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Brasil Abaixo de Zero
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Luiz

ENSO, PDO, NAO, MJO... [acompanhamento]

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Artur, acho que se confundiu no quote, o que eu disse foi exatamente que por a estação ser nova não é possível tirar nenhuma conclusão a respeito das temperaturas que vem registrado (e acrescento agora que como fica acima de muitos sistemas que atuam na região tem mínimas reguladas basicamente por umidade em altura, vento e nebulosidade), quanto ao resto do Rio de Janeiro falar em recordes seria pior ainda pois junho foi um dos mais quentes de todos os tempos (partes habitadas) e julho vai terminar entre dentro e acima da média na maior parte do estado (e sem extremo relevante de mínima enquanto tivemos no pré-frontal de julho alguns recordes e quase recordes de calor pelo interior do estado).

 

Veja a amínima hoje no PNI, só aconteceu porque entrou um ar muito seco em altura durante a madrugada e se refletiu na UR mínima registrada pela manhã quando a camada de inversão foi quebrada pelo sol, além disso o vento estava fraco o suficiente para permitir o resfriamento e saturação do ar na baixada da estação (a UR na estação era de 100% mas um pouco acima estava muito baixa, ou não teria esfriado tanto).

 

O clima ali é algo à parte, ainda há o que descobrir sobre o alto Itatiaia, mas estimo que as anomalias ali são mais suaves (em geral quanto mais alto menos conectado aos padrões locais, ainda mais em baixas latitudes).

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Ao amigo Caio,

 

Estava pensando algumas coisas para compreendermos algo sobre extremos,

 

Sugiro a leitura do paper abaixo,

 

E recomendo o não desânimo com a matemática envolvida,

 

preste atenção na dificuldade,

 

de,

 

3. NATURE OF EXTREME EVENTS

 

Extreme events occur naturally in physical systems. The same physical processes that are responsible for generating non-extreme events are contributing to the occurrence of extremes. When the distribution of extreme events is considered in the phase space of a system, the extremes are found, by definition, near the edges of the distribution, at least in the directions/variables in which extremes are defined.

 

As any other event, extremes occur due to the combination of many factors. As an example, consider the factors leading to the occurrence of extremely low wintertime minimum air temperatures. A combination of several factors is needed, such as 100% snow cover on the ground, zero wind speed, lack of cloud cover (0%), and strong prior cold advection.....

 

Enfim, um extremo não é isolado,

 

http://www.emc.ncep.noaa.gov/gmb/ens/target/ens/albapr/albapr.html

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Artur, acho que se confundiu no quote, o que eu disse foi exatamente que por a estação ser nova não é possível tirar nenhuma conclusão a respeito das temperaturas que vem registrado (e acrescento agora que como fica acima de muitos sistemas que atuam na região tem mínimas reguladas basicamente por umidade em altura, vento e nebulosidade), quanto ao resto do Rio de Janeiro falar em recordes seria pior ainda pois junho foi um dos mais quentes de todos os tempos (partes habitadas) e julho vai terminar entre dentro e acima da média na maior parte do estado (e sem extremo relevante de mínima enquanto tivemos no pré-frontal de julho alguns recordes e quase recordes de calor pelo interior do estado).

 

Veja a amínima hoje no PNI, só aconteceu porque entrou um ar muito seco em altura durante a madrugada e se refletiu na UR mínima registrada pela manhã quando a camada de inversão foi quebrada pelo sol, além disso o vento estava fraco o suficiente para permitir o resfriamento e saturação do ar na baixada da estação (a UR na estação era de 100% mas um pouco acima estava muito baixa, ou não teria esfriado tanto).

 

O clima ali é algo à parte, ainda há o que descobrir sobre o alto Itatiaia, mas estimo que as anomalias ali são mais suaves (em geral quanto mais alto menos conectado aos padrões locais, ainda mais em baixas latitudes).

 

 

Não não, foi bem claro o que eu te respondi, baseado na tua resposta mesmo:

 

"Não faz sentido falar em recorde de frio, a estação acabou de ser instalada, e no início novos recordes de frio e calor acontecem a todo momento, a mínima e máxima do primeiro dia de funcionamento já são recordes da estação, mas isto não significa que as temperaturas estiveram muito altas ou baixas para o padrão da região. "

 

O que te respondi foi com relação a se quisermos ter dados mais verdadeiros, teremos de esperar 30 anos de acordo com regras da OMM. Espero que entenda que não tive intenção de lhe criticar :friends:

 

Abraços de SP

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Não não, foi bem claro o que eu te respondi, baseado na tua resposta mesmo:

 

"Não faz sentido falar em recorde de frio, a estação acabou de ser instalada, e no início novos recordes de frio e calor acontecem a todo momento, a mínima e máxima do primeiro dia de funcionamento já são recordes da estação, mas isto não significa que as temperaturas estiveram muito altas ou baixas para o padrão da região. "

 

O que te respondi foi com relação a se quisermos ter dados mais verdadeiros, teremos de esperar 30 anos de acordo com regras da OMM. Espero que entenda que não tive intenção de lhe criticar :friends:

 

Abraços de SP

Quis dizer que na hora do quote minha mensagem acabou ficando ficando fora do quadrado e junto com a sua resposta mas tudo bem, eu concordo que precisamos esperar alguns anos para começar a falar em acima ou abaixo da média para a parte alta do PNI, apenas quis reforçar isso ao dizer que os recordes de uma estação recém istalada devem ser encarados como uma curiosidade e não da maneira como vemos o recorde de estações com 50, 100 ou mais anos de dados.

