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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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Em 19/03/2019 em 18:03, Felipe Backendorf disse:

 

Eu não sou de forma alguma entendido no assunto, mas pra mim o delay não seria tão grande. A situação atual me leva a crer que essa baixa atividade solar está apenas freando um pouco o aquecimento do planeta, são variações de ordem muito pequena na radiação recebida, anulando parte do efeito estufa gerado pelo vapor de água extra (e CO2) na atmosfera

Eu ja vi sobre isto há algum tempo atrás e foi em uma materia, nao lembro se de tv ou alguma coisa que li, mas se for verdade mesmo então na próxima retomada de atividade solar haveria uma disparada do aquecimento.

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Em 18/03/2019 em 18:54, Sopron disse:

nino34.png

 

No começo de Março disparou de forma acentuada, mas segue numa queda. Resta saber se em Abril, os índices se normalizarão até lá

Este aquecimento está extremado e interrompido, há curtos períodos em que as anomalias ficam inferiores a +0,5 graus; e o padrão atmosférico não esta de acordo com um el niño porque tem chovido bem em todo o Nordeste, atmosfera completamente instável.

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12 horas atrás, klinsmannrdesouza disse:

Este aquecimento está extremado e interrompido, há curtos períodos em que as anomalias ficam inferiores a +0,5 graus; e o padrão atmosférico não esta de acordo com um el niño porque tem chovido bem em todo o Nordeste, atmosfera completamente instável.

 

O Atlantico tropical sul está mais aquecido que o norte isso favorece a Zcit ficar mais ao sul do que a média.

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Resta saber se os institutos vão quebrar a cara.

 

Na minha opinião estão apostando muito no El Niño, sendo que ele esta fraco.

 

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9 horas atrás, Daniel Vieira disse:

 

O Atlantico tropical sul está mais aquecido que o norte isso favorece a Zcit ficar mais ao sul do que a média.

 

mas um El Nino ignora completamente este padrão formando altas pressões bem em cima dessa região. Acho que as coisas não se correlacionam.

 

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12 minutos atrás, Nowcasting disse:

 

mas um El Nino ignora completamente este padrão formando altas pressões bem em cima dessa região. Acho que as coisas não se correlacionam.

 

Concordo com você; a região entre o Ceará e centro da Bahia em eventos de el nino permanece totalmente dominada pela alta pressão, o que se verifica agora e o oposto disso, inclusive com acumulados de chuva acima da média. É melhor esperar o decorrer dos meses antes de oficializar qualquer fenômeno atmosférico.

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Posted (edited)

De 1950 a 2010 ocorreram 21 episódios de El Niño segundo este link: https://origin.cpc.ncep.noaa.gov/products/analysis_monitoring/ensostuff/ONI_v5.php e, destes 21 episódios 12 foram responsáveis por secas (ou ±57%). 1964, 1973, 1977, 1988, 1995 e 2003 começaram com El Niño mas os anos foram de normais a muito chuvosos no NNE.

Ou seja, o El Niño possui tendência de provocar secas no NNE, mas por ser tendência podem ocorrer anos normais a muito chuvosos se o Atlântico colaborar para isso.

Edited by CloudCb

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Em 29/03/2019 em 21:03, klinsmannrdesouza disse:

Concordo com você; a região entre o Ceará e centro da Bahia em eventos de el nino permanece totalmente dominada pela alta pressão, o que se verifica agora e o oposto disso, inclusive com acumulados de chuva acima da média. É melhor esperar o decorrer dos meses antes de oficializar qualquer fenômeno atmosférico.

Na última reunião climática do CPTEC INPE que fizeram no último dia 28 com o prognóstico para o trimestre AMJ, os modelos de chuva para a região nordeste estão divergentes, alguns dão chuvas acima da média, outros abaixo. O El nino se fortaleceu um pouco ao longo de março , (porém ainda se mostra fraco) mas em contrapartida o Atlântico sul também está mais quente posicionando a ZCIT mais ao Sul, e acredito que os modelos não estão sabendo lidar muito bem com estas variáveis o que deixa uma baixa previsibilidade. Opinião minha, eu apostaria que apenas o litoral norte do nordeste ficará com chuvas acima da média, de resto não há como saber.

