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Brasil Abaixo de Zero
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Aldo Santos

Mirante de Santana - São Paulo-SP

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2h81ssm.jpg

Localização.

Como se pode ver, a estação do INMET em Sampa está numa área totalmente urbanizada.

 

 

I0fqscw.jpg

A estação do INMET no Mirante de Santana, em Sampa, olhando-se para oeste.

O centro da cidade está mais ou menos na direção da árvore à esquerda, na foto.

 

9ZLdBFN.jpg

Idem

 

M4FABeI.jpg

Olhando-se para o sul

 

fbUXEqh.jpg

Vista parcial da praça onde se localiza a estação do Mirante

 

P2bqGtj.jpg

Nesta foto dá para ver que a estação (Às costas do fotógrafo, eu :laugh: ) está num topo.

É uma bela ladeira que sai do lado oeste da praça.

 

aByNYpk.jpg

Aspecto das casas em volta da praça onde se localiza a estação.

É o lado oposto (Leste) ao da ladeira da foto acima.

 

mRgj2MK.jpg

Outro ângulo da praça, com a estação ao fundo.

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Observando-se as fotos, a conclusão é que o INMET necessita urgentemente de trocar

o local da estação. Não dá mais pra continuar onde está. Vejam, tem até uma academia

ao ar livre bem próxima do abrigo!

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Eu costumo tentar entender os diversos pontos de vista, mas com sinceridade mover a estação do Mirante do Santana seria um absurdo, é uma das raras estações do Inmet do Brasil que está no mesmo lugar há décadas e permitiu acompanhar muito bem a mudança do clima na região, representa adequadamente dentro das limitações de uma estação (que no fim não passa de um ponto) as áreas urbanizadas da cidade.

 

Eu sei que tem muita gente que, levando em conta unicamente o próprio gosto, acha que uma cidade do tamanho de São Paulo deve ter sua estação principal no meio do mato (vide CGE Capela do Socorro) para registrar mínima sub-10ºC 100 dias por ano, mas a estação do Mirante do Santana é importantíssima por permanecer no mesmo lugar há tanto tempo e a urbanização ao redor está dentro do esperado para uma estação urbana da maior metrópole da América do Sul (uma agradável praça num bairro residencial, nada demais), inclusive existem lugares (e não são poucos) ainda mais quentes no meio da formidável ilha de calor paulistana, em junho de 2011 por exemplo quando fez 6,1ºC no Mirante teve estação do CGE que parou na casa dos 8ºC no miolo da cidade.

 

O fato de ficar em topo também está longe de ser um problema, afinal a estação registra melhor os ventos e o topo representa com mais exatidão o comportamento da atmosfera, o objetivo do Inmet não é procurar as menores mínimas dentro das cidades, e nem deveria ser, isto é para aficionados (e nada contra).

 

O maior dano de trocar a estação de lugar seria ter que começar do zero uma nova série e sem parâmetros para comparação, realmente não faz sentido algum fazer isso já que são Paulo conta com uma ótima estação em um parque urbano (USP) e com estações não profissionais espalhadas desde o meio da ilha de calor até dentro de um matagal pelo CGE. Seria ótimo se tivéssemos ainda mais estações, mas que não cometam a estupidez de encerrar as observações no Mirante após 70 anos.

 

Para quem acha esta bucólica pracinha de bairro um absurdo, vejam as fotos das estações de Melbourne (1) e Tucson University (2), ou ainda procure no site das convencionais do Inmet onde fica o abrigo da convencional do Rio de Janeiro.

 

1 - download1.jpg

free jpeg images

 

2 - download2.jpg

image url upload

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Em hipotese nenhuma tem que mudar a estação de lugar..e jogar toda uma serie fora..!! Apesar que Santana estar n Zona Norte não considero um bairro quente na capital. Morei por 25 nos na Zona Norte de SP e tenho muitas lembranças com ver o termometro do Shopping Center Norte marcar 3 graus..

 

Concordo com o Aldo..estas estações do CGE tem dados duvidosos...algumas estação como Mooca, Lapa, Sto Amaro, Butanta, penso que estão dentro da normalidade...Mas Capela do Socorro e S Mateus penso que há alguma coisa errada.

