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Brasil Abaixo de Zero
Carlos Dias

Mudanças Climáticas - Discussões Gerais

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EM QUESTÃO DE TEMPO VIRÁ, O QUE ACHO QUE É, O CO2 AUMENTA EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA.

 

Perfeito. Com mares mais quentes, diminui o poder da água de dissolver gases, entre eles o CO2. Mas mesmo assim a coisa tende a entrar num equilíbrio, pois, com mais calor, a tendência é que seja produzida mais biomassa verde, que tem, por sua vez, o poder de... reter o CO2 liberado pelos mares aquecidos.

 

Ronaldo veja que chique para as tuas palestras; A quantidade de CO2 dissolvido nos oceanos é função da pressão deste gás.

 

A Lei de Henry

A dissolução gasosa em líquidos é regida por uma lei conhecida como Lei de Henry. Essa lei diz que a solubilidade de um gás em água depende da pressão parcial do gás exercida sobre o líquido. A constante de proporcionalidade utilizada nessa lei varia com o gás e a temperatura, e recebe o nome de constante de Henry.

 

No link abaixo vocês podem "brincar" de calcular.

 

LEI DE HENRY CALCULATOR

 

Abraços

 

A temperatura do líquido altera a quantidade de gás dissolvido. Considerando que a maior parte do planeta é coberto por oceanos e eles estão aquecendo, eis uma explicação plausível para o lag existente entre a subida da temperatura e do CO2, aquela sempre subindo primeiro.

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Sim, os dados de ice core indicam que o aumento da concentração de CO2 é posterior ao aumento da temperatura.

Se nos gráficos abaixo não ficou claro providencio outros,

 

Observem que são mostrados valores altos como 280 ppm que é o clássico valor pré industrial e valores baixos como os [highlight=yellow]perigosos 200 ppm.[/highlight].

 

Por outro lado o pequeno aumento de aproximadamente 0,3ºC nas temperaturas dos oceanos não é uma ordem de grandeza para provocar alterações perceptíveis na constante de Henry entretanto o aumento de 280 ppm para 400 ppm é muito significativo é quase o dobro da pressão parcial de C02 na atmosfera.

 

Aplicando a Lei de Henry fica fácil perceber que o teor de C02 está subindo nos oceanos.

 

Como o outro nome do Dióxido de Carbono é Anidrido Carbônico, pois este reage com a água para formar Ácido Carbônico o qual se dissocia em Carbonatos e Bicarbonatos levando a diminuição da alcalinidade dos oceanos que os alarmistas adoram chamar erroneamente de "acidificação" dos oceanos.

 

Apesar de serem medidas recentes e não ser homogêneo em todos os oceanos o pH vem diminuindo valores pequenos em todo caso as ostras agradecem.

 

Este ponto a teoria "aquecimentista" está correta a princípio.

 

Abraços

 

 

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Sim, os dados de ice core indicam que o aumento da concentração de CO2 é posterior ao aumento da temperatura.

Se nos gráficos abaixo não ficou claro providencio outros,

 

Observem que são mostrados valores altos como 280 ppm que é o clássico valor pré industrial e valores baixos como os [highlight=yellow]perigosos 200 ppm.[/highlight].

 

Por outro lado o pequeno aumento de aproximadamente 0,3ºC nas temperaturas dos oceanos não é uma ordem de grandeza para provocar alterações perceptíveis na constante de Henry entretanto o aumento de 280 ppm para 400 ppm é muito significativo é quase o dobro da pressão parcial de C02 na atmosfera.

 

Aplicando a Lei de Henry fica fácil perceber que o teor de C02 está subindo nos oceanos.

 

Como o outro nome do Dióxido de Carbono é Anidrido Carbônico, pois este reage com a água para formar Ácido Carbônico o qual se dissocia em Carbonatos e Bicarbonatos levando a diminuição da alcalinidade dos oceanos que os alarmistas adoram chamar erroneamente de "acidificação" dos oceanos.

 

Apesar de serem medidas recentes e não ser homogêneo em todos os oceanos o pH vem diminuindo valores pequenos em todo caso as ostras agradecem.

 

Este ponto a teoria "aquecimentista" está correta a princípio.

