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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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Grandes chances desse Dezembro-19 ser o mais quente já registrado no mundo. Vejam que inaceitável a anomalia global ! 

 

Global Warming a todo vapor. 

 

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Para nós entendermos bem, basta observar que a Austrália está pegando fogo, chegando próximo na marca de 53°C. A Europa com exceção da Islândia, está com temperatura atípicas. Moscou que deveria estar nevando com com sub -10, tem marcas positivas. Apenas o Nordeste da Ásia tem baixas temperaturas. 

 

Quanto a América do Sul, não vejo com bons olhos essas anomalias negativas, espero estar enganado, se chegar em outono/inverno com a cor laranja é porque essa animação da primavera e parte do verão foi em vão. Aqui na minha cidade, o tempo segue bastante ameno e chega a ser estranho. Não sou um pessimista, mas avalio as coisas por outro prisma, sem prender a emoções ou bobagens que se vê em conspirações. Mas fico cada vez mais certo de que nosso inverno infelizmente tende a não ser agradável como todos nós queríamos.

A Antártida está praticamente laranja, pode ser um erro de algum algorítimo que calculou as informações, mas pelo que verifiquei e comparei, é real, e isso é preocupante. Precisa melhorar muito e muito para 2020 ser excelente para o Brasil. 

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Agora, Leandro Leite disse:

Mais um texto interessante em inglês, a previsão do autor de um El Niño entre 2018 e 2019 se confirmou, e uma La Niña ainda pode se iniciar agora em 2020 com base no ciclo solar:https://wattsupwiththat.com/2019/09/04/enso-predictions-based-on-solar-activity/

Espero que comece a se desenvolver uma La nina.

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Olhando as previsões semanais do CFS hoje, vi a seguinte previsão para os dias 14 a 21 de fevereiro. É evidente que falta um mês e isso pode mudar, mas já aconteceu de chover de forma tão generalizada pelo país inteiro?

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Edited by Pedro Victor P.
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10 minutos atrás, Pedro Victor P. disse:

Olha as previsões semanais do CFS hoje, vi a seguinte previsão para os dias 14 a 21 de fevereiro. É evidente que falta um mês e isso pode mudar, mas já aconteceu de chover de forma tão generalizada pelo país inteiro?

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No verão de 2010/2011 choveu bastante no país como um todo, apesar da lá nina ser de forte intensidade na época as frentes frias passavam pelo Sul causando chuvas frontais e ao chegarem na costa do Sudeste organizavam grandes corredores de umidade (ZCAS). Inclusive naquele ano a ZCIT migrou mais para o sul do que o normal, fazendo chover até no sertão de Pernambuco e litoral do Alagoas, a estação chuvosa se prolongou até abril.

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Essa previsão de julho para o Pacífico é animadora para quem gosta de frio, é do NOAA cedida para a Somar:

 

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Em 10/01/2020 em 19:43, Pedro Victor P. disse:

Olhando as previsões semanais do CFS hoje, vi a seguinte previsão para os dias 14 a 21 de fevereiro. É evidente que falta um mês e isso pode mudar, mas já aconteceu de chover de forma tão generalizada pelo país inteiro?

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Pedro Victor,

pode ser que nesse periodo de 14 a 21 chova generalizado em grande parte do Brasil, mas em todo fevereiro é difícil. Se concentrar a chuva em Minas , Rio e ES, vai faltar no RS e parte de SC.

Se concentrar a chuva no Paraná e Mato Grosso do Sul, falta no ES, centro-norte do Rio e metade leste de Minas

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52 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Essa previsão de julho para o Pacífico é animadora para quem gosta de frio, é do NOAA cedida para a Somar:

 

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E essa enormidade de oceanos ferventes ao redor ? Desse jeito não adiantaria nada. Mas olhando essa previsão, e comparando com o cenário atual de temperaturas do mar, vejo um certo exagero, valores superestimados na previsão. 

Edited by Renan
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1 hora atrás, Leandro Leite disse:

Essa previsão de julho para o Pacífico é animadora para quem gosta de frio, é do NOAA cedida para a Somar:

 

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Eles falam do aumento das chuvas no centro norte do país no resumo.

