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Brasil Abaixo de Zero

Rodolfo Alves

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Everything posted by Rodolfo Alves

  1. TÓPICO PARA MONITORAMENTO E PREVISÃO DE TELECONEXÕES/VARIÁVEIS CLIMÁTICAS (ENSO-AAO-PDO-MJO), ETC. Antigo Tópico: viewtopic.php?f=133&t=15325
  2. Modelo Europeu colocando um verdadeiro Freezer de sul a norte do Brasil para o fim de Fevereiro/Começo de Março. Será??
  3. Na região da Serra do Mar, os acumulados de chuva são maiores ainda em Fevereiro. Os Pluviometros da Rede SAISP já acumulam 442mm em Cubatão. Um pluviometro que fica na divisa de Cubatão com SBC, já acumulou 457mm
  4. CHUVA ACUMULADA NO MÊS DE FEVEREIRO ATÉ 17 DE FEVEREIRO EM SÃO PAULO/RMSP: 352,6mm - Marsilac/CGE 319,2mm - Santana Parnaíba/SAISP 314,6mm - Vila Prudente/CGE 276,9mm - Jabaquara/CGE 272,1mm - SÉ/CGE (Av. Paulista) 270,2mm - Oratório (Jd. Sonia Maria - Mauá)/SAISP 261,6mm - Av. do Estado x Cap. Pacheco Chaves/SAISP 247,4mm - Vila Mariana/CGE 258,7mm - Jardim Zaíra (Mauá)/SAISP 256,4mm - São Mateus/CGE 255,9mm - SESC Interlagos/INMET 252,6mm - Pinheiros/CGE 237,6mm - Córrego Ipiranga/SAISP 224,6mm - Butantã/CGE 217,4mm - Mercado Municipal/SAISP 215,6mm - Av. Aricanduva-Shopping/SAISP 211,3mm - São Caetano do Sul/PWS 210,2mm - Mooca/CGE 209,0mm - Marginal Pinheiros - Pte. João Dias/SAISP 204,6mm - Mogi das Cruzes/SAISP 201,8mm - Mirante de Santana Convencional/INMET 188,8mm - Campo Limpo/CGE 186,8mm - Freguesia do Ó/CGE 186,8mm - Santana/CGE 179,6mm - Itaquera/CGE 175,0mm - Perus/CGE 171,0mm - Jardim Romano/SAISP 156,6mm - Riacho Grande/CGE Estação Meteorológica de São Mateus bateu os 100,0mm acumulados as 7:00 de hoje, estabelecendo assim seu novo recorde de chuva 24 horas.
  5. MAIORES VOLUMES DE CHUVA ATÉ AS 22:20 - REDE SAISP VILA PRUDENTE/CGE: 110,2mm SE/CGE: 102,8mm PARQUE ACLIMAÇÃO: 102,6mm SAO MATEUS-CGE 99,6mm AV. DO ESTADO/CAP. PACHECO CHAVES 98,0mm VILA MARIANA 93,8mm
  6. Acabou de Quebrar! 96,4mm na medição das 20:20 (Recorde anterior era 96,2mm de Dez 2018)
  7. MAIORES VOLUMES DE CHUVA ATÉ AS 20:00 - REDE SAISP VILA PRUDENTE/CGE: 103mm SÃO MATEUS/CGE: 95,2mm PARQUE ACLIMAÇÃO: 94,8mm SE-CGE 92,2mm AV. DO ESTADO/CAP. PACHECO CHAVES 91,6mm ORATÓRIO/MAUA: 88,6mm CORREGO MOINHO VELHO-IPIRANGA 85,6mm VILA MARIANA/CGE 84,8mm MERCADO MUNICIPAL/PQ DOM PEDRO 83,2mm MOOCA/CGE 74,6mm
  8. Em seu boletim meteorológico atualizado hoje, para as próximas 48 horas, o CHM agora fala em dois sistemas de baixa pressão. O primeiro se formando amanhã na região sul, e o segundo formando-se no litoral do Sudeste a partir do sábado. Este segundo sistema, que teria alguma chance de converter em subtropical. Como se pode ver, não há qualquer menção para esta classificação no boletim da Marinha. Na saída desta tarde, o GFS um dos poucos que ainda insistem nesta baixa no sábado dia 16, mostra um sistema fraco, e com algum potencial mínimo de ser subtropical simétrico. Em relação a primeira baixa, ela irá se formar agora durante a madrugada, resultado do aprofundamento de um Vórtice Ciclônico em médios/altos níveis. Com isso, volumes expressivos de chuva estão sendo esperados principalmente entre RS e SC entre a manhã e a tarde desta sexta-feira, conforme solução do modelo europeu. Até manhã do domingo, alguns locais entre RS e SC podem acumular entre 150-200mm, pela projeção do modelo Europeu, em decorrência desta baixa que se formará no interior da região sul.
