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Brasil Abaixo de Zero

Mafili

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  1. Well, La Niña chegou a ser oficial por seis médias trimestrais contínuas. A região Nino 3.4 se mantém negativa desde Agosto de 2017 até a semana passada. E nesse período aconteceu quase de tudo um pouco, exceto frio que foi pouco quando se espera muito. Por outro lado o Atlântico Sul entre 20 S : 35S e 60W : 30W apresentou variações no período das várias modalidades de quente (entre o morno e o fervente) Quanto ao futuro de ENSO, apesar da cortina de imprevisibilidade da primavera (nosso outono: Aliás, alguns modelos do recente Abril em nada diferem do modelos para o futuro Outubro). Ah! ENSO ! Não indicação de um retorno a La Niña momento a tendência é um NEUTRO na entrada do inverno e a saída NEUTRO QUENTE. Torcer por longos períodos de AAO negativa, que certamente aumenta o número de ciclones extratropicais, que certamente aumenta a nebulosidade, que certamente vai aumentar a reclamação da MMM, no entanto, vai provocar um resfriamento no Atlântico Sul o que talvez ajeite as coisas para Julho. Junho já deve estar no radar da maioria dos Bazianos até as mais distantes rodadas. A sorte está lançada. Abraços
  2. Felizmente terminamos o inverno no hemisfério Norte em um agora oficial La Niña. Agora o período de imprevisibilidade da Primavera. Onde faz sentido algumas coisas pertinentes. Ondas de leste + La Niña equilibraram as chuvas em partes do Nordeste. A Amazônia do Norte com chuvas significativas. Alguma estiagem abaixo do trópico de Capricórnio mais ao interior. Aparentemente observo uma tendência a estação seca prematura para minhas bandas. No aguardo
  3. TSM 1° NOAA ("Reynolds") OI v2 SST O usual é utilizar desde 1982 apesar do início em setembro de 1981 com resolução de 1/4 de graus O texto abaixo de autoria de Richard Reynolds responsável inicial pelo projeto. Considerando que satélite não é ônibus espacial (isso é importante? Talvez). Esse satélites estão em órbitas polares como não podemos assegurar que passe sobre o mesmo local no mesmo horário....Assim os auxílio de boias, navios e demais pontos de observações são importantes para os ajustes. Uma ideia geral Two daily sea surface temperature (SST) analysis products have been developed using optimum interpolation (OI). Both products have a spatial grid resolution of 1/4°. One product uses Advanced Very High Resolution Radiometer (AVHRR) infrared satellite SST data. The other uses AVHRR and Advanced Microwave Scanning Radiometer (AMSR) on the NASA Earth Observing System satellite SST data. Both products also use in situ data from ships and buoys and include a large-scale adjustment of satellite biases with respect to the in situ data. The in situ and corrected satellite data are analyzed using an OI procedure. The correlation scales range from 50-200 km with smaller scales in higher latitudes (especially in western boundary current regions) and larger scales in the tropics. Because of AMSR's near all-weather coverage, there is an increase in OI signal variance when AMSR is added to AVHRR. The temporal smoothing also includes additional smoothing of the bias corrections which tend to be noisy due to limited in situ observations. In addition, ship SSTs are corrected relative to the buoy SSTs by subtracting 0.14°C from all ship observations before they are used to bias correct the satellite data. Thus, all observations are bias corrected with respect to buoy SSTs and there are no corrections to foundation temperature.
  4. Gráfico anomalias Atlântico Sul Região Latitude 25 S 35 S Longitude: Da Costa até 30W Sem muita paciência para editar o gráfico. Devido a falta de interesse. Período de janeiro de 2016 até janeiro de 2018. Esse dados eram ''escondidos'', porém públicos e semanais em algum protocolo FTP. Como muita gente boa fazia um excelente trabalho agora continua pública com atualização mensal atrasada. Por falta de edição não dá para ressaltar que as anomalias ficaram positivas na grande parte do período e os períodos negativos foram poucos e fracos. Observem que no meu entendimento os dados devem ser revistos. Fica evidente um comportamento periódico (ao menos nesses 25 meses) o suficiente para deixar um elefante atrás da orelha. Em todo caso que o aquecimento do verão não conduza a anomalias persistentes e constantes.
  5. Gráfico anomalias Atlântico Sul Região Latitude 25 S 35 S Longitude: Da Costa até 30W Sem muita paciência para editar o gráfico. Devido a falta de interesse. Período de janeiro de 2016 até janeiro de 2018. Esse dados eram ''escondidos'', porém públicos e semanais em algum protocolo FTP. Como muita gente boa fazia um excelente trabalho agora continua pública com atualização mensal atrasada. Por falta de edição não dá para ressaltar que as anomalias ficaram positivas na grande parte do período e os períodos negativos foram poucos e fracos. Observem que no meu entendimento os dados devem ser revistos. Fica evidente um comportamento periódico (ao menos nesses 25 meses) o suficiente para deixar um elefante atrás da orelha. Em todo caso que o aquecimento do verão não conduza a anomalias persistentes e constantes.
