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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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2 minutos atrás, Matheus Vinicius disse:

Explica o que está acontecendo, eu não entendo nada disso.

 

Uma possível la Niña ...

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2 horas atrás, Matheus Vinicius disse:

Explica o que está acontecendo, eu não entendo nada disso.

 


Possibilidade de La Niña no 2º semestre desse ano. Comemoro pq ela geralmente está associada a anos de chuvas acima da média no Nordeste. Ou seja, já é uma pré-esperança para um 2021 bom para a região. 
 

Claro, ainda falta muito tempo até lá e existem outros fatores que também influenciam. E eu acho que é nessa época (alguém me corrija se eu estiver errado) em que os modelos têm uma certa queda na confiabilidade de previsão. Lá para o meio do ano, junho, julho, que as coisas ficam mais claras em relação ao ENSO.

Edited by Pedro Victor P.
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7 horas atrás, Pedro Victor P. disse:

Só vem. 

 

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Atlântico ainda não tão favorável , nem me animo muito!!!!

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Me preocupa muito se for concretizada uma La Niña com o Atlântico ainda acima da média como mostra o mapa.

Posso estar errado, mas até onde sei La Niña precisa de pelo menos de Atlântico sul na média perto da costa, senão só vai ser período de seca e longas de calor no próximo verão, e um inverno com bloqueios (máximas chegando a quase 30 em alguns dias no RS).

Logo, pelo mapa (sei que é uma previsão a longo prazo e que tudo pode mudar, mas supondo que realmente ocorra) não seria sinal de forte estiagem no fim da primavera e no próximo verão, trazendo longas ondas de calor seco, como a do fim de dezembro de 2019) ao sul do país após um inverno meia-boca?

Em períodos de La Niña, especialmente 2010-2011, tivemos invernos memoráveis no sul, MAS o Atlântico na costa do RS não estava quente como nessa previsão.

 

Por isso fica a dúvida, independentemente do que está previsto nos mapas: será que La Niña combinada com Atlântico acima da média é sinal de inverno fraco (menos frentes frias) e verão seco com fortes ondas de calor?

Pra fazer frio como muitos de nós gostamos, não deveria ser La Niña e pelo menos um Atlântico na costa do Sul na média?

Edited by Eclipse

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9 horas atrás, Eclipse disse:

Me preocupa muito se for concretizada uma La Niña com o Atlântico ainda acima da média como mostra o mapa.

Posso estar errado, mas até onde sei La Niña precisa de pelo menos de Atlântico sul na média perto da costa, senão só vai ser período de seca e longas de calor no próximo verão, e um inverno com bloqueios (máximas chegando a quase 30 em alguns dias no RS).

Logo, pelo mapa (sei que é uma previsão a longo prazo e que tudo pode mudar, mas supondo que realmente ocorra) não seria sinal de forte estiagem no fim da primavera e no próximo verão, trazendo longas ondas de calor seco, como a do fim de dezembro de 2019) ao sul do país após um inverno meia-boca?

Em períodos de La Niña, especialmente 2010-2011, tivemos invernos memoráveis no sul, MAS o Atlântico na costa do RS não estava quente como nessa previsão.

 

Por isso fica a dúvida, independentemente do que está previsto nos mapas: será que La Niña combinada com Atlântico acima da média é sinal de inverno fraco (menos frentes frias) e verão seco com fortes ondas de calor?

Pra fazer frio como muitos de nós gostamos, não deveria ser La Niña e pelo menos um Atlântico na costa do Sul na média?

Calma pessoal, ainda estamos falando provavelmente de um inverno de neutralidade, que cstuma ser bom pra gente:

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10 horas atrás, Eclipse disse:

Me preocupa muito se for concretizada uma La Niña com o Atlântico ainda acima da média como mostra o mapa.

