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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão Climática (ENSO/SST/AAO/PDO)

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Situação de La Niña passando pelo máximo e entrando em encerramento trazendo a imprevisibilidade da cortina característica da primavera. Colocando o JJA 2018 novamente sobre o manto do mistério.

Uma aposta razoável: Quente, com episódios muito episódicos de frio.

cherry picking: Aos apanhadores de cereja.

Que chuva em Florianópolis por conta do La Niña, né.

Abraços

E pelo PADRÃO USA...ameno

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4 horas atrás, klinsmannrdesouza disse:

Inverno quente com alguns eventos intensos de frio?

Exato.

pouca esperança de JJA espetarculamente abaixo da média no Sudeste e no Sul.

Vem quente com episódios de frio.

Acho.

Claro que ainda bem distante.

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No inverno, o padrão do La Nina no Brasil sempre será de temperaturas acima da média? Pensava que era o contrário. 

Eu ainda estou aprimorando meus conhecimentos sobre a área, sou relativamente novo nisso, vocês poderiam me explicar isso por gentileza? 

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Quando o fenômeno Lá Nina ocorre no outono e Inverno; a correntendo de jato fica enfraquecida e posicionada mais ao norte do que o normal, de certa forma aumenta o ingresso das massas polares sobre a América do Sul, atingindo muitas vezes as baixas latitudes.

 

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Há maiores probabilidadese de ocorrerem eventos extremos de frio por causa da corrente de jato ficar enfraquecida; porém não é garantia total, há outros fatores a serem analisados.

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Em 12/01/2018 em 11:35, Mafili disse:

Situação de La Niña passando pelo máximo e entrando em encerramento trazendo a imprevisibilidade da cortina característica da primavera. Colocando o JJA 2018 novamente sobre o manto do mistério.

Uma aposta razoável: Quente, com episódios muito episódicos de frio.

cherry picking: Aos apanhadores de cereja.

Que chuva em Florianópolis por conta do La Niña, né.

Abraços

E pelo PADRÃO USA...ameno

Em Novembro de 91 e Dezembro de 95 houveram eventos de fortes chuvas em Florianópolis. Existe alguma relação entre esse eventos?

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Atentem para o Prata muito quente e quente entre a costa da Província de Buenos Aires e o RS. Isso ajuda na formação de ciclones.

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Em 07/01/2018 em 11:49, Nowcasting disse:

Essa bolha quente não pode formar um novo bloqueio a la 2014?

Quando vi esta bolha de água aquecida pensei exatamente nisso.

Grosso modo, sim, porque aumentaria a diferença de temperatura entre as zonas tropical e temperada e, por consequência, do jato. Da mesma forma poderia ajudar na formação de ciclones no Pacífico forçando o jato oscilar para o sul na América do Sul. Não sei se estou certo nisso, mas é a dedução que faço. 

Aqui nuvens aumentando e 31,6° com 62%.

 

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Qual a tendência das temperaturas do oceano Pacífico Equatorial até o meio do ano? Há a possibilidade de ocorrer um grande aquecimento ou ficaremos na neutralidade?

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Aposto numa "neutralidade Niña" baseado em outros fatores que acompanho, nenhum relacionado a modelos...  assim como me preocupa muito esse excesso de chuvas em várias parte do Brasil, que em breve poderá se reverter num fevereiro oposto (quente e seco).

Edited by Flavio Feltrim
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Essa bolsa de águas quentes com anomalia monstruosa (chegando a 7C acima da média em algumas áreas, TSM batendo em 35C) é benéfica para chuvas na região Nordeste? 