  6. Well, Pelas observações de hoje. a- O ocean heat upper anomalias (0-300 m) 180-100W diz que a fase resfriamento acabou b- Depende de março para que se caracterize uma OFICIAL padrão NOAA La NIña (2017/2018) Veremos: Tenho a plena convicção que sim. No entanto, melhor aguardar e observar as investigações de março. Falta pouco Abraços Tempos Interessantes
  7. Amigos, Luciano e Pachecão. Sobre inverno JJA (sul do Brasil = São Joaquim e Santa Maria). Uma vez quase apanhei por minha referência de inverno bom ou mau é Santa Maria. A minha interpretação do Padrão USA : Indica JJA acima da média com muito frio intermeado. Não considerando o exótico agosto. Junho/julho...e agora? Novamente dúvida. Abração
  8. Uma espetacular onda de Kelvin. Bagunça os prognósticos. Sim e não....alternando com talvez. No aguardo
  9. Como dizem as plumas do Europeu: Tudo é possível. Então, não é o momento de fazer quaisquer apostas. Controle os dedinhos.
  10. Resumindo; Segue o declínio da condição La NIña. Sabendo que a atividade da MJO é característica marcante dos períodos neutros da condição ENSO. Com fortes ou medianos pulsos da MJO é usual os modelos ''tropeçarem'' . Como disse certa vez uma amigo de uma empresa gaúcha do ramo. ""Atenção Radioescuta nessa condição modelos podem apresentar resultados numéricos de muita chuva e nada ou quase nada acontecer (o contrário também é válido). Não se fiem em projeções acima de 96 horas. Abração
  11. La Niña decline may be hastened by recent shift in trade winds The La Niña in the Pacific Ocean continues to decline. Sea surface temperatures in the central tropical Pacific have warmed steadily since late December, with most models forecasting La Niña will end early in the southern hemisphere autumn. El Niño–Southern Oscillation (ENSO) indicators continue to show at least some La Niña characteristics. Sea surface temperatures indicate a weak La Niña pattern, with the coolest waters concentrated in the eastern Pacific Ocean, while the Southern Oscillation Index is neutral, but weakly positive. However, a very strong pulse of the Madden-Julian Oscillation (MJO), which drove a burst of monsoonal activity over northern Australia in late January, has caused the western Pacific trade winds to weaken considerably. The rapid weakening of the trade winds may hasten the decline of La Niña. The MJO also led to above-average cloudiness at the Date Line for the first time since early September 2017. In order for 2017–18 to be classed as a La Niña year, thresholds need to be exceeded for at least three months. Four of the eight climate models surveyed by the Bureau suggest this event is likely to last at least until late summer, while a few continue the event into the southern hemisphere autumn of 2018. Typically, the strength of a La Niña event reflects the strength of its impact upon Australian climate. The current event is weak, and hence climate patterns have been significantly different from those observed in the last strong La Nina of 2010–12. Large parts of eastern Australia have been drier than average for the past two or three months, the opposite of what is typically expected during La Niña. The Indian Ocean Dipole (IOD) is currently neutral. IOD events are unable to form between December and April.
