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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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Notem que o Pacífico Central 3.4 (O CPTEC errou e trocou colocando Nino 4 e vice-versa) está predominantemente quente há praticamente 6 anos, notem a diferença com relação aos 7 anos anteriores, o porque do retorno dos ''invernos de antigamente''naquele período, e veja que essa tendência foi quebrada em 2014, 2020 tá parecendo que vair mudar novamente de modo. 

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Edited by Leandro Leite
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Algumas ondas de frio importantes em anos de El Niño nos anos 2000 foram a do começo de setembro de 2002 com neve nas Serras Gaúcha e Catarinense, e depois teve temperaturas favoráveis a geadas até em Jataí/Goiás, e a de julho de 2009, cujo maior destaque foi Campo Grande, pois 0 C em Porto Alegre já deu outras vezes, bom, na capital sul-mato-grossense deu 4,3 C com chuva no fim da tarde de 24/07 na automática do INMET, criando condições próximas à neve em pleno cerrado, Cuiabá no mesmo horário fazia 11 C no aeroporto. 

Edited by Leandro Leite

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4 horas atrás, Leandro Leite disse:

Algumas ondas de frio importantes em anos de El Niño nos anos 2000 foram a do começo de setembro de 2002 com neve nas Serras Gaúcha e Catarinense, e depois teve temperaturas favoráveis a geadas até em Jataí/Goiás, e a de julho de 2009, cujo maior destaque foi Campo Grande, pois 0 C em Porto Alegre já deu outras vezes, bom, na capital sul-mato-grossense deu 4,3 C com chuva no fim da tarde de 24/07 na automática do INMET, cirando condições próximas à neve em pleno cerrado, Cuiabá no mesmo horário fazia 11 C no aeroporto. 

4 horas atrás, Leandro Leite disse:

Notem que o Pacífico Central 3.4 (O CPTEC errou e trocou colocando Nino 4 e vice-versa) está predominantemente quente há praticamente 6 anos, notem a diferença com relação aos 7 anos anteriores, o porque do retorno dos ''invernos de antigamente''naquele período, e veja que essa tendência foi quebrada em 2014, 2020 tá parecendo que vair mudar novamente de modo. 

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Esse período de 2007 a 2013 ocorreu a coincidência de o atlântico sul e pacífico equatorial estarem de normal a abaixo da média, por isso tínhamos boas sequências de frio onde os sistemas frontais chegavam muito próximo à linha do Equador, quase a metade do Brasil registrava temperaturas mínimas abaixo dos 10 graus e a neve ficou mais frequente e acumulou em quantidade razoável em algumas ocasiões. Foi interessante as vezes em que ocorreram tardes muito frias em pleno Brasil central como em maio de 2007 em Brasília (os termômetros chegaram a marcar 14 graus entre as 13/15 hs), os 4/5 graus registrados em Campo Grande no mês de julho 2009 (se houvesse maior suporte em altura, teríamos tido pelo menos uma chuva congelada), a onda de frio de julho 2010 muito intensa para o oeste Brasileiro, fora 2011 e 2013 com outono e inverno gelados. Isso sem falar nos verões mais brandos que tivemos também nessa época, já que os corredores de umidades eram bem mais amplos e duradouros, vide 2009, 2009, 2010 e 2011, além de dezembro de 2013.

Depois de 2014 as coisas pioraram em termos de chuva e temperatura, aquele ano junto com 2015 foram os piores, praticamente sem frio e com pouca chuva até no verão, por causa dos dois principais oceanos muito aquecidos.

