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Brasil Abaixo de Zero
Rodolfo Alves

Monitoramento e Previsão - Ciclones Subtropicais/Tropicais no Atlântico Sul

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Foi liberado agora pouco o diagrama do GFS 06z (o que eu trouxe gif no post anterior).

 

E definitivamente estariamos falando de um FURACÃO, caso fosse realidade. Diagrama com núcleo quente em todos os níveis

 

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Fica aqui registrada a minha torcida: Um furacão, sem no entanto causar qualquer problema à costa brasileira, se formando e se dissipando em alto-mar.

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7 horas atrás, Renan disse:

Fica aqui registrada a minha torcida: Um furacão, sem no entanto causar qualquer problema à costa brasileira, se formando e se dissipando em alto-mar.

 

Ah sim. Com um centro de baixa bem forte e bastante umidade ao redor, pra dar uma turbinada no sistema hídrico de Sampa e no sistema elétrico do Centro-Sul. 

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Modelo Europeu agora tarde veio extremamente agressivo, e passou a sugerir também uma Tempestade Tropical na costa do Espírito Santo.

 

Agora mostra a baixa totalmente simétrica, com centro mínimo de 997hpas e ventos de 50-60 nós com pico em torno do núcleo. 

 

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O FV3 agora a tarde também prossegue com a formação da baixa, com características tropicais. Pela sinalização do modelo, viria entre uma Tempestade Tropical e um Furacão Categoria 1.

 

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O GFS por sua vez, voltou a enfraquecer a baixa, e a traz agora como um sistema subtropical. Ainda sim, neste caso, seria nomeada de IBA também.

 

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RESUMO DOS MODELOS 12Z:

 

GFS: Traz a baixa, potencialmente subtropical, com 1000hpas

FV3: Traz a baixa, potencialmente tropical, com 997hpas

EURO: Traz a baixa, potencialmente tropical, com 997hpas

CMC: Traz a baixa, potencial subtropical, com 1004hpas

ICON 120h: Não traz a baixa

UKMET 144h: Não traz a baixa

COSMO: Baixa "comum" de 1011hpas

 

Nenhum dos modelos traz a baixa em direção a costa.

 

Interessante ressaltar que até o momento, são apenas simulações indicadas nos modelos para daqui a 6-10 dias. Não há nada conclusivo quanto a formação ou não desta baixa, e se haverá impactos ou não. Por ora apenas acompanhar a evolução dos modelos. Vale lembrar que para sistemas de baixa pressão, os modelos normalmente tem baixo desempenho para executar soluções.

 

 

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Aproveitando a situação, vou relembrar algumas informações importantes para o monitoramento, já postadas neste tópico. 

 

===========================================================================================

 

7 INFORMAÇÕES ÚTEIS PARA A MONITORAÇÃO DE CICLONES SUBTROPICAIS E TROPICAIS:

 

1) Qual a diferença de Ciclone Extratropical, Ciclone Subtropical e Ciclone Tropical?

Ciclones Extratropicais tem núcleo frio e são assimétricos (associado a um sistema frontal). Ciclones Subtropicais e Tropicais possuem núcleo quente e em sua maioria são simétricos (sem associação a sistemas frontais).

 

2) Qual a diferença em classificar um ciclone de Subtropical e Tropical?

Basicamente a sua estrutura termal. Ciclone Tropical tem toda a estrutura envolvida por núcleo quente e o seu pico de ventos está próximo ao centro. Em Ciclones Subtropicais, embora a superfície tenha núcleo quente, em altitude esse núcleo é mais frio, tornando-o assim híbrido (misturando características de tropical e extratropical), além do mais o pico de ventos está normalmente um pouco mais afastado do centro da circulação. Ciclones Subtropicais também são envolvidos por ar seco com pouquíssima ou nenhuma atividade de trovoadas, enquanto os tropicais são envolvidos por ar úmido em toda a circulação favorecendo o desenvolvimento de convectividade.

 

3) Há um Temporada de ocorrência definida?

Não Existe. Porém os principais sistemas conhecidos pós-2004 se formaram entre Janeiro e Março, sendo este o período mais favorável para ocorrência. 

Há ocorrências também entre Novembro e Dezembro.

 

4) Quem é o órgão Responsável por Monitorar e Emitir Aviso?

