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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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RESUMO: Neutralidade com viés frio no decorrer de 2020 ANÁLISE: Em boletim atualizado em 12 de março, o Centro Americano de Meteorologia e Oceanografia (NOAA) manteve a previsão de neutralidade climática, sem El Niño ou La Niña, com 65% de chance no outono e 55% de chance no inverno do hemisfério Sul. Isto não quer dizer que a temperatura do Pacífico esteja dentro da média. Atualmente, observamos uma área mais aquecida no leste do oceano, mas que não está associada com o desenvolvimento de um novo El Niño. Tanto que a Região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, viveu uma estiagem entre novembro e fevereiro e apresenta problemas de falta de chuva neste mês março. Por enquanto, a tendência é de manutenção da neutralidade, sem El Niño ou La Niña, porém o atual aquecimento do Pacífico dará lugar a um resfriamento até o fim de 2020. Em resumo, isto significa um decorrer de primeiro semestre mais úmido que o normal no centro e sul do Brasil e um segundo semestre de 2020 mais seco que o normal. Para o outono, que começará no dia 20 de março, a previsão a simulação de probabilidade feita por multi modelos numéricos indica precipitação entre a média e acima da média em boa parte do Brasil, inclusive na Região Sul. Algumas poucas exceções aparecem em Mato Grosso do Sul, no pantanal de Mato Grosso, no Espírito Santo e Zona da Mata de Minas Gerais, oeste do Acre, sudoeste do Amazonas e no norte dos Estados do Maranhão e do Pará. A temperatura ficará acima da média no interior do Brasil, mas dentro da média na faixa leste, área que engloba as capitais mais populosas, incluindo-se a totalidade da Região Sudeste. Olhando-se somente para abril, a média de rodadas da simulação americana CFSv2 indica enfraquecimento da chuva sobre o centro do Brasil com acumulados entre a média e abaixo da média no norte de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, nordeste de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, sudeste do Pará e boa parte do MATOPIBA. Isto não implica, no entanto, em corte repentino e-ou ausência de chuva no centro do Brasil. A mesma simulação indica um episódio de chuva após o dia 10 de abril. Já a chuva acima da média será registrada na Região Sul, colocando um ponto final à estiagem, sul de São Paulo, oeste e sul de Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, costa da Bahia e boa parte do leste e norte do Nordeste, além da Região Norte. De uma forma geral, abril será mais quente que o normal, já que a a maior parte das frentes frias ficará bloqueada sobre a Região Sul. Destaque para as maiores temperaturas previstas na primeira semana do mês. Apesar da temperatura acima da média, não há indicativo de persistência, já que logo após a primeira semana de calor, há previsão de declínio da temperatura.
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Agora, JOÃO MARCOS disse:
RESUMO: Neutralidade com viés frio no decorrer de 2020 ANÁLISE: Em boletim atualizado em 12 de março, o Centro Americano de Meteorologia e Oceanografia (NOAA) manteve a previsão de neutralidade climática, sem El Niño ou La Niña, com 65% de chance no outono e 55% de chance no inverno do hemisfério Sul. Isto não quer dizer que a temperatura do Pacífico esteja dentro da média. Atualmente, observamos uma área mais aquecida no leste do oceano, mas que não está associada com o desenvolvimento de um novo El Niño. Tanto que a Região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, viveu uma estiagem entre novembro e fevereiro e apresenta problemas de falta de chuva neste mês março. Por enquanto, a tendência é de manutenção da neutralidade, sem El Niño ou La Niña, porém o atual aquecimento do Pacífico dará lugar a um resfriamento até o fim de 2020. Em resumo, isto significa um decorrer de primeiro semestre mais úmido que o normal no centro e sul do Brasil e um segundo semestre de 2020 mais seco que o normal. Para o outono, que começará no dia 20 de março, a previsão a simulação de probabilidade feita por multi modelos numéricos indica precipitação entre a média e acima da média em boa parte do Brasil, inclusive na Região Sul. Algumas poucas exceções aparecem em Mato Grosso do Sul, no pantanal de Mato Grosso, no Espírito Santo e Zona da Mata de Minas Gerais, oeste do Acre, sudoeste do Amazonas e no norte dos Estados do Maranhão e do Pará. A temperatura ficará acima da média no interior do Brasil, mas dentro da média na faixa leste, área que engloba as capitais mais populosas, incluindo-se a totalidade da Região Sudeste. Olhando-se somente para abril, a média de rodadas da simulação americana CFSv2 indica enfraquecimento da chuva sobre o centro do Brasil com acumulados entre a média e abaixo da média no norte de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, nordeste de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, sudeste do Pará e boa parte do MATOPIBA. Isto não implica, no entanto, em corte repentino e-ou ausência de chuva no centro do Brasil. A mesma simulação indica um episódio de chuva após o dia 10 de abril. Já a chuva acima da média será registrada na Região Sul, colocando um ponto final à estiagem, sul de São Paulo, oeste e sul de Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, costa da Bahia e boa parte do leste e norte do Nordeste, além da Região Norte. De uma forma geral, abril será mais quente que o normal, já que a a maior parte das frentes frias ficará bloqueada sobre a Região Sul. Destaque para as maiores temperaturas previstas na primeira semana do mês. Apesar da temperatura acima da média, não há indicativo de persistência, já que logo após a primeira semana de calor, há previsão de declínio da temperatura.

