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Brasil Abaixo de Zero

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  1. 14 points
    Aproveitando a situação, vou relembrar algumas informações importantes para o monitoramento, já postadas neste tópico. =========================================================================================== 7 INFORMAÇÕES ÚTEIS PARA A MONITORAÇÃO DE CICLONES SUBTROPICAIS E TROPICAIS: 1) Qual a diferença de Ciclone Extratropical, Ciclone Subtropical e Ciclone Tropical? Ciclones Extratropicais tem núcleo frio e são assimétricos (associado a um sistema frontal). Ciclones Subtropicais e Tropicais possuem núcleo quente e em sua maioria são simétricos (sem associação a sistemas frontais). 2) Qual a diferença em classificar um ciclone de Subtropical e Tropical? Basicamente a sua estrutura termal. Ciclone Tropical tem toda a estrutura envolvida por núcleo quente e o seu pico de ventos está próximo ao centro. Em Ciclones Subtropicais, embora a superfície tenha núcleo quente, em altitude esse núcleo é mais frio, tornando-o assim híbrido (misturando características de tropical e extratropical), além do mais o pico de ventos está normalmente um pouco mais afastado do centro da circulação. Ciclones Subtropicais também são envolvidos por ar seco com pouquíssima ou nenhuma atividade de trovoadas, enquanto os tropicais são envolvidos por ar úmido em toda a circulação favorecendo o desenvolvimento de convectividade. 3) Há um Temporada de ocorrência definida? Não Existe. Porém os principais sistemas conhecidos pós-2004 se formaram entre Janeiro e Março, sendo este o período mais favorável para ocorrência. Há ocorrências também entre Novembro e Dezembro. 4) Quem é o órgão Responsável por Monitorar e Emitir Aviso? Embora não haja um Centro designado pela OMM para monitorar Sistemas Tropicais no Atlântico Sul. Desde 2011, ficou definido que o Centro Hidrográfico da Marinha do Brasil (CHM), será o órgão oficial para monitorar e emitir avisos para o território brasileiro, bem como aplicar o sistema de nomeação, que da qual criou, sobre as baixas subtropicais/tropicais que se formarem no Atlântico Sul na sua área de responsabilidade. A nomeação e classificação aplicada pela Marinha por ser oficial, tem que ser aceita por todos os órgãos de meteorologia nacionais, e virando referência nos órgãos internacionais. Em casos extremos, o CHM irá pedir auxílio a órgãos internacionais, como o National Hurricane Center de Miami para auxílio no monitoramento. Internacionalmente, sistemas que apresentarem características tropicais, devem receber classificação INVEST (com súfixo "Q" ou "SL" dependendo do órgão que emitir a classificação), mas estes órgãos não nomeiam ou classificam os sistemas. 5) Cobertura e Monitoramento: A área de cobertura da Marinha para monitoração de sistemas tropicais e subtropicais será a área marítima correspondente ao território Brasileiro a partir de 20 graus Oeste de Longitude, conforme mapa abaixo. Qualquer sistema que venha se desenvolver fora desta área, não será monitorado ou classificado pela Marinha Brasileira, por não se tratar de sua responsabilidade, assim como sistemas formados dentro do território brasileiro não serão monitorados após sairem da área de responsabilidade. 6) Classificação dos Sistemas que poderá ser adotada pela Marinha: Em caso de distúrbios (Sistemas de baixa pressão/cavados, que apresentam potencial para desenvolvimento, com consistência mínima de 24 horas): - Distúrbio Subtropical ------------------------------------------------------------------------------------- Em caso de serem tropicais (Núcleo quente em baixa e alta troposfera): - Depressão Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos inferiores a 64km/h. - Tempestade Tropical: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos entre 64 e 117km/h. - Furacão: Quando a baixa apresenta circulação fechada e ventos igual ou acima de 118km/h. * A partir de furacão, o sistema passa a entrar na Escala Saffir Simpson, que vai de 1 a 5: Categoria 1: 118-153km/h, Categoria 2: 154 a 177km/h, Categoria 3: 178 a 208km/h, Categoria 4: 209 a 251km/h, Categoria 5: Acima de 251km/h PS: Sistemas no Brasil acima de 118km/h serão designados oficialmente de "Furacão", assim como no Atlântico Norte e Pacífico Leste. Em 2004 Catarina ficou adotado internacionalmente como um "Ciclone Tropical", que é a designação genérica para furacões. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Em caso de serem subtropicais: (Núcleo quente em baixa troposfera e fria ou morno em alta troposfera): - Depressão Subtropical: Ciclone Subtropical com ventos inferiores a 64km/h. - Tempestade Subtropical: Ciclone Subtropical, com ventos igual ou acima de 64km/h. PS: Qualquer baixa com essa configuração independente da velocidade de ventos, será um "Ciclone Subtropical", somente serão subdivididas em depressão e tempestade. Não existe "Furacão Subtropical". ------------------------------------------------------------------------------------------------ 7) Lista de Nomes: A partir de 2011, a Marinha elaborou uma lista de 10 nomes em ordem alfabética e em tupi-guarani, para nomear sistemas Subtropicais e Tropicais que se formarem dentro de sua área responsável pela monitoração. Em 2018, a Marinha aumentou essa lista para 15 nomes. Essa lista deverá ser rotatória, isto é, os nomes se repetem sempre que chega ao último da lista. IMPORTANTE: Um sistema será nomeado, sempre que ele atinge a classificação de Tempestade seja ele Subtropical ou Tropical. Depressões Tropicais ou Subtropicais e Distúrbios Subtropicais não serão nomeados. O Catarina, e a Tempestade Tropical Anita não foram nomeadas pela Marinha, portanto não entram na lista. Já a Tempestade Subtropical Arani que foi nomeada pela Marinha em 2011, é o primeiro nome. O próximo nome da Lista será IBA. Lista elaborada pela Marinha: Arani (Subtropical - Já usado em 03/2011) Bapo (Subtropical - Já usado em 02/2015) Cari (Subtropical - Já usado em 03/2015) Deni (Subtropical - Já usado em 11/2016) Eçaí (Subtropical - Já usado em 12/2016) Guará (Subtropical - Já usado em 12/2017) Iba Jaguar Kurumi Mani Oquira Potiara Raoni Ubá Yakecan
  2. 14 points
    E LÁ VAMOS NÓS DE NOVO?? Alguns dos principais modelos estão agora sugerindo a formação de uma Baixa Pressão daqui a 7-13 dias entre a costa do ES e da BA. Esta baixa hoje, pelos modelos, poderia vir a ser tropical inclusive. O primeiro deles é o GFS. O Modelo americano vem há várias rodadas insistindo nesta baixa. Porém na solução das 6Z desta sexta-feira foi ao extremo e sugeriu o que seria um claro FURACÃO com 970hpas. Mais uma daquelas rodadas do GFS que é para ficar nos arquivos. Se observar a configuração em médios e altos níveis, observa-se uma condição típica para Ciclone Tropical pelos seguintes fatores: - 250hpas: Em Altos Níveis, o Ciclone está afastado do forte cisilhamento (Wind Shear), visto na corrente de Jato Subtropical o que favorece para sua intensificação. - 500Hpas: A evolução de um Anticiclone ao leste da baixa favorece para que o sistema tenha um progresso lento e não se desvie do mar, o que favorece sua intensificação mediante a águas quentes (vide mapa abaixo). - 700 HPAS: Nota-se nas camadas intermediárias da atmosfera que não haveria entrada de ar seco. A Baixa é alimentada por umidade totalmente. Característica típica de sistemas tropicais. Além do mais, a Baixa estaria numa "sopa efervescente" com temperaturas do oceano próximas a 29-30ºC. Outros modelos, de forma mais distante também estão sugerindo a formação desta baixa, dentre eles: CMC 12z que inclusive coloca landfall da baixa no Espírito Santo. FV3 ICON Veremos o que os modelos nos reservam nos próximos dias.... Se será só mais um Ciclone que ficará nos modelos, ou se sairá do papel.