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1 hora atrás, Leandro Leite disse:

#INVERNO2000+20☃️

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Uai, mas desse jeito essa la niña não vai fazer diferença nenhuma. Olhem ao redor, os oceanos estão uma verdadeira sopa por todos os lados.

 

As águas do hemisfério norte estão praticamente todas acima da média.

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1 hora atrás, LeoP disse:

 

Uai, mas desse jeito essa la niña não vai fazer diferença nenhuma. Olhem ao redor, os oceanos estão uma verdadeira sopa por todos os lados.

 

As águas do hemisfério norte estão praticamente todas acima da média.

 

Acho que está generalizando demais as águas quentes esse mapa. Se você olha o cenário atual de SST, percebe que tem mais anomalias positivas do que negativas, porém não é esse exagero que o mapa da previsão mostra. Não acho que daqui até a data da previsão vai mudar tanto assim. 

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Em 15/01/2020 em 12:35, Leandro Leite disse:

Essa previsão de julho para o Pacífico é animadora para quem gosta de frio, é do NOAA cedida para a Somar:

 

glbSSTMonInd6.gif

Sinceramente horrível o mundo inteiro. Muito quente no hemisfério norte. E observe aquela bolha quente na Argentina. Sei não. Mas está exagerado demais essas anomalias.

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Mesmo com dois picos malucos, tanto positivo, quanto negativo, dá p dizer que a região niño 1+2 está neutra desde novembro, pode ser que agora as chuvas normalizem aqui no RS depois de dois meses muito secos.

 

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Edited by LucianoD
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Esses vídeos explicam porque 1997 não foi tão sem frio quanto 2015, com um igual Super El Niño,  no Centro-Sul brasileiro, e porque em junho de 1997 conseguiu inclusive gear em Goiás em onda de frio idêntica à do comeco de julho passado no Sudeste e Centro-Oeste, prestem atencão, se de um lado o Pacífico estava fervendo, do outro o Atlântico estava frio em nosso litoral, já em 2015 o Atlântico também estava quente formando o ''Combo Anti Inverno''?  

 

 

Edited by Leandro Leite
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3 horas atrás, Leandro Leite disse:

Esses vídeos explicam porque 1997 não foi tão sem frio quanto 2015, com um igual Super El Niño,  no Centro-Sul brasileiro, e porque em junho de 1997 conseguiu inclusive gear em Goiás em onda de frio idêntica à do comeco de julho passado no Sudeste e Centro-Oeste, prestem atencão, se de um lado o Pacífico estava fervendo, do outro o Atlântico estava frio em nosso litoral, já em 2015 o Atlântico também estava quente formando o ''Combo Anti Inverno''?  

 

 

Dá pra dizer que 1997 teve um bom outono e parte do inverno com frio e umidade, o que em anos normais é difícil de acontecer; o Atlântico resfriado permitiu com que as massas polares chegassem até parte da região nordeste, tanto pelo litoral quanto pelo interior do continente. Tivemos duas ondas de frio intensas naquele ano, uma no começo de julho, que esteve associada a um grande cavado em todas as camadas da atmosfera, fazendo com que ocorresse geadas em muitas áreas do centro-sul brasileiro; e outra no começo de agosto, muito parecida.

Bem diferente de 2015 onde tanto o outono quanto o inverno foram pífios em termos de frio, um ano simplesmente sem inverno, graças ao oceano na nossa costa que estava fervendo com anomalias bizarras de 2/3 graus acima do normal.

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Pelo que foi falado o inverno de 1998 foi fraco nas Regiões Sul e Sudeste, brando e úmido no Sul, e isso seria devido ao Atlântico quente, apesar de uma La Niña já está se desenvolvendo, ainda em 1998 já às vésperas da primavera teve um frio até bom aqui no sul do Mato Grosso, mas sem grandes efeitos no Sul e Sudeste, fui saber disso vários anos depois na internet. Comecei a me interessar por frio em 2000. Em 2016 também em setembro o mesmo tipo de frio se repetiu no Mato Grosso, sem grande efeito no Sul e Sudeste, porém essas regiões esfriaram bem em junho quando o Mato Grosso só recebeu migalhas. Voltando pro fim dos anos 90, em 1999 e 2000 o Atlântico se resfriou? E isso combinado com a La Niña prolongada iniciada em 1998 trouxe ondas de frio memoráveis naqueles anos?

