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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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34 minutos atrás, CloudCb disse:

Nino 3.4 atingiu -1°C.

Screenshot_20201012-093225.png.283b8100d8b43f0c018b10e1e4900cb2.png

Quadro 2 Resumo das condições anômalas de precipitação nas regiões Norte e Nordeste do Brasil em situações de anomalias negativas de TSM no oceano Pacífico Tropical central-leste e diferentes condições no Atlântico Tropical (especificadas na Tabela).

Situações

SON

DJF

MAM

Região Norte

Região Nordeste

Região Norte

Região Nordeste

Região Norte

Região Nordeste

LN e TSA>0

Excesso de chuva

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e Bahia

Excesso de chuva

Excesso de chuva

Excesso de chuva

Excesso de chuva

LN e TNA>0

Excesso de chuva

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e Bahia

Excesso de chuva

Excesso de chuva, mas com déficit no Maranhão e Piauí

Excesso de chuva

Excesso de chuva

LN e TSA<0

Déficit de chuva, mas com excesso no sul do Pará e Tocantins

Déficit no litoral leste e excesso na Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no Pará e Tocantins

Déficit de chuva

Déficit de chuva, mas com excesso no extremo oeste da Amazônia

Excesso de chuva, mas com déficit no Maranhão

LN e TNA<0

Excesso de chuva

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no sudeste do Pará e Tocantins

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e litoral do Ceará e déficit na Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no noroeste da Amazônia

Excesso de chuva, mas com condições normais em quase toda a Bahia

LN e TSA>TNA

Excesso de chuva, mas com ligeiro déficit no sudoeste do Amazonas

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e oeste e litoral da Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no sudeste do Pará e Tocantins

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e Ceará e déficit na Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no noroeste da Amazônia

Excesso de chuva, mas com condições normais em quase toda a Bahia

LN e TSA<TNA

Excesso de chuva

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no leste do Pará e Tocantins

Déficit de chuva, mas com excesso no litoral do Rio Grande do Norte e sul da Bahia

Déficit de chuva, mas com excesso no oeste do Amazonas

Excesso de chuva, mas com déficit no Maranhão

Ano 10 Vol. 15 JUL/DEZ 2014 45 

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Os dado

8 minutos atrás, Peregrine disse:

Quadro 2 Resumo das condições anômalas de precipitação nas regiões Norte e Nordeste do Brasil em situações de anomalias negativas de TSM no oceano Pacífico Tropical central-leste e diferentes condições no Atlântico Tropical (especificadas na Tabela).

Situações

SON

DJF

MAM

Região Norte

Região Nordeste

Região Norte

Região Nordeste

Região Norte

Região Nordeste

LN e TSA>0

Excesso de chuva

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e Bahia

Excesso de chuva

Excesso de chuva

Excesso de chuva

Excesso de chuva

LN e TNA>0

Excesso de chuva

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e Bahia

Excesso de chuva

Excesso de chuva, mas com déficit no Maranhão e Piauí

Excesso de chuva

Excesso de chuva

LN e TSA<0

Déficit de chuva, mas com excesso no sul do Pará e Tocantins

Déficit no litoral leste e excesso na Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no Pará e Tocantins

Déficit de chuva

Déficit de chuva, mas com excesso no extremo oeste da Amazônia

Excesso de chuva, mas com déficit no Maranhão

LN e TNA<0

Excesso de chuva

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no sudeste do Pará e Tocantins

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e litoral do Ceará e déficit na Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no noroeste da Amazônia

Excesso de chuva, mas com condições normais em quase toda a Bahia

LN e TSA>TNA

Excesso de chuva, mas com ligeiro déficit no sudoeste do Amazonas

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e oeste e litoral da Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no sudeste do Pará e Tocantins

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e Ceará e déficit na Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no noroeste da Amazônia

Excesso de chuva, mas com condições normais em quase toda a Bahia

LN e TSA<TNA

Excesso de chuva

Excesso de chuva no Maranhão, Piauí e Bahia

Excesso de chuva, mas com déficit no leste do Pará e Tocantins

Déficit de chuva, mas com excesso no litoral do Rio Grande do Norte e sul da Bahia

Déficit de chuva, mas com excesso no oeste do Amazonas

Excesso de chuva, mas com déficit no Maranhão

Ano 10 Vol. 15 JUL/DEZ 2014 45 

Os dados são reanalises de 1979 a 2011, extraidos de artigo científico. Se for de interesse do amigo, posso encaminhar o trabalho completo.