Posso estar errado, mas até onde sei La Niña precisa de pelo menos de Atlântico sul na média perto da costa, senão só vai ser período de seca e longas de calor no próximo verão, e um inverno com bloqueios (máximas chegando a quase 30 em alguns dias no RS).

Logo, pelo mapa (sei que é uma previsão a longo prazo e que tudo pode mudar, mas supondo que realmente ocorra) não seria sinal de forte estiagem no fim da primavera e no próximo verão, trazendo longas ondas de calor seco, como a do fim de dezembro de 2019) ao sul do país após um inverno meia-boca?

Em períodos de La Niña, especialmente 2010-2011, tivemos invernos memoráveis no sul, MAS o Atlântico na costa do RS não estava quente como nessa previsão.

 

Por isso fica a dúvida, independentemente do que está previsto nos mapas: será que La Niña combinada com Atlântico acima da média é sinal de inverno fraco (menos frentes frias) e verão seco com fortes ondas de calor?

Pra fazer frio como muitos de nós gostamos, não deveria ser La Niña e pelo menos um Atlântico na costa do Sul na média?

Parece que no Sudeste os invernos mais fracos dos anos 90 foram os de 1995 e 1998 com uma La Niña em formação e não o de 1997 que caminhava pra um Super El Niño, a causa está justamente no Atlântico? 

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2 horas atrás, Leandro Leite disse:

Parece que no Sudeste os invernos mais fracos dos anos 90 foram os de 1995 e 1998 com uma La Niña em formação e não o de 1997 que caminhava pra um Super El Niño, a causa está justamente no Atlântico? 

A atmosfera demora alguns meses para mudar o padrão de el nino e la nina, dependendo da intensidade do mesmo; em 1995 e 1998 o Altantico estava mais aquecido do que em 1997, isso contribuiu para que os invernos daqueles dois anos fossem fracos não só no Sudeste mas em muitas áreas da América do Sul.

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Eu estava em dúvida sobre porque 1999 foi um ano tão maravilhoso em continuidade e intensidade de frio, e encontrei uns mapas com anomalias da T dos oceanos no site do INMET

http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=clima/temperaturaSuperficieMar

 

Tanto o Atlântico Sul como o Pacífico bem abaixo da média naquele ano.  Realmente parece ser a combinação ideal.

 

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Em 06/02/2020 em 20:16, klinsmannrdesouza disse:

A atmosfera demora alguns meses para mudar o padrão de el nino e la nina, dependendo da intensidade do mesmo; em 1995 e 1998 o Altantico estava mais aquecido do que em 1997, isso contribuiu para que os invernos daqueles dois anos fossem fracos não só no Sudeste mas em muitas áreas da América do Sul.

1998 era o nosso status quo de inverno ruim. Até vir 2012, 2015 e 2017.

 

O suprasumo do inverno aqui no Sul é La Nina + Pacífico do litoral chileno frios + Nosso Atlântico frio. Se não me engano 1999/2000/2007 por diversas vezes apresentaram essas características. Depois de 2007 não me recorno mais de um inverno que tivesse esses 3 fatores juntos.

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2 horas atrás, Beto Krepsky disse:

1998 era o nosso status quo de inverno ruim. Até vir 2012, 2015 e 2017.

 

O suprasumo do inverno aqui no Sul é La Nina + Pacífico do litoral chileno frios + Nosso Atlântico frio. Se não me engano 1999/2000/2007 por diversas vezes apresentaram essas características. Depois de 2007 não me recorno mais de um inverno que tivesse esses 3 fatores juntos.

Depois de 2007 tivemos 2011 e 2013 com Atlântico e Pacífico de normal a abaixo da média. Pode ser que quando o Atlântico está mais frio os bloqueios secos ficam enfraquecidos e afastados para leste, abrindo caminho para as massas polares chegarem até latitudes mais baixas do que o normal pelo interior do continente.

Isso também pode explicar a falta de neve em anos de frio intenso e constante, já que as massas polares continentais são secas. 

