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Brasil Abaixo de Zero
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Ziemann

Acompanhamento - Monitoramento Internacional

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O mau tempo na Alemanha provocou deslizamentos de terra e inundações.

A região mais atingida foi a de Saxônia.

 

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Uma forte chuva de granizo atingiu a cidade de Praga, República Tcheca.

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Ontem tivemos 2 tornados reportados, um em Oklahoma e outro na Dakota do Sul.

No Texas houve registro de nuvem funil.

O tornado de Watford City, ND foi classificado como EF2.

 

Silver City, SD

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Um Storm Chaser ficou ferido depois que um raio caiu próximo a ele.

 

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As três maiores temperaturas do mundo ontem:

Nawabshah, Paquistão: 48ºC;

Al Ahsa, Arábia Saudita: 47ºC;

Barmer, India: 46ºC

 

Ao que tudo indica, o número de tornados ocorridos em maio, deve terminar abaixo da média nos EUA.

Até o momento tivemos neste ano cerca de 352 tornados reportados, sendo que cerca de 230 foram confirmados, a média seria de aproximadamente 650.

 

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Há risco de tornados fortes hoje no sul da província de Saskatchewan, Canadá e no estado de Montana, EUA.

Podem ocorrer tornados também nos estados da Dakota do Norte e Sul e Wyoming.

Tempestades também podem ocorrer nos estados do Texas, Louisiana e Mississippi.

 

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Tornado Watch em vigor para o sul da província de Saskatchewan, Canadá.

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No Texas, Louisiana e Mississippi houve o registro de fortes chuvas e inundações.

Um tornado EF1 ocorreu hoje de manhã na Louisiana e outro tornado ocorreu há pouco em El Paso, IL.

 

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El Paso, IL

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As fortes chuvas que afetam o sul da China já deixaram 37 mortos e 6 desaparecidos.

Há risco de chuvas fortes durante toda semana, podendo ocorrer acumulados superiores a 100 mm em alguns locais.

 

Destaque hoje para as temperaturas de 49ºC em Dhahran, Arábia Saudita e Jacobabad, Paquistão.

 

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Meu filho tá chegando em Toronto agora semana que vem.....acho que não vai sentir saudades do verão em Dublin,.........e em Agosto irá para Australia....ai ele vai conhecer calor

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Cientistas alertam para o nível do mar com o degelo da Antártica

Dois estudos publicados neste mês mostraram que uma grande extensão da calota polar começou a desmoronar

 

Dois grupos de cientistas divulgaram este mês que uma grande extensão da poderosa calota polar da Antártica Ocidental começou a se desmoronar e o seu desgelo contínuo agora parece ser irreversível. Se as descobertas se mantiverem, eles sugerem que o derretimento pode desestabilizar partes adjacentes do manto de gelo, e que uma elevação do nível do mar de três metros ou mais pode ser irreversível nos próximos séculos.

 

O aquecimento global provocado pela emissão humana dos gases do efeito estufa ajudou a desestabilizar a calota polar, embora possivelmente outros fatores também sejam responsáveis, disseram os cientistas.Segundo eles, é provável que a elevação do nível do mar continue sendo relativamente lenta no restante do século 21, porém, num futuro mais distante, isso pode se acelerar de forma marcante, potencialmente arrastando a sociedade a uma crise.

 

"Isto de fato está acontecendo", declarou em uma entrevista Thomas P. Wagner, que dirige os programas da NASA relativo ao gelo polar e ajudou a supervisionar parte da pesquisa.

 

— Não temos como interromper o processo agora. Mas ainda existe a limitação da física em relação à velocidade do fluxo do gelo — disse.

 

Dois estudos científicos divulgados em 12 de maio pela revista Science e pela Geophysical Research Letters tiveram resultados semelhantes utilizando métodos diferentes. Os dois grupos de cientistas constataram que as geleiras da Antártica Ocidental haviam se retraído o bastante para desencadear uma instabilidade natural na calota polar, o que os especialistas temem há décadas. A NASA convocou uma entrevista coletiva por telefone a fim de frisar a urgência das descobertas.

 

A calota polar da Antártica Ocidental situa-se em uma depressão na Terra em forma de taça, com a base do gelo abaixo do nível do mar. A água morna do oceano está fazendo com que o gelo localizado na borda da taça se afine e derreta. Conforme o limite frontal do gelo se afasta da borda e entra em águas profundas, ele pode derreter mais rapidamente do que antes.

 

Em um dos estudos, uma equipe coordenada por Eric Rignot, glaciologista da Universidade da Califórnia, em Irvine, utilizou medições aéreas e por satélites para documentar a aceleração do derretimento de seis geleiras que vêm desaguando na região do Mar de Amundsen nas últimas décadas. E com o levantamento atualizado do terreno abaixo da calota polar, a equipe conseguiu excluir a presença de quaisquer montanhas ou colinas grandes o bastante para desacelerarem o derretimento.

 

— Hoje, apresentamos evidências observáveis de que uma grande parte da calota polar da Antártica Ocidental se retraiu irreversivelmente — Rignot disse em uma entrevista coletiva da NASA. — Já passou do ponto sem volta.

