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Brasil Abaixo de Zero
Felipe F

Furacões no Atlântico Norte e Pacífico Leste/Central - 2019

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Esta belezinha poderá impactar diretamente a Ilha das Flores (possivelmente como categoria 1 ou 2), ou ao menos passar bem perto.  Está longe de ser algo digno de nota um furacão passar por perto do arquipélago dos Açores, mas um impacto direto é bem menos comum.

 

Depois disso, o que restar poderá se aproximar das Ilhas Britânicas, tocando o solo como tempestade extratropical (mas a trajetória está longe de estar  "gravada na pedra").

 

Edited by Wallace Rezende
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...LORENZO STRENGTHENS INTO A CATEGORY 5 HURRICANE...

Recent satellite data indicate that Lorenzo has continued to
rapidly strengthen to an extremely dangerous category 5 hurricane
with maximum sustained winds near 160 mph (260 km/h).  This
increase in intensity will be reflected in the forecast issued at
11 pm AST (0300 UTC).


SUMMARY OF 1010 PM AST...0210 UTC...INFORMATION
----------------------------------------------
LOCATION...24.1N 45.0W
ABOUT 1410 MI...2270 KM SW OF THE AZORES
MAXIMUM SUSTAINED WINDS...160 MPH...260 KM/H
PRESENT MOVEMENT...N OR 360 DEGREES AT 10 MPH...17 KM/H
MINIMUM CENTRAL PRESSURE...925 MB...27.31 INCHES

$$
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Vai ser o segundo furacão de Categoria 5 a não ter seu nome retirado.

Aliás, Lorenzo me lembra muito o furacão Igor em 2010, teve uma grande expectativa pra o NHC classificá-lo como CAT 5, o que não ocorreu, mas ele pode sim ter tido força equivalente em algum instante.

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16 minutos atrás, Felipe F disse:

 

Dorian não entra nesta lista?  Não entendi, era no mínimo tão forte quanto Irma, e claramente mais forte que Michael e Matthew.

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2019 entrou na rara lista de anos que tiveram mais de um (1) categoria 5.

Os outros anos foram 2017 (Irma e Maria),  2007 (Dean e Felix), 2005 ( Emily, Katrina, Rita e Wilma), 1961 (Carla e Hattie), 1933 (Cuba-Brownsville e Tampico) e 1932 (Bahamas e Cuba).

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10 minutos atrás, Wallace Rezende disse:

Dorian não entra nesta lista?  Não entendi, era no mínimo tão forte quanto Irma, e claramente mais forte que Michael e Matthew.

Acho que chegou até T6.5 apenas.

Dvorak nem sempre funciona bem, sorte que tinha reconhecimento.

 

EDIT:

Confirmando o dado: https://www.ssd.noaa.gov/PS/TROP/DATA/2019/tdata/atl/05L.html

Edited by Felipe F
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7 minutos atrás, Felipe F disse:

2019 entrou na rara lista de anos que tiveram mais de um (1) categoria 5.

Os outros anos foram 2017 (Irma e Maria),  2007 (Dean e Felix), 2005 ( Emily, Katrina, Rita e Wilma), 1961 (Carla e Hattie), 1933 (Cuba-Brownsville e Tampico) e 1932 (Bahamas e Cuba).

Lembrando que a chance de Lorenzo (uma cópia exata dele) ser classificado como cat 5 (e até 4, eu diria) antes da era dos satélites (ainda mais nesta posição) era basicamente nenhuma. 

 

Até mesmo na era dos satélites há diferença entre os anos iniciais e agora, mas antes era como procurar agulha num palheiro, e se não passasse perto de algum lugar habitado com força e chance era quase zero (exceto algum navio no olho, mas que eu saiba todos os furacões antigos que receberam a classificação máxima tocaram a terra ao menos ainda como furacões intensos, o que diz muito).

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Vou bancar o pedante aqui, eu não manjo muito nesses bangs de Dvorak. A classificação deu-se sobre a temperatura de topo do CDO é isso?

Pq a estrutura da parede do olho nunca esteve "lisa" e o olho nem estava simétrico, tampouco limpo.

 

Momento de melhor simetria no canal IR

wB6uYTU.jpg

oiw5YDs.jpg

 

Depois de um pulso convectivo mais intenso, já parece perder força.

CWFU5c6.gif

 

Já li sobre a altitude da tropopausa ter variações ao redor do planeta, em alguns locais ela é mais alta e permite às nuvens registrarem menores temperaturas no topo, não sei se há um mapeamento disso. Lorenzo parece um tufão ordinário pra mim. rsrs

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2 horas atrás, Felipe F disse:

Acho que chegou até T6.5 apenas.