 

Abraços

 

Mafili, há um ponto ai que não fecha...qual medição está levando em conta quando fala nos 400? Aquela isolada obtida no Havai bem quando havia uma erupção em cima dos sensores em andamento? Se pegar todas as estações, qual foi a média de PPM no mesmo período? Apostaria em algo em torno de 200 a 280... Pena que algumas estações como a Vostok e a Havaiana, consideradas "padrão", pegaram esses 400, agora pensa se elas não tivessem pego esse dado...iam achar outro dado :laugh: :laugh: :laugh:

 

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Sim, os dados de ice core indicam que o aumento da concentração de CO2 é posterior ao aumento da temperatura.

Se nos gráficos abaixo não ficou claro providencio outros,

 

 

Abraços

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Mafili, há um ponto ai que não fecha...qual medição está levando em conta quando fala nos 400? Aquela isolada obtida no Havai bem quando havia uma erupção em cima dos sensores em andamento? Se pegar todas as estações, qual foi a média de PPM no mesmo período? Apostaria em algo em torno de 200 a 280... Pena que algumas estações como a Vostok e a Havaiana, consideradas "padrão", pegaram esses 400, agora pensa se elas não tivessem pego esse dado...iam achar outro dado :laugh: :laugh: :laugh:

 

Entendi o teu ponto, [voltarei a ele em breve]

 

O ponto inicial desta conversa é a Lei de Henry governa a solubilidade do CO2 na água.

 

A temperatura e a composição da água do mar estabelece a constante para a Lei de Henry na sua aplicação local,

 

Mantida essa condição inicial a solubilidade passa a ser governada pela pressão parcial de CO2,

 

Dê uma lida....Abraços.

 

Para ler o texto abaixo,

 

AT = alcalinidade total

 

CT = Carbono Total Inorgânico(CT, or TIC)

 

DIC= Carbono Inorgânico Dissolvido

 

CO2 Exchange Across the Air-Sea Interface

 

In seawater, CO2 molecules are present in three major forms: the undissociated species in water, [CO2]aq, and two ionic species, [HCO3minus] and [CO32-] (Figure 1). The concentration of [CO2]aq depends upon the temperature and chemical composition of seawater. The amount of [CO2]aq is proportional to the partial pressure of CO2 exerted by seawater. The difference between the pCO2 in surface seawater and that in the overlying air represents the thermodynamic driving potential for the CO2 transfer across the sea surface. The pCO2 in surface seawater is known to vary geographically and seasonally over a range between about 150 µatm and 750 µatm, or about 60% below and 100% above the current atmospheric pCO2 level of about 370 µatm. Since the variation of pCO2 in the surface ocean is much greater than the atmospheric pCO2 seasonal variability of about 20 µatm in remote uncontaminated marine air, the direction and magnitude of the sea-air CO2 transfer flux are regulated primarily by changes in the oceanic pCO2. The average pCO2 of the global ocean is about 7 µatm lower than the atmosphere, which is the primary driving force for uptake by the ocean (see Figure 6 in Karl et al., this issue).

 

The pCO2 in mixed-layer waters that exchange CO2 directly with the atmosphere is affected primarily by temperature, DIC levels and AT. While the water temperature is regulated by physical processes, including solar energy input, sea-air heat exchanges and mixed-layer thickness, the DIC and AT are primarily controlled by the biological processes of photosynthesis and respiration and by upwelling of subsurface waters rich in respired CO2 and nutrients. In a parcel of seawater with constant chemical composition, pCO2 would increase by a factor of 4 when the water is warmed from polar temperatures of about –1.9°C to equatorial temperatures of about 30°C. On the other hand, the DIC in the surface ocean varies from an average value of 2150 µmol kgto the minus 1 in polar regions to 1850 µmol kgto the minus 1 in the tropics as a result of biological processes. This change should reduce pCO2 by a factor of 4. On a global scale, therefore, the magnitude of the effect of biological drawdown on surface water pCO2 is similar in magnitude to the effect of temperature, but the two effects are often compensating. Accordingly, the distribution of pCO2 in surface waters in space and time, and therefore the oceanic uptake and release of CO2 , is governed by a balance between the changes in seawater temperature, net biological utilization of CO2 and the upwelling flux of subsurface waters rich in CO2.