Edited by Leandro Leite

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5 horas atrás, Leandro Leite disse:

Pelo que foi falado o inverno de 1998 foi fraco nas Regiões Sul e Sudeste, brando e úmido no Sul, e isso seria devido ao Atlântico quente, apesar de uma La Niña já está se desenvolvendo, ainda em 1998 já às vésperas da primavera teve um frio até bom aqui no sul do Mato Grosso, mas sem grandes efeitos no Sul e Sudeste, fui saber disso vários anos depois na internet. Comecei a me interessar por frio em 2000. Em 2016 também em setembro o mesmo tipo de frio se repetiu no Mato Grosso, sem grande efeito no Sul e Sudeste, porém essas regiões esfriaram bem em junho quando o Mato Grosso só recebeu migalhas. Voltando pro fim dos anos 90, em 1999 e 2000 o Atlântico se resfriou? E isso combinado com a La Niña prolongada iniciada em 1998 trouxe ondas de frio memoráveis naqueles anos?

Existe um tempo para a atmosfera começar a responder as influências do el nino ou da lá nina, dependendo da intensidade e das anomalias de temperatura nos outros oceanos do planeta esses efeitos podem ser aumentados ou reduzidos. No caso de 1997, o Atlântico Sul mais frio do que o normal reduziu os efeitos do em nino na América do Sul que é bloquear as frentes frias sob o Trópico de Capricórnio, elas avançaram bem por muitas áreas até chegarem próximas da linha do Equador pelo interior do continente e até no litoral da Bahia.

1999 e 2000 tiveram fatores favoráveis ao frio como o pacífico equatorial resfriado e o Atlântico Sul dentro da normalidade, por isso as massas polares eram intensas, amplas, frequentes e duradouras; 1999 teve frio intenso de abril até outubro com poucos períodos de calor e 2000 foi um pouco mais dinamico, tivemos algumas ondas de frio no outono intercaladas por veranicos na América do Sul e um período de 3 semanas seguidas de frio berrando o extremo em julho.

Ultimamente o que está matando nosso frio em alguns anos é o Atlântico Sul muito aquecido, já que ele é mais volátil do que o Pacífico e está na nossa costa.

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2 minutos atrás, Matheus Vinicius disse:

Explica o que está acontecendo, eu não entendo nada disso.

 

Uma possível la Niña ...

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2 horas atrás, Matheus Vinicius disse:

Explica o que está acontecendo, eu não entendo nada disso.

 


Possibilidade de La Niña no 2º semestre desse ano. Comemoro pq ela geralmente está associada a anos de chuvas acima da média no Nordeste. Ou seja, já é uma pré-esperança para um 2021 bom para a região. 
 

Claro, ainda falta muito tempo até lá e existem outros fatores que também influenciam. E eu acho que é nessa época (alguém me corrija se eu estiver errado) em que os modelos têm uma certa queda na confiabilidade de previsão. Lá para o meio do ano, junho, julho, que as coisas ficam mais claras em relação ao ENSO.

Edited by Pedro Victor P.
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7 horas atrás, Pedro Victor P. disse:

Só vem. 

 

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Atlântico ainda não tão favorável , nem me animo muito!!!!

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Me preocupa muito se for concretizada uma La Niña com o Atlântico ainda acima da média como mostra o mapa.

Posso estar errado, mas até onde sei La Niña precisa de pelo menos de Atlântico sul na média perto da costa, senão só vai ser período de seca e longas de calor no próximo verão, e um inverno com bloqueios (máximas chegando a quase 30 em alguns dias no RS).

Logo, pelo mapa (sei que é uma previsão a longo prazo e que tudo pode mudar, mas supondo que realmente ocorra) não seria sinal de forte estiagem no fim da primavera e no próximo verão, trazendo longas ondas de calor seco, como a do fim de dezembro de 2019) ao sul do país após um inverno meia-boca?

Em períodos de La Niña, especialmente 2010-2011, tivemos invernos memoráveis no sul, MAS o Atlântico na costa do RS não estava quente como nessa previsão.

 

Por isso fica a dúvida, independentemente do que está previsto nos mapas: será que La Niña combinada com Atlântico acima da média é sinal de inverno fraco (menos frentes frias) e verão seco com fortes ondas de calor?