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O Dipolo Negativo está atuando desde meados de fevereiro no Atlântico Tropical.

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Fonte: LAPIS.

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Em 10/04/2019 em 18:31, CloudCb disse:

O Dipolo Negativo está atuando desde meados de fevereiro no Atlântico Tropical.

 

Fonte: LAPIS.

 

Excelente post! Quando o dipolo está negativo, significa que a alta do Atlântico Norte está mais intensa e consequentemente produzindo alísios mais fortes, fazendo com que a ZCIT fique mais ao sul e favorecendo as chuvas em boa parte do NEB. Por outro lado, a ASAS está mais enfraquecida devido a TSM mais quente do Atlântico Sul...

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24 minutos atrás, Flavio Feltrim disse:

 

Excelente post! Quando o dipolo está negativo, significa que a alta do Atlântico Norte está mais intensa e consequentemente produzindo alísios mais fortes, fazendo com que a ZCIT fique mais ao sul e favorecendo as chuvas em boa parte do NEB. Por outro lado, a ASAS está mais enfraquecida devido a TSM mais quente do Atlântico Sul...

Mas não foi a TSM do Atlântico mais aquecida que o normal que causou os grandes bloqueios secos nos verões de 2014 e 2015? Neste ano, as águas dos dois oceanos estão acima da média, porém bem distante do verificado nos anos anteriores, por isso as chuvas no Nordeste estão satisfatórias.

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Em 11/03/2019 em 18:31, Augusto Goelzer disse:

Tá uma loteria total o pacífico equatorial... imagino que deve estar sendo um sufoco fazer uma previsão climática para o outono e inverno. Espero que essa torneirinha do Panamá continue aberta hehe

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Em 11/03/2019 em 18:31, Augusto Goelzer disse:

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Interessante que na costa brasileira sobretudo no sul já existe um ligeiro resfriamento. O problema é que tanto o Pacífico Sul como o Norte houve um aquecimento e ali no Canal do panamá, o resfriamento foi neutralizado. Algumas rodadas preveem um ar frio adentrando no continente e algo parecido ocorreu uns anos atrás, porém logo depois no inverno foi terrível.

 

Sou leigo nestas coisas, mas será que o outono neste ano poderá ser agradável, visto que num cenário mais hostil para muitos modelos é de temperaturas de dentro a acima da média ???

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Posted (edited)
Em 12/04/2019 em 18:38, Sopron disse:

 

Interessante que na costa brasileira sobretudo no sul já existe um ligeiro resfriamento. O problema é que tanto o Pacífico Sul como o Norte houve um aquecimento e ali no Canal do panamá, o resfriamento foi neutralizado. Algumas rodadas preveem um ar frio adentrando no continente e algo parecido ocorreu uns anos atrás, porém logo depois no inverno foi terrível.

 

Sou leigo nestas coisas, mas será que o outono neste ano poderá ser agradável, visto que num cenário mais hostil para muitos modelos é de temperaturas de dentro a acima da média ???

Sobre este assunto, PDO, ENSO, sou extremamente leigo. Mas meu palpite é que teremos um outono/inverno muito bom. Puro subjetivismo. A única consistência é estatística. Os dois últimos anos, tivemos inverno acima da média. Acho muito difícil 3 invernos consecutivos "acima da média".

Edited by Caco Pacheco
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Em 12/04/2019 em 16:42, klinsmannrdesouza disse:

Mas não foi a TSM do Atlântico mais aquecida que o normal que causou os grandes bloqueios secos nos verões de 2014 e 2015? Neste ano, as águas dos dois oceanos estão acima da média, porém bem distante do verificado nos anos anteriores, por isso as chuvas no Nordeste estão satisfatórias.

 

Acredito que o bloqueio atmosférico nesse caso veio antes do aquecimento, ou seja, foi o causador dele. Outra coisa a ser considerada também é o posicionamento da alta ao longo do ano, que pode estar mais próxima do nosso litoral ou mais distante dependendo da época, independente da TSM...

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20 horas atrás, Rodolfo Alves disse:

ÚLTIMA PREVISÃO DO CFS PARA O JJA:

 

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:

 

MODELO EUROPEU PARA O JJA:

 

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MODELO JAPONES PARA JJA

 

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Nossa, se os modelos estiverem corretos, o aquecimento global pode bater novos recordes em 2019, será ?