 

http://www.pmel.noaa.gov/pubs/outstand/feel2331/exchange.shtml

 

fig06.jpg

 

fig01.jpg

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060830-carbon-lakes_170.jpg

Rare Carbon Dioxide "Lake" Found Under the Ocean, Scientists Report

Richard A. Lovett

for National Geographic News

August 30, 2006

A team of scientists based in Japan and Germany has found an unusual "lake" of liquid carbon dioxide beneath the ocean floor.

 

On Earth's surface carbon dioxide (CO2) is normally a gas, but in the cold, high-pressure ocean depths it cools and becomes a liquid.

 

Because CO2 in the atmosphere plays a major role in global warming, some scientists have suggested disposing of the gas by injecting it deep beneath the seabed, where it could be stored in liquid form.

 

The newly found CO2 lake, a rare natural formation, could offer clues to whether such a plan might work and how it might affect undersea ecosystems.

 

Fumio Inagaki of the Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology in Yokosuka and colleagues report their find today in the online early edition of Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

 

Shallow Lake

 

Inagaki's team found the lake while studying hydrothermal vents—undersea volcanic hot spots—in the East China Sea off the coast of Taiwan (map of Taiwan).

 

The lake's presence was unexpected, because the seamount lies only 4,600 feet (1400 meters) below sea level. At that depth, liquid CO2 is lighter than water and will slowly rise, eventually bubbling into the air as gas.

 

Normally liquid CO2 has to be at a depth of 10,000 feet (3,000 meters) for it to be dense enough not to rise.

 

In this case, Inagaki's team says, CO2 has been moving upward from a deep magma chamber.

 

As it nears the seabed, the CO2 encounters cold water in the top layer of sediment. It reacts with this water to form a type of ice called a carbon dioxide hydrate.

 

The hydrate creates a cap in the sediment that traps additional liquid CO2 beneath it.

 

http://news.nationalgeographic.com/news/2006/08/060830-carbon-lakes.html

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Mafili, há um ponto ai que não fecha...qual medição está levando em conta quando fala nos 400? Aquela isolada obtida no Havai bem quando havia uma erupção em cima dos sensores em andamento? Se pegar todas as estações, qual foi a média de PPM no mesmo período? Apostaria em algo em torno de 200 a 280... Pena que algumas estações como a Vostok e a Havaiana, consideradas "padrão", pegaram esses 400, agora pensa se elas não tivessem pego esse dado...iam achar outro dado :laugh: :laugh: :laugh:

 

Orbiting Carbon Observatory-2.´(OCO-2)

 

O CO2....convenhamos são criativos (demais)

 

Ele é novinho em folha (custa caro esses brinquedinhos).

 

Em breve veremos se é bom.

 

OCO-2 Attitude and ephemeris, Level 1A, and Level 1B data are expected to be publicly available in December 2014.

 

Level 2 full physics retrievals will follow in approximately 90 days, in March 2015.

 

1zl68ls.jpg

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Mafili, há um ponto ai que não fecha...qual medição está levando em conta quando fala nos 400? Aquela isolada obtida no Havai bem quando havia uma erupção em cima dos sensores em andamento? Se pegar todas as estações, qual foi a média de PPM no mesmo período? Apostaria em algo em torno de 200 a 280... Pena que algumas estações como a Vostok e a Havaiana, consideradas "padrão", pegaram esses 400, agora pensa se elas não tivessem pego esse dado...iam achar outro dado :laugh: :laugh: :laugh:

 

Orbiting Carbon Observatory-2.´(OCO-2)

 

O CO2....convenhamos são criativos (demais)

 

Ele é novinho em folha (custa caro esses brinquedinhos).

 

Em breve veremos se é bom.

 

OCO-2 Attitude and ephemeris, Level 1A, and Level 1B data are expected to be publicly available in December 2014.

 

Level 2 full physics retrievals will follow in approximately 90 days, in March 2015.

 

1zl68ls.jpg

 

Mafili, será interessante comparar observado versus modelo:

 

[bbvideo=560,315]

[/bbvideo]

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Calor ganhou mais força hoje em São Paulo (como era previsto).

 

Mirante de Santana as 15h já tinha chegado as 34,5C. A Estação do CGE na Subprefeitura da Sé, localizada próxima a região da Avenida Paulista chegou a 35C.