Pra fazer frio como muitos de nós gostamos, não deveria ser La Niña e pelo menos um Atlântico na costa do Sul na média?

Edited by Eclipse

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9 horas atrás, Eclipse disse:

Me preocupa muito se for concretizada uma La Niña com o Atlântico ainda acima da média como mostra o mapa.

Posso estar errado, mas até onde sei La Niña precisa de pelo menos de Atlântico sul na média perto da costa, senão só vai ser período de seca e longas de calor no próximo verão, e um inverno com bloqueios (máximas chegando a quase 30 em alguns dias no RS).

Logo, pelo mapa (sei que é uma previsão a longo prazo e que tudo pode mudar, mas supondo que realmente ocorra) não seria sinal de forte estiagem no fim da primavera e no próximo verão, trazendo longas ondas de calor seco, como a do fim de dezembro de 2019) ao sul do país após um inverno meia-boca?

Em períodos de La Niña, especialmente 2010-2011, tivemos invernos memoráveis no sul, MAS o Atlântico na costa do RS não estava quente como nessa previsão.

 

Por isso fica a dúvida, independentemente do que está previsto nos mapas: será que La Niña combinada com Atlântico acima da média é sinal de inverno fraco (menos frentes frias) e verão seco com fortes ondas de calor?

Pra fazer frio como muitos de nós gostamos, não deveria ser La Niña e pelo menos um Atlântico na costa do Sul na média?

Calma pessoal, ainda estamos falando provavelmente de um inverno de neutralidade, que cstuma ser bom pra gente:

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10 horas atrás, Eclipse disse:

Me preocupa muito se for concretizada uma La Niña com o Atlântico ainda acima da média como mostra o mapa.

Posso estar errado, mas até onde sei La Niña precisa de pelo menos de Atlântico sul na média perto da costa, senão só vai ser período de seca e longas de calor no próximo verão, e um inverno com bloqueios (máximas chegando a quase 30 em alguns dias no RS).

Logo, pelo mapa (sei que é uma previsão a longo prazo e que tudo pode mudar, mas supondo que realmente ocorra) não seria sinal de forte estiagem no fim da primavera e no próximo verão, trazendo longas ondas de calor seco, como a do fim de dezembro de 2019) ao sul do país após um inverno meia-boca?

Em períodos de La Niña, especialmente 2010-2011, tivemos invernos memoráveis no sul, MAS o Atlântico na costa do RS não estava quente como nessa previsão.

 

Por isso fica a dúvida, independentemente do que está previsto nos mapas: será que La Niña combinada com Atlântico acima da média é sinal de inverno fraco (menos frentes frias) e verão seco com fortes ondas de calor?

Pra fazer frio como muitos de nós gostamos, não deveria ser La Niña e pelo menos um Atlântico na costa do Sul na média?

Parece que no Sudeste os invernos mais fracos dos anos 90 foram os de 1995 e 1998 com uma La Niña em formação e não o de 1997 que caminhava pra um Super El Niño, a causa está justamente no Atlântico? 

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2 horas atrás, Leandro Leite disse:

Parece que no Sudeste os invernos mais fracos dos anos 90 foram os de 1995 e 1998 com uma La Niña em formação e não o de 1997 que caminhava pra um Super El Niño, a causa está justamente no Atlântico? 

A atmosfera demora alguns meses para mudar o padrão de el nino e la nina, dependendo da intensidade do mesmo; em 1995 e 1998 o Altantico estava mais aquecido do que em 1997, isso contribuiu para que os invernos daqueles dois anos fossem fracos não só no Sudeste mas em muitas áreas da América do Sul.

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Eu estava em dúvida sobre porque 1999 foi um ano tão maravilhoso em continuidade e intensidade de frio, e encontrei uns mapas com anomalias da T dos oceanos no site do INMET

http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=clima/temperaturaSuperficieMar

 

Tanto o Atlântico Sul como o Pacífico bem abaixo da média naquele ano.  Realmente parece ser a combinação ideal.

 

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Em 06/02/2020 em 20:16, klinsmannrdesouza disse:

A atmosfera demora alguns meses para mudar o padrão de el nino e la nina, dependendo da intensidade do mesmo; em 1995 e 1998 o Altantico estava mais aquecido do que em 1997, isso contribuiu para que os invernos daqueles dois anos fossem fracos não só no Sudeste mas em muitas áreas da América do Sul.

