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Brasil Abaixo de Zero

klinsmannrdesouza

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  1. Como estamos em la nina as chuvas devem ser volumosas no centro-norte do país, abaixo do trópico de Capricórnio infelizmente o cenário é de precipitações irregulares.
  2. Agosto tem frio constante apenas no sul do país e no leste de SP, RJ e Zona da Mata mineira, no resto há um aquecimento significativo se comparado com os meses anteriores e começa a primavera seca nas áreas ao norte do paralelo 20S. Setembro, apesar de ainda ocorrer algumas ondas de frio amplas, é primavera pura acima do Trópico de Capricórnio, sendo o mês mais quente do ano no Nordeste, grande parte do Sudeste e Centro-Oeste, porém as chuvas começam a dar as caras no sul da Amazônia e no Mato Grosso do Sul São Paulo e sul de Minas, estes lugares podem ser poupados deste calor absurdo que faz agora.
  3. 2020 está lembrando um pouco o ano de 2007; principalmente o período de janeiro a maio que foi muito semelhante com direito a antecipação do frio invernal um mês antes do início do inverno astronômico. A diferença fica por conta dos meses de junho e julho, que em 2007 foram mais gelados, principalmente julho-07 que teve duas ondas de frio intensas, duas continentais sendo uma mais restrita ao interior do continente e outra bem ampla, sendo esta a mais intensa daquele ano. A semelhança também ocorre pela mudança de padrão do pacífico para anomalias negativas a partir de março, este fator causa um aumento da secura nos meses de agosto e setembro do centro do Paraná para norte, atrasando em um mês o início do período chuvoso. Se continuar essa tendência, podemos esperar recordes de calor no Brasil tropical durante este mês, e a mudança significativa no padrão atmosférico somente em outubro, a começar pelo centro-norte do Paraná, São Paulo, centro-sul do Mato Grosso do Sul, sul de Minas Gerais, noroeste do Mato Grosso e Amazônia. No restante das áreas, as precipitações correm o risco de aparecer somente em novembro; porém o ponto positivo da manutenção do cenário de La niña é a chance de novembro, dezembro e janeiro serem bem chuvosos nas regiões que hoje sofrem com a seca.
  4. A onda de frio deste mês poderia ter vindo em julho, seu potencial de frio e amplitude teria sido maior com possibilidade real de temperaturas históricas pelo menos numa parte do país. Mas já que não veio, setembro pode ter o retorno das chuvas no Mato Grosso do Sul, São Paulo, sul de Minas Gerais e oeste/sul do Mato Grosso.
  5. As chuvas voltam a acontecer no Sul da Amazônia em agosto, e no Sul do Brasil também há um aumento considerável nos índices de precipitação. Reflexo do ápice da ASAS sobre o Brasil central e interior nordestino, essa área agora costuma registrar máximas entre 35-39 graus. Em setembro normalmente acontece o retorno das chuvas no oeste do MT, centro-sul do MS e SP além do Sul de Minas Gerais. Nesta área o acumulado mensal supera os 50mm, o centro-sul brasileiro após o paralelo 20S no início da primavera é influenciado pelas tempestades que se formam no Paraguai e Argentina
  6. Em anos de pacífico equatorial resfriado ou la niña; os meses de agosto e setembro costumam ser quentes e secos em todo o país, foi assim em 2007, 2010, 2011, 2017 e 2019. A insolação nesse período já é muito intensa, o que facilita esses extremos de calor até mesmo no Sul do Brasil; na região entre o sul do Pará, interior nordestino, grande parte do centro-oeste e Sudeste setembro registra as maiores temperaturas máximas do ano. O ponto positivo é que se manter essa dinâmica de neutralidade negativa/la niña outubro, novembro e dezembro poderão ser chuvosos nas áreas ao norte do Paraná.
  7. Da última vez que tivemos setembro abaixo da média, 2018, o verão foi terrivel, melhor esse mês acima da média do que outubro, novembro e dezembro.