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Apesar do tópico ser monitoramento  da AAO, a AO que ocorre no Hemisfério Norte, bateu recorde.

Edited by jrmartinisp

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6 minutos atrás, jrmartinisp disse:

Apesar do tópico ser monitoramento  da AAO, a AO que ocorre no Hemisfério Norte, bateu recorde.

 

Quais são os efeitos que ela causa?

 

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19 minutos atrás, jrmartinisp disse:

Apesar do tópico ser monitoramento  da AAO, a AO que ocorre no Hemisfério Norte, bateu recorde.

Talvez isso explique os bloqueios de ar frio no Hemisfério Norte, até mesmo na Rússia, a oscilação ártica garante entrada de ar polar na América do Norte, Ásia e Europa, eu lembro há exatos 10 anos que sob um El Niño moderado a forte, o inverno foi rigoroso no Hemisfério Norte por causa da AO negativa segundo a Metsul, e meses antes, no inverno brasileiro de 2009, mesmo sob o El Niño em estado inicial, teve uma forte onda de frio no Sul do Brasil em julho, zerando a temperatura no INMET em Porto Alegre, com até - 4 C em Foz do Iguaçu, porém São Paulo e Curitiba não tiveram mínimas baixas, o destaque se deu no Centro-Oeste, com frio surreal de 5 C-6 C à tarde em Campo Grande e 11 C-12 C à tarde em Cuiabá, enquanto Goiânia, Brasília e Belo Horizonte permaneceram sob bloqueio atmosférico, na época eu li na Metsul que essa poderosa onda de frio estava relacionada à oscilação antártica (AAO) negativa. 

Edited by Leandro Leite
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52 minutos atrás, CloudCb disse:

 

Quais são os efeitos que ela causa?

 

 

Para o nordeste brasileiro, essa fase positiva está associada a períodos chuvosos igualmente positivos. Sobre o Atlântico Norte os ventos alísios se intensificam, o que provocam um deslocamento a sul da ZCIT. Mas é apenas uma variável acessória a condições mais importantes, como temperatura dos oceanos. 

Edited by OhTheJohnny
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50 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Talvez isso explique os bloqueios de ar frio no Hemisfério Norte, até mesmo na Rússia, a oscilação ártica garante entrada de ar polar na América do Norte, Ásia e Europa, eu lembro há exatos 10 anos que sob um El Niño moderado a forte, o inverno foi rigoroso no Hemisfério Norte por causa da AO negativa segundo a Metsul, e meses antes, no inverno brasileiro de 2009, mesmo sob o El Niño em estado inicial, teve uma forte onda de frio no Sul do Brasil em julho, zerando a temperatura no INMET em Porto Alegre, com até - 4 C em Foz do Iguaçu, porém São Paulo e Curitiba não tiveram mínimas baixas, o destaque se deu no Centro-Oeste, com frio surreal de 5 C-6 C à tarde em Campo Grande e 11 C-12 C à tarde em Cuiabá, enquanto Goiânia, Brasília e Belo Horizonte permaneceram sob bloqueio atmosférico, na época eu li na Metsul que essa poderosa onda de frio estava relacionada à oscilação antártica (AAO) negativa. 

Eu não tive muito tempo para ficar acompanhando o inverno do HN este ano, mas uma pessoa que eu conheço que mora na Alemanha me disse que foi bem fraco, tbm li uma notícia semana passada que na França a temperatura chegou aos 25°. Na Espanha e em Portugal tbm vi comentários de que o inverno estava sendo fraco

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Em 09/02/2020 em 11:25, Beto Krepsky disse:

1998 era o nosso status quo de inverno ruim. Até vir 2012, 2015 e 2017.

 

O suprasumo do inverno aqui no Sul é La Nina + Pacífico do litoral chileno frios + Nosso Atlântico frio. Se não me engano 1999/2000/2007 por diversas vezes apresentaram essas características. Depois de 2007 não me recorno mais de um inverno que tivesse esses 3 fatores juntos.

