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Brasil Abaixo de Zero

klinsmannrdesouza

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  1. Penso que a urbanização de Salvador atrapalha um pouco o registro de mínimas mais baixas, coisa que Natal não sofre tanto (Salvador tem mais de 2 milhões de habitantes sem a região metropolitana enquanto Natal tem pouco mais de 800 mil).
  2. 1999 não foi um ano sem inverno, o frio intenso chegou já em abril pra muitas áreas do país, maio e junho foram dentro da média nas temperaturas, julho foi morno e agosto houve uma onda de frio que chegou até a linha do Equador. No geral, foi mediano para os padrões atuais, sem quedas extremas de temperatura de um dia para o outro e sem picos intensos de calor entre uma frente fria e outra.
  3. Por estas previsões a estação chuvosa no Brasil (outubro-março) será muito próxima da normalidade com um atraso no início das chuvas, principalmente no Norte e Nordeste ( o que em tese já está acontecendo); as águas do Pacífico equatorial estarão levemente mais aquecidas que o normal, porém não teremos el nino atuando. Isso pode ser positivo por um lado, pois aumenta a chance de todo o país receber chuvas intensas sem prejuízo para nenhuma região, por outro lado as chuvas podem ser irregulares, ou seja, chover muito num determinado período e ficar muitos dias sob atuação do ar mais seco.
  4. cruzes, el nino não, significa enchentes devastadoras no Sul e seca severa no Nordeste!
  5. klinsmannrdesouza

    Mapas das Temperaturas Media dos Continentes(janeiro -julho)