Embora não haja um Centro designado pela OMM para monitorar Sistemas Tropicais no Atlântico Sul. Desde 2011, ficou definido que o Centro Hidrográfico da Marinha do Brasil (CHM), será o órgão oficial para monitorar e emitir avisos para o território brasileiro, bem como aplicar o sistema de nomeação, que da qual criou, sobre as baixas subtropicais/tropicais que se formarem no Atlântico Sul na sua área de responsabilidade. A nomeação e classificação aplicada pela Marinha por ser oficial, tem que ser aceita por todos os órgãos de meteorologia nacionais, e virando referência nos órgãos internacionais. Em casos extremos, o CHM irá pedir auxílio a órgãos internacionais, como o National Hurricane Center de Miami para auxílio no monitoramento.

 

Internacionalmente, sistemas que apresentarem características tropicais, devem receber classificação INVEST (com súfixo "Q" ou "SL" dependendo do órgão que emitir a classificação), mas estes órgãos não nomeiam ou classificam os sistemas.

 

5) Cobertura e Monitoramento:

A área de cobertura da Marinha para monitoração de sistemas tropicais e subtropicais será a área marítima correspondente ao território Brasileiro a partir de 20 graus Oeste de Longitude, conforme mapa abaixo.

 

Qualquer sistema que venha se desenvolver fora desta área, não será monitorado ou classificado pela Marinha Brasileira, por não se tratar de sua responsabilidade, assim como sistemas formados dentro do território brasileiro não serão monitorados após sairem da área de responsabilidade.

 

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6) Classificação dos Sistemas que poderá ser adotada pela Marinha:

 

Em caso de distúrbios (Sistemas de baixa pressão/cavados, que apresentam potencial para desenvolvimento, com consistência mínima de 24 horas):

- Distúrbio Subtropical

 

-------------------------------------------------------------------------------------

 

Em caso de serem tropicais (Núcleo quente em baixa e alta troposfera):

- Depressão Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos inferiores a 64km/h.

- Tempestade Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos entre 64 e 117km/h.

- Furacão: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos igual ou acima de 118km/h.

 

* A partir de furacão, o sistema passa a entrar na Escala Saffir Simpson, que vai de 1 a 5:

Categoria 1: 118-153km/h, Categoria 2: 154 a 177km/h, Categoria 3: 178 a 208km/h, Categoria 4: 209 a 251km/h, Categoria 5: Acima de 251km/h

 

PS: Sistemas no Brasil acima de 118km/h serão designados oficialmente de "Furacão", assim como no Atlântico Norte e Pacífico Leste. Em 2004 Catarina ficou adotado internacionalmente como um "Ciclone Tropical", que é a designação genérica para furacões.

 

-----------------------------------------------------------------------------------------------

 

Em caso de serem subtropicais: (Núcleo quente em baixa troposfera e fria ou morno em alta troposfera):

- Depressão Subtropical: Ciclone Subtropical com ventos inferiores a 64km/h.

- Tempestade Subtropical: Ciclone Subtropical, com ventos igual ou acima de 64km/h.

 

PS: Qualquer baixa com essa configuração independente da velocidade de ventos, será um "Ciclone Subtropical", somente serão subdivididas em depressão e tempestade. Não existe "Furacão Subtropical".

 

------------------------------------------------------------------------------------------------

 

7) Lista de Nomes:

A partir de 2011, a Marinha elaborou uma lista de 10 nomes em ordem alfabética e em tupi-guarani, para nomear sistemas Subtropicais e Tropicais que se formarem dentro de sua área responsável pela monitoração. Em 2018, a Marinha aumentou essa lista para 15 nomes. Essa lista deverá ser rotatória, isto é, os nomes se repetem sempre que chega ao último da lista.

 

IMPORTANTE: Um sistema será nomeado, sempre que ele atinge a classificação de Tempestade seja ele Subtropical ou Tropical. Depressões Tropicais ou Subtropicais e Distúrbios Subtropicais não serão nomeados.

 

O Catarina, e a Tempestade Tropical Anita não foram nomeadas pela Marinha, portanto não entram na lista. Já a Tempestade Subtropical Arani que foi nomeada pela Marinha em 2011, é o primeiro nome. O próximo nome da Lista será IBA.

 

Lista elaborada pela Marinha:

 

Arani (Subtropical - Já usado em 03/2011)

Bapo (Subtropical - Já usado em 02/2015)

Cari (Subtropical - Já usado em 03/2015)

Deni (Subtropical - Já usado em 11/2016)

Eçaí (Subtropical - Já usado em  12/2016)

Guará (Subtropical - Já usado em 12/2017)

Iba

Jaguar

Kurumi

Mani

Oquira

Potiara 

Raoni

Ubá

Yakecan

 

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Nesta terça-feira, os modelos seguem sugerindo a formação da área de baixa pressão, porém (como o habitual) há divergência nas soluções. 

 

O GFS agora a tarde, voltou a ser a solução mais agressiva. Voltou a projetar o que seria uma forte tempestade tropical, ou um furacão, na costa do ES

 

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O FV3 também mantem a formação da baixa, porém com característica subtropical.