Screenshot_2018-01-22-19-59-30.png

Edited by CloudCb

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EL NIÑO/OSCILACIÓN DEL SUR (ENSO por sus siglas en inglés) DISCUSIÓN DIAGNÓSTICA Emitida por el CENTRO DE PREDICCIONES CLIMÁTICAS/NCEP/NWS y el Instituto Internacional de Investigación para el Clima y la Sociedad Traducción cortesía del: NWS-WFO SAN JUAN, PUERTO RICO 11 de enero de 2018 Estatus del Sistema de alerta del ENSO: Advertencia de La Niña Sinopsis: Es probable que La Niña se extienda (entre ~80-95%) durante el invierno del Hemisferio Norte, con una transición a un ENSO-neutral, durante la primavera. La Niña continuó durante el pasado mes, según lo indica el patrón en las temperaturas por debajo del promedio en la superficie del océano (SST, por sus siglas en inglés) a través del Océano Pacífico ecuatorial (Fig. 1). El último índice semanal del Niño-3.4 fue de -0.8°C, y los índices del Niño-3 y Niño1+2 estaban en o por debajo de -1.0C durante gran parte del mes (Fig. 2). Las anomalías en la temperatura sub-superficial se debilitaron al final del mes en el Pacífico ecuatorial este-central (Fig. 3), a medida que aguas cálidas a profundidades mayores de 100 metros en el oeste del Pacífico se propagaban hacia el este de forma anómala hasta aproximadamente 140° Oeste (Fig. 4). Las condiciones atmosféricas sobre el Océano Pacífico tropical también reflejaron La Niña, con la convección suprimida cerca y al este de la Línea de Fecha Internacional y favorecida sobre el norte de Indonesia (Fig. 5). También, los vientos alisios en los niveles bajos continuaron más fuertes que el promedio sobre el oeste y el centro del Pacífico. En general, el sistema de océano y atmósfera permaneció consistente con La Niña. Casi todos los modelos del IRI/CPC predicen que La Niña persistirá durante el invierno 2017- 2018 del Hemisferio Norte (Fig. 6). Basado en las últimas observaciones y en las guías de pronósticos, los pronosticadores vaticinan que La Niña entre débil a moderada (con los valores de Niño-3.4 para 3 meses entre -0.5 ° C y -1.5 °C) está actualmente en su máximo y eventualmente se debilitará para la primavera. En resumen, es probable que La Niña (entre ~80-95%) persista durante el invierno 2017-18 del Hemisferio Norte, con una transición a ENSO-Neutral durante la primavera (oprima para obtener la probabilidad de cada resultado durante los periodos de 3-meses Consenso del Pronóstico de CPC/IRI). Se anticipa que La Niña afectará la temperatura y la precipitación en los Estados Unidos durante los próximos meses (la perspectiva estacional de 3 meses de temperatura y precipitación se actualizarán el jueves 18 de enero). Las perspectivas generalmente favorecen temperaturas por encima del promedio y precipitaciones por debajo de la media a lo largo del extremo sur de los Estados Unidos, y temperaturas por debajo del promedio y precipitaciones por encima de la media a través del extremo norte de los Estados Unidos. Esta discusión es un esfuerzo consolidado de la Administración Nacional Oceánica y Atmosférica (NOAA por sus siglas en inglés), el Servicio Nacional de Meteorología de NOAA y sus instituciones afiliadas. Las condiciones oceánicas y atmosféricas son actualizadas semanalmente en la página de Internet del Centro de Predicciones Climáticas (Condiciones actuales de El Niño/La Niña y La Discusión de Expertos). Los pronósticos para la evolución de El Niño/La Niña son actualizados mensualmente en la sección Foro de Pronóstico del Boletín de Diagnóstico Climático del Centro de Predicciones Climáticas (CPC por sus siglas en inglés). Perspectivas y análisis adicionales están disponibles en el blog del ENSO. La próxima Discusión Diagnóstica del ENSO está programada para el 8 de febrero de 2018. Para recibir una notificación por e-mail al momento en que la Discusión Diagnóstica del ENSO mensual este disponible, favor enviar un mensaje a: ncep.list.enso-update@noaa.gov. Centro de Predicciones Climá

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 Sei não, este começo de ano está parecido com 2006, espero que não ocorra o que aconteceu naquele ano, em que o frio foi muito antecipado e quando chegou o inverno, o frio perdeu força.

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Essa saída do CFS é tão bizarra que a quantidade de gelo fica inalterada entre fevereiro e maio... algo que impacta significativamente na dinâmica da temperatura dos oceanos é desprezado no modelo!

Curiosamente, mostra o sea ice no mínimo do polo sul em fevereiro e nada de sea ice no polo norte, que está em seu máximo! O.o

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8 horas atrás, Flavio Feltrim disse:

Essa saída do CFS é tão bizarra que a quantidade de gelo fica inalterada entre fevereiro e maio... algo que impacta significativamente na dinâmica da temperatura dos oceanos é desprezado no modelo!

Curiosamente, mostra o sea ice no mínimo do polo sul em fevereiro e nada de sea ice no polo norte, que está em seu máximo! O.o

Devemos jogar essa saída no lixo?

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15 horas atrás, Igor disse:

Devemos jogar essa saída no lixo?

Não totalmente, mas percebe-se que muitos elementos parecem desprezados na rodagem (ou foi apenas um erro grotesco de plotagem do mapa)! O importante é ver todas as saídas que tem sido publicadas pra ver se o cenário se mantem... agora, se a cada saída muda bastante demonstra instabilidade e portanto pouca confiabilidade.

E como o Mafili sempre nos lembra, em breve entramos no equinócio e a confiabilidade ficará mais reduzida!