  9. NOVO TÓPICO PARA MONITORAÇÃO DE CICLONES SUBTROPICAIS/TROPICAIS NO ATLÂNTICO SUL Tópico Antigo Fechado (para consultas) ---> viewtopic.php?f=133&t=15373 Histórico dos Principais Ciclones Subtropicais/Tropicais no Brasil (Sempre Atualizado) ---> viewtopic.php?f=165&t=16048 ================================================================================== 5 INFORMAÇÕES ÚTEIS PARA A MONITORAÇÃO: 1) Há um Temporada de ocorrência definida? Não Existe. Porém os principais sistemas conhecidos pós-2004 [highlight=yellow]se formaram entre Janeiro e Março, sendo este o período mais favorável para ocorrência.[/highlight] Há ocorrências isoladas entre Novembro e Dezembro, porém estes sistemas não entram para a lista, por não terem assumido forma simétrica. 2) Quem é o órgão Responsável por Monitorar e Emitir Aviso? Embora não haja um Centro designado pela OMM para monitorar Sistemas Tropicais no Atlântico Sul. Desde 2011, ficou definido que o [highlight=yellow]Centro Hidrográfico da Marinha do Brasil (CHM), será o órgão oficial para monitorar e emitir avisos para o território brasileiro, bem como aplicar o sistema de nomeação, que da qual criou, sobre as baixas subtropicais/tropicais que se formarem no Atlântico Sul na sua área de responsabilidade.[/highlight] A nomeação e classificação aplicada pela Marinha por ser oficial, tem que ser aceita por todos os órgãos de meteorologia nacionais, e virando referência nos órgãos internacionais. Internacionalmente, sistemas que apresentarem características tropicais, devem receber classificação INVEST (com súfixo "Q" ou "SL" dependendo do órgão que emitir a classificação), mas estes órgãos não nomeiam ou classificam os sistemas. 3) Cobertura e Monitoramento: A área de cobertura da Marinha para monitoração de sistemas tropicais e subtropicais será a [highlight=yellow]área marítima correspondente ao território Brasileiro[/highlight] a partir de 20 graus Oeste de Longitude, conforme mapa abaixo. Qualquer sistema que venha se desenvolver fora desta área, não será monitorado ou classificado pela Marinha Brasileira, por não se tratar de sua responsabilidade, assim como sistemas formados dentro do território brasileiro não serão monitorados após sairem da área de responsabilidade. 4) Classificação dos Sistemas que poderá ser adotada pela Marinha: Em caso de distúrbios (Sistemas de baixa pressão/cavados, que apresentam potencial para desenvolvimento, com consistência mínima de 24 horas): - Distúrbio Subtropical ------------------------------------------------------------------------------------- Em caso de serem tropicais (Núcleo quente em baixa e alta troposfera): - Depressão Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos inferiores a 64km/h. - Tempestade Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos entre 64 e 117km/h. - Furacão: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos igual ou acima de 118km/h. * A partir de furacão, o sistema passa a entrar na Escala Saffir Simpson, que vai de 1 a 5: Categoria 1: 118-153km/h, Categoria 2: 154 a 177km/h, Categoria 3: 178 a 208km/h, Categoria 4: 209 a 251km/h, Categoria 5: Acima de 251km/h PS: Sistemas no Brasil acima de 118km/h serão designados oficialmente de "Furacão", assim como no Atlântico Norte e Pacífico Leste. Em 2004 Catarina ficou adotado internacionalmente como um "Ciclone Tropical", que é a designação genérica para furacões. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Em caso de serem subtropicais: (Núcleo quente em baixa troposfera e fria ou morno em alta troposfera): - Depressão Subtropical: Ciclone Subtropical com ventos inferiores a 64km/h. - Tempestade Subtropical: Ciclone Subtropical, com ventos igual ou acima de 64km/h. PS: Qualquer baixa com essa configuração independente da velocidade de ventos, será um "Ciclone Subtropical", somente serão subdivididas em depressão e tempestade. Não existe "Furacão Subtropical". ------------------------------------------------------------------------------------------------ 5) Lista de Nomes: A partir de 2011, a Marinha elaborou uma lista de 10 nomes em ordem alfabética e em tupi-guarani, para nomear sistemas Subtropicais e Tropicais que se formarem dentro de sua área responsável pela monitoração. Essa lista deverá ser rotatória, isto é, os nomes se repetem sempre que chega ao último da lista. [highlight=yellow]Um sistema será nomeado, sempre que ele atinge a classificação de Tempestade seja ele Subtropical ou Tropical[/highlight]. Depressões Tropicais ou Subtropicais e Distúrbios Subtropicais não serão nomeados. O Catarina, e a Tempestade Tropical Anita não foram nomeadas pela Marinha, portanto não entram na lista. Já a Tempestade Subtropical Arani que foi nomeada pela Marinha em 2011, é o primeiro nome. Mais recentemente em 2015, Bapo e Cari foram nomeadas. Assim sendo, o próximo nome da Lista será Deni. Lista elaborada pela Marinha: Arani (Subtropical - Já usado em 03/2011) Bapo (Subtropical - Já usado em 02/2015) Cari (Subtropical - Já usado em 03/2015) Deni Eçaí Guará Iba Jaguar Kamby Mani
  10. Modelos no geral mataram a possibilidade de formação de um eventual Ciclone Tropical, e até mesmo diminuem a possibilidade de um sistema subtropical simétrico. A formação da baixa é esperada para ocorrer neste final de semana, e hoje o mais provável que o sistema seja assimétrico (associado a um sistema frontal). O GFS é o único que ainda mantém possibilidade de um sistema subtropical simétrico entre os dias 16 e 17. Neste caso, viria a ser nomeada de IBA. Outros modelos como FV3, UKMET e CMC agora sugerem uma baixa assimétrica, ainda que de núcleo quente. Neste caso, a baixa não viria a ser nomeada. O Modelo Europeu recuou tanto que nem sequer mostra a baixa direito mais. O NOAA em sua análise diária para a América do Sul esta tarde, também sugere que a baixa será assimétrica, e assim sendo, associada a um sistema frontal. Já o CPTEC no seu Boletim Técnico, mostra a baixa simétrica sem associação frontal, o que pode levar a um Ciclone Subtropical. Em sua análise para 48 horas, o Centro Hidrográfico da Marinha (CHM), fala apenas em áreas de baixa pressão na costa do Sudeste na tarde do sábado.
  11. Uma Bela Linha de Instabilidade segue avançando pelo sul do país, conforme imagem integrada dos radares meteorológicos.... Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre registrou rajada de 86km/h na última hora. Amanhã, a chegada dessa LI, associada a um sistema frontal, irá trazer muita chuva ao estado de São Paulo. Modelo europeu sugere grandes acumulados de chuva entre a RMSP e a Baixada Santista, entre amanhã a tarde/noite e a madrugada da quarta-feira. Na quarta-feira, será a vez da ameaça dos Temporais retornar ao Rio de Janeiro.