O nosso padrão de inverno mudou depois de 1995, que por sinal foi muito fraco, houve uma pausa em 1996, 1999 e 2000 ( entre eles tivemos 1997 na média e 1998 mais fraco que 1995); 2001, 2002 e 2003 foram um show de horror, poucas massas polares intensas e muitos bloqueios secos. 2004 foi uma exceção pelas chuvas abundantes no centro-norte do Brasil e pela constância de frio intenso entre o final de abril e julho; 2005 e 2006 nem se fala, um ano pior do que o outro.

Houve uma mudança entre 2007 e 2013, os períodos de frio na América do Sul ficaram mais intensos e amplos, os verões eram mais comportados e chuvosos na maioria das áreas e a neve pintou de branco as serras sulinas em 2010, 2011 e 2013, até 2012 que foi acima da média teve ondas de frio recentes ( final de março, final de abril, junho para o RS, julho para o país como um todo e final de setembro); infelizmente depois de 2014  desandou tudo, ele e 2015 conseguiram colocar outros anos no bolso e dobrar no quesito calor prolongado.

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23 minutos atrás, klinsmannrdesouza disse:

O nosso padrão de inverno mudou depois de 1995, que por sinal foi muito fraco, houve uma pausa em 1996, 1999 e 2000 ( entre eles tivemos 1997 na média e 1998 mais fraco que 1995); 2001, 2002 e 2003 foram um show de horror, poucas massas polares intensas e muitos bloqueios secos. 2004 foi uma exceção pelas chuvas abundantes no centro-norte do Brasil e pela constância de frio intenso entre o final de abril e julho; 2005 e 2006 nem se fala, um ano pior do que o outro.

Houve uma mudança entre 2007 e 2013, os períodos de frio na América do Sul ficaram mais intensos e amplos, os verões eram mais comportados e chuvosos na maioria das áreas e a neve pintou de branco as serras sulinas em 2010, 2011 e 2013, até 2012 que foi acima da média teve ondas de frio recentes ( final de março, final de abril, junho para o RS, julho para o país como um todo e final de setembro); infelizmente depois de 2014  desandou tudo, ele e 2015 conseguiram colocar outros anos no bolso e dobrar no quesito calor prolongado.

 

2016 não foi ruim, pelo menos não aqui em Curitiba!

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1 hora atrás, Flavio Feltrim disse:

 

2016 não foi ruim, pelo menos não aqui em Curitiba!

2016 foi o último ano que teve frio intenso e amplo no nosso país, depois dele os invernos estão acima da média ( pode ser que 2017 tenha sido menos pior do que 2018 e 2019).

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Agora, klinsmannrdesouza disse:

2016 foi o último ano que teve frio intenso e amplo no nosso país, depois dele os invernos estão acima da média ( pode ser que 2017 tenha sido menos pior do que 2018 e 2019).

 

A concepção de inverno bom ou ruim em determinado ano muda de acordo com a região que está se falando, salvo raros casos onde o inverno é bom em 100% do território nacional (naqueles locais onde faz algum frio).

 

Por exemplo, em 2017 ele foi excelente no leste do Sudeste (zona da mata, região de BH, norte de MG, leste de MG, RJ e ES), devido à constância de frio. 

 

Em 2018 acredito que foi ruim em todo o território nacional. Já em 2019, foi um dos piores já vistos no país até Junho, quando então em Julho e Agosto tivemos alguns extremos de frio no leste do país como há tempos não víamos, sendo inclusive pulsos mais fortes para o leste do que foram aqueles em 2016. No oeste e no Sul, porém, esses pulsos não foram nada demais.

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1988, 1990 e 1996 são daqueles raros casos do inverno excelente em 100% do território onde faz frio. No pós-2000, não tivemos nenhum inverno nesse quilate.