Dvorak nem sempre funciona bem, sorte que tinha reconhecimento.

 

EDIT:

Confirmando o dado: https://www.ssd.noaa.gov/PS/TROP/DATA/2019/tdata/atl/05L.html

Isto mostra bem as limitações desta técnica, também não sou entendido nela mas há limitações que saltam aos olhos.  Por exemplo: no dia 02/09 Dorian estava claramente bem mais fraco que no pico (dia 01 e madrugada do dia 02), mas o DVORAK indica a mesma estimativa de intensidade até 18Z do dia 02, totalmente absurdo!

 

Uma pena não termos um voo de reconhecimento para averiguar Lorenzo, esta intensidade (estimada pelo NHC) pode muito bem estar superestimada.  Assim como a falta de reconhecimento nos tufões é lamentável, se Dorian fosse um tufão não teria passado de um categoria 4 pelas estimativas por satélite.  Lembrando que Rammasun em 2014 (com pressão no olho abaixo de 900 mb medida por uma estação automática no meio do nada) foi considerado pelo JTWC apenas um tufão mediano com pressão de 935 mb.

 

Claro que o reconhecimento não é perfeito, e a questão do quanto os ventos em superfície são mais fracos que os registrados pelos instrumentos lançadas dos aviões e que as estimativas agressivas por SFMR (quase sempre são, e por vezes bem mais fracos) ainda não recebeu a atenção que merece, mas é um belo passo adiante do "Dvorak", pois na pior das hipóteses as medições de pressão no olho são confiáveis.

 

Infelizmente, a contaminação deste assunto por política está prejudicando a própria ciência também... Quando vemos algumas das maiores autoridades no assunto (como o Sr. Klotzbach) fazendo comparações totalmente absurdas que seriam criticadas até num trabalho de ensino médio (de número e intensidade de furacões entre antes da era dos satélites e os dias de hoje), percebe-se que qualquer tentativa de ser rigoroso/científico evapora diante de uma "boa causa".  O próprio NHC deixou de ser isento há tempos, mudam a metodologia (critérios para nomeação de sistemas e atribuição de intensidade) mas a comunicação sobre as implicações destas mudanças ou não é feita ou é feita de maneira incompleta.  Este ano em particular, parece que estão fazendo de tudo para atingir o alvo que eles mesmo estabelecerem, o número de "sistemas nomeados".

Edited by Wallace Rezende
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16 horas atrás, Wallace Rezende disse:

Isto mostra bem as limitações desta técnica, também não sou entendido nela mas há limitações que saltam aos olhos.  Por exemplo: no dia 02/09 Dorian estava claramente bem mais fraco que no pico (dia 01 e madrugada do dia 02), mas o DVORAK indica a mesma estimativa de intensidade até 18Z do dia 02, totalmente absurdo!

 

Uma pena não termos um voo de reconhecimento para averiguar Lorenzo, esta intensidade (estimada pelo NHC) pode muito bem estar superestimada.  Assim como a falta de reconhecimento nos tufões é lamentável, se Dorian fosse um tufão não teria passado de um categoria 4 pelas estimativas por satélite.  Lembrando que Rammasun em 2014 (com pressão no olho abaixo de 900 mb medida por uma estação automática no meio do nada) foi considerado pelo JTWC apenas um tufão mediano com pressão de 935 mb.

 

Claro que o reconhecimento não é perfeito, e a questão do quanto os ventos em superfície são mais fracos que os registrados pelos instrumentos lançadas dos aviões e que as estimativas agressivas por SFMR (quase sempre são, e por vezes bem mais fracos) ainda não recebeu a atenção que merece, mas é um belo passo adiante do "Dvorak", pois na pior das hipóteses as medições de pressão no olho são confiáveis.

 

Infelizmente, a contaminação deste assunto por política está prejudicando a própria ciência também... Quando vemos algumas das maiores autoridades no assunto (como o Sr. Klotzbach) fazendo comparações totalmente absurdas que seriam criticadas até num trabalho de ensino médio (de número e intensidade de furacões entre antes da era dos satélites e os dias de hoje), percebe-se que qualquer tentativa de ser rigoroso/científico evapora diante de uma "boa causa".  O próprio NHC deixou de ser isento há tempos, mudam a metodologia (critérios para nomeação de sistemas e atribuição de intensidade) mas a comunicação sobre as implicações destas mudanças ou não é feita ou é feita de maneira incompleta.  Este ano em particular, parece que estão fazendo de tudo para atingir o alvo que eles mesmo estabelecerem, o número de "sistemas nomeados".