 

Eu noto que você é um menbro ativo e contribui bastante para o fórum e também com a estação do PNI, espero que a iniciativa continue dando certo e que a estação ainda permaneça ali por muito anos para que tenhamos uma normal no futuro. Abç, Felipe.

 

Por fim, uma curiosidade: quando a estação sai do ar na internet, os dados conotinuam sendo coletados e armazenados pela estação ou os dados se perdem?

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RONALDO, BO (boletim de ocorrência no Atlântico)

 

ÁGUA quente com alta salinidade, novidade a simetria.

 

è comum na corrente do golfo mas por essas paragens novidade

 

Tempos Interessante

 

2qxuq6x.gif

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Não não, foi bem claro o que eu te respondi, baseado na tua resposta mesmo:

 

"Não faz sentido falar em recorde de frio, a estação acabou de ser instalada, e no início novos recordes de frio e calor acontecem a todo momento, a mínima e máxima do primeiro dia de funcionamento já são recordes da estação, mas isto não significa que as temperaturas estiveram muito altas ou baixas para o padrão da região. "

 

O que te respondi foi com relação a se quisermos ter dados mais verdadeiros, teremos de esperar 30 anos de acordo com regras da OMM. Espero que entenda que não tive intenção de lhe criticar :friends:

 

Abraços de SP

Quis dizer que na hora do quote minha mensagem acabou ficando ficando fora do quadrado e junto com a sua resposta mas tudo bem, eu concordo que precisamos esperar alguns anos para começar a falar em acima ou abaixo da média para a parte alta do PNI, apenas quis reforçar isso ao dizer que os recordes de uma estação recém istalada devem ser encarados como uma curiosidade e não da maneira como vemos o recorde de estações com 50, 100 ou mais anos de dados.

 

Eu noto que você é um menbro ativo e contribui bastante para o fórum e também com a estação do PNI, espero que a iniciativa continue dando certo e que a estação ainda permaneça ali por muito anos para que tenhamos uma normal no futuro. Abç, Felipe.

 

Por fim, uma curiosidade: quando a estação sai do ar na internet, os dados conotinuam sendo coletados e armazenados pela estação ou os dados se perdem?

 

Opa ai sim! então, a estação tem um data logger melhor que as do Inmet, que é o hautespot. Qualquer um que tiver um micro com conexão serial consegue baixar os dados lá, está tudo guardado!!! Inclusive quando há queda de energia, os dados continuam sendo guardados pq antes de mandar pro micro, os dados vao para o hautespot. Pelo menos 30 min sem energia os dados são enviados!!! Então não temos nenhum dado perdido!!!

 

Arma de ir lá conhecer quando tiver oportunidade...vai te espantar com o frio diurno que faz lá.

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Ótima notícia, ainda não tive tempo de ir até o parque após a estação mas já estive muitas vezes antes principalmente quando morava em Resende, com tempo nublado eu já senti frio ali até no verão mas quando faz sol a sensação costuma ser de temperatura bem acima da real pois a radiação solar na montanha é fortíssima, já andei sobre gelo da madrugada anterior em julho e dava até para sentir calor sob o sol (em estações de SKI e montanhas nevadas em geral pelo mundo muitas vezes vemos gente de manga curta em certos dias e não estão se exibindo pois dependendo das condições realmente não há qualquer sensação de frio sob o sol), só no cume quando bateu o vento deu para sentir um friozinho, mas quando o sol vai embora esfria rápido.

 

Uma vez, vi geada fraca em fevereiro nos vales, num período de ar seco e após madrugada sem vento, mas em geral a umidade impede maior resfriamento no verão (mesmo assim a média das mínimas deve ficar abaixo de 10ºC em todos os meses).

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RONALDO, BO (boletim de ocorrência no Atlântico)

 

ÁGUA quente com alta salinidade, novidade a simetria.

 

è comum na corrente do golfo mas por essas paragens novidade

 

Tempos Interessante

 

Caro Malifi

 

Não vejo nada excepcional no Atlântico no mapa de salinidade.

 

Pelo menos se comparado a média anual...