O IAG já bateu nos 35,4°C. :shok: :heat:

 

Será que vai confirmar aquela tendência: em anos de grandes secas, a chuva demora para normalizar.

 

A quantidade de nuvens aumentou bastante aqui na zona norte de Sampa, além dos cirrus.

 

Em 2012, eu era feliz e não sabia... :laugh:

 

O clima aqui no Sudeste está completamente louco, Aldo! Ou, melhor dizendo, o clima recente (100 anos pra cá).

Enfim, em todo caso eu vejo um grande despreparo nosso para as flutuações climáticas, e se entramos numa época

de pouca chuva, definitivamente não estaremos preparados.

 

Não duvido do verão 2014-2015 ter novamente chuvas abaixo do normal.

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Em 2012, eu era feliz e não sabia... :laugh:

 

O clima aqui no Sudeste está completamente louco, Aldo! Ou, melhor dizendo, o clima recente (100 anos pra cá).

Enfim, em todo caso eu vejo um grande despreparo nosso para as flutuações climáticas, e se entramos numa época

de pouca chuva, definitivamente não estaremos preparados.

 

Não duvido do verão 2014-2015 ter novamente chuvas abaixo do normal.

 

Considerando que já foram 3 meses dos 6 meses da estação chuvosa.

 

Nem nuvem carregada no final da tarde,

 

Tá quente....e Sol de rachar.

 

Abraços

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Leitura de 0h UTC, 22h, em Sampa,

 

Mirante (Conv.): 21,2°C / 34,6°C

IAG: 18,8°C / 35,6°C

 

Esta marca de 35,6°C do IAG igualou o recorde de 07/12/1940, que durou quase 72 anos, até outubro de 2012.

Já foi batido umas 6 vezes. :heat:

 

Até há alguns anos eu achava que jamais conseguiria morar em Manaus, Boa Vista-RR, Cuiabá-MT, Corumbá-MS, Teresina...

Depois deste 2014 aqui em Sampa, acho que não teria grandes dificuldades em me adaptar.

Cuiabá 38°C... aqui também já fez.

Porto Alegre 36°C... virou coisa corriqueira em Sampa.

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Desde 2012 que estamos tendo uma facilidade das temperaturas chegarem aos 34 graus aqui em Sampa, seja no Mirante, no IAG ou nos aeroportos.

Me lembro que nos outros verões quando estávamos sob atuação dessas altas pressões deixando o tempo mais seco e com pouca chuva, era raro da temperatura passar dos 33 graus.

Me lembro que mesmo naquela onda de calor no início de fevereiro de 2010 que atingiu o centro sul do Brasil, a maior temperatura ficou em 33.x graus no Mirante, sendo que essa se não me engano foi a maior temperatura daquele ano.

 

Por isso que eu não duvido muito de chegar a fazer 36 graus na próxima semana como aposta o Rodolfo

 

EDIT: Antigamente as temperaturas maiores do que 34 graus ficavam mais restritas aos meses de setembro/outubro, sendo raro de fazer no verão!

Edited by Guest

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Desde 2012 que estamos tendo uma facilidade das temperaturas chegarem aos 34 graus aqui em Sampa, seja no Mirante, no IAG ou nos aeroportos.

Me lembro que nos outros verões quando estávamos sob atuação dessas altas pressões deixando o tempo mais seco e com pouca chuva, era raro da temperatura passar dos 33 graus.

Me lembro que mesmo naquela onda de calor no início de fevereiro de 2010 que atingiu o centro sul do Brasil, a maior temperatura ficou em 33.x graus no Mirante, sendo que essa se não me engano foi a maior temperatura daquele ano.

 

Dando uma breve olhada nos registros do Mirante de Santana, podemos encontrar os seguintes dados (Aldo fique a vontade para corrigir se encontrar alguma incoerencia):

 

Em 2014, sem contar o mês de dezembro, o Mirante atingiu 34C ou mais, em 20 vezes!!

 

Em 2013, foram por exemplo apenas 3 vezes!!

 

Em 2012, foram 9 vezes.

 

Em 2011, foi apenas 1 vez.

 

Em 2010, como você disse, 0 vezes.