  3. 12 points
    Eu havia esquecido de comentar. Ontem (18/03) no início da noite caiu um forte temporal na cidade do Crato (CE). A estação do Cemaden no Centro acumulou 77.6 mm em 40 minutos. Ao todo foram 94.4 mm. A Funceme registrou 120 mm no posto Lameiro. Satélite Goes 14, 18h45 18 de março mostrando o Cb responsável:
  4. 12 points
    Nevoeiros O belo Rio Uruguai, em Itapiranga, ontem de tarde:
  5. 12 points
    Tenho uma antipatia da forma setentrional como abordam nossas estações do ano. Usam ícones que não fazem sentido aqui. Outono e a folha. No Brasil não tem queda de folha no outono, é mais comum no inverno pela escassez de chuva. Inverno e o floco de neve. Quase piada, o ícone do nosso inverno deveria ser um solzão bonito. Primavera e as flores. A árvore símbolo do Brasil (o ipê) floresce ao longo do inverno e outras espécies ao longo do ano. Não há concentração na primavera. Verão e o sol. Todo mundo sabe que um verão típico aqui é chuvoso. O ícone deveria ser um cb bem pesado. Obviamente que isso varia entre as regiões do país, é só um exemplo representativo da maior parte do território. Mas creio que nem 0,5% do país se enquadre nessa representação convencional. A propósito, Belo Horizonte tem um dia bem de verão hoje. Nada de sol, céu encoberto, chuvas ocasionais e 24°C próximo ao meio dia.
  6. 11 points
    2018 EM ALGUMAS ESTAÇÕES DO BRASIL: Rio Grande do Sul: Bento Gonçalves (Inmet) Bom Jesus (Inmet/Convencional) Caçapava do Sul (Inmet) Cambará do Sul (Inmet) Campo Bom (Inmet) Canela (Inmet) Erechim (Inmet) Jaguarão (Inmet) Lagoa Vermelha (Inmet) Porto Alegre (Inmet) Porto Alegre (Aeroporto Salgado Filho) Quaraí (Inmet) Rio Pardo (Inmet) Santa Maria (Inmet) Santa Rosa (Inmet) São Francisco de Paula (Água da Rainha PWS) Santa Rosa (Inmet) São José dos Ausentes (Inmet) São José dos Ausentes (Mario PWS) São Luiz Gonzaga (Inmet) Serafina Corrêa (Inmet) Torres (Inmet) Uruguaiana (Inmet) Vacaria (Inmet) Santa Catarina: Bom Jardim da Serra (Epagri) Bom Jardim da Serra (Rio Porteira PWS) Bom Jardim da Serra (Rio do Rastro Eco Resort PWS) Bom Jardim da Serra (Campos de Santa Bárbara PWS) Criciúma (Epagri) Curitibanos (Inmet) Florianópolis (Inmet) Florianópolis (Aeroporto Hercílio Luz) Florianópolis - Carijós (Epagri) Florianópolis - Itacorubi (Epagri) Florianópolis (Ratones PWS) Itapiranga (Epagri) Painel (Sítio Torradinho PWS) São Joaquim (Inmet) São Joaquim (Cruzeiro PWS) São Joaquim (Pericó PWS) São Joaquim (Postinho PWS) São Joaquim (Santo Antão PWS) Urupema (Epagri) Urupema - Morro das Torres (Epagri) Paraná: General Carneiro (Inmet) Mato Grosso do Sul: Porto Murtinho (Inmet) Três Lagoas (Inmet) Amazonas: Manaus (Inmet)
  7. 10 points
    RESUMO DOS MODELOS 12Z: GFS: Traz a baixa, potencialmente subtropical, com 1000hpas FV3: Traz a baixa, potencialmente tropical, com 997hpas EURO: Traz a baixa, potencialmente tropical, com 997hpas CMC: Traz a baixa, potencial subtropical, com 1004hpas ICON 120h: Não traz a baixa UKMET 144h: Não traz a baixa COSMO: Baixa "comum" de 1011hpas Nenhum dos modelos traz a baixa em direção a costa. Interessante ressaltar que até o momento, são apenas simulações indicadas nos modelos para daqui a 6-10 dias. Não há nada conclusivo quanto a formação ou não desta baixa, e se haverá impactos ou não. Por ora apenas acompanhar a evolução dos modelos. Vale lembrar que para sistemas de baixa pressão, os modelos normalmente tem baixo desempenho para executar soluções.
