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Brasil Abaixo de Zero

klinsmannrdesouza

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  1. Os EUA, Canadá e o México terão uma onda de frio típica de dezembro nos próximos dias, a quente Flórida vai registrar mínimas até abaixo de 0, em Miami uns 4/5 graus.
  2. Esse vermelhão passou por aqui no MS também, na capital Campo Grande está chovendo há 30 minutos, primeiro veio umas rajadas de vento e depois a precipitação. Tudo que não choveu em uma semana caiu hoje.
  3. Nem sempre el niño significa ausência de frio e la niña inverno rigoroso; 1994 teve predominância do pacífico equatorial aquecido porém tivemos duas massas polares históricas em junho e julho. Para nós, o Atlântico sul influencia bastante também, por vezes potencializa ou anula os efeitos do pacífico. Os fatores históricos apontam para a junção pacífico resfriado+atlântico sul abaixo da média a determinante favorável aos distúrbios polares sobre a América do Sul.
  4. Nos anos 90 o frio foi intenso em 1990, 1991, 1994, 1996 e 1999; mediano em 1992, 1993, 1997 e ruim em 1995/1998. Apesar do el niño entre 1997-98, o oceano atlântico entre a Argentina e a Bahia estava bem mais frio do que o normal, por isso naquele ano choveu bastante no Nordeste entre janeiro e março, o outono e parte do inverno no Brasil foi úmido e com frio constante, inclusive as massas polares chegaram mais cedo. Junho de 97 teve um episódio de frio amplo em que geou até em Goiás (não sei se há registro de neve nas serras sulinas/Mantiqueira); porém depois de julho o padrão atmosférico piorou bastante, a massa de ar quente e seco ficou por meses sob o centro-norte da América do Sul, enquanto o sul do Brasil, sul do MS/SP, Paraguai, Uruguai e Argentina sofriam com as enchentes.
  5. Impressionante como o mês de novembro há muitos anos vem sendo caracterizado por muita chuva e temperaturas mais agradáveis no centro-norte da América do Sul. Até em 2015, ano com fortíssimo el niño e com períodos longos de calor, o décimo primeiro mês do ano teve frio tardio (no Sul) grandes volumes pluviométricos no trópico brasileiro. Estas anomalias negativas de temperatura devem ser mais pela chuva do que frio, já que naturalmente nessa época as massas polares são mais oceânicas, em casos assim as frentes frias chegam até o litoral do Rio de Janeiro emendando os extensos corredores de umidade, entre o Amazonas e a Bahia.
  6. klinsmannrdesouza