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10 minutos atrás, klinsmannrdesouza disse:

2016 foi o último ano que teve frio intenso e amplo no nosso país, depois dele os invernos estão acima da média ( pode ser que 2017 tenha sido menos pior do que 2018 e 2019).

2017 foi o pior inverno que RS/SC já sentiram, a sensação dele foi praticamente nula, se resumindo a MP da metade de julho apenas. 2018 foi ótimo no oeste e centro do RS e razoável nas outras regiões. 2019 teve um JAS normal.

Edited by Augusto Goelzer
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1 hora atrás, Augusto Goelzer disse:

2017 foi o pior inverno que RS/SC já sentiram, a sensação dele foi praticamente nula, se resumindo a MP da metade de julho apenas. 2018 foi ótimo no oeste e centro do RS e razoável nas outras regiões. 2019 teve um JAS normal.

 

Verdade!

 

Na região central, incluindo POA, senti que foi assim:

2015 - Frio mediano em Junho, julho sem graça e chuvoso. Agosto parecendo verão. Setembro mediano com um bom frio em poucos dias da primeira quinzena. Não foi tão ruim quanto 2017.

DESTAQUE POSITIVO DO ANO: Incursão de ar polar no começo de setembro.

 

2016 - Frio constante em MJJ. Frio intenso em Junho, não deu tempo para aquecer. Julho com um calorzinho na primeira semana do mês, mas nada incômodo. Depois o padrão de boas mínimas e máximas voltou, mas menos intenso que Junho. Em A e S o frio enfraquece mas continua ótimo, mantendo uma constância, apenas menos intenso gradativamente. Baita ano de maio a novembro por aqui!

DESTAQUES POSITIVOS DO ANO: Constância e Intensidade do frio. Frio extremo em Junho. Maio mais frio desde 1988. Primavera melhor que o inverno de 2017.

 

2017 - LIXOOOOOOO. Frio úmido esporádico em MJ, mínimas altas, e sensação de abafamento fora de época. A partir de Junho, a facilidade de chegar a quase 30 graus e a constância de tardes com cara de Novembro foi bizarra. Sensação zero de inverno. Nenhuma onda de frio decente, até mesmo aquela de 17/7 acabou sendo tiro curto. Agosto mediano com uma que outra máxima absurda. Setembro horrível. Pior ano em termos de ausência de frio. Até mesmo que 2015.

DESTAQUES POSITIVOS DO ANO: Máxima de 9C em julho, mesmo com chuva, e aquele ano já ter acabado.

 

2018 - Frio quase constante em JJA. Junho especialmente foi maravilhoso. Julho teve mínimas alta pela umidade constante, PORÉM a sensação de frio foi quase no mês todo devido às máximas baixas. Agosto com ótimas mínimas e boas quedas de T. Ótima onda de frio na segunda quinzena de Maio. Setembro acima da média sem nenhum ar polar quase, mas não tão acima da média quanto 2017.

DESTAQUES POSITIVOS DO ANO: Constância e Intensidade do frio, porém com menos intensidade que 2016 e numa janela de tempo menor (da segunda metade de maio à primeira semana de setembro). Forte onda de frio no meio de Junho. Máximas baixas constantes durante Junho e Julho. Mínimas excelentes em agosto.

 

2019 - Maio com mínimas altíssimas pro mês. Junho mais quente da história de POA. Julho com uma ótima onda de frio no início, uma mediana no meio do mês e na última semana a umidade sobe deixando o mês ameno e sem graça. Agosto na média. Setembro se redimiu nesse ano, com uma que outra tarde mais quente,  mas comparado aos dois Setembros anteriores, esse deu show.