 

annual_clim.jpg?height=1641&width=3015

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Atualizando:

 

Registro em 22/07/2013 - variação em relação a semana anterior

 

Niño 4 -0.1ºC (-0,1ºC)

Niño 3.4 -0.4ºC (-0,0ºC)

Niño 3 -0.8ºC (-0,0ºC)

Niño 1+2 -1.5ºC (-0,2ºC)

 

Atualizando:

 

Registro em 29/07/2013 - variação em relação a semana anterior

 

Niño 4 -0.1ºC (-0,0ºC)

Niño 3.4 -0.3ºC (+0,1ºC)

Niño 3 -0.6ºC (+0,2ºC)

Niño 1+2 -1.1ºC (+0,4ºC)

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Atualizando os invernos e eventos memoráveis associados a situação no Pacífico Equatorial, incluindo o último evento histórico registrado neste julho de 2013.

 

Data / Nino 1+2 / Nino 3 / Nino 3.4 / Nino 4 / Inverno e evento relevante.

 

01JUN1955     -1,5     -1,3     -1,0     -0,7 / Uma das maiores ondas de frio na história.
01JUN1956     -0,5     -1,0     -0,9     -0,8 / 
01JUN1962     -1,4     -0,6     -0,4     -0,6 / 
01JUN1967     -1,7     -1,0     -0,8     -1,0 /
01JUN1971     -1,0     -1,0     -1,0     -0,8 /
01JUN1979     -0,3     -0,2     -0,3     -0,2 / Uma das maiores ondas de frio registradas em maio em toda a história. Nevasca no Sul e partes Mantiqueira.
01JUN1975     -1,0     -1,1     -1,3     -1,2 / Uma das maiores ondas de frio da história. Neve generalizada do RS ao Sul de SP.
01JUN1984     -0,5     -0,7     -0,5     -0,4 / Nevasca histórica em POA, Grande Florianópolis e Sul do Brasil.
01JUN1988     -1,5     -2.0     -1,6     -0,8 / Inverno histórico e duas fortes nevascas 
25JUL1990     -1.1     -0.4      0.1      0.3 / Inverno histórico e recorde de neve.
26JUN1996     -1.8     -0.5     -0.2     -0.2 / Inverno constante, potentes erupções de ar frio e grande episódio de neve nesta data.
28JUL1999     -1.0     -1.0     -1.0     -0.9 / Inverno constante e longo, recorde de geadas, neve mais precoce registrada e intensa erupção em agosto.
12JUL2000     -1.2     -0.5     -0.5     -0.7 / Inverno com miolo histórico e episódio memorável nesta data.
25JUL2007     -1.0     -1.0     -0.5      0.1 / Inverno muito constante no RS e SC.
04AUG2010     -1.5     -1.3     -1.2     -1.0 / Inverno na média, agosto mais frio da história em POA e neve intensa nesta data.
17AUG2011     -0.1     -0.5     -0.8     -0.4 / Inverno abaixo da média no RS e SC, frio constante em junho e fortes ondas de ar frio em agosto.
22JUL2013     -1.5      -0.8     -0.4     -0.1 / Nevasca histórica em SC e no PR. Nevasca épica na Grande Florianópolis e baixo, médio e alto Vale do Itajaí. Neve em Curitiba

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Well,

 

Sr Coutinho,

 

A comunidade internacional também está em polvorosa com o súbito aquecimento do Pacífico Norte Extratropical,

 

Eu não tenho palpite no momento, o certo é que modificou o campo de pressão na vasta região.

 

Também não consigo um cálculo da PDO. [ pode ser positiva ou negativa há elementos para as duas possibilidades] seria interessante que viesse negativa para melhor compreensão dos amigos [ não estou afirmando nada]

 

várias hipóteses estão sendo colocadas.

 

a- Início do desenvolvimento de um El Niño monstro

 

b- A baseline (média) pode estar errada considerando que há uma recorrente anomalia positiva em agosto [sempre agosto] porém diversos datasets mostram a mesma coisa.

 

c- Ausência de nuvens [isso leva a um outro conjunto de hipóteses]

 

d- Atividade solar [ estamos na metade do ciclo 24 como discutido no tópico de atividade solar]

 

e- vazamento de água radioativa [prá k@rayo] dos reatores de Fukushima [ também como piadinha os 68 anos da bomba de Hiroshima 06/08/45]

 

f- outras coisas como AO, onda de Kelvin [tresloucada] e outras coisitas.

 

g- E finalmente a prova incontestável do aquecimento global antropogênico. [claro que não mas pode-se vender isso]

 

h- Talvez nevar em Curitiba e Florianópolis simultaneamente seja a causa.

 

33z41mv.gif

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Este negócio ainda vai me deixar louco.

 

Existem algumas precárias evidências que durante a última glaciação no hemisfério norte não havia gelo no polo norte.

 

A minha mensagem anterior parece o oposto desta.

 

Certamente tem algo relacionado com a circulação oceânica.

 

Que coisa complicada....