 

Essas seis geleiras sozinhas podem fazer com que o nível do mar se eleve mais de um metro com seu desaparecimento, Rignot disse, possivelmente dentro de dois séculos. Ele acrescentou que é bem provável que o derretimento dessas geleiras desestabilizará outros setores do manto de gelo, assim a elevação final pode ser o triplo disso.

 

Uma equipe separada liderada por Ian Joughin da Universidade de Washington estudou uma das geleiras mais importantes, a Thwaites, através de uma modelagem computadorizada sofisticada, em conjunto com as recentes medições da corrente de gelo. A equipe também constatou que um colapso lento seria inevitável. Mesmo que a água morna derretendo o gelo acabasse hoje, seria "tarde demais para estabilizar o manto de gelo", Joughin disse. "Não existe mecanismo de estabilização".

 

As duas equipes trabalharam de forma independente na preparação dos estudos, que seriam publicados com diferença de dias entre si. Após descobrirem que os resultados eram parecidos, as equipes e suas publicações concordaram divulgar as descobertas no mesmo dia.

 

A nova descoberta parece ser o cumprimento de uma previsão feita em 1978 pelo eminente glaciologista, John H. Mercer da Universidade do Estado de Ohio. Ele delineou a natureza vulnerável do manto de gelo da Antártica Ocidental e alertou que a rápida emissão humana dos gases do efeito estufa representava "uma ameaça de desastre". Ele foi atacado na época, mas nos últimos anos, cientistas vêm observando com preocupação crescente os desdobramentos dos eventos previstos por Mercer (ele morreu em 1987).

 

Os cientistas disseram que o manto de gelo não estava derretendo por causa das temperaturas mais quentes do ar, e sim porque a água relativamente quente que ocorre naturalmente nas profundezas do oceano estava sendo puxada para a superfície pela intensificação dos ventos poderosos que cercam a Antártica nas últimas décadas.

 

E embora não se conheça claramente a causa desses ventos, muitos pesquisadores consideram o aquecimento global antropogênico como um fator significativo. Os ventos ajudam a isolar a Antártica e a esfriar a sua superfície, mas o aquecimento global permanece, traduzindo-se em uma diferença de temperatura mais aguda entre e Antártica e o resto do globo. Essa diferença fornece energia adicional para os ventos, que por sua vez misturam as águas dos oceanos.

 

Alguns cientistas acreditam que o buraco na camada de ozônio acima da Antártica – provocado não pelo aquecimento global e sim por um problema ambiental completamente diferente, a emissão humana dos gases prejudiciais à camada de ozônio – também possa acrescentar energia aos ventos. E a variação natural também pode contribuir, embora os cientistas não acreditem que isso seja o fator principal.

 

O nível do mar global vem sofrendo elevação desde o século 19, porém, a Antártica até agora foi apenas um pequeno fator. O maior fator até hoje é que a água do mar se expande conforme aquece.

 

Mas a previsão é que o derretimento tanto da Groelândia quanto da Antártica seja bem mais importante no futuro. Um comitê científico das Nações Unidas, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, alertou que o nível do mar em todo o mundo pode subir até um metro por volta do final deste século caso não haja maiores esforços para controlar as emissões dos gases do efeito estufa. As novas descobertas indicam que provavelmente a situação piore nos séculos subsequentes.

 

Richard B. Alley, cientista do clima da Universidade Estadual da Pensilvânia que não participou do novo levantamento, mas estuda as calotas polares há décadas, declarou que achou os novos estudos convincentes. Embora ele tema a possibilidade de um colapso da calota polar há muito tempo, quando soube das novas descobertas "tremi um pouco", disse.

 

Ele acrescentou que, embora uma grande elevação do nível do mar agora seja inevitável na Antártica Ocidental, a emissão contínua dos gases do efeito estufa certamente irá piorar a situação. Os gases captadores de calor poderiam desestabilizar outras partes da Antártica assim como a calota polar da Groelândia, potencialmente provocando elevação do nível do mar o suficiente para que muitas cidades costeiras mundiais por fim tenham de ser abandonadas.

 

Alley declarou, "Se de fato acendemos o pavio na Antártica Ocidental, é muito difícil pensar em apagá-lo. Contudo, existe uma série de outros pavios, e existem muito mais palitos de fósforo, e precisamos decidir agora: devemos acendê-los?".

 

FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/planeta-ciencia/noticia/2014/05/cientistas-alertam-para-o-nivel-do-mar-com-o-degelo-da-antartica-4511897.html?utm_source=Redes+Sociais&utm_medium=Hootsuite&utm_campaign=Hootsuite

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Pequim registrou a maior máxima já ocorrida desde o inicio dos registros para o mês de Maio.

Hoje a temperatura variou entre 20,9ºC e 41,1ºC, porém em alguns locais houve registro de temperaturas de até 42,2ºC. :heat:

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50 maiores e menores temperaturas nas últimas 24 horas:

 

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E ainda temos que ouvir gente falar que o Rio de Janeiro é uma das cidades mais quentes do mundo... :laugh:

 

Perdoai Senhor, não sabem o que dizem. :mosking:

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Maio de 2014 se encaminha para o ser o mais quente da história de Sydney.