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Acho impossível terem invernos quentes três, quatro ou cinco anos seguidos. No cenário mais pessimista, aposto num inverno dentro da média sem extremos, seja de frio ou calor. Pode acontecer transformações profundas, a atividade vulcânica ao redor do mundo está bastante ativa, sismos são frequentes e influenciam tanto a atmosfera e podem impactar indiretamente a temperatura dos oceanos. Podemos ter um inverno dentro da média, de resto é puro alarmismo.

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2 horas atrás, Sopron disse:

Acho impossível terem invernos quentes três, quatro ou cinco anos seguidos. No cenário mais pessimista, aposto num inverno dentro da média sem extremos, seja de frio ou calor. Pode acontecer transformações profundas, a atividade vulcânica ao redor do mundo está bastante ativa, sismos são frequentes e influenciam tanto a atmosfera e podem impactar indiretamente a temperatura dos oceanos. Podemos ter um inverno dentro da média, de resto é puro alarmismo.

Eu também, e outra inverno com temperaturas acima da média não significa ausência total de frio, um mês tem 30 dias, pode ocorrer uma onda de frio muito intensa que dure uma semana e nas outras três predominar o calor. 1994 foi bem nessa linha, não tivemos outono e quando chegou junho veio uma massa polar continental extrema seguida de outra no começo de julho.

Temperaturas médias servem como parâmetro geral mas não traduz os extremos de frio/calor, basta analisar que Belo Horizonte possui menores médias no inverno do que Campo Grande MS, porém esta última recebe o ar polar com muito mais intensidade do que aquela.

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Eu ainda sou leigo, mas prefiro ser realista. É de todo entendimento que temperaturas acima da média estão ocorrendo não apenas no Brasil, mas no mundo todo (na Europa após um inverno severo), temperaturas altas com padrão brasileiro de inverno perpetuaram no continente e não serão 3, 4 anos seguidos que isso acontecerá. Algo semelhante ocorreu na América do Norte alguns anos atrás. No hemisfério Sul, parte da África Austral teve temperaturas baixas em alguns meses e pouco se comentou, creio que isso não se repete com frequência, na Austrália houve enchentes históricas e em regiões com clima árido, são coisas cíclicas.

 

Num cenário futuro, creio que o Brasil passará por um resfriamento brando, longe de ser severo como no Hemisfério Norte, mas que terá mais impacto nas temperaturas máximas no Verão e no Inverno, que serão menores. O ciclo de altas temperaturas no hemisfério Sul retornando a normalidade está no fim e os extremos ocorrerão com maior frequência no Norte seja em calor ou frio. Os oceanos com suas correntes marítimas terão um efeito catalizador de controle, sem falar nas atividade vulcânicas bastante frenéticas e a qualquer momento um "Krakatoa", "Kilawea" ou um "Vilarica" solta toda sua força e os efeitos serão terríveis. Isso devemos considerar.

 

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23 minutos atrás, Sopron disse:

Eu ainda sou leigo, mas prefiro ser realista. É de todo entendimento que temperaturas acima da média estão ocorrendo não apenas no Brasil, mas no mundo todo (na Europa após um inverno severo), temperaturas altas com padrão brasileiro de inverno perpetuaram no continente e não serão 3, 4 anos seguidos que isso acontecerá. Algo semelhante ocorreu na América do Norte alguns anos atrás. No hemisfério Sul, parte da África Austral teve temperaturas baixas em alguns meses e pouco se comentou, creio que isso não se repete com frequência, na Austrália houve enchentes históricas e em regiões com clima árido, são coisas cíclicas.

 

Num cenário futuro, creio que o Brasil passará por um resfriamento brando, longe de ser severo como no Hemisfério Norte, mas que terá mais impacto nas temperaturas máximas no Verão e no Inverno, que serão menores. O ciclo de altas temperaturas no hemisfério Sul retornando a normalidade está no fim e os extremos ocorrerão com maior frequência no Norte seja em calor ou frio. Os oceanos com suas correntes marítimas terão um efeito catalizador de controle, sem falar nas atividade vulcânicas bastante frenéticas e a qualquer momento um "Krakatoa", "Kilawea" ou um "Vilarica" solta toda sua força e os efeitos serão terríveis. Isso devemos considerar.