  8. 10 points
    Foi liberado agora pouco o diagrama do GFS 06z (o que eu trouxe gif no post anterior). E definitivamente estariamos falando de um FURACÃO, caso fosse realidade. Diagrama com núcleo quente em todos os níveis
  9. 10 points
    IBA VEM AÍ?? SEGUE O MONITORAMENTO.... Passado alguns dias, aumentou o número de modelos que agora sugerem a formação de um sistema de baixa pressão entre a costa do ES e da BA no final dessa semana. Pelo menos 2 modelos sugerem a formação de um sistema tropical. Vejamos a situação de cada modelo esta manhã. O GFS que foi o primeiro modelo a apontar esta baixa, prossegue com um cenário que leva a baixa a se formar no final dessa semana, com a mesma se deslocando em direção a alto-mar, porém se intensificando em 977hpas. Diagrama de Ciclofase do GFS sugere que esta baixa seria subtropical, por ser simétrica e núcleo morno em altitude, porém ela estaria num ponto muito próximo de se tornar tropical. Análise do campo de ventos também evidência para uma classificação mais provável em Subtropical, uma vez que o pico de ventos não está em torno do núcleo. Quem está entrando na dança agora é o Modelo Europeu. Saída desta noite agora mostra uma baixa de quase 1000hpas próximo a costa do ES Pela análise de campo de ventos tem aspectos de ser subtropical, com o pico de ventos, também longe do core da baixa. Enquanto isso, o modelo Canadense sugere o que seria claramente uma Tempestade Tropical. No Diagrama, a baixa atinge núcleo quente em todos os níveis da atmosfera. Pelo CMC, a baixa ficaria somente em alto-mar. O FV3, que é o novo GFS, também está sugerindo a formação da baixa pressão na 0Z, próximo da costa da Bahia. Pelo diagrama, a baixa teria também características tropicais. Vamos acompanhando a evolução disso ao longo da semana.... 4 modelos (importantes) mostrando a formação desta baixa, é algo que já merece atenção. Porém é interessante se ressaltar que os modelos tem péssimo desempenho para solucionar sistemas de baixa pressão, principalmente na América do Sul. A região aonde os modelos sugerem a formação da baixa, está com temperatura do mar muito acima da média. Em alguns pontos a SST chega a 30ºC, o que aumenta o risco de um desenvolvimento em sistema tropical, caso a baixa se forme de fato. É importante ressaltar que nenhum modelo sugere landfall desta baixa, em caso de formação. Porém impactos indiretos, como chuvas torrenciais são prováveis de ocorrer entre ES, BA e MG. Mais para frente, caso a baixa realmente se forme, irei tocar nesse ponto.