1998 era o nosso status quo de inverno ruim. Até vir 2012, 2015 e 2017.

 

O suprasumo do inverno aqui no Sul é La Nina + Pacífico do litoral chileno frios + Nosso Atlântico frio. Se não me engano 1999/2000/2007 por diversas vezes apresentaram essas características. Depois de 2007 não me recorno mais de um inverno que tivesse esses 3 fatores juntos.

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2 horas atrás, Beto Krepsky disse:

1998 era o nosso status quo de inverno ruim. Até vir 2012, 2015 e 2017.

 

O suprasumo do inverno aqui no Sul é La Nina + Pacífico do litoral chileno frios + Nosso Atlântico frio. Se não me engano 1999/2000/2007 por diversas vezes apresentaram essas características. Depois de 2007 não me recorno mais de um inverno que tivesse esses 3 fatores juntos.

Depois de 2007 tivemos 2011 e 2013 com Atlântico e Pacífico de normal a abaixo da média. Pode ser que quando o Atlântico está mais frio os bloqueios secos ficam enfraquecidos e afastados para leste, abrindo caminho para as massas polares chegarem até latitudes mais baixas do que o normal pelo interior do continente.

Isso também pode explicar a falta de neve em anos de frio intenso e constante, já que as massas polares continentais são secas. 

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Apesar do tópico ser monitoramento  da AAO, a AO que ocorre no Hemisfério Norte, bateu recorde.

Edited by jrmartinisp

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6 minutos atrás, jrmartinisp disse:

Apesar do tópico ser monitoramento  da AAO, a AO que ocorre no Hemisfério Norte, bateu recorde.

 

Quais são os efeitos que ela causa?

 

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19 minutos atrás, jrmartinisp disse:

Apesar do tópico ser monitoramento  da AAO, a AO que ocorre no Hemisfério Norte, bateu recorde.

Talvez isso explique os bloqueios de ar frio no Hemisfério Norte, até mesmo na Rússia, a oscilação ártica garante entrada de ar polar na América do Norte, Ásia e Europa, eu lembro há exatos 10 anos que sob um El Niño moderado a forte, o inverno foi rigoroso no Hemisfério Norte por causa da AO negativa segundo a Metsul, e meses antes, no inverno brasileiro de 2009, mesmo sob o El Niño em estado inicial, teve uma forte onda de frio no Sul do Brasil em julho, zerando a temperatura no INMET em Porto Alegre, com até - 4 C em Foz do Iguaçu, porém São Paulo e Curitiba não tiveram mínimas baixas, o destaque se deu no Centro-Oeste, com frio surreal de 5 C-6 C à tarde em Campo Grande e 11 C-12 C à tarde em Cuiabá, enquanto Goiânia, Brasília e Belo Horizonte permaneceram sob bloqueio atmosférico, na época eu li na Metsul que essa poderosa onda de frio estava relacionada à oscilação antártica (AAO) negativa. 

Edited by Leandro Leite
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52 minutos atrás, CloudCb disse:

 

Quais são os efeitos que ela causa?

 

 

Para o nordeste brasileiro, essa fase positiva está associada a períodos chuvosos igualmente positivos. Sobre o Atlântico Norte os ventos alísios se intensificam, o que provocam um deslocamento a sul da ZCIT. Mas é apenas uma variável acessória a condições mais importantes, como temperatura dos oceanos. 

Edited by OhTheJohnny
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50 minutos atrás, Leandro Leite disse:

Talvez isso explique os bloqueios de ar frio no Hemisfério Norte, até mesmo na Rússia, a oscilação ártica garante entrada de ar polar na América do Norte, Ásia e Europa, eu lembro há exatos 10 anos que sob um El Niño moderado a forte, o inverno foi rigoroso no Hemisfério Norte por causa da AO negativa segundo a Metsul, e meses antes, no inverno brasileiro de 2009, mesmo sob o El Niño em estado inicial, teve uma forte onda de frio no Sul do Brasil em julho, zerando a temperatura no INMET em Porto Alegre, com até - 4 C em Foz do Iguaçu, porém São Paulo e Curitiba não tiveram mínimas baixas, o destaque se deu no Centro-Oeste, com frio surreal de 5 C-6 C à tarde em Campo Grande e 11 C-12 C à tarde em Cuiabá, enquanto Goiânia, Brasília e Belo Horizonte permaneceram sob bloqueio atmosférico, na época eu li na Metsul que essa poderosa onda de frio estava relacionada à oscilação antártica (AAO) negativa. 