 

O maior problema é que quando ocorre algum período de temperaturas baixas como na América do Sul em 2011 e 2013, no Hemisfério Norte e nas outras regiões do Hemisfério Sul pouco se comenta e estuda a respeito; mas no primeiro inverno acima da média muitas pessoas fazem um alarmismo sem limites dizendo que isto nunca ocorreu antes, aí que saudades dos anos 19XX quando nevava em tal lugar etc. Chega a ser frustrante isso, porque não acompanhar calmamente as previsões numéricas estar céu depois que o inverno acabar elaborar cada um as próprias conclusões? Meteorologia envolve estudos sérios, e esta teoria do Aquecimento global está sendo esculhambada.

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9 horas atrás, klinsmannrdesouza disse:

O maior problema é que quando ocorre algum período de temperaturas baixas como na América do Sul em 2011 e 2013, no Hemisfério Norte e nas outras regiões do Hemisfério Sul pouco se comenta e estuda a respeito; mas no primeiro inverno acima da média muitas pessoas fazem um alarmismo sem limites dizendo que isto nunca ocorreu antes, aí que saudades dos anos 19XX quando nevava em tal lugar etc. Chega a ser frustrante isso, porque não acompanhar calmamente as previsões numéricas estar céu depois que o inverno acabar elaborar cada um as próprias conclusões? Meteorologia envolve estudos sérios, e esta teoria do Aquecimento global está sendo esculhambada.

 

Bom dia, amigo. Infelizmente para nós, aquecimento global não é teoria. É fato.

 

A teoria consiste no ser humano ser o principal responsável pelo aquecimento ou não, mas mesmo neste aspecto existe um consenso científico do homem ser o culpado.

 

A meu ver, a grande questão agora é o quanto as previsões alarmistas estão certas, tipo "o planeta vai esquentar 2 graus em média até 2100". Não acredito muito nessas previsões não, pois ainda creio que a natureza consiga contrabalancear uma boa parte da poluição gerada pelo homem, caso entrem algumas variáveis naturais nesse bolo.

 

De qualquer forma, é inadmissível que o CO2 ainda seja jogado de forma tão irresponsável na atmosfera. Existem tantas tecnologias limpas hoje em dia!

 

Acredito que a renovação tecnológica e cultural, ainda neste século, irá acabar totalmente com essas emissões de CO2, e assim a atmosfera terrestre retornará para condições equilibradas. Isso se não entrar numa nova era do gelo, como alertam alguns (poucos) cientistas.

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Amigos, não se fala muito nos períodos frios que algumas partes do mundo às vezes estão vivendo, pelo simples fato de que são casos isolados. A temperatura média mensal no planeta tem se mantido consistentemente acima do normal há alguns anos já, seguidamente, sem interrupções.

 

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11 horas atrás, klinsmannrdesouza disse:

Eu também, e outra inverno com temperaturas acima da média não significa ausência total de frio, um mês tem 30 dias, pode ocorrer uma onda de frio muito intensa que dure uma semana e nas outras três predominar o calor. 1994 foi bem nessa linha, não tivemos outono e quando chegou junho veio uma massa polar continental extrema seguida de outra no começo de julho.

Temperaturas médias servem como parâmetro geral mas não traduz os extremos de frio/calor, basta analisar que Belo Horizonte possui menores médias no inverno do que Campo Grande MS, porém esta última recebe o ar polar com muito mais intensidade do que aquela.

Concordo.

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13 horas atrás, Sopron disse:

Acho impossível terem invernos quentes três, quatro ou cinco anos seguidos. No cenário mais pessimista, aposto num inverno dentro da média sem extremos, seja de frio ou calor. Pode acontecer transformações profundas, a atividade vulcânica ao redor do mundo está bastante ativa, sismos são frequentes e influenciam tanto a atmosfera e podem impactar indiretamente a temperatura dos oceanos. Podemos ter um inverno dentro da média, de resto é puro alarmismo.

Concordo. 3 anos consecutivos de inverno podre eu não acredito. Em termos estatísticos acho bem difícil ocorrer.

 

Creio que o período frio neste ano será melhor (em termos qualitativos), do que os dois anos anteriores.  Média é outra coisa...

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