 

Das quentes, posso dizer que a Mooca e Lapa lideram...E mesmo que tivesse uma estação na AV Paulista nos seus 818m de altitude, ela ficaria no grupo das quentes , o Mirante no Grupo intermediario e Tremembé, Parelheiros nas frias...

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1. No caso da "academia", a prefeitura de Sampa está colocando esses aparelhos em várias praças da cidade, não é só no Mirante.

A praça em questão (Praça Vaz Guaçu) é o ponto de lazer da vizinhança. Embora esteja a 4 ou 5 quadras de ruas comerciais movimentadas, o local é tranquilo.

Apenas como dado curioso, há uma estação do metrô a 5 quadras da estação do Mirante (Estação Jardim São Paulo, linha norte-sul, azul).

Como a rede de metrô de Sampa é ridiculamente pequena, dá para ver que a estação é bem próxima do centro.

 

2. Concordo que a mudança da estação implica na perda de uma série de dados de 70 anos. Também acho que deveria ficar lá.

Porém, o problema é o crescimento desordenado de nossas cidades.

Já existem 2 prédios de apartamentos (15 a 20 andares) a 2 quadras de distância.

Sou leigo mas acho que, se continuar assim, a estação vai ficar inviabilizada no futuro, porque os prédios vão interferir nos ventos de N, NO e NE.

Para os lados sul, oeste e leste não há tanto problema porque há um desnível de cerca de 20, 30, 40 m (Dependendo do lado) até a rua mais próxima.

 

3. Sampa tem a estação do IAG que, embora também sofra os efeitos da urbanização, fica num parque de 5,5 km² (550 hectares).

É o Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (Nome oficial), conhecido popularmente por Parque do Estado (Nome antigo) ou parque da Água Funda (Bairro onde está), onde também ficam o Jardim Zoológico e o Jardim Botânico.

 

4. Há outro problema.

O município de Sampa tem zona rural (Pode parecer incrível para a maioria :sarcastic: mas é verdade) além de toda a região metropolitana, onde se planta grande quantidade de verduras e hortaliças.

Se um sujeito for plantar alguma coisa sensível ao frio e for se basear nas mínimas do Mirante, estará lascado. :negative:

Por isso, acho que seria interessante outra estação do INMET numa região mais rural de Sampa ou da RM.

 

5. O ideal seria as estações do CGE serem instaladas obedecendo a condições técnicas mínimas, como aquelas de vários colegas do BAZ.

Aí sim teríamos uma boa idéia (Confiável) do clima de toda a cidade.

 

6. A localização da convencional de Belo Horizonte é, acho eu, bem pior que a do Mirante.

Ela fica ao lado da sede do 5º DISME, no cruzamento Av. do Contorno x av. Raja Gabaglia, no centro de BH.

Vocês podem ver pelo Google Maps e o Street View.

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A estação pode até ficar onde está, mas deveria haver uma outra numa região não-urbanizada,

justamente para termos uma comparação dos dados, do quanto a urbanização tem feito a

diferença.

 

Vocês poderiam falar das automáticas próximas ao Mirante, mas elas estão instaladas há pouco tempo.

Os técnicos do INMET deveriam ter considerado a possibilidade de duas convencionais na maior cidade

do hemisfério sul. Ao menos nas maiores cidades e com maiores variações de microclima, seria interessante

se houvesse mais de 1 estação oficial. São Paulo ainda tem a sorte de ter uma do governo federal e outra

do estado. Mas deveria ter outras....minha opinião.

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A estação do INMET-Juiz de Fora mudou de lugar em 1973. A explicação dessa mudança, pelo

que meu professor de climatologia me disse na época, era que a urbanização já estava atrapalhando

os dados no antigo local. Mas, se a estação daqui foi transferida por este motivo, o que dirá da

paulistana? Por isso eu acho que o verdadeiro motivo é que o local atual é um super topo, com

bons dados de ventos. O INMET se interessa mais pelos ventos que pela temperatura.