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RESUMO: Neutralidade com viés frio no decorrer de 2020 ANÁLISE: Em boletim atualizado em 13 de janeiro, o Centro Americano de Meteorologia e Oceanografia (NOAA) manteve a previsão de neutralidade climática, sem El Niño ou La Niña. Isto não quer dizer que a temperatura do Pacífico esteja dentro da média. Atualmente, observamos uma área mais aquecida no leste do oceano, mas que não está associada com o desenvolvimento de um novo El Niño. Tanto que a Região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, viveu uma estiagem entre novembro e janeiro e apresenta problemas de falta de chuva neste mês fevereiro. No Sudeste, apesar das tempestades a partir do fim de janeiro, ao olharmos todo o período úmido, entre outubro e janeiro, a precipitação está abaixo da média. Por enquanto, a tendência é de manutenção da neutralidade, sem El Niño ou La Niña, porém o atual aquecimento do Pacífico dará lugar a um resfriamento até o fim de 2020. Para o fim do verão, espera-se um padrão com chuva mais intensa no Norte, Nordeste e norte das Regiões Sudeste e Centro-Oeste. No Sul e em partes de São Paulo e Mato Grosso do Sul, a precipitação virá com maior espaçamento e risco de estiagens sobretudo no Rio Grande do Sul. No outono, como é natural, a chuva enfraquecerá na maior parte do Brasil e retornará ao Sul. Como não há previsão de um grande aquecimento do Pacífico, a tendência é de chuva próxima da média no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O frio virá mais cedo em 2020. Embora não exista previsão de um inverno rigoroso, com grande quantidade de ondas de frio, as poucas quedas de temperatura prometem ser fortes.
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47 minutos atrás, JOÃO MARCOS disse:
RESUMO: Neutralidade com viés frio no decorrer de 2020 ANÁLISE: Em boletim atualizado em 13 de janeiro, o Centro Americano de Meteorologia e Oceanografia (NOAA) manteve a previsão de neutralidade climática, sem El Niño ou La Niña. Isto não quer dizer que a temperatura do Pacífico esteja dentro da média. Atualmente, observamos uma área mais aquecida no leste do oceano, mas que não está associada com o desenvolvimento de um novo El Niño. Tanto que a Região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, viveu uma estiagem entre novembro e janeiro e apresenta problemas de falta de chuva neste mês fevereiro. No Sudeste, apesar das tempestades a partir do fim de janeiro, ao olharmos todo o período úmido, entre outubro e janeiro, a precipitação está abaixo da média. Por enquanto, a tendência é de manutenção da neutralidade, sem El Niño ou La Niña, porém o atual aquecimento do Pacífico dará lugar a um resfriamento até o fim de 2020. Para o fim do verão, espera-se um padrão com chuva mais intensa no Norte, Nordeste e norte das Regiões Sudeste e Centro-Oeste. No Sul e em partes de São Paulo e Mato Grosso do Sul, a precipitação virá com maior espaçamento e risco de estiagens sobretudo no Rio Grande do Sul. No outono, como é natural, a chuva enfraquecerá na maior parte do Brasil e retornará ao Sul. Como não há previsão de um grande aquecimento do Pacífico, a tendência é de chuva próxima da média no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O frio virá mais cedo em 2020. Embora não exista previsão de um inverno rigoroso, com grande quantidade de ondas de frio, as poucas quedas de temperatura prometem ser fortes.

 

Acho que será, no mínimo, um outono e inverno melhores que 2019 no quesito constância de frio e frequência de MPs. O Atlântico , caso se mantenha resfriado, vai ditar as regras devido a essa neutralidade do Pacífico. 

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3 horas atrás, Renan disse:

 

Acho que será, no mínimo, um outono e inverno melhores que 2019 no quesito constância de frio e frequência de MPs. O Atlântico , caso se mantenha resfriado, vai ditar as regras devido a essa neutralidade do Pacífico. 

Que o ano de 2020 esteja no equilíbrio entre massas continentais e oceânicas para o Brasil, assim boa parte do país pode sentir um resfriamento

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Veja que a temperatura média global estava mais baixa entre 2007 e 2013, exceto durante o El Niño de 2009, que no período anterior, e de 2014 pra cá não voltou aos níveis do período 2007-2013, a diferença é que nos 7 anos anteriores a 2014 o Pacífico estava predominantemente frio, com mais La Niñas, de 2014 pra cá o Pacífico tem estado predominantemente quente com um Super El Niño, e depois mais um El Niño, porém que foi mais fraco. 

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Observando os mapas postados há alguns meses, o Atlântico na altura do Sudeste e Nordeste estava frio em julho de 2017, o Pacífico, porém,ainda não havia se resfriado, o que se deu mais a frente formando uma La Niña, pois bem, será que naquele mês o Atlântico frio favoreceu tanto a MP marítima do começo como a MP continental do meio, que até trouxeram frio com potencial histórico  tanto a leste como a oeste do Brasil em etapas diferentes? Julho de 2017 foi frio na média a nível de Brasil, exceto RS e Amazônia, até no Nordeste foi mais frio que o normal, naquele mês a Antártida estava também mais fria que o normal e isso pode ter favorecido recorde histórico de frio em Bariloche, interessante é o quanto que julho de2002 estava mais quente na maior parte do Brasil e Antártida que julho de 2017, quem imaginava que 15 anos depois estaria mais frio numa época em que se pregava um mundo cada vez mais quente. 