2hhi0sm.jpg

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33z41mv.gif

 

Difícil é acreditar num mapa que troca a escala de temperatura ao bel prazer... uma hora 3 graus é amarelo e depois fica verde e volta ao amarelo :laugh: :laugh: :laugh:

 

Definitivamente, o pessoal que plota esse mapas precisa aprender mais semiologia gráfica com os cartógrafos!

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Difícil é acreditar num mapa que troca a escala de temperatura ao bel prazer... uma hora 3 graus é amarelo e depois fica verde e volta ao amarelo :laugh: :laugh: :laugh:

 

Definitivamente, o pessoal que plota esse mapas precisa aprender mais semiologia gráfica com os cartógrafos!

 

Verdade, Flávio.

 

Na página da Unisys é possível escolher entre as duas opções de cor. As cores invertidas foi no passado uma questão de marketing.

 

O súbito aquecimento aparece em todos datasets,

 

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Sim Malifi, concordo plenamente! Mas o problema semiológico é constante na meteorologia, já vi vários exemplos desse tipo!

 

Vamos brincar de teoria da conspiração?

 

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Observem três fluxos de águas mais frias saindo da América Central em direção ao Pacífico... um do Canal do Panamá, outro na altura do Lago Nicarágua e um terceiro numa região do México onde grande empreiteira brasileira construiu uma barragem, empreiteira essa que construiria uma hidrelétrica no rio Brito e mudaria o fluxo do lago Nicarágua do Atlântico para o Pacífico.

 

Estariam estas grandes obras "despejando" muita água doce (e mais fria) em momentos propícios na região 1+2 do Pacífico?

 

Não por acaso, no mesmo período (fevereiro/março) que é o período seco na região do lago Nicarágua, a vazão do rio que sai do lago (Rio San Juan) foi muito menor que o normal: http://www.lavozdelsandinismo.com/nicaragua/2013-06-03/lago-cocibolca-disminuyo-su-caudal-durante-la-estacion-seca/

 

Ok, desculpem a viagem... mas me divirto!

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Sim Malifi, concordo plenamente! Mas o problema semiológico é constante na meteorologia, já vi vários exemplos desse....

 

Ok, desculpem a viagem... mas me divirto!

 

Flavio,

 

Uma ação isolada não me parece suficiente para tal "conspiração".

 

Alguns pesquisadores sérios postulam que uma parte significativa do aumento do nível dos oceanos é devida a água de irrigação retirada de aquíferos o que faz sentido em alguma escala.

 

Quanto a viagem [percebi hoje que uma dileta pessoa é fã da mesma série que eu sou naturalmente eu assistia na década de 60 portanto os efeitos especiais não eram lá grande coisa e isto é bom de uma certa forma torna a imaginação desprendida da realidade].

 

Boa Viagem ao Fundo do Mar: Seaview [ que eu reputo ser a melhor tradução do inglês para o português dentro do contexto histórico da década de 60: CIVIL.

 

 

udtMJ5-uzhY

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:laugh: :laugh: :laugh:

 

Início bem típico de "Viagem ao Fundo Mar" e seus monstros...

 

Eu não perdia um... :laugh: :laugh:

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Sim Malifi, concordo plenamente! Mas o problema semiológico é constante na meteorologia, já vi vários exemplos desse....

 

Ok, desculpem a viagem... mas me divirto!

 

Flavio,

 

Uma ação isolada não me parece suficiente para tal "conspiração".

 

Alguns pesquisadores sérios postulam que uma parte significativa do aumento do nível dos oceanos é devida a água de irrigação retirada de aquíferos o que faz sentido em alguma escala.

 

Quanto a viagem [percebi hoje que uma dileta pessoa é fã da mesma série que eu sou naturalmente eu assistia na década de 60 portanto os efeitos especiais não eram lá grande coisa e isto é bom de uma certa forma torna a imaginação desprendida da realidade].

 

Boa Viagem ao Fundo do Mar: Seaview [ que eu reputo ser a melhor tradução do inglês para o português dentro do contexto histórico da década de 60: CIVIL.

 

Boa Malifi!!! :laugh: :laugh:

 

Já assisti alguns episódios (não na época que lançaram, afinal não sou um baby boomer)... os efeitos especiais eram compatíveis com o período!

 

Quanto a conspiração, essa questão do lançamento de água proveniente do canal do Panamá eu já observo faz alguns anos, inclusive já busquei dados da movimentação de navios no local afim de investigar se existia lógica mas não consegui os tais dados.

 

Quanto às águas subterrâneas, assino embaixo! Inclusive comento isso em sala de aula... poucos sabem ou param para pensar, mas a humanidade está retirando das profundezas muita água que está armazenada e que naturalmente não estaria na superfície! Considero está água toda como um "extra" no sistema hidrológico, que consequentemente entra nas casas, industrias e irrigação e em algum momento vão para os rios e oceanos.