Eu não tive muito tempo para ficar acompanhando o inverno do HN este ano, mas uma pessoa que eu conheço que mora na Alemanha me disse que foi bem fraco, tbm li uma notícia semana passada que na França a temperatura chegou aos 25°. Na Espanha e em Portugal tbm vi comentários de que o inverno estava sendo fraco

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Em 09/02/2020 em 11:25, Beto Krepsky disse:

1998 era o nosso status quo de inverno ruim. Até vir 2012, 2015 e 2017.

 

O suprasumo do inverno aqui no Sul é La Nina + Pacífico do litoral chileno frios + Nosso Atlântico frio. Se não me engano 1999/2000/2007 por diversas vezes apresentaram essas características. Depois de 2007 não me recorno mais de um inverno que tivesse esses 3 fatores juntos.

O nosso padrão de inverno mudou depois de 1995, que por sinal foi muito fraco, houve uma pausa em 1996, 1999 e 2000 ( entre eles tivemos 1997 na média e 1998 mais fraco que 1995); 2001, 2002 e 2003 foram um show de horror, poucas massas polares intensas e muitos bloqueios secos. 2004 foi uma exceção pelas chuvas abundantes no centro-norte do Brasil e pela constância de frio intenso entre o final de abril e julho; 2005 e 2006 nem se fala, um ano pior do que o outro.

Houve uma mudança entre 2007 e 2013, os períodos de frio na América do Sul ficaram mais intensos e amplos, os verões eram mais comportados e chuvosos na maioria das áreas e a neve pintou de branco as serras sulinas em 2010, 2011 e 2013, até 2012 que foi acima da média teve ondas de frio recentes ( final de março, final de abril, junho para o RS, julho para o país como um todo e final de setembro); infelizmente depois de 2014  desandou tudo, ele e 2015 conseguiram colocar outros anos no bolso e dobrar no quesito calor prolongado.

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23 minutos atrás, klinsmannrdesouza disse:

O nosso padrão de inverno mudou depois de 1995, que por sinal foi muito fraco, houve uma pausa em 1996, 1999 e 2000 ( entre eles tivemos 1997 na média e 1998 mais fraco que 1995); 2001, 2002 e 2003 foram um show de horror, poucas massas polares intensas e muitos bloqueios secos. 2004 foi uma exceção pelas chuvas abundantes no centro-norte do Brasil e pela constância de frio intenso entre o final de abril e julho; 2005 e 2006 nem se fala, um ano pior do que o outro.

Houve uma mudança entre 2007 e 2013, os períodos de frio na América do Sul ficaram mais intensos e amplos, os verões eram mais comportados e chuvosos na maioria das áreas e a neve pintou de branco as serras sulinas em 2010, 2011 e 2013, até 2012 que foi acima da média teve ondas de frio recentes ( final de março, final de abril, junho para o RS, julho para o país como um todo e final de setembro); infelizmente depois de 2014  desandou tudo, ele e 2015 conseguiram colocar outros anos no bolso e dobrar no quesito calor prolongado.

 

2016 não foi ruim, pelo menos não aqui em Curitiba!

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1 hora atrás, Flavio Feltrim disse:

 

2016 não foi ruim, pelo menos não aqui em Curitiba!

2016 foi o último ano que teve frio intenso e amplo no nosso país, depois dele os invernos estão acima da média ( pode ser que 2017 tenha sido menos pior do que 2018 e 2019).

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Agora, klinsmannrdesouza disse:

2016 foi o último ano que teve frio intenso e amplo no nosso país, depois dele os invernos estão acima da média ( pode ser que 2017 tenha sido menos pior do que 2018 e 2019).

 

A concepção de inverno bom ou ruim em determinado ano muda de acordo com a região que está se falando, salvo raros casos onde o inverno é bom em 100% do território nacional (naqueles locais onde faz algum frio).