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A estação pode até ficar onde está, mas deveria haver uma outra numa região não-urbanizada,

justamente para termos uma comparação dos dados, do quanto a urbanização tem feito a

diferença.

Totalmente de acordo.

Pelo menos mais uma, como eu disse acima.

 

Existia a do Horto Florestal, sobre a qual já comentei várias vezes aqui, e que foi desativada... :sad:

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De fato existe esta visão equivocada entre alguns climatologistas de que qualquer efeito de urbanização sobre uma estação é indesejável, mas esta visão é totalmente anacrônica, não há como defender que a estação meteorológica principal de uma grande metrópole fique numa área onde os efeitos da urbanização são mínimos, é como defender que o clima de áreas densamente urbanizadas (para onde uma parcela cada vez maior da população mundial está se mudando, sem entrar no mérito se isto é bom ou não) não deve ser monitorado, realmente um absurdo sequer pensar nisso.

 

Agora, defender que eixstam mais estações eu também defendo, inclusive em áreas rurais aqui da região, acho que a da Capela do Socorro apesar de não ser profissional (também olho dados do CGE mais por curiosidade, é outro nível para Inmet/IAG) é um exemplo, pela foto que o Troyano colocou fica no meio de um matagal e ainda tem drenagem de ar frio, vale por curiosidade e uma estação profissional ali também seria válida mas num terreno mais limpo.

 

A estação de Belo Horizonte é a que mais aproxima da foto de Melbourne que coloquei, nestes casos eu já sou contra colocar o sensor de temperatura do lado de uma avenida movimentada, mas considero a do Rio pior ainda pois nem gramado tem e todo o calor absorvido pela construção influencia o abrigo (e Tucson também outra tristeza em cima do asfalto e com o calor dos carros estacionados ao sol).

 

Quando a automática do Mirante começou a funcionar no mesmo lugar da convencional eu também fui contra, logo pensei que era um desperdício, mas hoje entendo o valor desta decisão, além de servir para controlar melhor a qualidade dos dados (teria servido para esclarecer as inconsistências nas mínimas em 1994 e nas máximas em 1999, entre outras), ainda está sendo a salvação agora que as máximas da convencional misteriosamente deixaram de ser divulgadas (desde 31/03), e está impedindo a formação de um buraco na série.

 

A automática de Barueri foi um avanço, de longe parece mais uma estação em área urbanizada mas basta dar o zoom e ver que está numa grande área verde ainda que cercada por urbanização (certamente a cidade de Barueri é mais quente que a estação, principalmente à noite), mas que venham mais estações, só não dá é para fechar a mais antiga e perder toda uma referência, é dar um tiro no pé.

 

Infelizmente o Inmet tem muitas limitações, entre os absurdos está o fato de que o litoral paulista só contar com uma estação automática (Iguape, nem conto Moela que vive com problemas) e não ter nenhuma estação convencional do instituto, então se quisermos mais estações na grande SP terá que ser por outros caminhos.

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Quando a automática do Mirante começou a funcionar no mesmo lugar da convencional eu também fui contra, logo pensei que era um desperdício, mas hoje entendo o valor desta decisão, além de servir para controlar melhor a qualidade dos dados (teria servido para esclarecer as inconsistências nas mínimas em 1994 e nas máximas em 1999, entre outras), ainda está sendo a salvação agora que as máximas da convencional misteriosamente deixaram de ser divulgadas (desde 31/03), e está impedindo a formação de um buraco na série.

Não duvido que seja problema com o termômetro de máxima.

 

Se for mesmo, será que é tão difícil substituir aqui em São Paulo?

 

A convencional de São Simão-SP, próxima a Ribeirão Preto, está sem registrar mínimas desde julho de 2012.

E lá não tem automática.

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Seja qual for o motivo é injustificável estar sem dados desde o dia 31/03, ainda mais num lugar como SP, ainda tenho pequena esperança que por algum erro as máximas só não estejam sendo divulgadas no site, mas só quando atualizarem o BDMEP vai dar para saber.