 

"A UNESCO avalia que 75% do abastecimento público da Europa seja feito por água subterrânea, índice que chega de 90 a 100% na Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda e Suécia [...] Nos Estados Unidos são extraídos mais de 120 bilhões de m3/ano, atendendo mais de 70% do abastecimento público e das indústrias. No Brasil, um grande número de cidades de pequeno e médio porte do sul do país, suprem suas necessidades de água a partir do Aqüífero Guarani, o maior do mundo, com uma reserva de 48.000 km3 (Rebouças, 1999), sendo 80% de sua ocorrência em território brasileiro. Capitais estaduais como São Luís, Maceió e Natal são abastecidas por água subterrânea, assim como 80% das cidades do Estado de São Paulo." Fonte: http://www.drm.rj.gov.br/index.php/projetos-e-atividades/subterraneas

 

120 bilhões só no EUA!!! Se somarmos o restante do mundo essa conta chega a quanto? 500 bilhões?? Isso é muita água sendo trazida à superfície, água que ficaria milhares de anos estocada nas profundezas do solo. E a velocidade de recarga desses aquíferos está longe de compensar a retirada...

 

Será que toda essa água não poderia influenciar no aumento do nível dos oceanos?

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Sim Malifi, concordo plenamente! Mas o problema semiológico é constante na meteorologia, já vi vários exemplos desse....

 

Ok, desculpem a viagem... mas me divirto!

 

Flavio,

 

Uma ação isolada não me parece suficiente para tal "conspiração".

 

Alguns pesquisadores sérios postulam que uma parte significativa do aumento do nível dos oceanos é devida a água de irrigação retirada de aquíferos o que faz sentido em alguma escala.

 

Quanto a viagem [percebi hoje que uma dileta pessoa é fã da mesma série que eu sou naturalmente eu assistia na década de 60 portanto os efeitos especiais não eram lá grande coisa e isto é bom de uma certa forma torna a imaginação desprendida da realidade].

 

Boa Viagem ao Fundo do Mar: Seaview [ que eu reputo ser a melhor tradução do inglês para o português dentro do contexto histórico da década de 60: CIVIL.

 

Boa Malifi!!! :laugh: :laugh:

 

Já assisti alguns episódios (não na época que lançaram, afinal não sou um baby boomer)... os efeitos especiais eram compatíveis com o período!

 

Quanto a conspiração, essa questão do lançamento de água proveniente do canal do Panamá eu já observo faz alguns anos, inclusive já busquei dados da movimentação de navios no local afim de investigar se existia lógica mas não consegui os tais dados.

 

Quanto às águas subterrâneas, assino embaixo! Inclusive comento isso em sala de aula... poucos sabem ou param para pensar, mas a humanidade está retirando das profundezas muita água que está armazenada e que naturalmente não estaria na superfície! Considero está água toda como um "extra" no sistema hidrológico, que consequentemente entra nas casas, industrias e irrigação e em algum momento vão para os rios e oceanos.

 

"A UNESCO avalia que 75% do abastecimento público da Europa seja feito por água subterrânea, índice que chega de 90 a 100% na Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda e Suécia [...] Nos Estados Unidos são extraídos mais de 120 bilhões de m3/ano, atendendo mais de 70% do abastecimento público e das indústrias. No Brasil, um grande número de cidades de pequeno e médio porte do sul do país, suprem suas necessidades de água a partir do Aqüífero Guarani, o maior do mundo, com uma reserva de 48.000 km3 (Rebouças, 1999), sendo 80% de sua ocorrência em território brasileiro. Capitais estaduais como São Luís, Maceió e Natal são abastecidas por água subterrânea, assim como 80% das cidades do Estado de São Paulo." Fonte: http://www.drm.rj.gov.br/index.php/projetos-e-atividades/subterraneas

 

120 bilhões só no EUA!!! Se somarmos o restante do mundo essa conta chega a quanto? 500 bilhões?? Isso é muita água sendo trazida à superfície, água que ficaria milhares de anos estocada nas profundezas do solo. E a velocidade de recarga desses aquíferos está longe de compensar a retirada...

 

Será que toda essa água não poderia influenciar no aumento do nível dos oceanos?

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..Sao Paulo e AAO na briga de quem cai mais :sarcastic:

 

Tá bom.

 

Observe que a AAO na primeira quinzena de julho negativa [resultado patético]

 

AAO no início de agosto negativa [um bom resultado]

 

A AAO ....WELL, tire vc mesmo as conclusões que lhe agradam.

 

beijão

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Todo mundo aqui comenta sobre bloqueio às massas polares, que antes eram mais abrangentes e hoje a maioria fica retida na região Sul do país ou no máximo são continentais, excluindo o Sudeste.

 

Já pararam para observar o histórico da ASAS (vulgo Massa Tropical Atlântica), sua intensidade e frequência nos últimos anos? Mudou alguma coisa no Atlântico da década de 80 para cá?

 

Observem os dados da AMO (Atlantic Multi-decadal Oscillation) e entenderão onde quero chegar... vejam o que acontece a partir de 1996 ;)

 

http://www.esrl.noaa.gov/psd/data/correlation/amon.us.long.data

 

Aqui em Curitiba ar seco, 32% de umidade e temperatura de 19.4°C.