Rammasun atingiu a categoria 5, inclusive o segundo na história a fazer esse feito no mar da China 🤔

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1 hora atrás, PabloMartins disse:

Rammasun atingiu a categoria 5, inclusive o segundo na história a fazer esse feito no mar da China 🤔

  Sim, graças ao dado de uma estação automática chinesa num pequeno rochedo desabitado foi possível ter uma noção melhor da pressão mínima do Rammasun (dependendo do método varia entre 888 e 905 mb, o último me parece mais realista considerando que o registro de 899.2 mb foi causado por um mesovórtice), então certamente era um categoria 5, e provavelmente mais forte que os 160 mph indicados pelo JTWC (a pressão de 935 é risível, mesmo diante dos dados  eles mantiveram esta estimativa conservadora).  É um belo exemplo de estimativas por satélite subestimando a intensidade, assim como Dorian. 

  Também foi um caso raro de tufão que atingiu a intensidade máxima após atravessar as Filipinas já como um tufão significativo.

 

  Ou seja, os exemplos mostram que as estimativas por satélite, especialmente as que colocam maior peso na temperatura do topo das nuvens, podem tanto subestimar quanto superestimar, e Lorenzo é um que pode ter sido superestimado (mas não deixa de ser um furacão bem incomum).  Aliás, a última previsão oficial já direciona (o que sobrar de) Lorenzo para longe das Ilhas Britânicas, mas ainda pode passar perto da Ilha das Flores (provavelmente no máximo como categoria 1).

 

Neste tópico, algumas opiniões sobre Rammasun, "Labor Day", Camille, Dorian, Irma.. http://www.storm2k.org/phpbb2/viewtopic.php?f=31&t=117675&start=300

Edited by Wallace Rezende
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NHC emitindo agora um aviso de furacão para as Ilhas Açorianas.

Os últimos furacões que rondaram território português (Alex, Ophelia e Leslie) o NHC chegou a emitir alertas mas não os destacava no gráfico. 
Que eu me recorde essa é a primeira vez.

WwVYPRk.png

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1 hora atrás, Tavares disse:

NHC emitindo agora um aviso de furacão para as Ilhas Açorianas.

Os últimos furacões que rondaram território português (Alex, Ophelia e Leslie) o NHC chegou a emitir alertas mas não os destacava no gráfico. 
Que eu me recorde essa é a primeira vez.

WwVYPRk.png

alerta*

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Agora sim alertas

XjrTPiy.png

 

Lorenzo bem que podia causar uma devastaçãozinha de nada nos Açores pra ter seu nome retirado. Aliás eu acho que o NHC deveria retirar automaticamente os nomes dos furacões que alcançam a categoria 5.

 

Ele tava bonitão uma meia hora atrás

fr0oFI0.jpg

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A passagem de Lorenzo pelos Açores não tem grandes destaques. A rajada máxima foi de 163 km/h e o nome não deve ser aposentado.
Lorenzo não tem mais características tropicais porém a área de ventos com força de furacão era, às 11 horas de hoje, do tamanho da Irlanda.

A intensidade dos ventos deve reduzir antes de o ciclone atingir o país mas avisos de don't make unnecessary journeys podem ser necessários. (desculpa eu não resisti 😁)

7BjJu8O.png

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Posted (edited)
7 horas atrás, Tavares disse:

A passagem de Lorenzo pelos Açores não tem grandes destaques. A rajada máxima foi de 163 km/h e o nome não deve ser aposentado.
Lorenzo não tem mais características tropicais porém a área de ventos com força de furacão era, às 11 horas de hoje, do tamanho da Irlanda.

A intensidade dos ventos deve reduzir antes de o ciclone atingir o país mas avisos de don't make unnecessary journeys podem ser necessários. (desculpa eu não resisti 😁)

 

A parte mais forte de Lorenzo passou a oeste da Ilha das Flores e raspou na Ilha do Corvo no início da última madrugada no Brasil (meio/final da madrugada por lá), e a maior rajada foi registrada justamente na Ilha do Corvo.  O mar excepcionalmente agitado causou alguma destruição do porto de Lajes das Flores, mas "para dentro" das ilhas não houve nada excepcional, as Açores como um todo já viram tempestades de inverno bem piores.