Teremos um Abril quente no Sudeste ...

Era "sol" que me faltava kkk

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6 horas atrás, JOÃO MARCOS disse:
RESUMO: Neutralidade com viés frio no decorrer de 2020 ANÁLISE: Em boletim atualizado em 12 de março, o Centro Americano de Meteorologia e Oceanografia (NOAA) manteve a previsão de neutralidade climática, sem El Niño ou La Niña, com 65% de chance no outono e 55% de chance no inverno do hemisfério Sul. Isto não quer dizer que a temperatura do Pacífico esteja dentro da média. Atualmente, observamos uma área mais aquecida no leste do oceano, mas que não está associada com o desenvolvimento de um novo El Niño. Tanto que a Região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, viveu uma estiagem entre novembro e fevereiro e apresenta problemas de falta de chuva neste mês março. Por enquanto, a tendência é de manutenção da neutralidade, sem El Niño ou La Niña, porém o atual aquecimento do Pacífico dará lugar a um resfriamento até o fim de 2020. Em resumo, isto significa um decorrer de primeiro semestre mais úmido que o normal no centro e sul do Brasil e um segundo semestre de 2020 mais seco que o normal. Para o outono, que começará no dia 20 de março, a previsão a simulação de probabilidade feita por multi modelos numéricos indica precipitação entre a média e acima da média em boa parte do Brasil, inclusive na Região Sul. Algumas poucas exceções aparecem em Mato Grosso do Sul, no pantanal de Mato Grosso, no Espírito Santo e Zona da Mata de Minas Gerais, oeste do Acre, sudoeste do Amazonas e no norte dos Estados do Maranhão e do Pará. A temperatura ficará acima da média no interior do Brasil, mas dentro da média na faixa leste, área que engloba as capitais mais populosas, incluindo-se a totalidade da Região Sudeste. Olhando-se somente para abril, a média de rodadas da simulação americana CFSv2 indica enfraquecimento da chuva sobre o centro do Brasil com acumulados entre a média e abaixo da média no norte de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, nordeste de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, sudeste do Pará e boa parte do MATOPIBA. Isto não implica, no entanto, em corte repentino e-ou ausência de chuva no centro do Brasil. A mesma simulação indica um episódio de chuva após o dia 10 de abril. Já a chuva acima da média será registrada na Região Sul, colocando um ponto final à estiagem, sul de São Paulo, oeste e sul de Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, costa da Bahia e boa parte do leste e norte do Nordeste, além da Região Norte. De uma forma geral, abril será mais quente que o normal, já que a a maior parte das frentes frias ficará bloqueada sobre a Região Sul. Destaque para as maiores temperaturas previstas na primeira semana do mês. Apesar da temperatura acima da média, não há indicativo de persistência, já que logo após a primeira semana de calor, há previsão de declínio da temperatura.