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Todo mundo aqui comenta sobre bloqueio às massas polares, que antes eram mais abrangentes e hoje a maioria fica retida na região Sul do país ou no máximo são continentais, excluindo o Sudeste.

 

Já pararam para observar o histórico da ASAS (vulgo Massa Tropical Atlântica), sua intensidade e frequência nos últimos anos? Mudou alguma coisa no Atlântico da década de 80 para cá?

 

Observem os dados da AMO (Atlantic Multi-decadal Oscillation) e entenderão onde quero chegar... vejam o que acontece a partir de 1996 ;)

 

http://www.esrl.noaa.gov/psd/data/correlation/amon.us.long.data

 

Aqui em Curitiba ar seco, 32% de umidade e temperatura de 19.4°C.

 

 

Exatamente Flavio, a AMO entrou num ciclo positivo, ou "quente".

Pra piorar depois de 1995 veio o super El Nino 97/98, e não ocorreram erupções vulcânicas como no início dos anos 80, quando o el niño 82/83 não provocou grande elevação na temperatura global.

Percebe-se claramente uma elevação nas temperaturas em Curitiba a partir de 1995.

 

Nas décadas de 60/70 esse período negativo da AMO coincidiu com período negativo da PDO também.

A grande questão é: até quando vai durar esse ciclo positivo da AMO?

 

Sds.

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Exatamente Flavio, a AMO entrou num ciclo positivo, ou "quente".

Pra piorar depois de 1995 veio o super El Nino 97/98, e não ocorreram erupções vulcânicas como no início dos anos 80, quando o el niño 82/83 não provocou grande elevação na temperatura global.

Percebe-se claramente uma elevação nas temperaturas em Curitiba a partir de 1995.

 

Nas décadas de 60/70 esse período negativo da AMO coincidiu com período negativo da PDO também.

A grande questão é: até quando vai durar esse ciclo positivo da AMO?

 

Sds.

 

Em minha humilde opinião, acho que a AMO muda de fase novamente entre 2025-2030, perfazendo os mesmos 30 anos que as fases anteriores tiveram. Ou seja, vai ficar negativa no final da atual fase fria da PDO, assim como estaremos saindo de um período de dois ciclos solares fracos seguidos (o atual e o próximo).

 

Aliás, para mim a atual fase quente da AMO é grande culpada pelo decréscimo significativo do gelo no Ártico!

 

Por todos esses motivos que acredito em chance de neve em Curitiba até 2030, ou seja, não ficaremos sem registrar o evento por mais 40 anos novamente. Penso que nos próximos 20 teremos pelo menos mais umas duas grandes oportunidades!

 

Fazendo uso das palavras do nobre amigo, tempos interessantes!

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Todo mundo aqui comenta sobre bloqueio às massas polares, que antes eram mais abrangentes e hoje a maioria fica retida na região Sul do país ou no máximo são continentais, excluindo o Sudeste.

 

Já pararam para observar o histórico da ASAS (vulgo Massa Tropical Atlântica), sua intensidade e frequência nos últimos anos? Mudou alguma coisa no Atlântico da década de 80 para cá?

 

Observem os dados da AMO (Atlantic Multi-decadal Oscillation) e entenderão onde quero chegar... vejam o que acontece a partir de 1996 ;)

 

http://www.esrl.noaa.gov/psd/data/correlation/amon.us.long.data

 

Aqui em Curitiba ar seco, 32% de umidade e temperatura de 19.4°C.

 

 

Interessante, na década de 30 também houve um prolongado período com valores positivos.

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Todo mundo aqui comenta sobre bloqueio às massas polares, que antes eram mais abrangentes e hoje a maioria fica retida na região Sul do país ou no máximo são continentais, excluindo o Sudeste.

 

Já pararam para observar o histórico da ASAS (vulgo Massa Tropical Atlântica), sua intensidade e frequência nos últimos anos? Mudou alguma coisa no Atlântico da década de 80 para cá?

 

Observem os dados da AMO (Atlantic Multi-decadal Oscillation) e entenderão onde quero chegar... vejam o que acontece a partir de 1996 ;)

 

http://www.esrl.noaa.gov/psd/data/correlation/amon.us.long.data

 

Aqui em Curitiba ar seco, 32% de umidade e temperatura de 19.4°C.

 

 

Interessante, na década de 30 também houve um prolongado período com valores positivos.

 

Perfeito, durou até os anos 50, quando o ciclo reverteu.

Coincidentemente, nos anos 30 existem relatos de um grande degelo no Ártico durante os verões.

 

Sds.

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Todo mundo aqui comenta sobre bloqueio às massas polares, que antes eram mais abrangentes e hoje a maioria fica retida na região Sul do país ou no máximo são continentais, excluindo o Sudeste.