 

Entre 2000-2009, foram 32 vezes.

 

Entre 1990-1999, foram 17 vezes.

 

Quer dizer, só em 2014 foram registradas mais máximas acima de 34C, do que toda a década de 90, e mais de 60% do número de máximas registradas entre 2000-2009... Negócio foi feio esse ano.

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Dando uma breve olhada nos registros do Mirante de Santana, podemos encontrar os seguintes dados (Aldo fique a vontade para corrigir se encontrar alguma incoerencia):

 

Em 2014, sem contar o mês de dezembro, o Mirante atingiu 34C ou mais, em 20 vezes!!

 

Em 2013, foram por exemplo apenas 3 vezes!!

 

Em 2012, foram 9 vezes.

 

Em 2011, foi apenas 1 vez.

 

Em 2010, como você disse, 0 vezes.

 

Entre 2000-2009, foram 32 vezes.

 

Entre 1990-1999, foram 17 vezes.

 

Quer dizer, só em 2014 foram registradas mais máximas acima de 34C, do que toda a década de 90, e mais de 60% do número de máximas registradas entre 2000-2009... Negócio foi feio esse ano.

É que uma onda de calor quando é pra ser forte ela é proporcionalmente forte 1 dia antes e 1 dia depois do pico, dois dias pra conta portanto, dependendo da intensidade até 3 dias antes e três depois do pico, 2014 foi um ano de sorte pra SP.

Sobre esse tempo de estiagem, eu não entendo muito d'isso. Parei de fazer medições em casa tem um tempo já, mas uma vez depois de um período sem chuva a grama e os arbustos que tinha em casa secaram e o termômetro passou a registrar temp. médias mais altas. rs Só pra constar,e alguém sabe se a estação mudou de lugar ou foi trocada o abrigo ou algum equipamento? Nunca se sabe, né. Vai quê!!!

Edited by Guest

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Desde 2012 que estamos tendo uma facilidade das temperaturas chegarem aos 34 graus aqui em Sampa, seja no Mirante, no IAG ou nos aeroportos.

Me lembro que nos outros verões quando estávamos sob atuação dessas altas pressões deixando o tempo mais seco e com pouca chuva, era raro da temperatura passar dos 33 graus.

Me lembro que mesmo naquela onda de calor no início de fevereiro de 2010 que atingiu o centro sul do Brasil, a maior temperatura ficou em 33.x graus no Mirante, sendo que essa se não me engano foi a maior temperatura daquele ano.

 

Dando uma breve olhada nos registros do Mirante de Santana, podemos encontrar os seguintes dados (Aldo fique a vontade para corrigir se encontrar alguma incoerencia):

 

Em 2014, sem contar o mês de dezembro, o Mirante atingiu 34C ou mais, em 20 vezes!!

 

Em 2013, foram por exemplo apenas 3 vezes!!

 

Em 2012, foram 9 vezes.

 

Em 2011, foi apenas 1 vez.

 

Em 2010, como você disse, 0 vezes.

 

Entre 2000-2009, foram 32 vezes.

 

Entre 1990-1999, foram 17 vezes.

 

Quer dizer, só em 2014 foram registradas mais máximas acima de 34C, do que toda a década de 90, e mais de 60% do número de máximas registradas entre 2000-2009... Negócio foi feio esse ano.

 

E depois vem gente falar que está tudo dentro da normalidade :good2:

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Os dados do Mirante não são um caso à parte. 2014 vai fechar aqui em Juiz de Fora sendo, SIMULTANEAMENTE, o ano mais quente e o mais seco já registrado. Gw rulez.

 

Concordo contigo, Renan! Sei que vão apagar essa minha postagem, mas o Sudeste aqueceu muito de um modo geral, assim como nós aquecemos aqui no Sul, mas camuflam os dados para não darem o braço a torcer.

São Paulo há anos atrás tinha verões bem mais fresquinhos, com noites agradáveis. De uns anos pra cá, tem calorões terríveis e noites quentes, para uma cidade de 750m de altitude e que nunca foi conhecida por verões tórridos antigamente.

Não sei o porquê as pessoas não se convencem das mudanças climáticas, que são visíveis aos nossos olhos e sentidos.