  8. A de agosto-1978 em termos de intensidade, espessura em camadas e amplitude do frio foi bem parecida com agosto-1984; para a região Sudeste e no MS a de 1978 foi mais intensa, Campo Grande e Belo Horizonte registraram as menores mínimas para agosto naquele evento, no resto do país e da América do Sul as duas foram cópias uma da outra. Um fato curioso é que a ocorrência de neve em 1984 foi melhor detalhada (Possivelmente por ter nevado em Porto Alegre com acumulação, e a capital gaúcha já era uma metrópole), enquanto no episódio anterior não houve tantos detalhes, porém o empilhamento do frio em todas as camadas foi favorável a ocorrência de precipitação invernal da Argentina até a Serra da Mantiqueira. Não duvido que tenha nevado em Curitiba nesses dois anos sem acumulação. Em 78 as geadas foram amplas, atingindo áreas não muito comuns como o entorno de Belo Horizonte; porque na área central da capital mineira fez 7 graus, plausível das temperaturas terem chegado a uns 2/3 nas áreas sem urbanização, ou seja, compatíveis com geada fraca.
  9. Um ano bom para quem gosta de frio e que não é muito falado foi 1978; na virada de maio para junho fez muito frio na América do Sul abaixo da linha do Equador, depois em agosto uma massa polar resfriou quase todo o Brasil de uma só vez. Para o Sudeste é nela que temos os registros de menores mínimas para o mês de agosto. Será que a massa polar de agosto-1978 foi mais intensa que a de 1984 como um todo? Para Belo Horizonte a mínima no primeiro evento foi mais baixa, de 7 graus, mas os registros de neve são maiores em 84.
  10. Havia um pouco de inversão térmica em julho-2009, por isso não teve precipitação invernal aqui em Campo Grande. Nas ondas de frio de 1955, 1975, 1978 e 1979 sem dúvidas nevou no Sul do MS (o jornal Correio do Estado tem uma reportagem datada de 18/07/1975, que relata com fatos comprovados que nevou em Ponta Porã, e as geadas atingiram todo o sul do MT, foi antes da divisão). Há um relato de neve em Bandeirantes, município ao norte de Campo Grande também em 1975. Nos anos 1970 há registros de mínimas abaixo de zero na capital sul-mato-grossense e inferiores a -4° no Sul do estado; estranhamente para Campo Grande consta apenas uma mínima de -0,8° na onda de frio de agosto 1978.
  11. Pro Sul agosto ainda é um mês de frio intenso, principalmente no RS; no resto do país é um mes muito mais quente que julho, mesmo que ocorra algum evento de frio intenso será mais fraco do que no solstício de inverno.Os eventos mais amplos de neve tem mais chances de ocorrerem em julho. No oeste do Brasil, do interior de São Paulo ate o Amazonas o frio que faz em agosto é muito mais suavizado, fora que nessa parte os picos de calor acima dos 35 começam a aparecer.
  12. No passado recente o único ano que pode entrar na categoria mais ampla de histórico no frio e 2011; as massas polares foram constantes do final de abril até junho, pausou um pouco em julho e agosto foi gelado. Nesse ano houve queda de neve com acumulação numa área relativamente significativa, deu pra ver este fato durante o dia, na capital São Paulo quase toda a cidade ficou sub-5, o frio em espessura atravessou a Mantiqueira chegando até Ouro Preto MG, bem como Goiânia e Brasília também tiveram queda nas temperaturas. No fator amplitude das massas polares e duração do frio, 2011 ganha de 2013, principalmente no Sudeste; já no Sul, MT, MS e região Norte 2013 foi melhor nos extremos de temperatura e logicamente nas áreas em que nevou.
  13. Para o Sul a massa polar de julho-2013 foi mais intensa; SP, MS, MT, RO e AC estão registrando valores muito parecidos, e para Minas Gerais está sendo mais intensa. Concordo contigo, cada massa polar forte tem seus méritos, esta merece consideração por ser já na segunda quinzena de agosto.
  14. Um dos problemas no Brasil é que o frio na sua intensidade máxima ocorre com tempo seco, mesmo que haja frio em todas as camadas atmosféricas sem nuvens não é possível neve. Por exemplo, agora nesta tarde está mais frio do que ontem no Sul e em parte de SP, teoricamente daria pra precipitar sleet e neve, porém a atmosfera está seca.
  15. Tem chances de neve próximo de Florianópolis? Vai esfriar mais ainda.
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