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Em 01/10/2020 em 17:48, Leandro Leite disse:

Quem sabe essa menina garanta que um bebê concebido hoje em meio a uma onda de calor histórica nasça em meio a uma onda de frio também histórica, os opostos às vezes se atraem, vide EUA 1936, ou aqui na minha região 1996/97 ou Centro Sul brasileiro 2013/14, 2015/16/17👶🔥☃️

Também tô confiante que 2021 vamos ter uma grande Onda de Frio. ☁

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LA NIÑA EM INTENSIFICAÇÃO MANTÉM RISCO DE FRIO TARDIO

 

A primavera de 2020 transcorre sob a influência do fenômeno climático La Niña com registro de anomalias negativas de temperatura superficial do mar em quase toda a extensão do Pacífico Equatorial. O fenômeno, inclusive, já apresenta intensidade moderada e ainda deve ganhar força.

 

LA NIÑA PODE ALCANÇAR FORTE INTENSIDADE E PREJUDICARÁ SAFRA DE VERÃO

 

O fenômeno La Niña retornou e, segundo a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos, atua desde o mês de agosto no Oceano Pacífico Equatorial. Os últimos dados de anomalia de temperatura da superfície do mar indicaram desvios de -1,2ºC tanto no Pacífico Equatorial Central (região Niño 3,4) assim como no Pacífico Equatorial.

 

https://metsul.com/la-nina-em-intensificacao-mantem-risco-de-frio-tardio/

https://metsul.com/la-nina-pode-alcancar-forte-intensidade-e-prejudicara-safra-de-verao/

 

Matéria completa somente para assinante da METSUL 😥

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Em 12/10/2020 em 13:53, Davi Silva disse:

Também tô confiante que 2021 vamos ter uma grande Onda de Frio. ☁

Davi Silva, 

na torcida que tenha duas Onda de frio grandes, uma que afete toda Minas, Rio e ES, igual a dos dias 17 e 18 julho de 2000 e a outra que traga muita neve nos 3 estados do Sul.

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25 minutos atrás, Ernani de Paula disse:

Davi Silva, 

na torcida que tenha duas Onda de frio grandes, uma que afete toda Minas, Rio e ES, igual a dos dias 17 e 18 julho de 2000 e a outra que traga muita neve nos 3 estados do Sul.

Eita ! Deixa Minas de fora, pode afetar a produção de café. Quanto ao Sul, não sei se os agricultores de lá aguentam tanto frio. A onda de frio do final de Agosto deste ano trouxe queda de 40% na produção de trigo. Sem café e sem pão, não tem brasileiro que aguente. Kkk

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2 horas atrás, Davi Silva disse:

LA NIÑA EM INTENSIFICAÇÃO MANTÉM RISCO DE FRIO TARDIO

 

A primavera de 2020 transcorre sob a influência do fenômeno climático La Niña com registro de anomalias negativas de temperatura superficial do mar em quase toda a extensão do Pacífico Equatorial. O fenômeno, inclusive, já apresenta intensidade moderada e ainda deve ganhar força.

 

LA NIÑA PODE ALCANÇAR FORTE INTENSIDADE E PREJUDICARÁ SAFRA DE VERÃO

 

O fenômeno La Niña retornou e, segundo a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos, atua desde o mês de agosto no Oceano Pacífico Equatorial. Os últimos dados de anomalia de temperatura da superfície do mar indicaram desvios de -1,2ºC tanto no Pacífico Equatorial Central (região Niño 3,4) assim como no Pacífico Equatorial.

 

https://metsul.com/la-nina-em-intensificacao-mantem-risco-de-frio-tardio/

https://metsul.com/la-nina-pode-alcancar-forte-intensidade-e-prejudicara-safra-de-verao/

 

Matéria completa somente para assinante da METSUL 😥

Já estou ficando é preocupado com as condições para o verão no nordeste. O solo da Caatinga é composto basicamente de carrasco, pouca ou quase nenhuma profundidade. Chuva com muito excesso por aqui só faz brejo inviabilizando a produção agrícola. Nem só de água vive o Matuto.