  10. 10 points
    Graças às chuvas que têm caído desde o dia 4 de fevereiro, os sistemas que abastecem a Grande SP estão com níveis bem mais confortáveis. Apenas o Cantareira que está com um nível ainda baixo, 53%. Mesmo assim, este vem se recuperando e está apenas 0,6% abaixo do que foi observado no mesmo dia do ano passado (ou seja, 16 de março de 2018). No início de fevereiro, a diferença era 7% a menos do que o mesmo período de 2018. Caso a chuva continue no próximos dias e abril não seja aquela tragédia que foi 2016 ou 2018, é provável que o Cantareira alcance os 60% até maio. 2019 2018 Fonte: SABESP (http://mananciais.sabesp.com.br/)
  11. 9 points
    Numa eventual formação desta baixa, a chance de um landfall em algum lugar da costa do Brasil parece pequena. Se observar a "engrenagem" da atmosfera nos médios níveis pelo o que os modelos vem sugerindo, encontramos a seguinte situação: - A leste da baixa, temos a formação de um Anticiclone que influência em basicamente duas coisas: Impede o sistema de migrar diretamente para leste, e também faz a baixa migrar em direção ao sul, por conta do fluxo de circulação deste sistema.... - Mais para baixo, observa-se um cavado em médios/altos níveis. Esse cavado faz ondular o Jato Subtropical. A medida que a baixa se dirige para o sul, ela encontra o Jato. Ao encontrar o jato, a baixa é "absorvida" por esta circulação, e nisso vai de vez para alto-mar, além de entrar em transição para extratropical. Em resumo, é muito difícil desta baixa se dirigir em direção a qualquer lugar da costa do Sul do país, por conta deste cavado que avança pelo leste da Argentina, e mesmo um landfall na costa do Sudeste, é difícil, pois o fluxo de circulação criada pela Alta em 500hpas impede do sistema ir para oeste. A simulação do GFS vai de encontro com o que a média dos modelos vem sugerindo para a situação nos médios e altos niveis.
  12. 9 points
    Como comentando, é bug. Sempre mostra essa anomalia inversa pra essa parte continental do continente, inclusive o CFS costuma mostrar anomalia negativa aqui até quando a anomalia está positiva no mês.
  13. 8 points
    CFS - Abril - Média das últimas 12 rodadas Chuva acima da média em boa parte do Brasil. Algumas áreas do sudeste poderão ter chuva levemente abaixo da média. Já nas temperaturas, nada mudou. Continua indicando valores acima da média em quase todo o país.
  14. 8 points
    Algumas mensagens foram movidas para o bate papo por não se encaixarem ao tema do tópico. Peço, por favor, que respeitem isso se não quiserem levar advertências ou mesmo suspensões.
  15. 8 points
    Verão a todo vapor no estado de SP e sul de MG. Março vem tendo até agora, em muitas cidades, a maior taxa de precipitação/dia deste verão climático em Itajubá. Até hoje, a estação do Estiva, pertencente ao Cemaden, registrou 191mm, enquanto que a estação localizada no bairro Santo Antônio registrou 193mm. É visível o padrão que se segue e que, segundo o modelo europeu, não deve arredar o pé até pelo menos o dia 22. "Ah, mas algumas mínimas foram baixas neste mês!" sim, de fato, mas é bastante comum as mínimas caírem a 15~16°C em alguns dias no meses de verão por lá - o que torna o verão de lá bastante agradável no sentido de ter conforto térmico dentro das casas na maioria dos dias. Agora falando sobre a circulação no país como um todo, em março é comum que as primeiras altas mais fortes adentrem o continente, trazendo ar frio e provocando resfriamento em parte do Sul e oeste do MS. Uma dessas deve entrar por volta do dia 19, causando forte queda nas temperaturas no RS, SC, porção mais ao sul do PR, sul e oeste do MS, e também pode haver queda mais leve no sudoeste do MT e sul de RO. É o outono (transição de fato) querendo começar nestas regiões. Dando maior enfoque agora sobre regiões tropicais, não se espera a formação de nenhuma zona de convergência de umidade nos próximos dias devido à predominância de circulação anticiclônica em médios e altos níveis no Sudeste e Planalto Central. Toda a chuva prevista deve vir de áreas de instabilidade, ou pela maior atividade delas devido a aproximação de sistemas frontais pelo litoral.