 

Apesar de tudo, eu não sou contra mudar o lugar de uma estação em casos extremos, como quando a cidade sufoca totalmente a estação a ponto de fontes artificiais de calor ficarem ao lado dos sensores de temperatura (caso de Melbourne por exemplo), talvez seja até o de Juiz de Fora, mas em SP não chegou a este ponto ainda, e tomara que não chegue.

 

Imaginem uma estação no meio de um vão cercada por prédios de 30/50 andares, o vento e a insolação vão à zero e amplitude térmica cai para menos da metade (recordes nunca mais), aí também deixa de fazer sentido a estação.

:hang1:

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Se a estação do INMET daqui continuasse no mesmo lugar nos dias de hoje, ela sofreria influência da segunda principal avenida da cidade, a Av. Brasil,

e de várias fábricas que se instalaram próximas ao antigo local. Creio eu que os dados sairiam distorcidos. A estação do Mirante ainda tem um verde

ao redor, no caso daqui ficaria parecido com a estação de BH. Não entendo porque eles não mudaram de lugar a convencional da capital...

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Ual! Belas Fotos do Mirante Aldo! Parabens! Só vi agora!

 

Concordo com as opiniões. Acho que a estação do Mirante não deve ser movida de lugar, até pq ficaria sem nexo, para comparar os dados atuais com o do passado. Agora levemos em conta que em 1945, quando começou o Mirante, São Paulo tinha entre 1 e 2 milhões de habitantes. Hoje passamos pra mais de 11 milhões. Ninguem imaginava esse booom demográfico.

 

Embora o INMET não tenha mais de uma estação, São Paulo (cidade) como todos aqui sabem é bem servida de estações, graças a Prefeitura via CGE (ao menos nisso eles tão bem), sendo ao todo mais de 20 estações em todos os pontos da cidade permitindo todos nós acompanharmos os microclimas da cidade.

 

Num termo geral em estações, dá pra citar as quase 100 estações Pluviométricas/Fluviométricas espalhadas pelos leitos dos rios da Capital/RMSP coordenadas pelo SAISP/CGE, como a da foto embaixo na Avenida Aricanduva, mais as estaçoes dos usuários no Wunderground, da Cetesb (meteorologica e de qualidade do ar) e por aí vai.

 

1tr4.png

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2h81ssm.jpg

Localização.

Coimo se pode ver, a estação do INMET em Sampa está numa área totalmente urbanizada.

 

Foto aerea do mesmo local em 1958... a estação está marcada por um círculo vermelho:

 

santana.jpg

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Interessante, Evandro.

 

Só agora que eu vi este teu post.

 

Pode-se ver que o local já tinha certa urbanização em 1958 mas muito longe da situação atual.

 

No extremo direito da foto de 1958, na metade superior, dá para ver um pequeno trecho, em curva, da linha do antigo trem da Cantareira, ramal de Guarulhos, imortalizado na música de Adoniram Barbosa: "Trem das Onze".

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As menores temperaturas da estação do Mirante de Santana, S.Paulo-SP

 

-2,1°C (02/8/1955)

0,8ºC (09/08/1948)

0,8°C (10/07/1994)

1,2°C (01/06/1979)

1,2°C (26/06/1994)

1,5ºC (01/08/1955)

1,5°C (18/07/1975)

1,9°C (12/07/1965)

2,0°C (27/06/1994)

2,0°C (09/07/1994)

2,1°C (22/07/1946)

2,2°C (08/07/1956)

2,2°C (31/05/1979)

2,8°C (04/06/1946)

2,8°C (30/07/1990)

2,8°C (09/07/1994)

3,1°C (06/07/1951)

3,1°C (25/07/1951)

3,1°C (13/07/1965)

3,1°C (11/07/1969)

3,2°C (19/07/1975)

3,2°C (???/07/1960)

3,2°C (18/07/1979)

3,3°C (09/06/1957)

3,3°C (21/07/1957)

3,4°C (27/08/1984)

3,5°C (04/09/1964)

3,5°C (21/08/1965)

3,5°C (13/06/2016)

3,6°C (12/07/1950)

3,6°C (25/08/1962)