 

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O mesmo cenário é observado também pelo Modelo Canadense (CMC).

 

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Já o modelo Europeu recuou na tarde hoje, e agora mostra uma baixa muito fraca, em torno de 1010hpas.

 

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Outros modelos, como UKMET, ICON e MBAR seguem negando a formação da baixa. 

 

Vamos acompanhando....

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Numa eventual formação desta baixa, a chance de um landfall em algum lugar da costa do Brasil parece pequena.

 

Se observar a "engrenagem" da atmosfera nos médios níveis pelo o que os modelos vem sugerindo, encontramos a seguinte situação:

 

- A leste da baixa, temos a formação de um Anticiclone que influência em basicamente duas coisas: Impede o sistema de migrar diretamente para leste, e também faz a baixa migrar em direção ao sul, por conta do fluxo de circulação deste sistema....

 

- Mais para baixo, observa-se um cavado em médios/altos níveis. Esse cavado faz ondular o Jato Subtropical. A medida que a baixa se dirige para o sul, ela encontra o Jato. Ao encontrar o jato, a baixa é "absorvida" por esta circulação, e nisso vai de vez para alto-mar, além de entrar em transição para extratropical.

 

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Em resumo, é muito difícil desta baixa se dirigir em direção a qualquer lugar da costa do Sul do país, por conta deste cavado que avança pelo leste da Argentina, e mesmo um landfall na costa do Sudeste, é difícil, pois o fluxo de circulação criada pela Alta em 500hpas impede do sistema ir para oeste.

 

A simulação do GFS vai de encontro com o que a média dos modelos vem sugerindo para a situação nos médios e altos niveis.

 

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Modelos nesta quarta-feira seguem insistindo na formação do sistema de baixa pressão na costa do ES. 

 

ECMWF:

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GFS:

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FV3

 

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CMC:

 

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NAVGEM:

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Observando os diagramas de Ciclofase, em algum momento, GFS, FV3 e CMC colocam esta baixa como totalmente tropical, ou muito próximo disso:

 

GFS:

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FV3

 

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CMC:

 

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O UKMET desta tarde também mostra a baixa se formando próximo a costa do Espírito Santo. Porém, numa solução outlier, traz o landfall desta sobre o estado.

 

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Há modelos que insistem que não vai acontecer absolutamente nada. Nem teremos a formação da baixa pressão.

 

ICON

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COSMO

 

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Veremos no que vai dá isto.

 

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Dentre os institutos de meteorologia, o CPTEC foi o primeiro a reconhecer a possibilidade de formação de um Ciclone Subtropical após o dia 24, conforme explicado no seu Boletim Técnico de hoje.

 

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26 minutos atrás, Rodolfo Alves disse:

Dentre os institutos de meteorologia, o CPTEC foi o primeiro a reconhecer a possibilidade de formação de um Ciclone Subtropical após o dia 24, conforme explicado no seu Boletim Técnico de hoje.

 

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Esta parecido com março de 2004, a  única diferença é que a baixa pressão começou sobre o continente, foi para alto-mar e depois adquiriu características tropicais para então fazer landfall sore o litoral de SC e RS.

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GFS 18Z PROSSEGUE SUGERINDO A FORMAÇÃO DE UM SISTEMA DE BAIXA PRESSÃO NA COSTA DO ES/BA, COM PRESSÃO DE 973HPAS..... FELIZMENTE, SEM IMPACTOS PARA A COSTA.... PELA SIMULAÇÃO TRATA-SE DE UM CICLONE TROPICAL CLARO.

 

DETALHE: TUDO ISSO DAQUI A 72-120 HORAS.....

 

OBS: POR ENQUANTO É APENAS ESTIMATIVA DE MODELO..... SEGUIMOS ACOMPANHANDO....

 

 

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06Z DO GFS  NESTA MANHà SEGUIU INDICANDO A FORMAÇÃO DE IBA NOS PRÓXIMOS DIAS  E COM CARACTERÍSTICAS TROPICAIS

 

 

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MESMO CENÁRIO APONTADO PELO GFS NOVO (FV3)

 

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CMC 0Z DE HOJE TAMBÉM TROUXE A FORMAÇÃO DE IBA, COM CARACTERÍSTICAS TROPICAIS/SUBTROPICAIS SEGUNDO O DIAGRAMA DE FASE

 

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ÚLTIMO BOLETIM TÉCNICO DO CPTEC FAZ MENÇÃO A NÚCLEO QUENTE E SIMÉTRICO PARA O POTENCIAL CICLONE NO LITORAL

 

"O modelos de previsão convergem para um início de núcleo quente e simétrico (até 3 dias), mais ainda não tem um consenso o mesmo será um sistema raso ou profundo com núcleo quente. A temperatura da superfície do mar está com anomalia positiva sobre a região de influência deste sistema, com valores entre 1,5°C e 2°C."