Estou contigo. Sejamos realistas. O clima mudou SIM! E muito.

Abração, amigo.

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Concordo no que diz com relação ao Sudeste, JT. No caso do Sul, parece haver pouco ou nenhum aquecimento em diversas cidades, mas aqui no Sudeste o negócio é mais evidente. O Coutinho sempre defende a ideia de que tudo isso não passa de ciclos naturais, e ele pode estar certo, afinal temos uma evidência muito recente de clima. A única coisa que posso dizer com certeza é que, desde o início do registro dos dados, nunca tivemos um período de tanto calor quanto agora. Aqui em Juiz de Fora, supera 1963 tanto no calor quanto na estiagem. Para MG, 2014 será lembrado como o ano mais extraterrestre já visto, kkkkkkkkkkkkk!

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Os dados do Mirante não são um caso à parte. 2014 vai fechar aqui em Juiz de Fora sendo, SIMULTANEAMENTE, o ano mais quente e o mais seco já registrado. Gw rulez.

 

Concordo contigo, Renan! Sei que vão apagar essa minha postagem, mas o Sudeste aqueceu muito de um modo geral, assim como nós aquecemos aqui no Sul, mas camuflam os dados para não darem o braço a torcer.

São Paulo há anos atrás tinha verões bem mais fresquinhos, com noites agradáveis. De uns anos pra cá, tem calorões terríveis e noites quentes, para uma cidade de 750m de altitude e que nunca foi conhecida por verões tórridos antigamente.

Não sei o porquê as pessoas não se convencem das mudanças climáticas, que são visíveis aos nossos olhos e sentidos.

Estou contigo. Sejamos realistas. O clima mudou SIM! E muito.

Abração, amigo.

 

João, Nenhuma mensagem foi ou será apagada.

 

Apenas serão movidas para um tópico onde o assunto possa ter continuidade.

 

E os registros de precipitação em todo estado de São Paulo indicam que pode haver (como já houve) acúmulo de precipitação inferior a média em 8 de 10 anos.

 

Nenhum sentido humano é capaz de medir as "mudanças climáticas" desde 1850.

 

Aproveite o Ótimo Climático Moderno.

 

Essa mensagem também será movida

 

Abraços

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Concordo no que diz com relação ao Sudeste, JT. No caso do Sul, parece haver pouco ou nenhum aquecimento em diversas cidades, mas aqui no Sudeste o negócio é mais evidente. O Coutinho sempre defende a ideia de que tudo isso não passa de ciclos naturais, e ele pode estar certo, afinal temos uma evidência muito recente de clima. A única coisa que posso dizer com certeza é que, desde o início do registro dos dados, nunca tivemos um período de tanto calor quanto agora. Aqui em Juiz de Fora, supera 1963 tanto no calor quanto na estiagem. Para MG, 2014 será lembrado como o ano mais extraterrestre já visto, kkkkkkkkkkkkk!

 

Essa desculpa dos "ciclos" é velha e já conheço. Dizem isso para não admitirem que o clima mudou.

Mesma coisa que acreditar no tal PADRÃO USA. Sinceramente acho um absurdo alguém comparar o clima dos EUA com o nosso ou fazer alguma co-relação.

NADA A VER. Nem a origem das massas polares é a mesma e o que vemos todos os anos PROVA que não passa de pura sorte, caso aconteça.

Abraços.

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Essa desculpa dos "ciclos" é velha e já conheço. Dizem isso para não admitirem que o clima mudou.

Mesma coisa que acreditar no tal PADRÃO USA. Sinte acho um absurdo alguém comparar o clima dos EUA com o nosso ou fazer alguma co-relação.

NADA A VER. Nem a origem das massas polares é a mesma e o que vemos todos os anos PROVA que não passa de pura sorte, caso aconteça.

Abraços.

João, Não sei se você percebe como você é grosso e agressivo no meu entendimento isto não é um problema desde que não se faça de vítima quando alguém for grosso contigo, entendeu? Existe forma melhor de escrever.

 

Quanto ao Padrão USA,

 

 

Sei que você não vai entender.

 

As mensagens de 02 de abril de 2014

Mostrava o inverno " de 2014"

 

O que torna a previsão difícil no inverno do Sul?