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A previsão do NOAA me deixou um pouco decepcionado, colocando neutralidade de viés quente a partir de junho, quando entra o inverno, logo o período que interessa muitos aqui, em especial eu, ter uma La Niña, pois acarreta ondas de frio mais intensas, o NOAA prevê pra janeiro um índice ONI de -1,5 C, e uma anomalia positiva, mesmo que leve, no meio do ano, não é compatível com anos que começaram com uma La Niña forte nos últimos 70 anos, as previsões tinham que se basear em anos análogos, anos que começaram com uma La Niña mais forte iniciada no ano anterior, a maioria termina com La Niña rescindindo, e seguindo pro ano subsequente ou mesmo além, tem sido assim desde 1998, antes disso somente 1989 começou com La Niña forte, inciada em 1988, e terminou sem La Niña, mas com neutralidade negativa, em um dos sites em inglês, que postei aqui, ainda em 2018, projetaram que a La Niña, prevista pra 2020, poderia durar 2 anos, isso com base nos ciclos solares, bom, esse NOAA já errou uma vez prevendo El Niño pra 2017, daí veio foi a La Niña, não podemos apostar contra o sol. 

Edited by Leandro Leite
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Em 31/01/2017 em 10:09, Bruno disse:

Renan, de 2000 para cá:

 

2000 - La Nina forte migrando para La Nina moderada

2001 - La Nina moderada migrando para neutralidade

2002 - Neutralidade migrando para El Nino moderado

2003 - El Nino moderado migrando para neutralidade

2004 - Neutralidade mirando para El Nino fraco

2005 - El Nino fraco migrando para La Nina fraca

2006 - La Nina fraca migrando para El Nino fraco

2007 - El Nino fraco migrando para La Nina forte

2008 - La Nina forte migrando para La Nina fraca

2009 - La Nina fraca migrando para El Nino forte

2010 - El Nino forte migrando para La Nina forte

2011 - La Nina Forte migrando para La Nina moderada

2012 - La Nina moderada migrando para neutralidade

2013 - Neutralidade em todo ano

2014 - Neutralidade em todo ano

2015 - Neutralidade migrando para El Nino muito forte

2016 - El Nino muito forte migrando para La Nina fraca

 

Na minha humilde opinião: tivemos mais episódios de La Nina desde 2000. Porém, em 2015/2016 tivemos um mega evento de El Nino. Histórico, inclusive.

Nessa postagem feita há quase 4 anos mostra que nos últimos 20 anos todos os anos que começaram com La Niña forte terminaram com La Niña fraca, somente 2008, ou moderada. 

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Há quase 10 anos também chegaram a prever até um El Niño em 2011, no entanto a La Niña, que começou forte naquele ano, acabou voltando, exata uma década depois 2021 começará com uma La Niña de semelhante intensidade, historicamente a mesma poderia enfraquecer um pouco e depois ganhar um pouco de força e se tornar moderada em 2021/22, com isso 2021 é pra ser o ano de um frio com potencial mais histórico no Centro-Sul brasileiro, o Atlântico também tem que ajudar, pois foi o aquecimento neste ano que atrapalhou o inverno climático JJA do Paraná pra cima, com frio apenas em fins de agosto. 

Edited by Leandro Leite
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44 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Tópico antigo sobre o El Niño e La Niña: 

 

 

44 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Tópico antigo sobre o El Niño e La Niña: 

 

Em anos de La Nina, existe uma tendência de aquecimento do Atlântico Sul. Em um dos trabalhos que tive acesso, o setor que mais influencia o AS é o Nino 3. 

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1 hora atrás, Leandro Leite disse:

A previsão do NOAA me deixou um pouco decepcionado, colocando neutralidade de viés quente a partir de junho, quando entra o inverno, logo o período que interessa muitos aqui, em especial eu, ter uma La Niña, pois acarreta ondas de frio mais intensas, o NOAA prevê pra janeiro um índice ONI de -1,5 C, e uma anomalia positiva, mesmo que leve, no meio do ano, não é compatível com anos que começaram com uma La Niña forte nos últimos 70 anos, as previsões se basear em anos análogos, anos que começaram com uma La Niña mais forte iniciada no ano anterior, a maioria termina com La Niña rescindindo, e seguindo pro ano subsequente ou mesmo além, tem sido assim desde 1998, antes disso somente 1989 começou com La Niña forte, inciada em 1988, e terminou sem La Niña, mas com neutralidade negativa, em um dos sites em inglês, que postei aqui, ainda em 2018, projetaram que a La Niña, prevista pra 2020, poderia durar 2 anos, isso com base nos ciclos solares, bom, esse NOAA já errou uma vez prevendo El Niño pra 2017, daí veio foi a La Niña, não podemos apostar contra o sol. 