 

FONTE PARA O TEXTO COMPLETO: http://tempo.cptec.inpe.br/boletimtecnico/pt

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Posted (edited)

Última vez que eu olhei o diagrama de fase do GFS hj cedo tava mostrando uma outra baixa de núcleo quente se formando simultaneamente em alguns períodos a ESE desta que está sendo discutida aqui. Europeu tbm mostrava algo na mesma posição. 

Edited by Tavares
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41 minutos atrás, edsr97 disse:

ÚLTIMO BOLETIM TÉCNICO DO CPTEC FAZ MENÇÃO A NÚCLEO QUENTE E SIMÉTRICO PARA O POTENCIAL CICLONE NO LITORAL

 

"O modelos de previsão convergem para um início de núcleo quente e simétrico (até 3 dias), mais ainda não tem um consenso o mesmo será um sistema raso ou profundo com núcleo quente. A temperatura da superfície do mar está com anomalia positiva sobre a região de influência deste sistema, com valores entre 1,5°C e 2°C."

 

FONTE PARA O TEXTO COMPLETO: http://tempo.cptec.inpe.br/boletimtecnico/pt

 

Em relação a ser raso ou profundo, no que isso pode ajudar ou atrapalhar para a formação de uma tempestade tropical ou furacão ?

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Na rodada 12Z do GFS, continua aparecendo a tempestade tropical ou furacão.

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54 minutos atrás, Renan disse:

 

Em relação a ser raso ou profundo, no que isso pode ajudar ou atrapalhar para a formação de uma tempestade tropical ou furacão ?

 

Pelo que entendi, o sistema ser pfofundo teria a ver com a extensão dele ao longo de várias camadas da atmosfera. Pelo que entendo, nesse caso, ser profundo iria ajudar a desenvolvê-lo, já que uma atmosfera tranquila em níveis superiores (sem cisalhamento) ajudaria o ciclone a se desenvolver por completo. Eu teria mais coisa a escrever, mas vou me abster para não dar cerne para interpretações erradas por parte de estranhos que eventualmente acessem o espaço. 

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6 minutos atrás, Renan disse:

Na rodada 12Z do GFS, continua aparecendo a tempestade tropical ou furacão.

Pelo windy também, a baixa pressão se formaria no litoral sul da Bahia e iria na direção do Espírito Santo fazendo landfall lá, melhor começarem a alertar pelo menos para uma instabilidade atmosférica com circulação fechada.

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31 minutos atrás, klinsmannrdesouza disse:

Pelo windy também, a baixa pressão se formaria no litoral sul da Bahia e iria na direção do Espírito Santo fazendo landfall lá, melhor começarem a alertar pelo menos para uma instabilidade atmosférica com circulação fechada.

 

Por essa rodada, as cidades de São Mateus (ES) e Teixeira de Freitas (BA), além de Mucuri (BA) e Itaúnas (ES), seriam as possivelmente afetadas por este ciclone tropical. 

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42 minutos atrás, klinsmannrdesouza disse:

Pelo windy também, a baixa pressão se formaria no litoral sul da Bahia e iria na direção do Espírito Santo fazendo landfall lá, melhor começarem a alertar pelo menos para uma instabilidade atmosférica com circulação fechada.

Sou do ES e a única informação de meteorologista é essa da Climatempo, que ao meu ver, foi feita a contragosto... Como se não quisessem falar do assunto.

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19 minutos atrás, Everton dos Santos disse:

Sou do ES e a única informação de meteorologista é essa da Climatempo, que ao meu ver, foi feita a contragosto... Como se não quisessem falar do assunto.

Eles erram em querer comentar sobre este possível ciclone, tudo bem que não devem colocar pânico na população, mas não falar nada sem um mínimo alerta coloca em risco as pessoas; melhor verificar diretamente os modelos numéricos a cada rodada porque se não vocês estarão fritos.

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6 minutos atrás, klinsmannrdesouza disse:

Eles erram em querer comentar sobre este possível ciclone, tudo bem que não devem colocar pânico na população, mas não falar nada sem um mínimo alerta coloca em risco as pessoas; melhor verificar diretamente os modelos numéricos a cada rodada porque se não vocês estarão fritos.

 

Acho que eles comentaram pois já deviam estão estar recebendo perguntas sobre o tema de forma exagerada como já circulou anteriormente.

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