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Brasil Abaixo de Zero
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Rodolfo Alves

Furacões no Atlântico Norte e Pacífico Leste - 2014

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Pressão mínima relatada até o momento foi de 955 mbar.

O ciclone se enfraqueceu para categoria 2.

O Olho está sobre a ilha e como pode se ver pelas webcams, está tudo relativamente calmo.

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Furacão Ana está passando ao sul do Havaí neste momento.

Chuvas e ventos fortes podem afetar a ilha.

 

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Depressão 22 se formou e deve se tornar tempestade tropical Trudy amanhã.

O landfall também vai ocorrer amanhã.

 

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St. David's registrou uma rajada de vento de 230 km/h e alguns storm chasers registraram ventos sustentados de 180 km/h com rajadas de 235 km/h.

 

Há relatos de danos e 85% da ilha está sem energia.

O ciclone segue para a ilha de Terra Nova, Canadá.

 

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Felizmente não se reporta feridos e fatalidades devido a passagem do furacão Gonzalo pelas Bermudas.

O furacão neste momento é categoria 1.

 

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Tempestade tropical Trudy fez landfall no México.

Há risco de inundações e deslizamentos de terra, devido aos altos acumulados de chuva.

 

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Ana segue afetando o Havaí.

Até o momento não se reporta nada grave devido ao ciclone.

 

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Não é muito comum furacões por aquelas bandas, certo?
A ocorrência de furacões na área costuma ser mais comum ao sul do estado.

O Rodolfo explicou faz algum tempo, que existe uma área semi-permanente de ar seco, que normalmente causa o enfraquecimento dos ciclones que se formam no Pacífico Leste e migram para o oeste em direção as ilhas.

Mais ao sul do Havaí, essa área semi-permanente de ar seco não existe, logo a atmosfera é mais úmida, o que ajuda na formação de ciclones.

 

Nesse mapa que mostra todos os ciclones desde 1949 que ocorreram próximo a Ilha, pode se perceber que todos os ciclones vindos do oeste se enfraqueceram antes de chegar ao Havaí e os ciclones ao sul normalmente mantiveram sua intensidade antes de afetar o Havaí.

 

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O último aviso para Tempestade tropical Trudy já foi emitido.

Ana se enfraqueceu para tempestade tropical, mas está prevista para se fortalecer novamente para furacão na Quarta.

 

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Gonzalo se tornou ciclone extratropical e deve afetar o Reino Unido dentro de alguns dias.

No Canadá, provocou grandes ondas, rajada de vento de 106 km/h em Cabo Pine e chuvas fortes, que causaram algumas inundações.

 

Duas áreas estão sendo observadas, uma no Golfo outra próxima da Ilha da Madeira.

Existe a possibilidade de formação de um ciclone subtropical.

 

A área no Golfo pode afetar Yucatán e Quintana Roo, México e talvez Cuba e Flórida dentro de alguns dias.

 

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Se não estiver enganado é a primeira vez que fizeram isso com sucesso e deve servir para muitos estudos os dados colhidos pelo balão meteorológico.

 

No Atlântico duas áreas seguem sendo observadas.

A área na região da Ilha da Madeira teve suas chances de desenvolvimento reduzidas, enquanto a área no Golfo teve suas chances aumentadas, pois praticamente todos os modelos apoiam o desenvolvimento do sistema.

 

Ana agora não está sendo mais prevista para se fortalecer para furacão.

A tempestade tropical está prevista para seguir para o norte e daqui alguns dias se tornar extratropical e ir para o Canadá.

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Depressão tropical 9 se formou na Baía de Campeche.

Pode se fortalecer para tempestade tropical Hanna e fazer landfall nesta quarta no México.

Cuba e Flórida devem monitorar o desenvolvimento desse sistema.

 

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Ao contrário do que era previsto, a depressão 9 não se fortaleceu para tempestade tropical e fez landfall no México no dia 23.

Os restos do ciclone estão sendo acompanhados, pois existe a possibilidade de regeneração ou que sejam absorvidos pela frente fria que está trazendo chuvas fortes para Cuba e Flórida.

 

Ana segue sendo tempestade tropical e uma área está sendo observada na região do Golfo de Tehuantepec.

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Equipe do iCyclone pode divulgar daqui alguns dias, vídeos do furacão Odile.

 

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Ana se fortaleceu para furacão de categoria 1.

Falta apenas um furacão para essa temporada se igualar a 1992.

 

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Hoje dia 30 de novembro, marca o fim da Temporada de 2014 de Furacões no Atlântico Norte e Pacífico Leste e Central.

 

Atlântico:

 

No Atlântico, a temporada 2014 teve o registro de 9 Depressões Tropicais, sendo 8 Tempestades Tropicais, 6 Furacões e 2 Grandes Furacões (Categoria 3 ou mais), contra uma média (1981-2010) de 12 Tempestades, 6 Furacões e 2 Gdes. Furacões, respectivamente, indicando uma temporada, em termos de números de sistemas, ligeiramente abaixo da média. No total 17 pessoas morreram de forma indireta ou direta, e os danos estimados são de ao menos 231 milhões de dólares.

 

- Furacão Artur (Ventos 155km/h - Cat. 2), se formou em 1 de Julho e atingiu em cheio a costa leste dos EUA/Canadá, causando transtornos.

- Depressão Tropical 02 entre 21-23 de Julho, ficou somente no Atlântico Central.

- Furacão Bertha (Ventos 130km/h - Cat. 1), se formou em 1 de agosto, passando sobre Pequenas Antilhas, Hispaniola, Bahamas, Costa leste EUA, Bermudas, sem causar maiores problemas. Já rebaixado a Extratropical, trouxe transtornos pra Grã Bretanha.