  16. 7 points
  17. 7 points
    Modelo Europeu agora tarde veio extremamente agressivo, e passou a sugerir também uma Tempestade Tropical na costa do Espírito Santo. Agora mostra a baixa totalmente simétrica, com centro mínimo de 997hpas e ventos de 50-60 nós com pico em torno do núcleo. O FV3 agora a tarde também prossegue com a formação da baixa, com características tropicais. Pela sinalização do modelo, viria entre uma Tempestade Tropical e um Furacão Categoria 1. O GFS por sua vez, voltou a enfraquecer a baixa, e a traz agora como um sistema subtropical. Ainda sim, neste caso, seria nomeada de IBA também.
  18. 7 points
    Máxima de 22,4°C hoje e 23mm. Todos os dias com máximas abaixo da média desde o dia 09 de março, vai continuar assim até o final do mês pelo euro. Já é uma certeza que o mês vai fechar com anomalia negativa (-1,2/-1,7 com a previsão atual). Se isso se confirmar, será bem impressionante ver a sequência de 21 dias seguidos com máximas abaixo. Previsão pra cá:
  19. 7 points
    1 - Não estou rebaixando as pessoas que participam deste Fórum, só estou dizendo que por discussões toscas pessoas boas saíram daqui 2 - Não vou deixar de entrar aqui por causa de pessoas que gostam de confusão 3 - Outras pessoas estão reclamando aqui pelo mesmo motivo, então acho que deveria repensar algumas opniões suas 4 - Última coisa, estamos aqui todos pelo mesmo interesse e a vida já tá difícil no Brasil pra ficar discutindo por causa dessas coisa
  20. 7 points
    Bom dia. A chuva de ontem acumulou 6.4 mm. Tenho 40.1 mm acumulados no mês, a média do período é de 99 mm. Mais fotos (autoria de Rafael Santos) de ontem:
  21. 7 points
    Março que começou quente, aos poucos vai se aproximando da média. 2019 aqui até então (Iporã do Oeste/SC): Hoje o 8º dia com nevoeiro no mês e mínima de 16,9°C
  22. 7 points
    acho que ninguém ta curtindo nada. Estao apenas chorando o desastre que foi esse verão. Só entro aqui pra compartilhar minha raiva.
  23. 6 points
    Acumulado de chuva nas capitais entre 21/12/2018 e 19/03/2019 nas convencionais do INMET: Porto Alegre: 305,2mm Florianópolis: 660,5mm Curitiba: 569,1mm São Paulo(Mirante): 883,7mm Belo Horizonte: 541,9mm Vitória: 263,3mm Cuiabá: 711,7mm Brasília: 436,7mm Goiânia: 574,6mm Rio Branco: 1004,3mm Manaus: 926,4mm Macapá: 1113,2mm Belém: 1310,7mm Palmas: 697,6mm São Luís: 1264,6mm Teresina: 655,5mm Fortaleza: 927mm Natal: 336,1mm João Pessoa: 390,6mm Recife(Curado): 322,9mm Maceió: 400mm Aracaju: 104,4mm Salvador(Ondina): 110,4mm Boa Vista(por estar situada no Hemisfério Norte, a estação do ano por lá é o inverno): 15,6mm Obs: -Não vou considerar as estações do Rio de Janeiro(devido a cidade ter várias estações meteorológicas), Campo Grande e Porto Velho(capitais com medição exclusivamente em estações automáticas); -A chuva contabilizada amanhã determinará o resumo final das chuvas deste verão no Brasil.
  24. 6 points
    Bom Jesus, RS Aberta em: 01/05/1948 Latitude: -28.666667º Longitude: -50.433333º Altitude: 1047.5 metros *Menor máxima e maior mínima desde 1961.
  25. 6 points
    riscou o disco mesmo hein? que saco ficar lendo o tempo todo a mesma coisa. Muitos estão parando de ler o fórum por conta desse tipo de comportamento TROLL
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