  12. Nesta segunda-feira, os modelos ainda divergem em relação ao sistema de baixa pressão que deverá se formar no final de semana na costa do Brasil. Ainda que a divergência permanece, por enquanto, não há indicativos que este sistema se torne um sistema tropical. Por enquanto no geral, os modelos se dividem entre um Sistema Subtropical assimétrico (com associação frontal) ou subtropical simétrico, o que levaria a nomeação de IBA. O GFS desta tarde traz uma baixa normal, nascendo na costa do Sudeste, e se movendo em direção ao alto-mar. Pelo diagrama de Ciclofase, percebe-se que a baixa é assimétrica, associada a sistema frontal. Neste caso não haveria nomeação. O FV3 (a nova versão do GFS em fase de testes), na rodada desta tarde, sugere algo similar também, com a baixa se formando e indo em direção ao mar. Supostamente assimétrica também, porém ela toma uma direção mais ao sul, antes de se afastar de vez. Mais cedo na saída das 6Z, o FV3 sugeriu um Ciclone Tropical. A Baixa se formaria na costa de São Paulo, e desceria paralelamente a costa do sul, chegando a 998 hpras, o que provavelmente sugeria uma tempestade tropical. O modelo trazia até um landfall no Rio Grande do Sul. No diagrama de Ciclofase do FV3, fica claro que a baixa atingiria o núcleo quente em todos os níveis da atmosfera, no momento que se aproximaria do Rio Grande do Sul. Em termos de simulações, esta foi a mais agressiva até o momento. Outro modelo que também veio agressivo, foi o regional COSMO, do INMET. Na saída desta tarde, o modelo apresentou a baixa se formando na costa do sudeste e avançando em direção ao alto-mar, a medida que se aprofundava em 999hpas. Embora se aprofundasse, pelo campo de ventos, dá pra ver que o pico máximo estaria afastado do núcleo da baixa, o que sugere um sistema Subtropical. Neste caso, também aparenta ser simétrica, o que a levaria a nomeação de Iba. Outro modelo premiado, o UKMET, considerado o 2º com melhor performance para o Hemisfério Sul, sugere um cenário similar ao FV3, com a baixa nascendo no litoral de São Paulo/Paraná e descendo em direção ao sul. Como o modelo não tem outros campos, não fica claro se o sistema seria de origem tropical. Porém claramente seria no mínimo um Subtropical Simétrico. Enquanto isso o Modelo Europeu que já sugeriu Ciclone Tropical nas rodadas anteriores, esta tarde vem com outra solução outlier. Mostra a baixa nascendo no sul do país, e indo para o oceano. Aparentemente o sistema parece ser assimétrico, o que não levaria a nomeação. O METOFFICE, serviço de meteorologia do Reino Unido está agora emitindo um Guidance (aviso) para formação de Ciclone Tropical na costa do sul do país daqui a 5-6 dias. MET OFFICE TROPICAL CYCLONE GUIDANCE FOR NORTH-EAST PACIFIC AND ATLANTIC GLOBAL MODEL DATA TIME 12UTC 11.02.2019 NEW TROPICAL STORM FORECAST TO DEVELOP AFTER 120 HOURS FORECAST POSITION AT T+120 : 26.7S 45.5W VERIFYING TIME POSITION STRENGTH TENDENCY -------------- -------- -------- -------- 12UTC 16.02.2019 26.7S 45.5W WEAK 00UTC 17.02.2019 27.6S 44.8W MODERATE LITTLE CHANGE 12UTC 17.02.2019 28.9S 46.0W MODERATE LITTLE CHANGE THIS INFORMATION IS PROVIDED AS GUIDANCE FOR TROPICAL CYCLONE RSMCS. IT REQUIRES INTERPRETATION BY TROPICAL CYCLONE SPECIALISTS AND SHOULD NOT BE CONSIDERED AS A FINAL PRODUCT. BULLETINS ARE NOW AVAILABLE WHICH PROVIDE EXPLICIT GUIDANCE ON CENTRAL PRESSURE AND MAXIMUM WIND SPEED. FOR FURTHER INFORMATION CONTACT TROPICAL_CYCLONES@METOFFICE.GOV.UK MET OFFICE, EXETER, UK TOO 111559 Pela localização, as 0UTC do dia 17, estaria mais ou menos nesta posição: Não há menção da baixa no site do NOAA para a América do Sul, e nem no Boletim Técnico do CPTEC. Diante de tantas divergências nos modelos, resta aguardar o que pode vir no próximo final de semana. Um eventual cenário de Ciclone Tropical não pode ser descartado, mas parece improvável no momento, visto que só é observado em raras rodadas. O mais provável por enquanto é que fique entre Subtropical Simétrico e assimétrico.... Isso irá decidir se será nomeado ou não. Com relação a impactos na costa do sul ou sudeste, ainda é incerto falar, porém no momento, a tendência da maioria dos modelos e rodadas é para afastamento do sistema para o mar. Vamos acompanhando....
  13. Saída do GFS 18Z vem trazendo uma baixa aprofundando na costa do Sudeste, e indo em direção ao mar. Pelo diagrama, seria um sistema de núcleo quente (portanto subtropical), porém, assimétrica (acompanhado a um sistema frontal). Nesse cenário, não teríamos nomeação.
  14. Saída 12z do EURO de agora a tarde, cancelou a segunda baixa que poderia se tropicalizar na costa do Sul do país, além de que o Vórtice Ciclônico, foi reduzido a cavado. Com isso dá pra afirmar que a saída 0z foi outlier, por ora.