 

Por exemplo, em 2017 ele foi excelente no leste do Sudeste (zona da mata, região de BH, norte de MG, leste de MG, RJ e ES), devido à constância de frio. 

 

Em 2018 acredito que foi ruim em todo o território nacional. Já em 2019, foi um dos piores já vistos no país até Junho, quando então em Julho e Agosto tivemos alguns extremos de frio no leste do país como há tempos não víamos, sendo inclusive pulsos mais fortes para o leste do que foram aqueles em 2016. No oeste e no Sul, porém, esses pulsos não foram nada demais.

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1988, 1990 e 1996 são daqueles raros casos do inverno excelente em 100% do território onde faz frio. No pós-2000, não tivemos nenhum inverno nesse quilate.

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10 minutos atrás, klinsmannrdesouza disse:

2016 foi o último ano que teve frio intenso e amplo no nosso país, depois dele os invernos estão acima da média ( pode ser que 2017 tenha sido menos pior do que 2018 e 2019).

2017 foi o pior inverno que RS/SC já sentiram, a sensação dele foi praticamente nula, se resumindo a MP da metade de julho apenas. 2018 foi ótimo no oeste e centro do RS e razoável nas outras regiões. 2019 teve um JAS normal.

Edited by Augusto Goelzer
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1 hora atrás, Augusto Goelzer disse:

2017 foi o pior inverno que RS/SC já sentiram, a sensação dele foi praticamente nula, se resumindo a MP da metade de julho apenas. 2018 foi ótimo no oeste e centro do RS e razoável nas outras regiões. 2019 teve um JAS normal.

 

Verdade!

 

Na região central, incluindo POA, senti que foi assim:

2015 - Frio mediano em Junho, julho sem graça e chuvoso. Agosto parecendo verão. Setembro mediano com um bom frio em poucos dias da primeira quinzena. Não foi tão ruim quanto 2017.

DESTAQUE POSITIVO DO ANO: Incursão de ar polar no começo de setembro.

 

2016 - Frio constante em MJJ. Frio intenso em Junho, não deu tempo para aquecer. Julho com um calorzinho na primeira semana do mês, mas nada incômodo. Depois o padrão de boas mínimas e máximas voltou, mas menos intenso que Junho. Em A e S o frio enfraquece mas continua ótimo, mantendo uma constância, apenas menos intenso gradativamente. Baita ano de maio a novembro por aqui!

DESTAQUES POSITIVOS DO ANO: Constância e Intensidade do frio. Frio extremo em Junho. Maio mais frio desde 1988. Primavera melhor que o inverno de 2017.

 

2017 - LIXOOOOOOO. Frio úmido esporádico em MJ, mínimas altas, e sensação de abafamento fora de época. A partir de Junho, a facilidade de chegar a quase 30 graus e a constância de tardes com cara de Novembro foi bizarra. Sensação zero de inverno. Nenhuma onda de frio decente, até mesmo aquela de 17/7 acabou sendo tiro curto. Agosto mediano com uma que outra máxima absurda. Setembro horrível. Pior ano em termos de ausência de frio. Até mesmo que 2015.

DESTAQUES POSITIVOS DO ANO: Máxima de 9C em julho, mesmo com chuva, e aquele ano já ter acabado.

 

2018 - Frio quase constante em JJA. Junho especialmente foi maravilhoso. Julho teve mínimas alta pela umidade constante, PORÉM a sensação de frio foi quase no mês todo devido às máximas baixas. Agosto com ótimas mínimas e boas quedas de T. Ótima onda de frio na segunda quinzena de Maio. Setembro acima da média sem nenhum ar polar quase, mas não tão acima da média quanto 2017.

DESTAQUES POSITIVOS DO ANO: Constância e Intensidade do frio, porém com menos intensidade que 2016 e numa janela de tempo menor (da segunda metade de maio à primeira semana de setembro). Forte onda de frio no meio de Junho. Máximas baixas constantes durante Junho e Julho. Mínimas excelentes em agosto.

 

2019 - Maio com mínimas altíssimas pro mês. Junho mais quente da história de POA. Julho com uma ótima onda de frio no início, uma mediana no meio do mês e na última semana a umidade sobe deixando o mês ameno e sem graça. Agosto na média. Setembro se redimiu nesse ano, com uma que outra tarde mais quente,  mas comparado aos dois Setembros anteriores, esse deu show.