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Uma questão que é sobre o mês de fevereiro ser mais quente na média que janeiro no Brasil, eu acredito que deva ser por causa da maior aproximação da ASAS sobre o continente; só que é a partir de fevereiro que as frentes frias começam a atingir a Argentina e o Uruguai, e que até o inverno a frequência e a amplitude vão aumentando gradativamente, porque a radiação solar começa a diminuir, se houver uma sequência de tempo seco e quente no mês de janeiro, a sensação de calor será maior do que em fevereiro visto que janeiro é o pico máximo da radiação solar no Hemisfério Sul.

 

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36 minutos atrás, klinsmannrdesouza disse:

Uma questão que é sobre o mês de fevereiro ser mais quente na média que janeiro no Brasil, eu acredito que deva ser por causa da maior aproximação da ASAS sobre o continente; só que é a partir de fevereiro que as frentes frias começam a atingir a Argentina e o Uruguai, e que até o inverno a frequência e a amplitude vão aumentando gradativamente, porque a radiação solar começa a diminuir, se houver uma sequência de tempo seco e quente no mês de janeiro, a sensação de calor será maior do que em fevereiro visto que janeiro é o pico máximo da radiação solar no Hemisfério Sul.

 

Acredito que isso também ajude.
Tem também a questão das temperaturas da superfície do Atlântico sul estarem já bem aquecidas. Isso pode contribuir, sobretudo em locais mais próximos do litoral.

Já quanto a bloqueio em janeiro, percebo que a sensação de calor é pior mesmo.
No verão 2016 para 2017 tivemos um bloqueio entre fim de dezembro e início de janeiro (sol quase a 90 graus em Sampa) e o calor nesse período era sufocante. Depois houve outro bloqueio em meados de fevereiro e o calor deste último era mais suportável.

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Com base nas condições oceano-atmosféricas; já dá pra ter uma prévia de como pode ser o outono e inverno na América do Sul?

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De uma forma geral, asão anomalias de temperaturas foram relativamente equilibradas pelo mundo, o contraste nos Estados Unidos entre a costa Leste e a Oeste foi menor em relação aos últimos anos, o que significa que as ondas de frio foram mais amplas pelo território americano e aqui no Brasil, de modo geral, foi acima da média desde o centro de Minas Gerais até o Nordeste.

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 Um análogo curioso é que parece ser provável é o biênio 1955/1956, no primeiro houve uma grande onda de frio que afetou o tempo até no norte do Amazonas, provocando severas geadas no final de julho, porém foi um ano de frio irregular, com muitos veranicos; é o ano de 1956 foi caracterizado por várias ondas de frio durante o outono e Inverno, todas elas continentais porém secas, não houve uma nevasca igual aconteceu em 1955, entretanto, os períodos de frio foram bem mais duradouros, com destaque que naquele ano havia uma La Niña bem configurada.

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sonhar não custa nada, será que poderíamos ter um outono/inverno semelhantes a 1962, naquele ano o frio foi constante entre abril e julho, com destaque para os meses de maio, junho e julho que apresentaram temperaturas mínimas bem abaixo da média em grande parte do Brasil.

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La Niña decline may be hastened by recent shift in trade winds

The La Niña in the Pacific Ocean continues to decline. Sea surface temperatures in the central tropical Pacific have warmed steadily since late December, with most models forecasting La Niña will end early in the southern hemisphere autumn.

El Niño–Southern Oscillation (ENSO) indicators continue to show at least some La Niña characteristics. Sea surface temperatures indicate a weak La Niña pattern, with the coolest waters concentrated in the eastern Pacific Ocean, while the Southern Oscillation Index is neutral, but weakly positive. However, a very strong pulse of the  Madden-Julian Oscillation (MJO), which drove a burst of monsoonal activity over northern Australia in late January, has caused the western Pacific trade winds to weaken considerably. The rapid weakening of the trade winds may hasten the decline of La Niña. The MJO also led to above-average cloudiness at the Date Line for the first time since early September 2017.

In order for 2017–18 to be classed as a La Niña year, thresholds need to be exceeded for at least three months. Four of the eight climate models surveyed by the Bureau suggest this event is likely to last at least until late summer, while a few continue the event into the southern hemisphere autumn of 2018.

Typically, the strength of a La Niña event reflects the strength of its impact upon Australian climate. The current event is weak, and hence climate patterns have been significantly different from those observed in the last strong La Nina of 2010–12.  Large parts of eastern Australia have been drier than average for the past two or three months, the opposite of what is typically expected during La Niña.

The Indian Ocean Dipole (IOD) is currently neutral. IOD events are unable to form between December and April.

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Resumindo;

Segue o declínio da condição La NIña.

Sabendo que a atividade da MJO é característica marcante dos períodos neutros da condição ENSO.

Com fortes ou medianos pulsos da MJO é usual os modelos ''tropeçarem'' .