3,7°C (29/05/1974)

3,7°C (21/07/1981)

 

 

Mínimas registradas nas ondas de frio de 1955, 75, 79, 94, 2000, 11 e 16 no Mirante de Santana

 

1955

-2,1°C = 2/8/1955

 

1975

1,5°C = 18/7/1975

 

1979

1,2°C = 1º/6/1979

 

1994

0,8°C = 10/7/1994

 

2000

4,1°C = 18/7/2000

 

2011

6,0°C = 4/8/2011

 

2016

3,5°C = 13/6/2016

 

Fonte: Aldo Santos, INMET e Rodolfo Alves

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Temperaturas registradas às 15h00 nas ondas de frio de 1975, 79, 88 e 2013 no Mirante de Santana-SP

 

 

1975

10,0°C = 18/7/1975

 

1979

9,2°C = 31/5/1979

 

1988

7,3°C = 12/7/1988

 

2013

8,6°C = 24/7/2013

 

Fonte: Aldo Santos e INMET

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Essa mínima de -02,1ºC se destaca tanto em relação às outras...essa MP foi tão especial assim no estado de SP ?

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Essa mínima de -02,1ºC se destaca tanto em relação às outras...essa MP foi tão especial assim no estado de SP ?

 

Foi aquela onda de frio de 1955, que foi discutida no tópico:

 

A super onda de frio do inverno de 1955

viewtopic.php?f=165&t=16152

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Mais alguns dados de frio no Mirante:

 

OCORRÊNCIA DE VARIÁVEIS ENTRE 1980-2014 (Pesquisa feita por mim, com base no arquivo do INMET):

Ocorrências Mínimas Sub-10 no Mirante:

520 ocorrências entre 1980-2014 de mínimas Sub10, com a maior parte delas (35%) ocorrendo em Julho durante esse período.

7HnHrwC.png

 

Ocorrências de Mínimas entre 10 e 13ºC no Mirante:

A0iCfs3.png

 

Ocorrências de Máximas Sub 17 no Mirante:

R8LWvJD.png

 

 

 

==============================================================================================

 

MENORES TEMPERATURAS MENSAIS NO MIRANTE DE SANTANA:

Fonte: Tempo e Clima/INMET

Janeiro: 10,2ºC (21/1/1952)

 

Fevereiro: 11,1ºC (10/2/1949)

 

Março: 11,0ºC (23/3/1950)

 

Abril: 6,0ºC (20/4/1951)

 

Maio: 2,2ºC ( 31/5/1979)

 

Junho: 1,2ºC (01/07/1979; 26/07/1994)

 

Julho: 0,8ºC (10/07/1994)

 

Agosto: -2,1ºC ( 2/8/1955)

 

Setembro: 2,3ºC (15/9/1943)

 

Outubro: 4,3ºC ( 13/10/1947)

 

Novembro: 7,1ºC (02/11/1949)

 

Dezembro: 9,4ºC (14/12/1951)

 

=============================================================================

 

Menores Temperaturas Anuais no Mirante de Santana:

(Fonte: Tempo e Clima/INMET)

 

1943 mín 2,3ºC dia 15/09

1944 Sem Dados

 

1945 mín 4,0ºC dia 02/05

 

1946 mín 2,1ºC dia 22/07

 

1947 mín 4,3ºC dia 13/10

 

1948 mín 0,8ºC dia 09/08

 

1949 mín 5,3ºC dia 14/05,

 

1950 mín 3,6ºC dia 12/07

 

1951 mín 3,1ºC dias 06 e 25/07

 

1952 mín 4,1ºC dia 19/07

 

 

1953 Sem Dados

 

1954 mín 6,6ºC dia 30/08

 

 

1955 mín -2,1ºC dia 02/08

 

 

1956 mín 2,2ºC dia 08/07

 

 

1957 mín 3,3ºC dias 09/06 e 21/07

 

 

1958 mín 6,2ºC dias 22 e 24/07

 

 

1959 mín 4,6ºC dia 09/06

 

 

1960 mín 3,2ºC julho

 