Quanto a El Nino/La Nina, ainda fico com a influência da força gravitacional da Lua. (Ciclo Nodal Lunar)

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Em 15/10/2020 em 14:45, Ernani de Paula disse:

Davi Silva, 

na torcida que tenha duas Onda de frio grandes, uma que afete toda Minas, Rio e ES, igual a dos dias 17 e 18 julho de 2000 e a outra que traga muita neve nos 3 estados do Sul.

Primeiro pulso de julho de 2000 é a minha preferência❄🌨

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Na Primavera/Verão em anos de La Nina, parece haver uma intensificação da Alta da Bolívia. Essa intensificação empurra a Zona de Convergência da América do Sul (ZCAS) para posições mais a nordeste do território brasileiro mudando o regime pluviométrico em boa parte do Brasil. Em resumo: chuvas abaixo da média no Paraná, parte da região Norte, Centro Oeste principalmente MS, e parte do Sudeste. Vamos acompanhando !

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1 hora atrás, CloudCb disse:

Quase lá.

 

Screenshot_20201020-130423.png

O quadro que postei aqui no tópico pode ser interessante para acompanharmos (Norte/Nordeste). As simulações se dão sob influência de La Nina com diferentes aspectos do Atlântico Tropical. Por exemplo: no trimestre SON, com dipolo negativo, há excesso de chuvas no Maranhão, Piauí, Oeste e Leste da Bahia. Vi no tópico de monitoramento de outubro, previsões de chuvas fortes nos próximos dias na costa da Bahia. Como estão as temperaturas no Atlântico Norte e Sul no mês de Outubro?

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9 minutos atrás, Peregrine disse:

O quadro que postei aqui no tópico pode ser interessante para acompanharmos (Norte/Nordeste). As simulações se dão sob influência de La Nina com diferentes aspectos do Atlântico Tropical. Por exemplo: no trimestre SON, com dipolo negativo, há excesso de chuvas no Maranhão, Piauí, Oeste e Leste da Bahia. Vi no tópico de monitoramento de outubro, previsões de chuvas fortes nos próximos dias na costa da Bahia. Como estão as temperaturas no Atlântico Norte e Sul no mês de Outubro?

 

Por enquanto não há nada definido ainda.

image.png.5ca45b245fd8f351849f42a6c3d0189f.png

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On 10/19/2020 at 6:35 AM, Peregrine said:

Na Primavera/Verão em anos de La Nina, parece haver uma intensificação da Alta da Bolívia. Essa intensificação empurra a Zona de Convergência da América do Sul (ZCAS) para posições mais a nordeste do território brasileiro mudando o regime pluviométrico em boa parte do Brasil. Em resumo: chuvas abaixo da média no Paraná, parte da região Norte, Centro Oeste principalmente MS, e parte do Sudeste. Vamos acompanhando !

Apesar de eu gostar da La Niña pelas ondas de frio sempre fica aquele temor de mover a ZCAS mais à NE daqui. Seria mais uma ano muito chuvoso em áreas de MG e centro-oeste porém setor central e principalmente oeste de SP com irregularidades preocupantes.

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 Fico me perguntando pq não acontece no trimestre JJA? 

Capaz de estarmos com viés positivo até lá tamanho azar 😔

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1 hora atrás, jrmartinisp disse:

 Fico me perguntando pq não acontece no trimestre JJA? 

Capaz de estarmos com viés positivo até lá tamanho azar 😔

O último trimestre JJA com La Niña foi em 2011, 10 anos, tá mais que na hora disso acontecer de novo, tomara que reverta a tendência, pois nenhum ano, nos últimos 70 anos, que começou com La Niña forte, iniciada no ano anterior, terminou com anomalia positiva, essa previsão é contra uma tendência histórica. 