 

Simples, a expectativa de 1243 m de NEVE acumulada.

 

69nivo.jpg

 

t68480.gif

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Quanto ao Padrão USA,

 

 

Sei que você não vai entender.

 

As mensagens de 02 de abril de 2014

Mostrava o inverno " de 2014"

 

O que torna a previsão difícil no inverno do Sul?

 

Simples, a expectativa de 1243 m de NEVE acumulada.

 

69nivo.jpg

 

t68480.gif

 

Mafili, no primeiro gráfico são as áreas de correlação positiva?

Interessante, especialmente o sudoeste americano.

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Essa desculpa dos "ciclos" é velha e já conheço. Dizem isso para não admitirem que o clima mudou.

Mesma coisa que acreditar no tal PADRÃO USA. Sinceramente acho um absurdo alguém comparar o clima dos EUA com o nosso ou fazer alguma co-relação.

NADA A VER. Nem a origem das massas polares é a mesma e o que vemos todos os anos PROVA que não passa de pura sorte, caso aconteça.

Abraços.

1. João, que dados você apresenta para achar o padrão USA um absurdo?

Quando você postar aqui uma lista de invernos que foram diferentes lá e aqui, desmentindo isso, eu acredito.

Mas... se fica só no blá-blá-blá, para mim entra num ouvido e sai pelo outro. :laugh:

 

2. O clima no sudeste está mudando sim.

Mas me apresente dados provando que é uma mudança que vai durar 200/300 anos e não um ciclo climático.

Até agora só vejo você falar mas... cadê os dados?

Eu, o Renan, o Rodolfo e outros colegas mostramos isso com dados.

E você?

 

3. Em grande parte do sudeste e do centro-oeste, a seca de 1963, por enquanto, foi pior que a atual.

E provo com dados, com números.

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Mafili, no primeiro gráfico são as áreas de correlação positiva?

Interessante, especialmente o sudoeste americano.

 

Anderson, no caso se a memória não falha é Curitiba versus em abril correlacionado com América do Norte em janeiro.

 

Um lag de 3 meses.

 

suponho que um pouco antes de 02 de abril há outras mensagens de padrão usa em números.

 

Na verdade não é uma coisa sem pé nem cabeça....é apenas uma teleconexão que apresenta significado matemático...talvez e apenas talvez possa se transformar em algo útil.

 

Mas o desprezo que é tratada qualquer coisa que os sentidos não compreendem....

 

Well, não uma tolice.

 

Abraços

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Dando uma breve olhada nos registros do Mirante de Santana, podemos encontrar os seguintes dados (Aldo fique a vontade para corrigir se encontrar alguma incoerencia):

 

Em 2014, sem contar o mês de dezembro, o Mirante atingiu 34C ou mais, em 20 vezes!!

 

Em 2013, foram por exemplo apenas 3 vezes!!

 

Em 2012, foram 9 vezes.

 

Em 2011, foi apenas 1 vez.

 

Em 2010, como você disse, 0 vezes.

 

Entre 2000-2009, foram 32 vezes.

 

Entre 1990-1999, foram 17 vezes.

 

Quer dizer, só em 2014 foram registradas mais máximas acima de 34C, do que toda a década de 90, e mais de 60% do número de máximas registradas entre 2000-2009... Negócio foi feio esse ano.

Sampa (Mirante) ficou 11 anos sem chegar nos 34°C, de 1973 a 1983.

Ficou sem chegar nos 34° também de 1964 a 1970, de 1989 a 1993...

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Mafili, no primeiro gráfico são as áreas de correlação positiva?

Interessante, especialmente o sudoeste americano.

 

Anderson, no caso se a memória não falha é Curitiba versus em abril correlacionado com América do Norte em janeiro.

 

Um lag de 3 meses.

 

suponho que um pouco antes de 02 de abril há outras mensagens de padrão usa em números.

 

Na verdade não é uma coisa sem pé nem cabeça....é apenas uma teleconexão que apresenta significado matemático...talvez e apenas talvez possa se transformar em algo útil.

 

Mas o desprezo que é tratada qualquer coisa que os sentidos não compreendem....

 

Well, não uma tolice.

 

Abraços

 

Ok Mafili, quando tiver mais dados e puder postar.

abraço.

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