 

5 horas atrás, Juzinho disse:

Teremos um Abril quente no Sudeste ...

Era "sol" que me faltava kkk

Análise extremamente confusa e contraditória em alguns pontos. 

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8 horas atrás, Daniel Lisboa disse:

 

Análise extremamente confusa e contraditória em alguns pontos. 

Eu também achei uma análise incoerente. Chuva acima da média no sul durante o outono? Só acredito vendo.

Edited by JOÃO MARCOS
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Tomara que tenhamos ao menos neutralidade de viés frio, uma vez que essa é favorável a ondas de frio intensas, como 1996 e 2013, o Atlântico também precisa estar frio, em 2017 penso que o Atlântico frio na altura do Sudeste e Nordeste possa ter favorecido uma onda de frio marítima e outra continental, ambas com potencial histórico, no mês de julho.    

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15 horas atrás, Daniel Lisboa disse:

Análise extremamente confusa e contraditória em alguns pontos.

 

Não sou especialista no assunto mas também fiquei meio confuso.

Acho que a redação é que não está boa, parece uma tradução meio mal-feita...

 

Em todo caso, fico com pé atrás e esperando o desenrolar dos acontecimentos... 

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O CFS DISCORDA DESSA PREVISÃO:

 

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11 minutos atrás, Renan disse:

O CFS DISCORDA DESSA PREVISÃO:

 

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Só na próxima era glacial que Abril volta a ser normal ou abaixo da média por aqui.

 

 

 

Quanto ao prognóstico, incrível como um Instituto publica algo escrito de forma tão confusa, sem ao menos ter revisado direito o texto.

Vi erros de escrita ali que, com uma revisão de um minuto, poderiam ter sido evitados. Brasil-sil-sil.

 

Edited by Eclipse
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10 horas atrás, Pedro Victor P. disse:

MJJ/2020. La Niña talvez começando a dar as caras no finalzinho do outono...

 

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O que me preocupa é essa previsão de tendência de aquecimento do nosso Atlântico próximo à costa.

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Tomara que seja verdade, sub-10 em Cuiabá e Primavera com tempo nublado, sub-15 durante a tarde, pois de 2014 pra cá só 2017 teve frio potencialmente histórico na região, pois são seis anos no modo predominantemente quente, 2019 foi bem meia boca em matéria de frio, só não foi fraco como 2015, ano de Super El Niño, o retorno da La Niña, ainda mais se o Atlântico esfriar também, poderá trazer todo esse frio de volta, acho que em 2017 o Atlântico frio na altura do Sudeste e Nordeste pode ter favorecido as duas bombas, marítima e continental, em julho, pois o La Niña ainda não estava configurado, agora, imagine a hora que tivermos um trimestre JJA ou JAS com La Niña, a última vez foi 2010/2011.   

Edited by Leandro Leite
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Entre 1990 e 1995 o Pacífico estava predominantemente quente, mas mesmo assim teve fortes ondas de frio nesse período, como 1993 e 1994, acho que pode ter sido consequência do Pinatubo em 1991, em 1996 já deve ter sido por causa da neutralidade de viés frio após uma La Niña  moderada iniciada em 1995, mas este foi de pouco frio no Sudeste por causa do Atlântico quente.   

Edited by Leandro Leite
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Me lembro do Flávio (acho que foi ele) ter falado algo sobre águas frias no canal do Panamá.

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Edited by CloudCb
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Uma neutralidade de viés frio tipo 2013, ano com frio intenso, porém a partir de meados de julho, eu sei que é chato pra mim, mas seria bom pra ajudar a conter o coronavírus, uma vez que até julho já pode ter passado o surto. 

Edited by Leandro Leite
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1 hora atrás, PabloMartins disse:

Desde quando frio intenso quebra vírus?! Kkk

cara, desde quando ele disse isso?

Ele disse que uma neutralidade com viés frio, mas que só trouxesse o frio intenso a partir de Julho, já ajudaria a conter o vírus.

E de fato esse foi o caso de 2013. Até julho ninguém esperava o gelo que viria a partir do referido mês, seguindo pra agosto.

 

 

 

 

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