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Brasil Abaixo de Zero

Flavio Feltrim

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  1. Loucura seria um super El Niño? Se for isso acredito que NÃO teremos... como falei meses atrás, se houver El Niño acredito que será fraco (talvez Modoki) de acordo com dados que acompanho. Apesar do recente aquecimento, ainda aposto em neutralidade positiva e meados do ano que vem caminharmos para uma Niña. Seguimos acompanhando!
  2. O Pacífico está com grande dificuldade em decidir o que será no final do ano... tempos difíceis para os modelos! Segue o baile!
  3. Conforme esperado, começou a queda... agora é torcer para que não dispare novamente (apesar das previsões continuarem apontando na formação de mais tufões no Pacífico)!
  4. A região 3.4 também deu um salto (inclusive não me lembro de ver tamanho salto em curto espaço de tempo). De qualquer forma, tudo isso está ocorrendo devido ao grande número de tufões no Pacífico, que interferem diretamente nos ventos zonais, gerando ondas Kelvin que são favoráveis ao deslocamentos de pacotes de água quente da Indonésia para o centro do Pacífico. Mas da mesma forma que teve esse enorme salto deverá ocorrer um tombo nos próximos dias, reequilibrando a trajetória da TSM... ainda aposto que se tivermos El Niño será fraco (Modoki?) ou será uma neutralidade positiva....
  5. Será que os institutos vão errar de novo esse ano?
  6. Alguns dados que acompanho não apontam El Niño no final do ano, apenas uma neutralidade com tendência positiva... parece pouco provável que ocorra, mas se ocorrer será fraco!
  7. Não esqueça do fato de que a estação automática do INMET sempre fica misteriosamente offline quando a temperatura baixa de 7ºC, portanto nos restam apenas os dados da convencional e do Simepar para registro. Lembrando do evento do dia 09 de junho esse ano quando a maioria das estações da cidade ficaram próximas de zero mas o Inmet divulgou que a mínima do dia foi 7,4. Eles alegam que a bateria deve estar fraca e quando esfria a estação fica off, mas esse problema já é antigo e eles não resolveram quando estiveram aqui no final de 2015 para calibrar os equipamentos... aí eu pergunto: podemos confiar na do INMET também?
  8. O Ártico está sendo “devorado” pelo oceano Atlântico Uma pesquisa sobre uma das partes oceânicas com o maior aumento de temperatura registrado permitiu verificar a redução da superfície das águas árticas, que podem se converter em parte do oceano Atlântico. Sigrid Lind, cientista do Instituto de Pesquisa Marinha de Tromso, na Noruega, afirmou que no norte do Mar de Barents, “o foco do aquecimento do Ártico” – ao norte da Escandinávia e a leste do arquipélago Svalbard –, foi registrado um rápido aumento da temperatura desde 2000. Esse problema se agravou devido ao fato de o oceano Atlântico começar a ganhar terreno, transformando as características da água. Antes, no norte do Mar de Barents, havia gelo marinho flutuante que, quando derretia, mantinha a água fria à superfície e contribuída para que a mais quente, originária do Atlântico, permanecesse por baixo. Mais info: https://ciberia.com.br/oceano-atlantico-devora-artico-41395
  9. Tomando fôlego antes do mergulho...
  10. Concordo e digo mais: mal começou o OUTONO e tem gente já decretando o fim do inverno! Haja paciência...
  11. Falando em ventos zonais... embora tenha ocorrido um aumento significativo da TSM do Pacífico devido a uma onda Kelvin dias atrás, a situação atual e prevista para os próximos dias mostra que a TSM vai dar uma estacionada no patamar neutro, ficando estável por enquanto.
  12. Apesar da proximidade, as duas apresentam características bem distintas que permitem a Londrina ser um pouco mais fria: a altitude média da região de Londrina é um pouco mais elevada que em Maringá; a posição mais a leste permite um contato maior de Londrina com a circulação marítima e com as massas polares que estacionam no oceano. Fora isso, o contexto local onde a estação está instalada também é fundamental. Maringá se destaca no frio durante a entrada das altas polares, apresentando mínimas mais baixas que Londrina no início das ondas de frio...
  13. É uma área de transição com características mistas (entre os climas 2 e 3), mas por um erro ficou de fora da legenda. Uma é na região de Caicó-RN e a outra na região de Belém de São Francisco-PE. Classificar o clima é algo muito complexo, quanto mais "zoom" você dá em uma área, novas características aparecem e alteram a classificação...
  14. Sobre os caminhos que as massas de ar percorrem na América do Sul:
  15. Não totalmente, mas percebe-se que muitos elementos parecem desprezados na rodagem (ou foi apenas um erro grotesco de plotagem do mapa)! O importante é ver todas as saídas que tem sido publicadas pra ver se o cenário se mantem... agora, se a cada saída muda bastante demonstra instabilidade e portanto pouca confiabilidade. E como o Mafili sempre nos lembra, em breve entramos no equinócio e a confiabilidade ficará mais reduzida!
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