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Brasil Abaixo de Zero

Vinicius Lucyrio

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About Vinicius Lucyrio

  • Birthday 05/15/1992

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    Itajubá-MG e Matão-SP

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  1. A chance existe, mas há um porém que tem aparecido nos modelos há alguns dias: a umidade advectada pelo ciclone pode gerar nebulosidade baixa na RMSP na próxima madrugada, apesar da alta garantir estabilidade. Vamos ficar na torcida.
  2. Mínimas de hoje aqui nos arredores de Matão-SP: 5,5°C Cordeirópolis 5,9°C Torrinha 6,0°C Borborema 6,2°C Corumbataí 6,3°C Itirapina 7,0°C Ariranha 7,2°C Limeira 7,3°C Pindorama 7,7°C Analândia 7,8°C São Carlos 8,2°C Pradópolis 8,4°C Bauru 8,4°C Rio Claro 8,8°C Ibitinga 9,6°C Ribeirão Preto Fonte: Inmet e Ciiagro Aqui em Matão a temperatura começou a cair ontem por volta das 14:00, que foi quando o céu ficou mais escuro a oeste e o vento aumentou. As 21:00 o céu já estava limpo e a temperatura caiu ainda mais. A mínima de ontem foi de 10,7°C às 23:55 e a de hoje foi 7,4°C. À tarde, a máxima não deve passar de 22°C. A expectativa é que a próxima noite seja mais fria em especial nas regiões de baixada e encosta,
  3. Essa diferença em relação ao previsto vai ser mais proeminente nas baixadas, como de costume. O modelo CMC costuma antecipar bem esse comportamento, vamos aguardar a 12Z. Em áreas rurais e algumas baixadas urbanas, há chances sim, Victor. Espero geada aqui em Itajubá e lá em Matão também, onde estarei durante a onda de frio.
  4. Pessoal, tenho tido muito pouco tempo por conta do semestre pesado na faculdade, mas vou tentar falar brevemente sobre a onda de frio. De 3 dias atrás até ontem, houve intensificação incremental dos modelos sobre a massa de ar frio que já está adentrando o continente. Entretanto, durante a madrugada os principais modelos (GFS e ECMWF) deram uma desintensificada, flutuação normal, não se assustem. Ainda acredito em nova intensificação dos modelos até a tarde de amanhã, como é de costume. Em comparação ao pico de maio de 2018, a intensidade em SP e MG pode ser a mesma ou até mais forte na que se aproxima. A principal diferença, além do desenho sinótico, é a amplitude que o ar frio alcança. Não deve ser tão ampla quanto a de 2018, então Goiânia, Brasília e arredores devem ver a chuva associada ao cavado frontal avançar mas sem tanto resfriamento na sequência. Por que estou falando da possibilidade de maior intensidade desta em relação à de 2018? Oras, a posição da alta no dia pico da onda de frio deve ser extremamente favorável à perda radiativa devido a estabilidade causada, além da atmosfera praticamente sem vapor d'água, o que inibe a retenção da radiação emitida pela superfície a partir do pôr do sol. Logo, centro-norte, leste e Vale do Paraíba em SP, além de parte do Triângulo Mineiro e sul de MG, podem ter mínimas até 4 a 6°C menores que as apontadas pelos modelos. Se depender do GFS, essa onda de frio vai ser mineira, pois maior parte do ar seco estaria nas regiões mineira que citei, incluindo Zona da Mata. ECMWF mostra uma ação um pouco mais restrita: Mantendo o cenário, ou intensificando um pouco, há possibilidade de geada em todo o sul de MG, centro-norte de SP e áreas o Triângulo Mineiro, tanto sábado quanto domingo.
  5. Favor continuarem a discussão sobre mudanças climáticas neste tópico: Esse tópico é para a discussão de teleconexões e previsões climáticas.
  6. Up. E artigos de grande impacto, senão não vale.