DESTAQUES POSITIVOS DO ANO: Onda de frio no início de Julho. Remissão temporária de setembro - porém, estamos de olho! kkkk

 

 

 

 

 

Com relação ao tópico, é normal esse sobe-desce??? Já aumentou de novo, apesar da 3.4 ter caído na última semana:

 

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Edited by Eclipse
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40 minutos atrás, Renan disse:

 

A concepção de inverno bom ou ruim em determinado ano muda de acordo com a região que está se falando, salvo raros casos onde o inverno é bom em 100% do território nacional (naqueles locais onde faz algum frio).

 

Por exemplo, em 2017 ele foi excelente no leste do Sudeste (zona da mata, região de BH, norte de MG, leste de MG, RJ e ES), devido à constância de frio. 

 

Em 2018 acredito que foi ruim em todo o território nacional. Já em 2019, foi um dos piores já vistos no país até Junho, quando então em Julho e Agosto tivemos alguns extremos de frio no leste do país como há tempos não víamos, sendo inclusive pulsos mais fortes para o leste do que foram aqueles em 2016. No oeste e no Sul, porém, esses pulsos não foram nada demais.

Realmente essa concepção muda de região para região e mesmo se tivermos falando de um mesmo Estado.

Porque aqui o ano de 2018 só não foi melhor que 2016 em relação a MP's fortes e mínimas absolutas baixas. Tivemos mínimas bem baixas em maio, julho, agosto e setembro. Só o mês de junho q ficou devendo. E nos meses de maio e agosto as mínimas foram bem mais baixas q os eventos de 2016.

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1 hora atrás, Renan disse:

 

A concepção de inverno bom ou ruim em determinado ano muda de acordo com a região que está se falando, salvo raros casos onde o inverno é bom em 100% do território nacional (naqueles locais onde faz algum frio).

 

Por exemplo, em 2017 ele foi excelente no leste do Sudeste (zona da mata, região de BH, norte de MG, leste de MG, RJ e ES), devido à constância de frio. 

 

Em 2018 acredito que foi ruim em todo o território nacional. Já em 2019, foi um dos piores já vistos no país até Junho, quando então em Julho e Agosto tivemos alguns extremos de frio no leste do país como há tempos não víamos, sendo inclusive pulsos mais fortes para o leste do que foram aqueles em 2016. No oeste e no Sul, porém, esses pulsos não foram nada demais.

2016 foi bom para muitas áreas do pais, mesmo que não tivemos nenhum frio extremo naquele ano as ondas de frio eram mais constantes e amplas, deixando a sensação de frio por mais tempo. Os maiores destaques naquele ano foram as massas polares do final de abril e primeira quinzena de junho, as mais intensas do outono e inverno, a de junho foi a mais forte do ano para o Sudeste como um todo, já que a cidade de São Paulo em sua totalidade registrou mínimas inferiores a 5 graus, a cidade do Rio teve mínimas menores que 10 graus em 50% de seu território e Belo Horizonte registou 10 graus no local mais quente da cidade (nas regiões menos urbanizadas as mínimas devem ter ficados entre 5/7 graus.

2017 como um todo foi mais fraco em termos de frio que no ano anterior, principalmente por causa de maio e da segunda quinzena de junho, muito quentes para a época e que acabaram por elevar a média mensal final em todo o centro-sul brasileiro. Abril foi mediano, na primeira quinzena de junho uma forte onda de frio resfriou mais da metade do país com destaque para o Centro-Oeste e Norte, julho um pouco abaixo da média por causa da onda de frio marítima que resfriou até mesmo o interior do continente e na metade do mês uma massa polar bem continental causou mínimas bem baixas no oeste da região Sul e nos estados do MT e MS. Depois agosto e setembro foram muito quentes.

2018 Só teve de relevante as ondas de frio de maio e início de setembro, continentais e amplas, chegando até a divisa de Goiás com o Tocantins, o resto foi muito ruim.

2019, foi ainda mais fraco que os anos anteriores, a temporada de frio começou só em maio e no começo de julho aquela massa polar continental conseguiu esfriar ao mesmo tempo todo o Centro-Sul do Brasil.

 

 

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