Edited by Leandro Leite
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Essa tabela dos últimos 70 anos nos serve de mapa para o próximo ano, nenhum ano que começou com La Niña, de - 1 C pra baixo, e iniciada no ano anterior, terminou com anomalias positivas, com que base fazem esses tipos de previsão que vai contra uma série com dados desde 1950? https://origin.cpc.ncep.noaa.gov/products/analysis_monitoring/ensostuff/ONI_v5.php

Edited by Leandro Leite
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7 horas atrás, Leandro Leite disse:

Essa tabela dos últimos 70 anos nos serve de mapa para o próximo ano, nenhum ano que começou com La Niña, de - 1 C pra baixo, e iniciada no ano anterior, terminou com anomalias positivas, com que base fazem esses tipos de previsão que vai contra uma série com dados desde 1950? https://origin.cpc.ncep.noaa.gov/products/analysis_monitoring/ensostuff/ONI_v5.php

Excelente tabela. Valeu pelo compartilhamento. Vou agora à noite da uma estudada e vê se encontro alguma relação com o momento atual. Parabéns!

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9 horas atrás, Leandro Leite disse:

Essa tabela dos últimos 70 anos nos serve de mapa para o próximo ano, nenhum ano que começou com La Niña, de - 1 C pra baixo, e iniciada no ano anterior, terminou com anomalias positivas, com que base fazem esses tipos de previsão que vai contra uma série com dados desde 1950? https://origin.cpc.ncep.noaa.gov/products/analysis_monitoring/ensostuff/ONI_v5.php

 

Interessante observar que, por duas vezes o El Nino fez as anomalias superarem +2°C, mas nunca uma La Nina foi forte o suficiente para chegar a -2°C. Quem sabe agora existe uma chance de surpreender e batermos essa marca. 

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1 hora atrás, Renan disse:

 

Interessante observar que, por duas vezes o El Nino fez as anomalias superarem +2°C, mas nunca uma La Nina foi forte o suficiente para chegar a -2°C. Quem sabe agora existe uma chance de surpreender e batermos essa marca. 

O cenário promete ! Senão vejamos: a Lua atuando entre 23,5 e 28,6 graus N/S nos próximos 5 anos. O Sol com atividade muito baixa pelo menos até 2025. Pacífico em sua fase fria. Pois bem, esse "cenário" é inédito pelo menos nos últimos 120anos.

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Em 03/11/2019 em 17:47, Leandro Leite disse:

Forte La Niña entre 2020 e 2022? Notícia em inglês sobre isso:  https://www.wlfi.com/content/news/2020-22-Trends-560831971.html

Essa previsão parece está acertando  quanto à La Niña até agora, pra frente prevê La Niña no verão do hemisfério norte de 2021, no caso o nosso inverno, se continuar acertando a bomba polar estará armada. 

Edited by Leandro Leite
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14 horas atrás, Renan disse:

 

Interessante observar que, por duas vezes o El Nino fez as anomalias superarem +2°C, mas nunca uma La Nina foi forte o suficiente para chegar a -2°C. Quem sabe agora existe uma chance de surpreender e batermos essa marca. 

Em dezembro de 1973 chegou a - 2 C, se trata da La Niña que provocaria um ano e meio mais tarde a histórica onda de frio de julho de 1975. 

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10 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Em dezembro de 1973 chegou a - 2 C, se trata da La Niña que provocaria um ano e meio mais tarde a histórica onda de frio de julho de 1975. 

 

Bem observado, não tinha visto. Foi caso único, e a super onda de frio de 1975 pode ter haver com isso sim.

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Entre 1969 e 1974 a Lua atuava entre seu ponto máximo 28,6 e médio 23,5. Coincidência?

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29 minutos atrás, Peregrine disse:

Entre 1969 e 1974 a Lua atuava entre seu ponto máximo 28,6 e médio 23,5. Coincidência?

Isso teria facilitado as missões à Lua entre 1969 e 1972?🚀🌕

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É importante analisar que os dados do ENSO são trimestrais, várias ocasiões o 3.4 bateu -1,7/-1,8 por longos períodos de tempo.

 

Paralelos como 1954-1957, 1973-1976, 1998-2001 são irrelevantes por enquanto, já que essas la ninas foram de longa duração. Neste momento tem tudo para ser uma moderado/forte e de curta duração, acabando no inverno 2021 mesmo.

 

La niñas curtas que ocorrem apenas da primavera até o outono, com ápice no verão, não são incomuns... temos 3 casos recentes: 1995-1996, 2005-2006, 2017-2018. O que difere dessa vez, é a intensidade muito maior do que nesses 3 casos.