  12. EL NIÑO/OSCILACIÓN DEL SUR (ENSO por sus siglas en inglés) DISCUSIÓN DIAGNÓSTICA Emitida por el CENTRO DE PREDICCIONES CLIMÁTICAS/NCEP/NWS y el Instituto Internacional de Investigación para el Clima y la Sociedad Traducción cortesía del: NWS-WFO SAN JUAN, PUERTO RICO 11 de enero de 2018 Estatus del Sistema de alerta del ENSO: Advertencia de La Niña Sinopsis: Es probable que La Niña se extienda (entre ~80-95%) durante el invierno del Hemisferio Norte, con una transición a un ENSO-neutral, durante la primavera. La Niña continuó durante el pasado mes, según lo indica el patrón en las temperaturas por debajo del promedio en la superficie del océano (SST, por sus siglas en inglés) a través del Océano Pacífico ecuatorial (Fig. 1). El último índice semanal del Niño-3.4 fue de -0.8°C, y los índices del Niño-3 y Niño1+2 estaban en o por debajo de -1.0C durante gran parte del mes (Fig. 2). Las anomalías en la temperatura sub-superficial se debilitaron al final del mes en el Pacífico ecuatorial este-central (Fig. 3), a medida que aguas cálidas a profundidades mayores de 100 metros en el oeste del Pacífico se propagaban hacia el este de forma anómala hasta aproximadamente 140° Oeste (Fig. 4). Las condiciones atmosféricas sobre el Océano Pacífico tropical también reflejaron La Niña, con la convección suprimida cerca y al este de la Línea de Fecha Internacional y favorecida sobre el norte de Indonesia (Fig. 5). También, los vientos alisios en los niveles bajos continuaron más fuertes que el promedio sobre el oeste y el centro del Pacífico. En general, el sistema de océano y atmósfera permaneció consistente con La Niña. Casi todos los modelos del IRI/CPC predicen que La Niña persistirá durante el invierno 2017- 2018 del Hemisferio Norte (Fig. 6). Basado en las últimas observaciones y en las guías de pronósticos, los pronosticadores vaticinan que La Niña entre débil a moderada (con los valores de Niño-3.4 para 3 meses entre -0.5 ° C y -1.5 °C) está actualmente en su máximo y eventualmente se debilitará para la primavera. En resumen, es probable que La Niña (entre ~80-95%) persista durante el invierno 2017-18 del Hemisferio Norte, con una transición a ENSO-Neutral durante la primavera (oprima para obtener la probabilidad de cada resultado durante los periodos de 3-meses Consenso del Pronóstico de CPC/IRI). Se anticipa que La Niña afectará la temperatura y la precipitación en los Estados Unidos durante los próximos meses (la perspectiva estacional de 3 meses de temperatura y precipitación se actualizarán el jueves 18 de enero). Las perspectivas generalmente favorecen temperaturas por encima del promedio y precipitaciones por debajo de la media a lo largo del extremo sur de los Estados Unidos, y temperaturas por debajo del promedio y precipitaciones por encima de la media a través del extremo norte de los Estados Unidos. Esta discusión es un esfuerzo consolidado de la Administración Nacional Oceánica y Atmosférica (NOAA por sus siglas en inglés), el Servicio Nacional de Meteorología de NOAA y sus instituciones afiliadas. Las condiciones oceánicas y atmosféricas son actualizadas semanalmente en la página de Internet del Centro de Predicciones Climáticas (Condiciones actuales de El Niño/La Niña y La Discusión de Expertos). Los pronósticos para la evolución de El Niño/La Niña son actualizados mensualmente en la sección Foro de Pronóstico del Boletín de Diagnóstico Climático del Centro de Predicciones Climáticas (CPC por sus siglas en inglés). Perspectivas y análisis adicionales están disponibles en el blog del ENSO. La próxima Discusión Diagnóstica del ENSO está programada para el 8 de febrero de 2018. Para recibir una notificación por e-mail al momento en que la Discusión Diagnóstica del ENSO mensual este disponible, favor enviar un mensaje a: ncep.list.enso-update@noaa.gov. Centro de Predicciones Climá
  13. Exato. pouca esperança de JJA espetarculamente abaixo da média no Sudeste e no Sul. Vem quente com episódios de frio. Acho. Claro que ainda bem distante.
  14. Situação de La Niña passando pelo máximo e entrando em encerramento trazendo a imprevisibilidade da cortina característica da primavera. Colocando o JJA 2018 novamente sobre o manto do mistério. Uma aposta razoável: Quente, com episódios muito episódicos de frio. cherry picking: Aos apanhadores de cereja. Que chuva em Florianópolis por conta do La Niña, né. Abraços E pelo PADRÃO USA...ameno
  15. Existe uma norma burocrática para se estabelecer a condição de ENSO no critério NOAA. Tenho dúvidas (como todos) se a condição necessária será atingida. A situação corrente é de La Nina. Em postagem de Março de 2017 esse Instituto está na lista dos que fizeram a gloriosa previsão de El Nino. Tempos Interessantes Entendo essa necessidade de padronização de valores para que não aconteça de cada Instituto lançar uma nota diferente, porém certas normas deveriam ser revistas para que não haja esse engessamento entre regras x realidade. Outra área que acontece muito isso é na área da saúde, onde existe uma grande diferença entre o que é normal, e o que é saudável, principalmente exames de sangue... Querido, Beto. Sobre ENSO e exame de sangue. Paracelso foi um ''médico-cientista-alquimista-astrólogo-curiosos'' da Renascença. O espírito da modernidade rodeava as mentes. Pois, Paracelso no caso de pacientes com desânimo, fraqueza e apatia. Receitava sais de ferro (ferrugem moída). Pratica adotada até os dias de hoje para pacientes com anemia. Absolutamente correto. A lógica de Paracelso a vitalidade (no sentido de oposto a apatia) é a maior virtude de Marte deus da guerra. O planeta Marte é vermelho como o sangue. A apatia torna a pessoa um tanto amarelada. Obviamente falta Ferro para esse paciente. Lógica. Sobre: ENSO....estou dando uma olhada. (as coisas estão atrasadas por conta do grande feriado americano). Abração
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