário do clima tropical que tem apenas duas.

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14 horas atrás, Wallace Rezende disse:

Animação do avanço do primeiro pulso mais abrangente de ar frio (previsão) em direção ao sul pelo centro/oeste dos EUA, é o outono..

É um mapa de anomalias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se é que existe aquela correlação entre eventos de frio/calor mas metades leste/oeste com a América do Sul (especialmente o Brasil) como vc apontou muito bem recentemente e que eu apontei lembrando que o professor Eugênio sempre dizia dessa possibilidade (realmente nunca estudada), esse mapa de anomalias para AGORA na América do Norte pode ser um mau sinal para nós no ano que vem.  A porção Oeste dos Estados Unidos (incluindo o Alasca e obviamente a Colúmbia Britânica, Canadá) vem de um longuíssimo período de temperaturas muito acima da média - com intervalos de quebra - no outono/inverno (recordes de calor recentes em San Francisco, Anchorage, etc) que já tem coisa de uns dez anos (bate também com a crise hídrica da Califórnia).  Uma hora essa chave iria virar.  O professor Eugênio sempre dizia que em alguns anos não se notava nada dessa dinâmica (e há outras variáveis como El Niño, La Nina, aquecimento do atlântico, mudança do posicionamento da Asas, etc etc etc) para bagunçar o quadro. No entanto, dos períodos que ele acompanhou e que tinham correlação, funcionava quase com um espelho. O que é interessantíssimo de se acompanhar. 

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