1961 mín 8,5ºC dia 15/06

 

1962 mín 3,6ºC dia 25/08

 

1963 mín 4,8ºC dia 06/08

 

1964 mín 3,5ºC dia 04/09

 

1965 mín 1,9ºC 12/07

 

1966 mín 5,2ºC dia 07/08

 

1967 mín 4,6ºC dia 09/06

 

1968 mín 3,9ºC dia 18/05

 

1969 mín 3,1ºC dia 11/07

 

1970 mín 5,9ºC dia 03/07

 

1971 mín 4,7ºC dia 07/07

 

1972 mín 4,0ºC dia 11/07

 

1973 mín 5,9ºC dias 13/05 20/06

 

1974 mín 3,7ºC dia 29/05

 

1975 mín 1,5ºC dia 18/07

 

1976 mín 5,2ºC dia 16/08

 

1977 mín 6,9ºC dia 17/05

 

1978 mín 4,0ºC dia 15/08

 

1979 mín 1,2ºC dia 01/06

 

 

1980 mín 6,5ºC dia 23/09

 

 

1981 mín 3,7ºC dia 21/07

 

 

1982 mín 8,7ºC dia 31/07

 

 

1983 mín 5,4ºC dia 06/08

 

 

1984 mín 3,4ºC dia 27/08

 

 

1985 mín 5,2ºC dia 08/06

 

 

1986 mín 8,2ºC dia 09/07

 

 

1987 mín 5,2ºC dia 08/08

 

 

1988 mín 4,2ºC dia 06/06

 

 

1989 mín 6,2ºC dia 10/05

 

 

1990 mín 2,8ºC dia 30/07

 

 

1991 mín 6,4ºC dia 02/08

 

 

1992 mín 7,9ºC dia 26/08

 

 

1993 mín 4,4ºC dia 01/08

 

 

1994 mín 0,8ºC dia 10/07,

 

 

1995 mín 9,6ºC dia 05/08 e 05/09,

 

 

1996 mín 7,5ºC dia 22/07,

 

 

1997 mín 5º0C dia 09/06,

 

 

1998 mín 9,3ºC dia 17/07

 

 

1999 mín 5,4ºC dia 16/08

 

 

2000 mín 4,1ºC dia 18/07

 

 

2001 mín 5,6ºC dia 29/07

 

 

2002 mín 5,7ºC dia 03/09

 

 

2003 mín 5,9ºC dia18/08

 

 

2004 mín 6,8ºC dia 09/08

 

 

2005 mín 9,4ºC dia 09/07

 

 

2006 mín 6,2ºC dia 06/09

 

 

2007 mín 6,4ºC dia 30/07

 

 

2008 mín 8,3ºC dia 17/06

 

 

2009 mín 7,7ºC dia 04/06

 

2010 mín 8,5ºC dia 15/08

 

2011 mín 6,0ºC dia 04/08

 

2012 mín 8,7ºC dia 27/09

 

2013 mín 5,2ºC dia 24/07

 

2014: mín 9,0ºC dia 14/08

 

2015: mín 10,6ºC dia 27/06 (Primeira vez que não se registra uma Sub10)

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Mínimas registradas em 1º de junho de 1979, na cidade de São Paulo:

 

-1,8°C São Paulo-SP (Horto) 1º/6/1979

-0,2°C São Paulo-SP (IAG) 1º/6/1979

+1,2°C São Paulo-SP (Mirante) 1º/6/1979

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Bela lista, Rodolfo.

 

Eu achava que a mínima de 1983, tinha sido uns 9 graus, por que naquela época , estava sob domínio de El Niño muito forte.

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Valeu, Rodolfo... essa lista só confirma o que eu senti: o frio de 1994 foi bem mais punk comparado com 2000.

 

1990 também foi um ano show.

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Em 1990 e 1994 geou aqui no meu bairro (Tucuruvi), zona norte de Sampa.

Telhados e tetos de carros estacionados na rua ficaram brancos.

 

Em 2000, não.

 

Para mim, em 1994 fez bem mais frio do que em 2000, aqui na capital paulista.

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