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Brasil Abaixo de Zero

klinsmannrdesouza

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  1. klinsmannrdesouza

    Monitoramento e Previsão - Europa 2021

    Uma onda de frio fortíssima após recordes de calor, isso que é dinâmica atmosférica.
  2. klinsmannrdesouza

    Monitoramento e Previsão - América do Norte 2021

    As ondas de frio continentais são mais comuns no México do que no Brasil, graças a enorme quantidade de terras que tem na América do Norte, possibilitando o transporte de ar polar sem perder força até o paralelo 15N todo ano. Comparando-se o norte do México com o sul do Brasil (ambos entre 23 e 33 graus de latitude); eles tem maior frequência de precipitações invernais, enquanto aqui elas demoram mais para acontecer.
  3. Na metade Norte da África, todo ano as massas polares chegam até o paralelo 15N, nas terras altas do Marrocos, norte da Argélia e Tunísia é comum nevar em dezembro, janeiro e fevereiro. Agora com essa intensidade e tão ao sul é bem raro, as ondas de frio vindas da Europa são bem mais fracas do que o anticiclone siberiano, fora que o mar Mediterrâneo aquece um pouco as altas frias.
  4. Um padrão típico de Lá Nina é o atraso no calendário das chuvas, por vezes chove pouco no Nordeste em janeiro e bastante no centro-sul, especialmente em SP, MS, RJ, MG, centro-sul de GO e MT. Depois essa umidade toda migra para o norte, favorecendo os outros estados.
  5. Esse frio intenso que faz no Sul da Ásia todo ano é uma compensação do inverno mais fraco na Índia, o Himalaia reduz a intensidade das massas polares por lá e elas são direcionadas na direção leste. A latitude da neve chega até o paralelo 25N no interior do continente, não raro até o Trópico de Câncer.
  6. 2006 começou bem; janeiro chuvoso no centro-sul, fevereiro úmido no Nordeste, março idem (levemente abaixo da média, porém é um dos meses mais chuvosos do ano por lá), abril e maio mais frios do que o normal em muitas áreas do país (início precoce da época fria). Infelizmente depois de junho a dinâmica mudou para calor e pouca chuva, a primavera fervente com destaque para outubro, e o resto do ano acima da média.
  7. Tem previsão de neve na Flórida? Essas temperaturas são dignas de amplas nevascas
  8. Os EUA, Canadá e o México terão uma onda de frio típica de dezembro nos próximos dias, a quente Flórida vai registrar mínimas até abaixo de 0, em Miami uns 4/5 graus.
  9. Esse vermelhão passou por aqui no MS também, na capital Campo Grande está chovendo há 30 minutos, primeiro veio umas rajadas de vento e depois a precipitação. Tudo que não choveu em uma semana caiu hoje.
  10. Nem sempre el niño significa ausência de frio e la niña inverno rigoroso; 1994 teve predominância do pacífico equatorial aquecido porém tivemos duas massas polares históricas em junho e julho. Para nós, o Atlântico sul influencia bastante também, por vezes potencializa ou anula os efeitos do pacífico. Os fatores históricos apontam para a junção pacífico resfriado+atlântico sul abaixo da média a determinante favorável aos distúrbios polares sobre a América do Sul.
  11. Nos anos 90 o frio foi intenso em 1990, 1991, 1994, 1996 e 1999; mediano em 1992, 1993, 1997 e ruim em 1995/1998. Apesar do el niño entre 1997-98, o oceano atlântico entre a Argentina e a Bahia estava bem mais frio do que o normal, por isso naquele ano choveu bastante no Nordeste entre janeiro e março, o outono e parte do inverno no Brasil foi úmido e com frio constante, inclusive as massas polares chegaram mais cedo. Junho de 97 teve um episódio de frio amplo em que geou até em Goiás (não sei se há registro de neve nas serras sulinas/Mantiqueira); porém depois de julho o padrão atmosférico piorou bastante, a massa de ar quente e seco ficou por meses sob o centro-norte da América do Sul, enquanto o sul do Brasil, sul do MS/SP, Paraguai, Uruguai e Argentina sofriam com as enchentes.
  12. Impressionante como o mês de novembro há muitos anos vem sendo caracterizado por muita chuva e temperaturas mais agradáveis no centro-norte da América do Sul. Até em 2015, ano com fortíssimo el niño e com períodos longos de calor, o décimo primeiro mês do ano teve frio tardio (no Sul) grandes volumes pluviométricos no trópico brasileiro. Estas anomalias negativas de temperatura devem ser mais pela chuva do que frio, já que naturalmente nessa época as massas polares são mais oceânicas, em casos assim as frentes frias chegam até o litoral do Rio de Janeiro emendando os extensos corredores de umidade, entre o Amazonas e a Bahia.
  13. klinsmannrdesouza

    Vegetação, Botânica e Jardinagem

    o clima e a vegetação do centro-norte da Flórida é semelhante ao Sul do Brasil; com exceção das araucárias, há um aspecto misto entre espécies tropicais (que no máximo perdem as folhas pela seca) e espécies temperadas (perdem as folhas pelas temperaturas cada vez mais baixas). As plantas ficam com uma cor verde escura/cinza.
  14. Muita chuva com ventania e descargas elétricas aqui em Campo Grande MS, um alívio do calorão recorde que não foi previsto pelas previsões. O centro-oeste do MS e SP estão sendo beneficiados por estes núcleos de instabilidades isolados.
  15. Essa teoria é bem esquisita, pois o deserto do Saara pode ter sido uma floresta quando o ser humano ainda era primitivo, mal sabendo manusear a agricultura, a última era glacial foi a mais de 15.000 anos quando o norte da África tinha mais vegetação que agora. Há uma influência humana na potencialização das catástrofes climáticas, principalmente nas ondas de calor; porém tem que haver outros fatores. Na América do Sul a maior ocupação da Mata Atlântica começou na segunda metade do século XIX, desde os anos 1950 a área entre o litoral nordestino e o estado de São Paulo é densamente ocupada e desmatada, entretanto as temperaturas naquele período eram mais brandas do que agora. A curva do aquecimento térmico começou nos anos 1990, atingiu o pico na maior parte dos anos 2000, desacelerou entre 2007 e 2013, agora voltou a subir de 2014 pra cá com aquele verão estupidamente seco.
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