- Furacão Cristobal (Ventos 140km/h - Cat. 1), se formou em 23 de Agosto passou próximo das Bermudas, sem causar maiores problemas.

- Tempestade Tropical Dolly (Ventos 85km/h), se formou em 1 de setembro, atingindo a Península de Yucatan, e o leste do México, causando 1 morte.

- Furacão Edouard (Ventos 185km/h - Cat 3), se formou em 11 de setembro, foi o primeiro grande furacão da temporada. Ficou em alto-mar.

- Furacão Fay (Ventos 120km/h - Cat 1), se formou em 10 de outubro. Ficou em alto-mar.

- Furacão Gonzalo (Ventos 230km/h - Cat.4), se formou em 12 de outubro, sendo o sistema mais forte da temporada. Atingiu as Bermudas. 1 pessoa morreu no nordeste do Caribe. Já rebaixado a extratropical, atingiu o Reino Unido em 21 de outubro, causando a morte de duas pessoas.

- Tempestade Tropical Hanna (Ventos 65km/h), se formou em 22 de Outubro, e atingiu o sul da Península de Yucatan, e o leste do México na Baía de Campiche.

 

 

Pacífico Leste/Central:

 

Já no Pacífico Leste tivemos uma temporada extremamente ativa, com o registro de 23 depressões tropicais, 16 furacões, 9 grandes furacões, contra uma média (1981-2010) de 15 tempestades, 7 furacões, 3 grandes furacões. A temporada de 2014, teve igualado o número recorde de furacões já registrado em uma só temporada (16), já registradas em 1990 e 1992. Ao todo ao menos 42 pessoas morreram, e os danos estimados chegaram a pelo menos US$ 1.24 bilhões.

 

- Tempestades Tropicais:

Boris (2/6), Douglas (28/6), Elida (30/6), Fausto (7/7), Trudy (17/10)

 

- Furacões

Hernan (26/7), Karina (13/8), Lowell (18/8), Polo (16/9), Rachel (24/9), Vance (30/10).

 

- Grandes Furacões

Amanda Cat 4 (22/5), Cristina Cat 4 (9/6), Genevieve Cat 4 (25/7), Iselle Cat 4 (31/7), Julio Cat 3 (4/8), Marie Cat 5 (22/8), Norbert Cat 3 (2/9), Odile Cat 4 (10/9), Simon Cat 4 (01/10).

 

- No Pacífico Central, dois sistemas se formaram. Ana e Wali. Um furacão e uma tempestade tropical respectivamente.

 

- Amanda foi o primeiro sistema a se formar na bacia em 22/5. Embora não atingisse nenhuma área, ficou importante pelo fato de ser o Ciclone Tropical mais forte já registrado no Pacífico Leste para o mês de maio, com ventos de 250km/h.

 

- Genevieve também não atingiu nenhuma área, mas chamou a atenção por sua longissima duração. Foi de 25 de Julho a 7 de Agosto, se formando no Pacífico Leste, atravessando, o Pacífico Central, e se desfazendo somente no Pacífico Oeste, exigindo a monitoração de 3 agências (NHC/CPHC/JMA).

 

- Iselle foi o furacão com mais força a atingir a Grande Ilha do Havaí, de todos os tempos.

 

- Marie também não atingiu nenhuma região, mas foi o sistema mais forte da bacia, com ventos de 260km/h, com pressão de 918hpas.

 

- Odile fez landfall sobre Cabo San Lucas com força de Categoria 3 com ventos de 205km/h, sendo o mais intenso a fazer landfall na região.

 

- Furacão Ana no Pacífico Central, atingiu a Categoria 1, e passou muito perto do Havaí.

 

E assim foi a temporada 2014. A temporada 2015 começa em 1 de Junho no Atlantico, e 15 de Maio no Pacífico Leste.

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Uma semana após o termino oficial da temporada no Atlântico, alguns modelos estão sugerindo a formação de um interessante sistema de baixa pressão no Sudoeste do Caribe, daqui a 5-8 dias. Caso realmente se forme, devido a sua natureza, é bem provável que seja monitorada pelo NHC e ganhe um INVEST.

 

Um dos modelos que estão sugerindo o desenvolvimento dessa baixa, é o nosso ETA do CPTEC, no limite de sua grade no Atlântico Norte. O modelo também mostra uma outra área de baixa pressão simétrica no Pacífico Leste.

 

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Modelo Canadense (imagem) e o americano NAVGEM também sugere a formação da área de baixa pressão, ainda que de forma mais discreta.

 

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GFS e ECMWF por ora não sugerem nada... Aguardemos o decorrer da semana, pra vê se a formação realmente se confirmará.

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Modelo ETA segue firme e forte na projeção de uma depressão ou tempestade tropical sobre o sudoeste do Caribe nas próximas 96/120 horas. Dentre os modelos globais apenas o NAVGEM segue a curiosa solução do modelo brasileiro.

 

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Sim.

O ciclone foi batizado com nome de Alexandra e a pressão mínima foi de aproximadamente 940 mbar.

Causou rajadas de vento superiores a 150 km/h na Groenlândia, Islândia, Noruega e Reino Unido.

Rajada de vento mais forte foi de 231 km/h no remoto arquipélago de St Kilda, Escócia.

Rajadas de vento fortes também foram registradas em países banhados pelo Mar do Norte e Báltico.

Grandes ondas também foram registradas, chegando a valores superiores a 15 metros em alguns locais das Ilhas Britânicas.

Outro ciclone deve afetar as mesmas regiões no final de semana.

 

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Chris Murray

 

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[th][/th]

As Bombas Meteorologicas da Europa são mais potentes que as do Atlântico Sul pelo visto :russian:

 

Rodolfo; Todo mundo reclamou aqui de 2014.

Foi um ano bancário;

Digitou a senha errada = BLOQUEIO

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