 

Para mim a melhor notícia desse evento, é que os efeitos dele serão globais. O próprio euro dá a la niña sendo suficiente para uma frenada drástica no aquecimento da atmosfera e dos oceanos para os próximos meses, provavelmente teremos uma boa pausa de recordes globais de calor a partir de janeiro.

 

Previsto pra novembro:

Nov 2020

 

Previsto para Fevereiro:

Feb 2021

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11 minutos atrás, Augusto Göelzer disse:

É importante analisar que os dados do ENSO são trimestrais, várias ocasiões o 3.4 bateu -1,7/-1,8 por longos períodos de tempo.

 

Paralelos como 1954-1957, 1973-1976, 1998-2001 são irrelevantes por enquanto, já que essas la ninas foram de longa duração. Neste momento tem tudo para ser uma moderado/forte e de curta duração, acabando no inverno 2021 mesmo.

 

La niñas curtas que ocorrem apenas da primavera até o outono, com ápice no verão, não são incomuns... temos 3 casos recentes: 1995-1996, 2005-2006, 2017-2018. O que difere dessa vez, é a intensidade muito maior do que nesses 3 casos.

 

Para mim a melhor notícia desse evento, é que os efeitos dele serão globais. O próprio euro dá a la niña sendo suficiente para uma frenada drástica no aquecimento da atmosfera e dos oceanos para os próximos meses, provavelmente teremos uma boa pausa de recordes globais de calor a partir de janeiro.

 

Previsto pra novembro:

Nov 2020

 

Previsto para Fevereiro:

Feb 2021

Que seja como 1995/96, que partiu pra uma neutralidade de viés frio, 2005/06 nem pensar, o inverno foi transição pra El Niño fraco consolidado no trimestre ASO, falo isso pelo fato de 1996 e 2006 serem opostos em matéria de frio no Mato Grosso, em 1996 teve uma leve sub-10 de tarde em Cuiabá, enquanto 2006 a menor de tarde foi 20 C, 10 anos e 10 C de diferença!

Edited by Leandro Leite
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1 hora atrás, Leandro Leite disse:

Isso teria facilitado as missões à Lua entre 1969 e 1972?🚀🌕

Sei lá ! Só sei que estão se preparando para ir lá novamente até 2025.

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Trimestre JJA (inverno climático)  com La Niña (-0,5 C ou menos): 1950, 1954/55/56, 1964, 1970/71, 1973/74/75, 1985, 1988, 1998/99/2000, 2007, 2010/11.

Perceba que nesses 70 anos, o máximo que ficou sem La Niña nesse período crucial do ano foram 10 anos, isso ocorreu entre 1975 e 1985 e de 1988 a 1998, então tá mais que na hora disso acontecer, tem que ser em 2021, pra não extrapolar o máximo de 10 anos, seria chato quebrar o recorde de tempo sem La Niña plena no inverno climático, ainda mais após recordes quebrados nessa última onda de calor. Inverno climático 2021 com La Niña é uma tendência histórica, não pode passar de 10 anos, em nenhum momento isso aconteceu em 70 anos, pela lógica a menina estará aqui em julho próximo pra armar a bomba polar. O Pacífico tem que ficar mais tempo frio, tem que sair dessa fase positiva iniciada em 2014, de lá pra cá nunca passou um ano no negativo, até na fase positiva dos anos 80/90 ficava até dois anos frio. 

Edited by Leandro Leite
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7 horas atrás, Peregrine disse:

Entre 1969 e 1974 a Lua atuava entre seu ponto máximo 28,6 e médio 23,5. Coincidência?

Peregrine,

foram 6 anos péssimos aqui na região Noroeste do Rio, divisa com Zona da Mata de Minas e sul do ES em termos de chuvas, várias estiagens no verão.

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7 horas atrás, Augusto Göelzer disse:

É importante analisar que os dados do ENSO são trimestrais, várias ocasiões o 3.4 bateu -1,7/-1,8 por longos períodos de tempo.

 

Paralelos como 1954-1957, 1973-1976, 1998-2001 são irrelevantes por enquanto, já que essas la ninas foram de longa duração. Neste momento tem tudo para ser uma moderado/forte e de curta duração, acabando no inverno 2021 mesmo.