Médias até o momento:

Máximas: 22,8ºC (+3,4ºC)

Mínimas: 12,9ºC (+1,4ºC)

Média: 17,8ºC (+2,4ºC)

 

A temperatura também está acima da média em outras cidades australianas, com exceção de Perth:

Melbourne: 14,1ºC (+1,4ºC)

Adelaide: 16,1ºC (+1,5ºC)

Darwin: 27,0 (+0,9ºC)

Canberra: 10,1C (+0,7ºC)

Perth: 17,1ºC (-2,1ºC)

Brisbane: 18,1ºC (+0,8ºC)

Hobart: 11,8ºC (+1,1ºC)

 

E ainda temos que ouvir gente falar que o Rio de Janeiro é uma das cidades mais quentes do mundo... :laugh:

Perdoai Senhor, não sabem o que dizem. :mosking:

:mosking: :mosking: :mosking:

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Moscou nestes primeiros 7 dias de Maio.

 

Média das Máximas: 12,1ºC (-6,5ºC)

Médias das Mínimas: 4,7ºC (-3,0ºC)

Média: 8,4ºC (-4,8ºC)

 

Moscou até 29/05

Média das Máximas: 21,0ºC (+2,4ºC)

Médias das Mínimas: 10,1ºC (+2,4ºC)

Média: 15,6ºC (+2,4ºC)

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Enquanto o mau tempo e calor dominam na Europa, na Sibéria as temperaturas ainda estão próximas a 0ºC e há registro de quedas de neve em algumas cidades.

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Ontem não houve nenhum tornado no Canadá e no norte dos EUA, porém a formação de um bow echo provocou chuvas de granizo e ventos superiores a 100 km/h.

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Hoje ainda há chance de tempo severo no Canadá e norte dos EUA.

No sul dos EUA, podem ocorrer inundações devido as fortes chuvas.

 

A partir de 31/05 o tempo severo retorna, afetando principalmente o Meio Oeste dos EUA.

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Tornados reportados entre 1º de Janeiro e 28 de Maio entre os anos de 2005 e 2014.

2014 até o momento é o terceiro com menor número de tornados reportados.

Nos últimos 10 anos, apenas 2012 e 2013 terminaram com menos de 1000 tornados confirmados nos EUA.

 

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Hoje às 20h03 completa-se um ano do tornado EF5 de El Reno, OK

O tornado ocorreu durante o tornado outbreak de 26–31 de Maio, 2013, que gerou 93 tornados.

 

No dia 31/05 um moderado risco estava em vigor para parte dos estados de Oklahoma, Kansas e Missouri.

Neste dia 34 tornados foram reportados e 27 foram confirmados.

 

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A classificação do tornado varia entre EF3 e EF5, pois o tornado felizmente afetou apenas áreas rurais e só foram encontrados danos que pudesse classifica-lo comp EF3, porém os radares doppler registraram ventos de até 476 km/h em subvortices do tornado, o que classificaria como EF5. O tornado também gerou um tornado satélite.

 

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O tornado teve uma largura de 4 km, sendo o maior tornado já registrado até hoje.

Em 30 segundos ele passou de 1,5 km de largura para 4 km, além disso, houve uma intensificação muito rápida, aleada ao trajeto não linear, com uma viragem súbita para norte, o que pegou muitos storms chasers de surpresa.

 

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O tornado inicialmente se dirigia para Oklahoma City e um Tornado EMERGENCY foi emitido para a cidade justamente na hora do rush, o que provocou o congestionamento das estradas.

Felizmente o tornado se dissipou antes de chegar a cidade, porém houve chuvas intensas e inundações.

 

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O tornado deixou 8 mortos e 151 feridos.

Dentre os mortos, estavam três storms chasers (Tim Samaras, o filho dele Paul Samaras e Carl Young).

Vários outros storms chasers ficaram feridos devido ao tornado, dentre eles Reed Timmer e Mike Bettes.

 

Imagem do carro onde estava Tim Samaras, Paul Samaras e Carl Young, da equipe do The Weather Channel e da homenagem feita pelos storms chasers.

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Carro da The Weather Channel pego pelo tornado.

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Tornado de El Reno, OK - 31/05/2013

 

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A previsão de tempo severo para Canadá e norte dos EUA felizmente não se confirmou.

Entre hoje até pelo menos quarta há risco de tempo severo na região das grandes planícies e meio-oeste americano, as principais ameaças são ventos fortes e granizo, porém podem ocorrer alguns tornados.

 

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Monitoramento e Previsão Internacional - Junho de 2014

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Ontem tivemos 3 tornados reportados e durante todo mês de Maio tivemos 168 tornados reportados.

Hoje as maiores ameaças são granizo e ventos fortes, principalmente no Kansas e Nebraska.

 

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Entre 25/05 e 01/06 foram registrados mais de 10 tornados na Europa, nenhum provocou danos significativos.

Chuvas de granizo, ventos fortes e chuvas fortes foram registradas também, principalmente na região central da Europa.

 

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