 

Já pararam para observar o histórico da ASAS (vulgo Massa Tropical Atlântica), sua intensidade e frequência nos últimos anos? Mudou alguma coisa no Atlântico da década de 80 para cá?

 

Observem os dados da AMO (Atlantic Multi-decadal Oscillation) e entenderão onde quero chegar... vejam o que acontece a partir de 1996 ;)

 

http://www.esrl.noaa.gov/psd/data/correlation/amon.us.long.data

 

Aqui em Curitiba ar seco, 32% de umidade e temperatura de 19.4°C.

 

 

Interessante, na década de 30 também houve um prolongado período com valores positivos.

 

Perfeito, durou até os anos 50, quando o ciclo reverteu.

Coincidentemente, nos anos 30 existem relatos de um grande degelo no Ártico durante os verões.

 

Sds.

 

Muito interessante.

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Em minha humilde opinião, acho que a AMO muda de fase novamente entre 2025-2030, perfazendo os mesmos 30 anos que as fases anteriores tiveram. Ou seja, vai ficar negativa no final da atual fase fria da PDO, assim como estaremos saindo de um período de dois ciclos solares fracos seguidos (o atual e o próximo).

 

Aliás, para mim a atual fase quente da AMO é grande culpada pelo decréscimo significativo do gelo no Ártico!

 

Por todos esses motivos que acredito em chance de neve em Curitiba até 2030, ou seja, não ficaremos sem registrar o evento por mais 40 anos novamente. Penso que nos próximos 20 teremos pelo menos mais umas duas grandes oportunidades!

 

Fazendo uso das palavras do nobre amigo, tempos interessantes!

 

Flavio,

 

Apesar de ser discussão de ENSO,

 

Aqui temos dois aspectos:

 

I - Muitos dados indicam que os períodos de resfriamento como aquele ocorrido nas décadas 60/70 são resultados da combinação AMO e PDO {não a pdo entendida como resfriamento do Pacífico}

 

II- Regional os meus dados indicam uma média correlação entre a NAO e períodos frios no centro-sul brasileiro.

 

Voltaremos no lugar correto, é bom passar da página 3 e vc colabora muito com isso.

 

Abraços

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Me parece que o Enso e o PDO estão interligados e os dois tem atividades em periodos esperados ou definidos. Agora e o el nino e la nina..?? Tenho um padrao de intervalo ou são variaveis..?? Qdo o PDO está mais para quente me parece que o El nino ocorre com mais frequencia e o mesmo acontece com a la nina em PDO (fria)E qto ao El nino e a la nina, isto vale tb? Em termos fe intensidade e frequencia? A PDO estaria sofrendo alteração em virtude do aquecimento do Planeta ou é folclore isso.......

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Flavio,

 

Apesar de ser discussão de ENSO,

 

Aqui temos dois aspectos:

 

I - Muitos dados indicam que os períodos de resfriamento como aquele ocorrido nas décadas 60/70 são resultados da combinação AMO e PDO {não a pdo entendida como resfriamento do Pacífico}

 

II- Regional os meus dados indicam uma média correlação entre a NAO e períodos frios no centro-sul brasileiro.

 

Voltaremos no lugar correto, é bom passar da página 3 e vc colabora muito com isso.

 

Abraços

 

Combinado! Fiz esse off-topic apenas para complementar a discussão sobre os bloqueios que estavam comentando, com o intuito de fomentar o debate mesmo! Vamos continuar lá no ENSO essa proza...

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Quanto a questão da AAO favorecer polares por essas bandas do norte, também não acredito em relações diretas.

 

Primeiro porque nem sempre ao negativar ela gera eventos frios por aqui;

 

Segundo: não me parece que apenas a "negativação" da AAO favoreça a abertura do corredor polar, mas o fato de ocorrer uma queda acentuada já propicia isso. Como? Explico! Supondo que a AAO esteja marcando 3 positivo e caia rapidamente para zero; isso seria indicativo favorecedor sem negativar (e o que ocorreu do meio para o final de julho no gráfico acima). O importante não é negativar, mas cair bastante; a manutenção por longo prazo de valores negativos, aí sim, podem ser favorecedor às ondas de frio na América do Sul, porém, implicaria em produção menor de gelo polar oceânico.

 

Terceiro: obviamente que a AAO sozinha não explica todo processo, ela é apenas coadjuvante! Outros fatores como SOI, Madden-Julian, ASAS, whatever, são participantes na questão.

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Quanto a questão relativa aos bloqueios e a PDO, NAO e outros, também concordo contigo Malifi! E não a PDO relacionada a pesca do salmão na costa oeste canadense, proposto pelo Mantua...

 

Já em relação a NAO tenho pouco a comentar... só sei que esse índice tem forte relação com a Oscilação Ártica. O que tens a dizer?