 

https://www.publico.pt/2019/10/02/sociedade/noticia/lorenzo-destroi-porto-lajes-flores-deixa-grupo-ocidental-abastecimento-1888701

 

Nas Ilhas Britânicas, os restos mortais de Lorenzo prometem ser bem menos severos que algumas das tempestades históricas que atingiram a região (ex: Debbie), apesar do habitual sensacionalismo na mídia.

 

Efeitos da agitação do mar(Horta, Açores):

 

Edited by Wallace Rezende
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Tempestade subtropical Melissa se formou na costa leste dos EUA.

O ciclone vai ter uma vida bem curta.

 

BULLETIN
Subtropical Storm Melissa Advisory Number   1
NWS National Hurricane Center Miami FL       AL142019
1100 AM AST Fri Oct 11 2019

...NOR'EASTER CENTERED SOUTHEAST OF NEW ENGLAND BECOMES A
SUBTROPICAL STORM...
...CHANGE IN STORM STATUS DOES NOT CHANGE EXPECTED IMPACTS FROM WIND
AND COASTAL FLOODING ALONG PORTIONS OF THE MID-ATLANTIC COAST AND
SOUTHEASTERN NEW ENGLAND...


SUMMARY OF 1100 AM AST...1500 UTC...INFORMATION
-----------------------------------------------
LOCATION...38.5N 69.6W
ABOUT 190 MI...300 KM S OF NANTUCKET MASSACHUSETTS
MAXIMUM SUSTAINED WINDS...65 MPH...100 KM/H
PRESENT MOVEMENT...SSW OR 200 DEGREES AT 3 MPH...6 KM/H
MINIMUM CENTRAL PRESSURE...995 MB...29.39 INCHES


WATCHES AND WARNINGS
--------------------
There are no coastal tropical cyclone watches or warnings in effect.

For information on wind and coastal flooding hazards, see products
issued by your local National Weather Service office at
weather.gov.

 

EGmx0NiW4AARsx5?format=jpg&name=medium


 
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Depressão 15 se forma na costa da África.

Ciclone raro para essa área em Outubro.

Próximo nome é Nestor.

 

Citar

AL, 15, 2019101418, , BEST, 0, 130N, 199W, 30, 1006, TD, 34, NEQ, 0, 0, 0, 0, 1011, 150, 50, 0, 0, L, 0, , 0, 0, FIFTEEN, D, 0, , 0, 0,

 

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Tempestade tropical Nestor se forma no Golfo.

Deve fazer landfall amanhã na Flórida.

 

BULLETIN
Tropical Storm Nestor Intermediate Advisory Number 5A
NWS National Hurricane Center Miami FL AL162019
100 PM CDT Fri Oct 18 2019

...DISTURBANCE BECOMES TROPICAL STORM NESTOR...
...DANGEROUS STORM SURGE AND TROPICAL STORM FORCE WINDS EXPECTED
ALONG PORTIONS OF THE NORTHERN GULF COAST LATER TODAY AND TONIGHT...


SUMMARY OF 100 PM CDT...1800 UTC...INFORMATION
----------------------------------------------
LOCATION...26.3N 89.5W
ABOUT 195 MI...315 KM S OF THE MOUTH OF THE MISSISSIPPI RIVER
ABOUT 355 MI...570 KM SW OF PANAMA CITY FLORIDA
MAXIMUM SUSTAINED WINDS...60 MPH...95 KM/H
PRESENT MOVEMENT...NE OR 55 DEGREES AT 22 MPH...35 KM/H
MINIMUM CENTRAL PRESSURE...1001 MB...29.56 INCHES

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Dá pra perceber que Dorian foi um ponto fora da curva nesta temporada de furacões. Quando fechar a temporada, queria uma análise do pessoal especializado.

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Em 18/10/2019 em 14:43, Renan disse:

Dá pra perceber que Dorian foi um ponto fora da curva nesta temporada de furacões. Quando fechar a temporada, queria uma análise do pessoal especializado.

Não foi um ponto fora da curva. Teve o furacão Lorenzo também de categoria 5 e ainda um outro grande furacão (Humberto de CAT3). Última temporada com furacões de categoria 5 sem ter havido furacões de categoria 4 foi 2007 que foi um esculacho. 2 furacões CAT5 e somente mais 4 de CAT1, aí sim pontos fora da curva.

 

O GFS vem há várias rodadas mostrando uma ciclogênese que surgiria no Atlântico Norte e que poderia se deslocar pra região dos Açores adquirindo características tropicais ou subtropicais.

BmDsclJ.png

rqhGf9i.png

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