 

La niñas curtas que ocorrem apenas da primavera até o outono, com ápice no verão, não são incomuns... temos 3 casos recentes: 1995-1996, 2005-2006, 2017-2018. O que difere dessa vez, é a intensidade muito maior do que nesses 3 casos.

 

Para mim a melhor notícia desse evento, é que os efeitos dele serão globais. O próprio euro dá a la niña sendo suficiente para uma frenada drástica no aquecimento da atmosfera e dos oceanos para os próximos meses, provavelmente teremos uma boa pausa de recordes globais de calor a partir de janeiro.

 

Previsto pra novembro:

Nov 2020

 

Previsto para Fevereiro:

Feb 2021

 

Era exatamente isso que eu estava pensando hoje. Acredito que o GW terá uma pausa significativa, o clima vai ficar mais equilibrado em 2021. 

Talvez o resfriamento do Pacífico até ajude no resfriamento de outros oceanos também. O que eu queria ver era um arrefecimento do aquecimento insano que o Ártico vem sofrendo ano após ano.

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Em 23/10/2020 em 20:35, Ernani de Paula disse:

Peregrine,

foram 6 anos péssimos aqui na região Noroeste do Rio, divisa com Zona da Mata de Minas e sul do ES em termos de chuvas, várias estiagens no verão.

Seria a hora de entender a Razão desse período de estiagem. Um bom começo poderia ser a análise de anomalias das TSM do Pacífico Equatorial. Em meus humildes estudos, em anos de Pacífico Frio, há uma intensificação da Alta da Bolívia, desfavorecendo chuvas na região citada pelo amigo.

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Nino 3.4 atingiu patamar de La Nina de forte intensidade.

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Resumo de alguns estudos: Em anos de La Nina ou Pacífico com viés frio, parece haver um deslocamento mais para o Nordeste da Zona de Convergência da América do Sul (ZCAS) e o Cavado do Nordeste (CN) posiciona-se mais favorável a chuvas no Semiárido nordestino. Quando o Nino 3 encontra-se com temperaturas abaixo da média, o Atlântico Sul se aquece. Pois bem, são "TESES", e elas existem para serem confirmadas ou negadas. A nós, só resta acompanhar.

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Acho um pouco cedo para se falar em ZCAS, todavia é o que as imagens de satélite tem nos levado a acreditar.

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15 horas atrás, Eclipse disse:

acho que vou ter uma "plantação" de cactus

 

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FENÔMENO LA NIÑA GANHA FORÇA E PODE ATINGIR PATAMAR DE INTENSO

 

O fenômeno La Niña atua desde o mês de agosto e segue se intensificando. De acordo com a análise da MetSul Meteorologia de diversos modelos climáticos, o resfriamento atual do Pacífico Equatorial já ingressou no território de forte e pode ser intenso.

 

Eita!

 

https://metsul.com/fenomeno-la-nina-ganha-forca-e-pode-atingir-patamar-de-intenso/

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4 horas atrás, Davi Silva disse:

FENÔMENO LA NIÑA GANHA FORÇA E PODE ATINGIR PATAMAR DE INTENSO

 

O fenômeno La Niña atua desde o mês de agosto e segue se intensificando. De acordo com a análise da MetSul Meteorologia de diversos modelos climáticos, o resfriamento atual do Pacífico Equatorial já ingressou no território de forte e pode ser intenso.

 

Eita!

 

https://metsul.com/fenomeno-la-nina-ganha-forca-e-pode-atingir-patamar-de-intenso/

Cedo ainda em Davi ! Os modelos têm errado muito. Melhor aguardar.

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39 minutos atrás, Peregrine disse:

Cedo ainda em Davi ! Os modelos têm errado muito. Melhor aguardar.

 

Espero que venha uma Super La Niña! 🤩🌬️❄️☃️

 

