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Brasil Abaixo de Zero

klinsmannrdesouza

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  1. Apesar de 2002 ter ocorrido um evento relevante de neve nas serras sulinas, 2004 e 2011 foram infinitamente melhores em termos de frio, não ocorreu nenhum evento significativo de neve por falta da sincronia entre o frio intenso e a umidade, dois anos em que as massas polares eram muito intensas porém secas, algumas delas havia inclusive um ciclone extratropical no litoral de SC e RS.
  2. Deve ter ocorrido vendavais acompanhado de granizo e muita chuva fora de época em todo o centro-sul e partes do Norte e Nordeste brasileiro, visto que foi uma frente fria bem continental. Arrisco dizer que mais da metade do Brasil teve mínimas inferiores a 10 graus e máximas menores que 20 sob sol forte.
  3. Alguém teria como postar as imagens de satélite para acompanhar a evolução da frente fria por favor?
  4. 2014 foi na maior parte dos meses acima da média nas temperaturas, mas teve períodos frios em Abril, Maio, Junho e pontuais em Julho e Agosto, depois disso foi um calorão seco terrível pra muitas áreas do país, as chuvas retornaram no final de outubro e até dezembro foram satisfatórias. Pra ser sincero, o período frio foi um fiasco porque o oceano Atlântico estava fervendo, piorou ainda mais em 2015 que nem teve inverno.
  5. O outono/inverno de 2016 foi bom na maior parte da América do Sul, mesmo que não tenha ocorrido nenhum evento de frio como em anos passados, as frentes frias atravessavam continente adentro sem bloqueios atmosféricos, de certa forma foi dentro da média em Minas Gerais, Espírito Santo, parte de Goiás e abaixo no Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, partes de Mato Grosso, Acre e Rondônia. As altas polares possuíam formado arredondado, espalhavam ventos frios por grandes áreas.
  6. Ele quis dizer se terá outra massa polar de forte intensidade e ampla, que de fato só houve em maio. As massas polares de junho e julho foram bloqueadas, esfriaram muito o oeste do Brasil e chegaram rasas ao Sudeste.
  7. Com base nessas rodadas, a semelhança com o episódio de frio de agosto de 1965 é bem alta, observando a massa de ar frio que viria associada a esta baixa pressão em todos os níveis atmosféricos, a diferença fica pela amplitude da alta polar, os ventos frios chegariam até o norte de Minas Gerais, Distrito Federal e sul da Bahia, o que naquele ano não ocorreu.
  8. 2007 teve uma onda de frio na última semana de abril, duas em maio com direito a geadas amplas no Sul, partes do MS, SP e Sul de MG, outra no início de Junho e uma intensa em julho, esta última foi a mais intensa do ano no Brasil e na América do Sul, foi um ano bom em termos de frio e de dinâmica atmosférica, antes da frente fria as temperaturas ficavam elevadas e logo em seguida despencavam, só faltou mesmo a ocorrência ampla de neve pois foi um ano de frio continental seco. Depois deste ano a sequência de invernos ruins foi quebrada, 2008, 2009, 2010 e 2011 tiveram eventos constantes de frio.
  9. 2006 foi o típico ano do pós-2000 em que o frio começa com todo vigor em abril, sucedido por maio extremamente gelado e depois o inverno míngua em julho e agosto; tanto que o mês mais frio daquele ano foi justamente maio, com uma massa polar moderada e duradoura espalhando frio até partes do Nordeste por quase dez dias seguidos. Após julho as temperaturas subiram bastante, ficando com ares de primavera até a onda de frio de setembro. O consolo foi as chuvas que iniciaram no período certo e se mantiveram constantes até fevereiro do outro ano.
  10. Eu me referi as temperaturas em 850 hpa que foram menores na erupção de setembro 2006, mas tirando isso a maior diferença de fato fica pela intensidade da neve, foram duas ondas de frio dignas de julho no fim do inverno.
  11. A massa polar de junho de 2011 (final do mês) foi a mais intensa do ano no estado de São Paulo, sul de Minas Gerais, Goiás, região Centro Oeste e Sul da Amazônia, ocorreu geadas amplas entre o Mato Grosso do Sul e a Serra da Mantiqueira, aqui em Campo Grande MS a mínima foi inferior a 4 graus e no Mirante de Santana 6 graus.
  12. Nesses anos, 2002 foi de certa forma ruim no outono e Inverno, exceto setembro que teve uma grande onda de frio em muitas áreas do país; 2006 teve um outono com temperaturas de inverno, abril e maio marcados por frio constante no continente sul-americano, depois vieram junho e julho bem acima da média, agosto normal e setembro com frio intenso tendo direito a nevada ampla no sul, mais intensa que a de 2002; 2005 foi quente durante o ano inteiro com pontuais eventos de frio no oeste do Brasil.
  13. 2011 teve muito mais frio do que estes anos citados, sem falar na onda de frio do final de junho e duas no mês de agosto.
  14. klinsmannrdesouza

    Monitoramento e Previsão Europa - 2018

    Ondas de calor são comuns no sul da Europa pela circulação dos ventos provenientes do Saara no verão, deixando o tempo seco e quente com temperaturas entre 35 e 41, dependendo das condições de relevo locais. As construções ibéricas são projetadas com o teto alto para facilitar a entrada e dispersão interna dos ventos, aliviando o calor. Incomum é o vento tépido extender sua influência até os países Nórdicos como esta ocorrendo, ao norte da Dinamarca as temperaturas raramente ultrapassam os 30 graus em condições normais.
  15. De fato essas previsões para muitos lugares de Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás de chuvas são incomuns para esta época do ano; e lembrando que em 2009 tivemos maio e junho frios, julho úmido em São Paulo com frio bloqueado no Sul e parte do Centro-Oeste e Norte, em Agosto as chuvas já começaram a se espalhar pelo país culminando com Setembro e Outubro chuvosos inclusive no Nordeste, se continuar deste jeito teremos um repeteco das condições atmosféricas do segundo semestre daquele ano. Sobre frentes frias, quando estas são impulsionadas por massas polares continentais muito intensas, podem sim causar chuvas em regiões como o centro-norte de Minas, Espírito Santo e áreas mais ao norte do Centro-Oeste, é uma questão de haver condições que as impulsionem para o interior brasileiro, a falta delas justamente é devido ao bloqueio seco anômalo decorrente do oceano Pacífico equatorial demasiadamente aquecido e o Oceano Atlântico ao largo do litoral do Sul e do Sudeste apresentarem águas com temperaturas acima da média, fortalecendo o bloqueio em 500 mb.
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