Como disse certa vez uma amigo de uma empresa gaúcha do ramo.

""Atenção Radioescuta nessa condição modelos podem apresentar resultados numéricos de muita chuva e nada ou quase nada acontecer (o contrário também é válido).

Não se fiem em projeções acima de 96 horas.

Abração

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4 horas atrás, Mafili disse:

Resumindo;

Segue o declínio da condição La NIña.

Sabendo que a atividade da MJO é característica marcante dos períodos neutros da condição ENSO.

Com fortes ou medianos pulsos da MJO é usual os modelos ''tropeçarem'' .

Como disse certa vez uma amigo de uma empresa gaúcha do ramo.

""Atenção Radioescuta nessa condição modelos podem apresentar resultados numéricos de muita chuva e nada ou quase nada acontecer (o contrário também é válido).

Não se fiem em projeções acima de 96 horas.

Abração

 

essa La Nina nao ajudou em nada, pior que El Nino em alguns momentos, então vai com Deus.

 

La Nina mais travestido de El Nino da historia.

Edited by HenriqueBH

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Como dizem as plumas do Europeu:

Tudo é possível.

Então, não é o momento de fazer quaisquer apostas.

Controle os dedinhos.

 

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Uma espetacular onda de Kelvin.

Bagunça os prognósticos.

Sim e não....alternando com talvez.

No aguardo

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Boa parte do Atlântico sul continua com a temperatura abaixo do normal para a época, de acordo com a análise da NOAA de hoje.

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10 horas atrás, Mafili disse:

Uma espetacular onda de Kelvin.

Bagunça os prognósticos.

Sim e não....alternando com talvez.

No aguardo

Nossa Mestre! Tava BEM em cima do muro ao fazer tal comentário, não?

Abraços!

 

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9 horas atrás, Caco Pacheco disse:

Estou apostando num outono/inverno mais frio do que o "normal"; better than last year.

Também acho isso.

Além disso, o atlântico continua mais frio que o normal, e isso é muito importante para a duração e intensidade maior de anticiclones polares no oceano que abastecem o frio no leste do Sudeste.

Especificamente para MG, acho que será um inverno de médias semelhantes a 2017, porém com extremos muito mais marcantes que ano passado. Estou otimista.

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Amigos,

Luciano e Pachecão.

Sobre inverno JJA (sul do Brasil = São Joaquim e Santa Maria).

Uma vez quase apanhei por minha referência de inverno bom ou mau é Santa Maria.

A minha interpretação do Padrão USA : Indica JJA acima da média com muito frio intermeado.

Não considerando o exótico agosto.

Junho/julho...e agora?

Novamente dúvida.

Abração

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1 hora atrás, Mafili disse:

Amigos,

Luciano e Pachecão.

Sobre inverno JJA (sul do Brasil = São Joaquim e Santa Maria).

Uma vez quase apanhei por minha referência de inverno bom ou mau é Santa Maria.

A minha interpretação do Padrão USA : Indica JJA acima da média com muito frio intermeado.

Não considerando o exótico agosto.

Junho/julho...e agora?

Novamente dúvida.

Abração

Não entendi areferência a mim, mas ok. :)

Então, claro que de um bom tempo pra cá o Sul-Sudeste vem sofrendo da falta de frio com verões tendendo à Niña e invernos tendendo ao Niño. Mas até agora as previsões têm sido consistentes quanto à permanência da Menina no inverno. Claro, isto posto, temos que considerar tb o Atlântico. Quanto ao dilema Tostines, se era o aquecimento do Atlântico que dificultava a chegaa de FFs, ou o oposto, atualmente penso que é a dificuldade da chegadade FFs que aquece o Atlântico.

A alta em 500 seria A peça do quebra-cabeça que seria a causa da dificuldade da chegada de FFs, e assim, o aquecimento do Atlântico seria mera consequência. Do contrário, teríamos de aceitar o absurdo cenário onde um aquecimento oceânico, em vez de facilitar a ocorrência de baixas em superfície, as dificultaria, o que foge totalmente à lógica. Tanto que a baixa da Islândia é consequência direta do Atlântico mais aquecido em altas latitudes.

Então, a grande questão é: qual inhaca é que provoca o fortalecimento da alta em 500 hpa no Atlãntico?

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Tenho 17 invernos de Baz e nunca vi alguém com expectativa de que o inverno será mais quente que o normal nessa época do ano. O máximo que já vi foi neutro porém com extremos intecalados por veranicos (o bom e velho cavalo doido que salva qualquer pessoa que trabalha com previsão meteorológica, econômica, astróloga, etc).

Chutaria de que desses 17 invernos, 13 foram mais quentes que a normal dos 30 anos anteriores a ele.

Oh the humanity...

 

Edited by Joao

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