Edited by Leandro Leite
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3 minutos atrás, Leandro Leite disse:

 

Respeito o professor Molion, mas na minha opinião ele está equivocado nesse caso (ou então a reportagem está equivocada). 

 

Há indícios sim da formação da La Nina nesse ano, e o melhor indicativo disso está justamente no que os modelos de clima mostram: Forte resfriamento no pacífico equatorial a partir da segunda metade do ano, é esse o consenso atual, então há claros indícios sim. 

 

Outro ponto que eu discordo é sobre as chuvas no Sudeste. Foi feita uma associação da chuva com o oceano Atlântico mais quente que o normal, porém o oceano está na verdade mais frio que o normal sobre o litoral da região. 

 

Outro ponto que convém mencionar: Foi ele também que já previu algumas vezes La Nina em anos recentes, e o resultado real foram El Ninos intensos, então devemos ter todos os pés atrás com essas previsões. 

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Em 2017 ele acertou na mosca, falou que haveria La Niña quando muitos modelos previam o retorno do El Niño, mas no ano seguinte parece que ele errou, pois falou que continuaria uma La Niña atá o fim do ano e só no ano seguinte formaria um El Niño, mas será que os modelos estão dessa vez apostando na atividade solar? Veja como funciona: máximo por mínimo-La Niña, caso de 2017-18, mínimo-El Niño-caso de 2018-19, mínimo pro máximo- La Niña- 2020?

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AS CARACTERÍSTICAS ATÉ AGORA SÃO DE LA-NINA, APESAR DO PACÍFICO NÃO ESTAR.

 

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Em 21/02/2020 em 11:33, Pedro Victor P. disse:

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Eu confio mais na previsão dos modelos do que em qualquer outra previsão. E aqui vemos uma clara tendência a La Nina ainda nesse ano, talvez. 

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Admiro muito o Molion, porém com tanto modelo indicando uma clara La Niña, eu tbm acabo ficando com os resultados da simulações.

 

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Segundo o Molion no vídeo, os ventos alíseos não estão tão fortes para uma formação de La Niña, o cenário pra 2020 e 2021 seria neutralidade, entre -0,5 C e + 0,5 C, mas contanto que fosse neutralidade de viés frio, entre -0,5 C e 0,0 C, seria ótimo, vide 2013. 

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12 horas atrás, Leandro Leite disse:

Segundo o Molion no vídeo, os ventos alíseos não estão tão fortes para uma formação de La Niña, o cenário pra 2020 e 2021 seria neutralidade, entre -0,5 C e + 0,5 C, mas contanto que fosse neutralidade de viés frio, entre -0,5 C e 0,0 C, seria ótimo, vide 2013. 

Esse comentário falando de neutralidade com viés frio, me fez lembrar de 2013 também.

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17 horas atrás, JOÃO MARCOS disse:

Esse comentário falando de neutralidade com viés frio, me fez lembrar de 2013 também.

2013 foi um ano muito bom, aqui para o Sul, inclusive pra neve. 22 de julho de 2013😍

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14 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Mais um artigo em inglês falando de uma possível La Niña este ano, do wunderground, fala a respeito da temporada de furacões:

 https://www.wunderground.com/cat6/will-la-nina-develop-and-boost-the-2020-atlantic-hurricane-season

Traduzindo um pedaço do texto, ele diz que no ano após um Dipolo do Oceano Índico positivo há uma tendência para La Niña, e no ano passado o índice DOI bateu recordes positivos, o que esteve associado à seca na Austrália com muitos incêndios, alta atividades de ciclones no Mar da Arábia e muita chuva no leste da África, também diz no texo que La Niñas tendem a ocorrer a cada 3 a 5 anos, com isso o aparecimento em 2020 não seria precoce, uma vez que a última foi em 2017-18. 

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Em 26/02/2020 em 16:25, Luciano disse:

2013 foi um ano muito bom, aqui para o Sul, inclusive pra neve. 22 de julho de 2013😍

2013 foi um mini 2000. Mas em termos de neve, superou e fácil 2000.

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Como mostra o gráfico da temperatura global, 2013 foi a última vez que a bolinha mensal da temperatura global ficou na linha de 0, e 2011/12 a última vez no negativo, de 2014 pra cá as temperaturas mensais globais tem tido sempre anomalia positiva, uma La Niña mais forte seria necessária para o gráfico global mergulhar. 

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