    As médias térmicas na África costumam ser mais baixas no inverno na porção sul do continente, enquanto no norte os verões são muito mais quentes.
  6. Estranho o fato de que este mapa indica ventos soprando de sul inclusive no MS; os indicativos são de que essa frente fria passará apenas no interior do Sul e litoral.
  7. Concordo, mesmo que tenhamos um mês de setembro muito quente não devemos esquecer que tivemos bons episódios de frio democrático este ano, e o mais importante é que coincidiram com os meses de menor insolação.
  8. Na situação de Goiânia, temperaturas superiores a 35 graus são normais em picos de calor nos meses de agosto e setembro, a altitude superior a 700 metros suaviza um pouco o clima impedindo que ocorram máximas de 38 ou mais, que são comuns no Brasil Central. O valor absoluto de 40.1C aconteceu numa onda de calor extrema, de caráter histórico, aumentado pela ilha de calor urbana da cidade.
  9. Você não entendeu o que eu disse, então vou destrinchar claramente: 35, 36 graus são temperaturas corriqueiras para Goiânia nos meses mais quentes do ano dadas as condições típicas de tropicalidade, com estação seca definida aliada com a ocorrência de bloqueios atmosféricos quentes e secos. 37 graus ou mais são temperaturas pontuais, que não ocorrem com frequência, e portanto são os extremos de máximas do ano. A densa urbanização de Goiânia potencializa o calor desta época do ano,.
  10. Goiânia pode ter máximas anuais de 35/36 graus tranquilamente, agora mais que isso ou é algo histórico ou a estação meteorológica está com problemas.
  11. Na região que vai do oeste da Bahia, passando pelo estado de Rondônia, Mato Grosso, Goiás, até o centro-norte de Minas e norte do Mato Grosso do Sul o pico de calor e secura ocorre nos meses de agosto e setembro; em outubro começam as chuvas e as máximas em dias de muita precipitação diminuem para 28, 29 graus. No centro-oeste somente o norte do MT e centro-sul do MS que conseguem ter chuvas em setembro, o resto só mês que vem. Em grande parte do Nordeste (exceto o oeste/sul da BA, MA e PI que começam a ter chuvas em outubro, a faixa litorânea) o período chuvoso começa em novembro, até lá predomina o calor abrasador de 42/43 graus no interior.
  12. A única diferença foi de que abril e maio de 2013 foram frios em muitas áreas do país, inclusive com neve precoce no começo de maio.
  13. Neste ano as ondas de frio continentais tem sido muito amplas, quando isso acontece o frio se espalha por várias áreas do continente e não fica concentrado numa porção específica do continente. Melhor assim, todos são beneficiados.
  14. Palmas, Brasília, Goiânia, Cuiabá e Teresina são as capitais com os menores índices pluviométricos em agosto no Brasil, nelas o período de estiagem dura uns 5 meses. Porto Velho, Rio Branco, Belo Horizonte, Vitória e Campo Grande também possuem uma estação seca definida, porém no caso de Porto Velho e Rio Branco dura apenas 3 meses do ano (junho-julho-agosto), assim como em Campo Grande, as duas primeiras possuem um clima de transição entre o Equatorial húmido para o Tropical de savana, enquanto a capital sul-mato-grossense possui um clima misto entre o Tropical e o Subtropical, um meio-termo entre Cuiabá e Curitiba. Belo Horizonte se aproxima mais de Brasília e Goiânia porque lá o período chuvoso começa um pouco mais tarde (outubro) do que nas capitais do Acre e de Rondônia, além de Campo Grande, ambas tendo o início das chuvas em setembro.
  15. A massa polar de agosto de 1978 foi uma das mais intensas que tivemos para o mês, muitas cidades tiveram sua menor temperatura mínima em agosto durante aquele evento de frio, não descartaria alguma temperatura de dois dígitos negativos nas baixadas e planaltos sulinos e da Mantiqueira, pois foi muito seca e com bom suporte em altura para todas as regiões do país. Nenhuma depois dela conseguiu superá-la.
  16. Nesse caso a vegetação do Sul do Brasil seria uma floresta temperada como no centro-norte dos Estados Unidos e na Europa Ocidental, a neve pintaria de branco com acumulação nas serras sulinas e na Mantiqueira, no restante, incluindo partes dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, todo ano ocorreria neve em pequena quantidade e chuva congelada. As capitais Campo Grande e São Paulo teriam mínimas absolutas entre -2/-3 C, teríamos extensos cultivos de pera, maçã e trigo nos estados do RS, SC, PR e culturas de uva, azeitona e pêssego em SP, MS, MG e até no RJ. As frentes frias chegariam até Fortaleza, o cerrado se entenderia até Manaus e as araucarias até o sul de Goiás. O único problema é que teríamos muitos tornados, pois o choque térmico entre o ar quente do Chaco com as massas polares seria muito maior, então teríamos que ter sistemas de alerta.
  17. 11 graus não é frio fraco em Cuiabá, geralmente é a mínima absoluta do ano por lá (entre 10 e 11 graus), se olhar nos dados 1974 foi um inverno dentro da média em termos de temperatura. Para o Sudeste um dos fatores mais determinantes é o aquecimento do Atlântico Sul, que mesmo sob neutralidade/la nina enfraquece as massas polares. 1957 teve uma grande nevasca nas serras sulinas e geadas amplas no Centro-Sul durante um el nino, e 1997 ano de el nino o outono e parte do inverno foram bons.
  18. Essa MP de agora é mais intensa isobaricamente do que a anterior, só faltou subir mais sobre o Sudeste e maior frio em altitude, daí poderíamos ter tido neve ampla no Sul e partes altas da Mantiqueira, além de geadas até o sul de Goiás.
  19. O relevo da Amazônia é mais baixo o que facilita as MPS de chegarem próximas da Linha do Equador, isso quando o frio tem pouco suporte em altitude.
  20. As filmagens por enquanto são poucas, algumas pessoas acham vídeos de 5/10 anos atrás de neve nas serras sulinas e postam para os órgãos meteorologicos como se fossem de hoje sem saber. Amanhã com certeza teremos mais vídeos e reais sobre hoje.
  21. A África do Sul dá na cara do sul do Brasil quando o assunto é frio, as médias são menores nos meses principais do inverno e as massas polares chegam com muito mais frequência por lá.
  22. A Climatempo disse há duas semanas atrás que não teríamos frio parecido com o do início deste mês no restante do inverno; e agora fala da possível onda de frio esquecendo completamente do que eles mesmo disseram antes. E também estão prevendo neve com muita pressa, visto que no Brasil é uma previsão complicada e só pode ser confirmada 72 horas antes do evento.
  23. A massa polar de agosto de 1978 foi uma das mais frias da história para o mês na América do Sul, pelos dados mais de 60% do Brasil registrou mínimas abaixo dos 10 graus, Belo Horizonte teve 7 graus ( a menoregião para o mês).
  24. klinsmannrdesouza

    A super onda de frio do inverno de 1955

    Em 1955 a massa polar influenciou o tempo sobre o Brasil por muitos dias, o ar frio coincidiu com a umidade no Sul do país causando essas máximas baixas e a neve, depois secou a atmosfera e tivemos geadas até no Pantanal, o maior destaque foi o Oeste do país. Sobre julho de 1975; houve uma onda de frio no início daquele mês, cuja massa polar entrou pela América do Sul na altura do paralelo 30S com uma pressão de 1022 hpa, o centro dela passou sobre o Sudeste do Brasil provocando muito frio em todo o centro-Sul. O segundo evento ( dias 14-19) foi muito mais intenso para o Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e metade oeste do Brasil, a pressão isobarica da alta polar chegou a 1045 hpa em quase toda sua trajetória, um cavado sobre o sul e MT impulsionou umidade que permitinerários nevar em áreas pouco comuns (como em Curitiba, Ponta Pora, e sul de SP). Só que ela não conseguiu afetar todo o Sudeste pela falta de um ciclone extratropical.
  25. Na verdade desde 2016 o clima voltou a normalidade, a segunda parte do outono e o inverno daquele ano foram abaixo da média no sul, SP, MS, sul do MT e normal nas outras áreas, as chuvas foram volumosas nos meses de outubro, novembro e parte de dezembro no centro-norte. Melhor assim, porque a América do Sul tomou no @& em 2014 e 2015.
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