  15. O GFS vê um cenário similar ao do modelo Europeu, quanto a sinótica em médios/altos níveis..... Um Vórtice Ciclônico com dois sistemas de alta pressão bloqueando. A diferença é que o GFS bota o ciclone em superfície numa outra posição..... Ao que indica, IBA pode está vindo aí.....
  16. A saída do modelo Europeu desta manhã é bastante rara e incomum, e traz ao que tudo indica a formação de um Ciclone Tropical a partir do próximo final de semana. Na animação abaixo, é possível ver a baixa nascendo na costa do estado de São Paulo, e descendo em direção ao sul do país. Na medida que a baixa move-se para sul, ela fica estacionada próxima a costa de SC, e depois segue para alto-mar. Por esta saída do modelo Europeu é possível afirmar com segurança que este sistema atingiria o status de TROPICAL. Em primeiro lugar a baixa é simétrica, isto é, não vem associada a sistema frontal e apresenta núcleo quente, com temperatura em torno de 20ºC no seu centro. Reparem que o pico de ventos ocorre muito próximo ao núcleo, no momento que o sistema fica mais próximo a costa de SC. Isto é um fator primordial e exclusivo de CICLONES TROPICAIS. Sistemas subtropicais, embora tenham núcleo quente, possuem o pico de ventos afastado do núcleo. Pelos os mapas de ventos do Modelo Europeu a baixa atingiria ventos de 80-90km/h, com uma pressão mínima de 995hpas, o que levaria, por esta rodada, a ser classificada como Tempestade Tropical. Outro fator que induz que o sistema seria de característica tropical, e a formação de convecção em torno do núcleo da baixa. Algo que também ocorre em subtropicais, porém é mais típico de sistemas tropicais. Outro fator que chama a atenção nesta saída do EURO, é a configuração em altos níveis durante a formação deste sistema. É possível observar que o modelo sugere a formação de um Vórtice Ciclônico no estado de SC. Este vórtice "empilharia" com a baixa em superfície, o que diminuiria os ventos de cisilhamento (Shear) sobre o leste de SC, o que é um dos fatores para a favorecer a formação de um sistema tropical. Juntamente com este VC, observa-se dois anticiclones, sendo um no Atlântico e outro no Pacífico, servindo de bloqueio para que o VC fique estacionado sobre o sul do país. Este cenário apresentado pelo Euro, É "CLÁSSICO" PARA A FORMAÇÃO DE CICLONES TROPICAIS. Em 2010, na formação da Tempestade Tropical Anita, o cenário em médios/altos níveis foi exatamente o mesmo que o modelo sugere hoje. O VC no sul, com duas altas bloqueando. E em 2004, na formação do Catarina, também foi similar, com a formação do VC em SC. Por todos estes fatores, esta saída do EURO leva a crer na formação de um Ciclone Tropical daqui a 7-9 dias. Vamos acompanhar se as próximas saídas mantém tal cenário, ou é apenas uma saída outlier para ficar guardada nos arquivos deste tópico.
  17. GFS dessa manhã trazendo o ensaio de um Ciclone Subtropical/Tropical se formando, e querendo avançar em direção a costa de SC para após 240 horas. Seria mais um dos delírios do modelo?
  18. DEPOIS DO CALORÃO NO COMEÇO DO MÊS, MARCAS DE FRIO EM SÃO PAULO.... A Máxima no Mirante de Santana ontem foi de 19,5ºC na estação convencional. Esta máxima é a menor para fevereiro desde 1998, e uma das 6 menores para o mês desde 1961. MENORES MÁXIMAS EM FEVEREIRO - MIRANTE DE SANTANA (1961-2019) 17,8 - 21/02/1964 18,1 - 20/02/1964 19,0 - 13/02/1998 19,1 - 01/02/1968 19,2 - 07/02/1995 19,5 - 22/02/1963 e 06/02/2019 Na estação Convencional do IAG, a máxima ontem foi de 19,3ºC. Este valor também é o menor desde 13/02/1998, quando a máxima foi de 18,9ºC.