  7. @Sopron, eu era negacionista até entender a física por trás. Quando há uma maior concentração de gases do efeito estufa (fique claro, é um fenômeno natural, o aquecimento é provocado pelo desequilíbrio deste), há mais gases capazes de absorver a radiação de onda longa emitida pela superfície após o aquecimento dela pela radiação solar (de ondas curtas). Esses gases, absorvendo mais radiação, também reemitem mais radiação de onda longa, aquecendo mais a atmosfera e os oceanos. Os oceanos, estando aquecidos, liberam mais vapor, e conhecidamente o vapor d'água é um poderoso gás do efeito estufa. Então, resumidamente, temos o seguinte: mais CO2, CH4, entre outros na atmosfera liberando calor -> mais vapor d'água na atmosfera -> mais calor ainda retido na atmosfera. Então, mesmo alarmistas, as projeções podem fazer sentido pois os gases liberados não atuam sozinhos, eles provocam a retenção indireta de calor por outros compostos também. Isso que nem mencionei a energia que fica contida nos oceanos. A verdade é que gostamos do frio e não queremos aceitar que ele tende a ser mais raro.
  8. @Caco Pacheco veja o que eu falei sobre janeiro. Em nenhum momento citei dezembro, uma vez que esta tabela contém apenas dados de 2019. Mas sim, o fato de ter voltado à normalidade em dezembro* fez com que alguns tivessem a impressão de que o outono está começando, quando na verdade é apenas o verão voltando a ser verão e deixando de ser a fase seca da primavera. Edit*: em fevereiro, não em dezembro.
  9. Agora, eu quero que você me prove onde eu disse que dez/18 e jan/19 foram normais.
  10. Eu não tenho que querer nada, faça se quiser.
  11. Algumas mensagens foram movidas para o bate papo por não se encaixarem ao tema do tópico. Peço, por favor, que respeitem isso se não quiserem levar advertências ou mesmo suspensões.
  12. Fevereiro/2019 em Matão-SP (Vila Pereira) Depois de um início de mês tórrido, com a 3ª maior temperatura máxima da minha série (perde para duas marcas em fevereiro de 2014), a situação se normalizou e o mês conseguiu ainda fechar com anomalia negativa nas máximas e quase na média nas mínimas. Na média simples, a anomalia foi de -0,53°C. Itajubá-MG (Unifei) Em Itajubá, um mês praticamente dentro da média. Iniciou tórrido também, com quebra da maior temperatura máxima para fevereiro desde a instalação em abril de 2010 (a marca anterior era de 34,5°C em 2014). A média de mínimas foi a maior da série para o mês, fato que se deve, talvez, à chuva que ficou acima da média e pelo número alto de noites nubladas.
  13. Verão a todo vapor no estado de SP e sul de MG. Março vem tendo até agora, em muitas cidades, a maior taxa de precipitação/dia deste verão climático em Itajubá. Até hoje, a estação do Estiva, pertencente ao Cemaden, registrou 191mm, enquanto que a estação localizada no bairro Santo Antônio registrou 193mm. É visível o padrão que se segue e que, segundo o modelo europeu, não deve arredar o pé até pelo menos o dia 22. "Ah, mas algumas mínimas foram baixas neste mês!" sim, de fato, mas é bastante comum as mínimas caírem a 15~16°C em alguns dias no meses de verão por lá - o que torna o verão de lá bastante agradável no sentido de ter conforto térmico dentro das casas na maioria dos dias. Agora falando sobre a circulação no país como um todo, em março é comum que as primeiras altas mais fortes adentrem o continente, trazendo ar frio e provocando resfriamento em parte do Sul e oeste do MS. Uma dessas deve entrar por volta do dia 19, causando forte queda nas temperaturas no RS, SC, porção mais ao sul do PR, sul e oeste do MS, e também pode haver queda mais leve no sudoeste do MT e sul de RO. É o outono (transição de fato) querendo começar nestas regiões. Dando maior enfoque agora sobre regiões tropicais, não se espera a formação de nenhuma zona de convergência de umidade nos próximos dias devido à predominância de circulação anticiclônica em médios e altos níveis no Sudeste e Planalto Central. Toda a chuva prevista deve vir de áreas de instabilidade, ou pela maior atividade delas devido a aproximação de sistemas frontais pelo litoral.
  14. Há transição sim, Caco, duas ao ano, popularmente chamadas de outono e primavera. Esse negócio de transição verão-outono é uma complicação à toa. Aliás, em se tratando apenas de temperaturas: Interessante, vejo aqui um verão típico (exceto por janeiro, quente demais, o que pode ter causado essa impressão de que a volta à normalidade seja transição), sem transição nenhuma por ora.
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