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Brasil Abaixo de Zero

klinsmannrdesouza

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  1. Generalizar as temperaturas médias mais altas do que o normal no outono e Inverno culpando o el nino não explica tudo; basta pegar os dados de 1997, o ano do mais intenso el nino da história (superior a 2015) e verás que o outono e início do inverno daquele ano foram razoavelmente frios, semelhante a 2011, inclusive com uma grande onda de frio no início de junho que provocou chuvas atípicas em boa parte do país e geadas amplas no sul, MS, SP e parte de Minas Gerais, apenas em julho que as temperaturas começaram a ficar mais altas que o normal, mas mesmo assim em 97 houve frio razoável porque o oceano Atlântico estava abaixo da média durante boa parte do ano.
  2. Tem haver que o mês de Janeiro possui o maior índice de precipitação mensal em muitas áreas do país ao norte do Paraná, o que contribui para que as temperaturas não subam tanto por causa da nebulosidade, já que neste mês o canal de umidade se encontra no apogeu entre a amazônia e o Sudeste; ao sul do Paraná a nebulosidade é menor, o que favorece o maior aumento das temperaturas, juntamente com o pico máximo da radiação solar. Como em Fevereiro o fluxo de umidade proveniente da amazônia começa a diminuir, as temperaturas máximas acabam por serem mais altas do que Janeiro, mas a radiação solar nitidamente começa a ficar mais inclinada após o auge do verão, o fator determinante é as chuvas e não a incidência solar em si.
  3. Alguém teria como postar as temperaturas mínimas e máximas das capitais por favor? Estou curioso pra saber a intensidade do frio nas regiões do país afetadas por ele.
  4. No evento de frio da segunda quinzena de maio e neste, o que faltou/falta para ocorrer precipitações invernais nas serras do Sul do país? Há ou não suporte em altura, porque o frio em si é de razoável intensidade.
  5. Tomás um pouco de cuidado com este modelo meteorologico porque ele varia bastante de uma rodada para outra.
  6. A América do Sul tem facilidade em ficar no marasmo climático enquanto a África Austral e a Oceania tem várias massas polares medianas influenciando o tempo, as vezes de nada adianta a Cordilheira dos Andes ao nosso favor. r
  7. É massa polar combinado com a altitude da região e a subsidência; é comum as massas frias afetarem o tempo lá durante o Outono e Inverno, mas este frio está mais amplo do que o normal.
  8. Qual a frequência de ocorrência de neve na África do Sul? Será que lá neva com a mesma regularidade que no sul do Brasil ou ocorre com maior frequência?
  9. Os modelos meteorologicos estão indicando a entrada de um intenso anticiclone na Austrália que poderia trazer mínimas abaixo de 10 graus ora muitas áreas do país, o frio depois aumentaria na Nova Zelândia. E também está sendo previsto por alguns modelos numéricos uma onda de frio nos países da África Austral (Namíbia, Botswana, Zimbábue e África do Sul) possivelmente muito intensa.
  10. Maio de 1962 foi um mês de muito frio em quase todo o país; inclusive houve duas grandes ondas de frio, uma no começo e outra no final, esta última foi histórica, superando muitas massas polares de julho no passado recente. Nesse ano, de abril a julho houve grandes massas polares a afetarem o tempo no Brasil, todos esses meses foram abaixo da média em termos de temperaturas mínimas e máximas em muitas áreas do nosso país.
  11. Interessante como o ciclone neste evento de frio impulsionou bem a frente fria e a alta polar para o norte, é notável que o sistema possui um formato arredondado.
  12. A intensidade isobarica da massa polar sozinha não é suficiente para causar resfriamento numa ampla área do continente, é preciso haver um ciclone junto com a alta polar que impulsione a mesma para o interior do país.
  13. As anomalias de temperaturas no Oceano Atlântico ao largo da costa leste do Brasil ocasionalmente sobrepõe as condições termais do Pacífico Equatorial; no primeiro semestre de 1997 haviam anomalias negativas entre o litoral sul da Bahia até o litoral argentino, o que resultou num verão mais branco, outono e início de inverno com frio acima do normal, com destaque para uma grande massa polar que provocou muita chuva no Sudeste e Centro-Oeste num mês característico pelo tempo seco nessas regiões, além de forte resfriamento em grande parte do país. Agora, estamos verificando grandes anomalias positivas de temperatura no Oceano Atlântico fomentarem grandes bloqueios atmosféricos, apesar da neutralidade negativa ao largo da costa do Peru.
  14. Todo o Mato Grosso do Sul, oeste e sul de Mato Grosso e todo o Chaco ficam com temperaturas dignas de verão se não houver a entrada de massas polares continentais.
  15. É porque Assunção está numa área de planície, sua altitude média não chega nem a 50 metros; diferentemente de Belo Horizonte e Curitiba que são cidades altas, com altitudes superiores a 700 metros as duas. Porém Assunção durante o outono e inverno é afetada pelas massas polares continentais muito antes de muitos lugares do sul do Brasil por estar no centro do continente sul-americano, lá as temperaturas em certas ocasiões podem ficar com valores semelhantes ou até inferiores as de Curitiba, e muitíssimo mais baixas que Belo Horizonte pelo fator relevo. As médias não dizem tudo sobre extremos.
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