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Me parece que o Enso e o PDO estão interligados e os dois tem atividades em periodos esperados ou definidos. Agora e o el nino e la nina..?? Tenho um padrao de intervalo ou são variaveis..?? Qdo o PDO está mais para quente me parece que o El nino ocorre com mais frequencia e o mesmo acontece com a la nina em PDO (fria)E qto ao El nino e a la nina, isto vale tb? Em termos fe intensidade e frequencia? A PDO estaria sofrendo alteração em virtude do aquecimento do Planeta ou é folclore isso.......

 

Em breve....

 

Essas mensagens foram transferidas para o tópico correto,

 

desculpem

 

a- Me parece que o Enso e o PDO estão interligados...SIM

 

b- os dois tem atividades em períodos esperados ou definidos.....No atacado...SIM.

 

c- Agora e o el nino e la nina..??......são consequências direta das condições das regiões marcadamente Niño 3.4

 

d-Tenho um padrão de intervalo ou são variaveis..?? No atacado há padrão 25/30 anos para PDO e 3,5 anos para ENSO....No varejo não há padrão.

 

e- Qdo o PDO está mais para quente.....PDO não é mais quente nem mais fria. PDO não trata de anomalias....PDO trata da distribuição de anomalias. Assim; para a mesma anomalia total no Pacífico Extratropical Norte é possível ter PDO positiva ou PDO negativa. [Alguns cometem esse erro grosseiro]

 

f- E qto ao El nino e a la nina, isto vale tb? sim PDO + > El Niño.....,....PDO - > La Niña.

 

g- Em termos de intensidade e frequência?.....Intensidade....NÃO.......Frequência...SIM

 

h-....ou é folclore isso.....Folclore, acabei de inventar o saci-pererê australiano [ é branco, tem duas pernas, fala inglês, tem olhos azuis mas usa boné okley vermelho]

 

Abraços

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Um segundinho,

 

perguntaram sobre o gelo no polo sul.

 

e o Mar de Weddell,

 

Está é fácil.....sem dúvida embaixo daquela montanha de gelo, resumindo..sumiu.

 

2r7oxhc.png

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Essa imagem é real e atual Mafili ? Impressionante , seria possivel uma ligaçao entre o sul da America do Sul e o Polo Sul por meio do congelamento ?????

 

Relaxa william, possibilidade zero! A escala do mapa dá impressão que é perto, mas é longe pra car.... :laugh: :laugh: :laugh:

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Essa imagem é real e atual Mafili ? Impressionante , seria possivel uma ligaçao entre o sul da America do Sul e o Polo Sul por meio do congelamento ?????

 

Relaxa william, possibilidade zero! A escala do mapa dá impressão que é perto, mas é longe pra car.... :laugh: :laugh: :laugh:

 

Pois é, ainda mais que bem naquela região, entre o gelo antártico e a Am. do Sul, o mar é extremamente profundo!

 

Artur, em alguns anos o Mar de Weddel fica bastante congelado, com muito gelo na superfície. Esse ano parece estar acima do normal hein!

O Mafili podia confirmar pra nós!!!

 

Aôôô Mafili... :mosking:

 

Sds.

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Pois é, ainda mais que bem naquela região, entre o gelo antártico e a Am. do Sul, o mar é extremamente profundo!

 

Artur, em alguns anos o Mar de Weddel fica bastante congelado, com muito gelo na superfície. Esse ano parece estar acima do normal hein!

O Mafili podia confirmar pra nós!!!

 

Aôôô Mafili... :mosking:

 

Sds.

 

Silvio,

 

O enrosco vem no degelo eventualmente alimenta as massas polares na primavera.

 

10nz77a.png

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Percebam no gráfico acima postado pelo Malifi que o gelo oceânico da Antártica está a dois anos seguidos acima da média!

 

William, outro motivo para o gelo não "colar" na América do Sul é a grande turbulência na região do círculo polar, nosso cinturão de baixas!

 

Para ocorrer a conexão o mar teria que ficar muito calmo no local ou o gelo crescer a ritmos de glaciação (e a temperatura local cair bastante)!

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Vendo o CFS, ao longo desse mês de Agosto, me parece haver uma tendência de condições cada vez maiores de bloqueios atmosféricos ou algo do gênero sobre o Sudeste ao longo de Setembro, com anomalias positivas de Altura em 700z. Tsc, Tsc!

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Rodolfo, infelizmente bloqueios fazem parte da nossa climatologia entre agosto e outubro T.T

 

Vinicius, peço que se atente que este ano já teve um belo inverno, tradicionalmente para o sudeste os bloqueios já começariam em Julho, e o que vimos até o momento foram 2 bloqueios no inverno todo, um em junho (o maior do ano até agora) e outro no inicio de julho. Depois disso, nenhum bloqueio! O negócio é torcer pra coisa certa, bloqueio quando deve ter e chuva quando deve ser a hora. Agora é hora felizmente dos bloqueios darem a cara, como tem de ser todo ano e era no passado.

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E a queda recente pode render um Setembro "diferente":

 

aao.obs.gif

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