    Vegetação, Botânica e Jardinagem

    o clima e a vegetação do centro-norte da Flórida é semelhante ao Sul do Brasil; com exceção das araucárias, há um aspecto misto entre espécies tropicais (que no máximo perdem as folhas pela seca) e espécies temperadas (perdem as folhas pelas temperaturas cada vez mais baixas). As plantas ficam com uma cor verde escura/cinza.
  7. Muita chuva com ventania e descargas elétricas aqui em Campo Grande MS, um alívio do calorão recorde que não foi previsto pelas previsões. O centro-oeste do MS e SP estão sendo beneficiados por estes núcleos de instabilidades isolados.
  8. Essa teoria é bem esquisita, pois o deserto do Saara pode ter sido uma floresta quando o ser humano ainda era primitivo, mal sabendo manusear a agricultura, a última era glacial foi a mais de 15.000 anos quando o norte da África tinha mais vegetação que agora. Há uma influência humana na potencialização das catástrofes climáticas, principalmente nas ondas de calor; porém tem que haver outros fatores. Na América do Sul a maior ocupação da Mata Atlântica começou na segunda metade do século XIX, desde os anos 1950 a área entre o litoral nordestino e o estado de São Paulo é densamente ocupada e desmatada, entretanto as temperaturas naquele período eram mais brandas do que agora. A curva do aquecimento térmico começou nos anos 1990, atingiu o pico na maior parte dos anos 2000, desacelerou entre 2007 e 2013, agora voltou a subir de 2014 pra cá com aquele verão estupidamente seco.
  9. As chuvas na maior parte do Brasil são mais consistentes em dezembro do que em janeiro, tanto que neste último mês a sensação de abafamento é a maior do ano, pelo conjunto atmosfera úmida+calor+sol no ápice máximo.
  10. O que é associado ao clima temperado é a floresta decídua, nela a maioria da vegetação entra em dormência no começo do outono, passando a viver do nutriente das folhas até o inverno acabar. Com isso as folhas vão secando e mudando de cor, primeiro amarelo, depois laranja e por fim vermelho até cair por completo. No final do inverno, com o gradual aquecimento, há o rebrotamento da vegetação, primeiro as folhas, depois flores e frutos. Esse mecanismo ocorre nos climas temperados oceanico e continental; o período quente (primavera e verão) dura 6 meses, e o perioro frio (outono e inverno) também, cada estação dura 3 meses. Nas regiões de clima temperado frio, a vegetação é composta na maioria das vezes pelas coniferas, pinheiros adaptados a longos invernos e temperaturas baixíssimas (-40/-50C), aqui o período frio dura mais que o período quente. Na nossa realidade sul-americana, há mais lugares com clima subtropical do que com clima temperado; por isso no Sul do Brasil, Uruguai, parte do Paraguai e centro-norte da Argentina as mudanças na vegetação ao longo do ano ocorrem mais discretamente. Embora ocorra frio intenso nessas regiões (normalmente entre 4 e -5C), não é tão intenso a ponto de a maioria das arvores viverem por 6 meses do seu próprio nutriente.
  11. Interessante essas espécies de pinheiros nativos em regiões quentes (se tiver um topico específico para este assunto, podem remover para lá), a influência de eventos extremos de frio no Hemisfério Norte facilita o aparecimento de vegetação temperada em latitudes relativamente baixas; diferente daqui que temos poucas terras e a vegetação tropical se estende um pouco ao sul do Trópico de Capricórnio. A Floresta decídua temperada só aparece em lugares que tem muitas horas de frio todo ano (temperaturas abaixo de zero devem ocorrer muitas vezes nos meses frios); na América do Sul (não tenho total certeza) deve ocorrer pelo menos parte das espécies na Argentina. No Sul do Brasil, Uruguai, parte do Paraguai há apenas algumas árvores que perdem as folhas pelo fator frio, e outras ficam parcialmente descobertas.
  12. Nas chuvas sim, porém nas temperaturas nem tanto, junho e julho deste ano foram muito quentes, a La nina facilita as ondas de frio, mesmo que termine acima da média o normal é aparecer uma massa polar intensa em casa mês de abril a agosto.
  13. Em anos de La nina chove muito no centro-norte do país de meados de outubro até fevereiro, antes da segunda quinzena de outubro faz muito calor e a secura fica mais intensa. Mesmo com recorde atrás de recorde de máximas, mantendo o resfriamento no pacífico a tendência é boa para as chuvas, principalmente para a ocorrência de muitos dias nublados e talvez bem amenos para época.
  14. A La nina facilita a ocorrencia das ZCAS no período chuvoso, bem como sua duração mais prolongada e mais ao norte. As estações chuvosas de 20007/2008, 2007/2009, 2010/2011 e 2011/2012 foram boas nos índices pluviométricos no Sudeste.
  15. Parte do Rio Grande do Sul é uma espécie de transição entre o subtropical e o temperado, pode-se notar pela grande variação de temperatura ao longo do ano e o forte calor em novembro, dezembro e janeiro; no mês de fevereiro as temperaturas começam a diminuir, coincidindo com o aumento da inclinação solar. O clima temperado só vai aparecer nas regiões ao sul de Buenos Aires (cidade), visto as características típicas como neve ampla e frequente no inverno, tempo muito seco e quente nas ondas de calor do verão, vegetação que muda bastante durante o ano. Apesar de tudo, a América do Sul possui poucas regiões com o clima temperado típico, visto a pouca quantidade de terras ao sul do Trópico de Capricórnio, diferente de outros lugares do Hemisfério Norte. Por aqui, o clima subtropical é dominante, com algumas ''pitadas'' de alta latitude.
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