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Brasil Abaixo de Zero

JOÃO MARCOS

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Everything posted by JOÃO MARCOS

  1. Possíveis tornados em Guarapuava em 1957 e 1965. Do livro GEOGRAFIA FÍSICA DO ESTADO DO PARANÁ. De Reinhard Maack. O autor chamava os eventos de tufão
  2. Aqui em Guarapuava eu vi geada no dia 09 de março de 1987. Foi a geada mais precoce que eu lembro.
  3. RESUMO: Aumenta-se a chance do fenômeno La Niña prolongar por 2021 ANÁLISE: Em atualização em 11 de fevereiro de 2021, a Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA) indicou 60% de chance do atual fenômeno La Niña enfraquecer a ponto de se tornar neutro durante o outono do Hemisfério Sul. Mas alguns pontos indicam que a chance do La Niña perpetuar ao longo de 2021 aumentou nas últimas semanas. A começar pela previsão da simulação americana CFSv2. A partir de meados de janeiro, ela passou a indicar uma tendência de intensificação do resfriamento a partir de março, algo que prosseguiria até pelo menos o fim de 2021. Apesar de ser uma das poucas previsões a mostrar este cenário, ela foi quem indicou mais precocemente o desenvolvimento do atual La Niña. É uma informação que não pode ser ignorada e que deverá ser monitorada mais de perto nas próximas atualizações. Corroborando com o cenário, a área de água quente no Pacífico profundo retrocedeu nos últimos meses, da linha de data para 170°E. O lento avanço desta área de água quente era um dos motivos para se acreditar no término do La Niña no decorrer de 2021. Além de tudo, embora o boletim da NOAA não tenha mencionado, mesmo com o retorno da neutralidade em meados de 2021, sua previsão probabilística aumenta a chance de retorno do La Niña a partir do trimestre agosto-setembro-outubro. Ou seja, na pior das hipóteses, mesmo que o La Niña enfraqueça e se torne neutro, a temperatura do Pacífico voltaria a resfriar no início do segundo semestre de 2021. Na realidade, é bem capaz que a chance de neutralidade diminua a cada atualização e, no fim das contas, tenhamos um Pacífico resfriado durante todo 2021. Aliás, a previsão de probabilidade de chuva do IRI (Instituto Internacional de Pesquisa para o Clima e Sociedade), da Universidade de Colúmbia, indica maior chance de chuva abaixo da média para o trimestre e fevereiro-março-abril no Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul. E no trimestre maio-junho-julho, mantém-se a maior chance de chuva abaixo da média no Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul, além de Santa Catarina. Ou seja, mesmo com uma eventual neutralidade no oceano Pacífico, a atmosfera continuará respondendo como La Niña até pelo menos o início do inverno no centro e sul do Brasil. A chance de termos os efeitos do La Niña durante todo o ano de 2021 aumentaram nas últimas semanas, o que poderá deixar o todo o inverno mais seco que o normal e atrasar o retorno da chuva da primavera no centro e sul do Brasil.
  4. Hoje acordei com um belo dia de sol em Guarapuava, coisa que não acontecia a muito tempo. Mas, o CCM no PY/Oeste do estado, já está fechando o tempo novamente.🙄
  5. Pelas minhas observações, choveu em 28 dos 31 dias de janeiro. E fevereiro começou como? Chovendo.😉
  6. Em Guarapuava a LI passou sem transtornos. Vento normal e nada de trovoadas.
  7. Feliz Natal!!!! e preparem-se para o frio do dia 04/01😁
  8. Praticamente anoiteceu em Guarapuava as 16:00hs.
  9. RESUMO: La Niña forte entre o fim da primavera e início do verão ANÁLISE: Em atualização em 12 de novembro de 2020, a Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA) aumentou a chance de um forte La Niña entre o fim da primavera e início do verão (entre novembro e janeiro). Estima-se uma temperatura pelo menos -1,5°C mais baixa que o normal na porção central equatorial, o que deixaria o fenômeno como entre os três mais intensos nos últimos 20 anos. Os outros La Niñas fortes aconteceram entre 2007 e 2010 e 2011. No decorrer do outono de 2021, o fenômeno enfraquecerá dando lugar a uma neutralidade. A seca na América do Sul chama a atenção. De acordo com a NASA, a atual seca é a segunda pior desde 2002. Perde apenas para 2015-2016 gerada por um intenso El Niño. Nos últimos seis meses, choveu pelo menos 400mm a menos que o normal entre a Colômbia e a Venezuela, na Região Sul do Brasil, nordeste da Argentina, sul da Bolívia e algumas áreas da Amazônia, como o sul e oeste do Amazonas, oeste do Acre e norte de Roraima e do Amapá. Existem duas explicações para a falta de chuva. No sul do Brasil, o fenômeno La Niña responde por uma estiagem persistente com perdas na agricultura e risco na geração de energia elétrica e abastecimento de água nas cidades. Já no norte da América do Sul, o efeito acontece pelo Atlântico Norte mais aquecido. As precipitações tropicais ficaram concentradas sobre o Hemisfério Norte, inclusive gerando uma quantidade recorde de furacões neste ano. Com a manutenção do La Niña, as previsões indicam chuva inferior à média no Centro e Sul do Brasil no trimestre novembro-dezembro-janeiro, área que compreende toda a Região Sul e partes de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Além disso, também há previsão de chuva inferior ao normal no Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile. Mais ao norte, predominará a sazonalidade, ou seja, a chuva. A chance é de uma precipitação acima da média no Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Mato Grosso e boa parte da Região Norte. A chuva acima da média também acontecerá na área mais extensa com estiagem da América do Sul, entre a Colômbia e Venezuela. Por fim, voltando para o Brasil, no norte do Nordeste e litoral da Região Norte, ou seja, desde o Rio Grande do Sul até o Amapá, o trimestre será menos chuvoso que o normal. Para a temperatura, chama-se a atenção para um fim de primavera e início de verão mais quentes que o normal em Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Paraguai, Argentina, Uruguai e Chile. Por outro lado, na maior parte do Brasil, a temperatura ficará próxima da média. Entre o leste de São Paulo e o sul da Bahia, o trimestre promete até mesmo ser um pouco menos quente que a média histórica, assinatura típica do La Niña.
  10. UMA PANCADA DE CHUVA BEM LOCALIZADA NESSE MOMENTO.
  11. Preparem-se para o frio do dia 1º de novembro, Inclusive com GEADA!!!😁
  12. Além da temperatura amena, um dia de céu azul e límpido como a muito não víamos!
  13. Adeus onda de calor. Não deixará saudades!
  14. Chuva abençoada! Ontem neste horário tínhamos 33°C.
  15. Depois da boa chuva de 60mm do sábado, tivemos uma noite de sábado e domingo fresquinhos, agora já "trintamos" novamente(30,8ºC as 15:00 hs).
  16. Chove forte em Guarapuava. Núcleo se formou exatamente sobre a cidade.
  17. Para os padrões de Guarapuava tá fervendo
  18. Felizmente temos muitas nuvens se formando, senão iríamos a 33, 34 hoje. Espero que não chegue a tanto.
  19. Simepar prevendo 37°C pra sexta-feira. Se acontecer bate o recorde histórico de novembro de 1985.
  20. Litoral do Paraná também está mais fresco. Paranaguá está 24,9ºC nesse momento.
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