  19. Sim.... Você está vendo por esta ótica.....Respeito, é sua visão, mas ela é limitada ao meu ver. Cada onda de calor tem seu valor histórico..... Esta de 2019 conforme já disse, quebrou vários recordes, como a da maior temperatura do IAG para fevereiro, que tem uma série maior que a do Mirante (são 86 anos), e possivelmente quebrou o recorde de média mensal no IAG, em 86 anos, (repetindo novamente).... Mesmo no Mirante de Santana, por muito pouco não quebrou o Recorde de Maior Máxima absoluta de todos os tempos, (acho que o senhor não estava acompanhando dia a dia a evolução do mês), além de que 2019 vai ficar marcado como uma das maiores 4 temperaturas da história do Mirante em Fevereiro.... Tudo isso tem valor, e um peso enorme. 2014 teve o seu valor..... 2015 teve o seu valor..... e 2019 também teve o seu valor e ficará marcada..... Por isso Considero 2014, 2015 e 2019 com o mesmo peso. Obs: Não precisa escrever em letras garrafais. Não escrevi desse jeito para você.
  20. Uma intensa célula prossegue avançando pelo interior de São Paulo. Nesse momento atinge com fortíssima intensidade (70Dbz) a cidade de Santo Antônio de Posse, e segue em direção a Mogi Mirim e Mogi Guaçu. Imagens de Campo de Vento seguem sugerindo algum tipo de divergência nesta célula o que induz a formação de um mesociclone embutido. Este núcleo além de chuva torrencial, traz granizo (potencialmente severo) e fortes rajadas de vento.
  21. Uma intensa célula de chuva está atuando próximo a cidade de Campinas agora, apresenta altos valores de refletividade, e aparentemente também uma divergência de ventos, o que induz a formação de um mesociclone. Interessante.
  22. Na minha opinião são 3 gigantes ondas de calor. Estão no mesmo nível, porém cada uma na sua casinha. Esta agora conseguiu quebrar recordes históricos em várias estações, incluindo o IAG, e nas médias igualou ou superou 2014 e 2015 no MIrante.
  23. ALÉM DO MIRANTE E DO IAG, A ESTAÇÃO CAÇULA DE SÃO PAULO TAMBÉM REGISTROU RECORDE DE CALOR NESTE SÁBADO. A ESTAÇÃO AUTOMÁTICA DO INMET NO SESC INTERLAGOS, NA ZONA SUL, TEVE UMA MÁXIMA DE 36,1ºC. ESTE É O MAIOR VALOR DESDE A INAUGURAÇÃO DA ESTAÇÃO EM MARÇO DO ANO PASSADO. Maiores Temperaturas SESC Interlagos-INMET (2018-2019): 36,1 - 02/02/2019 34,8 - 17/12/2018 34,6 - 30/01/2019 34,5 - 15 e 20/12/2018 e 03/01/2019
  24. Aonde o senhor está vendo esses 32,2ºC no Mirante? 🤔
  25. O SÁBADO FOI NOVAMENTE OUTRO DIA DE INTENSO CALOR E MARCAS HISTÓRICAS NA CIDADE DE SÃO PAULO: A ESTAÇÃO DO MIRANTE DE SANTANA REGISTROU UM NOVO RECORDE DE CALOR PARA O ANO DE 2019: MÁXIMA DE 35,9ºC NA ESTAÇÃO CONVENCIONAL. INFORMAÇÃO EXCLUSIVA DO BAZ!! ESTA MÁXIMA É UM DOS 4 VALORES MAIS ALTOS PARA FEVEREIRO DESDE 1945. Maiores Máximas Mirante de Santana - Fevereiro (1945-2019): 36,4 - 07/02/2014 36,3 - 08/02/2014 36,0 - 09/02/2014 35,9 - 01/02/2014 e 02/02/2019 35,5 - 05/02/2014 e 01/02/2019 NA ESTAÇÃO CONVENCIONAL DO IAG, TIVEMOS UM NOVO RECORDE DO ANO, E UM NOVO RECORDE ABSOLUTO PARA FEVEREIRO EM 86 ANOS DE MEDIÇÕES. A MÁXIMA ONTEM FOI DE 36,4ºC, MAIOR QUE OS 36,3ºC DA SEXTA-FEIRA, DIA 1. Maiores Máximas IAG - Fevereiro (1933-2019): 36,4 - 02/02/2019 36,3 - 01/02/2019 36,1 - 01/02/2014 35,6 - 07/02/2014 e 08/02/2014 E ASSIM TERMINA ESSA ONDA DE CALOR HISTÓRICO DE JANEIRO/COMEÇO DE FEVEREIRO EM SÃO PAULO.
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