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RESUMO: La Niña forte entre o fim da primavera e início do verão ANÁLISE: Em atualização em 12 de novembro de 2020, a Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA) aumentou a chance de um forte La Niña entre o fim da primavera e início do verão (entre novembro e janeiro). Estima-se uma temperatura pelo menos -1,5°C mais baixa que o normal na porção central equatorial, o que deixaria o fenômeno como entre os três mais intensos nos últimos 20 anos. Os outros La Niñas fortes aconteceram entre 2007 e 2010 e 2011. No decorrer do outono de 2021, o fenômeno enfraquecerá dando lugar a uma neutralidade. A seca na América do Sul chama a atenção. De acordo com a NASA, a atual seca é a segunda pior desde 2002. Perde apenas para 2015-2016 gerada por um intenso El Niño. Nos últimos seis meses, choveu pelo menos 400mm a menos que o normal entre a Colômbia e a Venezuela, na Região Sul do Brasil, nordeste da Argentina, sul da Bolívia e algumas áreas da Amazônia, como o sul e oeste do Amazonas, oeste do Acre e norte de Roraima e do Amapá. Existem duas explicações para a falta de chuva. No sul do Brasil, o fenômeno La Niña responde por uma estiagem persistente com perdas na agricultura e risco na geração de energia elétrica e abastecimento de água nas cidades. Já no norte da América do Sul, o efeito acontece pelo Atlântico Norte mais aquecido. As precipitações tropicais ficaram concentradas sobre o Hemisfério Norte, inclusive gerando uma quantidade recorde de furacões neste ano. Com a manutenção do La Niña, as previsões indicam chuva inferior à média no Centro e Sul do Brasil no trimestre novembro-dezembro-janeiro, área que compreende toda a Região Sul e partes de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Além disso, também há previsão de chuva inferior ao normal no Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile. Mais ao norte, predominará a sazonalidade, ou seja, a chuva. A chance é de uma precipitação acima da média no Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Mato Grosso e boa parte da Região Norte. A chuva acima da média também acontecerá na área mais extensa com estiagem da América do Sul, entre a Colômbia e Venezuela. Por fim, voltando para o Brasil, no norte do Nordeste e litoral da Região Norte, ou seja, desde o Rio Grande do Sul até o Amapá, o trimestre será menos chuvoso que o normal. Para a temperatura, chama-se a atenção para um fim de primavera e início de verão mais quentes que o normal em Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Paraguai, Argentina, Uruguai e Chile. Por outro lado, na maior parte do Brasil, a temperatura ficará próxima da média. Entre o leste de São Paulo e o sul da Bahia, o trimestre promete até mesmo ser um pouco menos quente que a média histórica, assinatura típica do La Niña.

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PROJEÇÕES DOS MODELOS PARA O PRÓXIMO TRIMESTRE (DEZEMBRO-JANEIRO-FEVEREIRO) PARA CHUVAS

 

ECMWF

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DWD (ALEMANHA)

 

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MET OFFICE (REINO UNIDO)

 

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METEO-FRANCE (FRANÇA)

 

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JMA (JAPÃO)

 

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CMC (CANADÁ)

 

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1 hora atrás, Rodolfo Alves disse:

PROJEÇÕES DOS MODELOS PARA O PRÓXIMO TRIMESTRE (DEZEMBRO-JANEIRO-FEVEREIRO) PARA CHUVAS

 

ECMWF

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DWD (ALEMANHA)

 

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MET OFFICE (REINO UNIDO)

 

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METEO-FRANCE (FRANÇA)

 

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JMA (JAPÃO)

 

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CMC (CANADÁ)

 

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Interessante perceber como são divergentes as previsões dos modelos.

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Em 22/11/2020 em 15:46, Peregrine disse:

Interessante perceber como são divergentes as previsões dos modelos.

Estava lendo algumas análises de alguns institutos e me parece isso mesmo, não há muito consenso, mas vou falar da Climatempo, que lançou aí uma prévia de como será este próximo verão em uma conversa entre a Josélia e  Patrícia Madeira e apesar de muitos aqui criticarem este tipo de previsão eu vou fazer alguns comentários que acho importantes. Apesar de um  forte resfriamento no pacífico o atlântico nao ajuda, o dipolo do atlântico deste ano não favorecerá o posicionamento correto da zcit colocando ela mais ao Norte do que o normal, isto significa que pode faltar chuva na parte norte do nordeste. 

Além disto a configuracao do atlantico esperada, favorece a Asas mais perto do Brasil e isto vai dificultar a formação de zcas. Eu concordo com esta idéia visto que naquelas bizarrices recentes de 2014, 2015, que  tivemos estas asas fora da casinha no verão o pacífico equatorial não foi o culpado. Eles não cravam que este verão será chuvoso em MG.

Uma coisa que me chama a atenção é que estão passando a avaliar outras questoes além do clássico pacífico equatorial, vejo como um avanço isto.

 

A quem se interessar.

 

 

 

 

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