DESTAQUES POSITIVOS DO ANO: Onda de frio no início de Julho. Remissão temporária de setembro - porém, estamos de olho! kkkk

 

 

 

 

 

Com relação ao tópico, é normal esse sobe-desce??? Já aumentou de novo, apesar da 3.4 ter caído na última semana:

 

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Edited by Eclipse
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40 minutos atrás, Renan disse:

 

A concepção de inverno bom ou ruim em determinado ano muda de acordo com a região que está se falando, salvo raros casos onde o inverno é bom em 100% do território nacional (naqueles locais onde faz algum frio).

 

Por exemplo, em 2017 ele foi excelente no leste do Sudeste (zona da mata, região de BH, norte de MG, leste de MG, RJ e ES), devido à constância de frio. 

 

Em 2018 acredito que foi ruim em todo o território nacional. Já em 2019, foi um dos piores já vistos no país até Junho, quando então em Julho e Agosto tivemos alguns extremos de frio no leste do país como há tempos não víamos, sendo inclusive pulsos mais fortes para o leste do que foram aqueles em 2016. No oeste e no Sul, porém, esses pulsos não foram nada demais.

Realmente essa concepção muda de região para região e mesmo se tivermos falando de um mesmo Estado.

Porque aqui o ano de 2018 só não foi melhor que 2016 em relação a MP's fortes e mínimas absolutas baixas. Tivemos mínimas bem baixas em maio, julho, agosto e setembro. Só o mês de junho q ficou devendo. E nos meses de maio e agosto as mínimas foram bem mais baixas q os eventos de 2016.

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1 hora atrás, Renan disse:

 

A concepção de inverno bom ou ruim em determinado ano muda de acordo com a região que está se falando, salvo raros casos onde o inverno é bom em 100% do território nacional (naqueles locais onde faz algum frio).

 

Por exemplo, em 2017 ele foi excelente no leste do Sudeste (zona da mata, região de BH, norte de MG, leste de MG, RJ e ES), devido à constância de frio. 

 

Em 2018 acredito que foi ruim em todo o território nacional. Já em 2019, foi um dos piores já vistos no país até Junho, quando então em Julho e Agosto tivemos alguns extremos de frio no leste do país como há tempos não víamos, sendo inclusive pulsos mais fortes para o leste do que foram aqueles em 2016. No oeste e no Sul, porém, esses pulsos não foram nada demais.

2016 foi bom para muitas áreas do pais, mesmo que não tivemos nenhum frio extremo naquele ano as ondas de frio eram mais constantes e amplas, deixando a sensação de frio por mais tempo. Os maiores destaques naquele ano foram as massas polares do final de abril e primeira quinzena de junho, as mais intensas do outono e inverno, a de junho foi a mais forte do ano para o Sudeste como um todo, já que a cidade de São Paulo em sua totalidade registrou mínimas inferiores a 5 graus, a cidade do Rio teve mínimas menores que 10 graus em 50% de seu território e Belo Horizonte registou 10 graus no local mais quente da cidade (nas regiões menos urbanizadas as mínimas devem ter ficados entre 5/7 graus.

2017 como um todo foi mais fraco em termos de frio que no ano anterior, principalmente por causa de maio e da segunda quinzena de junho, muito quentes para a época e que acabaram por elevar a média mensal final em todo o centro-sul brasileiro. Abril foi mediano, na primeira quinzena de junho uma forte onda de frio resfriou mais da metade do país com destaque para o Centro-Oeste e Norte, julho um pouco abaixo da média por causa da onda de frio marítima que resfriou até mesmo o interior do continente e na metade do mês uma massa polar bem continental causou mínimas bem baixas no oeste da região Sul e nos estados do MT e MS. Depois agosto e setembro foram muito quentes.

2018 Só teve de relevante as ondas de frio de maio e início de setembro, continentais e amplas, chegando até a divisa de Goiás com o Tocantins, o resto foi muito ruim.

2019, foi ainda mais fraco que os anos anteriores, a temporada de frio começou só em maio e no começo de julho aquela massa polar continental conseguiu esfriar ao mesmo tempo todo o Centro-Sul do Brasil.

 

 

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