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Brasil Abaixo de Zero

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Showing content with the highest reputation on 10/15/19 in all areas

  1. 7 points
    O que estamos discutindo não é a quantidade de temperatura nos 30°C e os dias de calor. Isso varia mesmo de ano pra ano. São Paulo mesmo teve 3 semanas tórridas entre janeiro e fevereiro de 1971. Foram 21 dias seguidos com temperaturas entre 30 e 34°C no Mirante. O que realmente mudou foram a quantidade de temperaturas nos 35°C e acima na cidade de São Paulo e nos 33°C em Curitiba. A estação do IAG, na cidade de S. Paulo, registrou 35,6°C em 07/12/1940. Esse recorde permaneceu por quase 72 anos, até ser superado pelos 35,9°C registrado em 31/10/2012. De 2012 pra cá, aquele velho recorde já foi igualado e superado umas 30 vezes. Ou seja, o que tinha demorado quase 72 anos pra acontecer, já se repetiu umas 30 vezes em 7 anos. É disso que estamos falando.
  2. 7 points
    Pra ter uma noção de como 2014 quebrou paradigma, máximas >= 33°C na estação inmet-curitiba: 1980 a 1988: 3 1989: 0 (absoluta 29,8°C) 1990: 2 1991: 0 1992: 0 (abs 31,8°C) 1993: 2 1994: 1 1995: 0 1996: 1 1997: 2 1998: 0 1999: 0 (abs 31,9°C) 2000: 0 (abs 31,7°C) 2002: 1 2003: 4 2004: 1 2005: 1 2006: 3 2007: 2 2008: 0 2009: 2 2010: 3 2011: 0 2012: 3 2013: 1 2014: 16 2015: 3 2016: 2 2017: 1 2018: 5 2019: 6 até o momento - Nas últimas décadas, Curitiba nunca teve mais que 4 máximas >= 33°C até 2014 acontecer. - Preciso dizer também que 1975 teve 8 máximas acima de 33°C, sendo 3 acima de 34°C.
  3. 5 points
    Sim, amigo, compreendo... Isto é fato. Mas consideremos que em 1910 a AM São Paulo não tinha nem 500 mil habitantes. E em 1940, cerca de 1,5 milhão. E já registrava temperaturas extremas. Agora sim, superadas. Quando a área metropolitana supera os 20 milhões de habitantes com uma urbanização extremamente adensada. Eu comecei a me ligar mais no efeito da ilha de calor quando comecei a ver os dados diários das diferentes estações da capital, com variações de até 10 graus de temperatura, dependendo do dia e do horário... Ou seja, acho que tem muita coisa envolvida, variações cíclicas, ilhas de calor, ausência de chuva e nebulosidade, final ainda do El Niño que deixa muito calor na atmosfera, quem sabe aquecimento antropogênico... por outro lado tivemos um janeiro tórrido, inesquecível.... mas parte desta turma que defende a mudança antropogênica afirmava, na década de 70, que o petróleo acabaria no ano 2000, que a explosão demográfica faria a humanidade enfrentar grave falta de alimentos.... estavam errados.. Já vivi bastante... nos anos 80 todo mundo dizia que o tempo estava louco, não havia mais estações definidas como há 20-30 anos atrás, vejam vocês... houve enchentes horríveis em 79, em 85... hoje se referem aos anos 80 como uma espécie de éden climático do passado... olhem só... não era. Dezembro de 82 foi um inferno de calor no leste de MG - só choveu no segundo semestre próximo ao Natal, julho de 83 não esfriou quase nada....agosto de 87 fez muito calor em BH e assim vai a narrativa de coisas que "nunca haviam acontecido antes". Sem dúvidas estamos registrando máximas bem elevadas agora, impensáveis naquela época. Eu me lembro de ver a normal de Viçosa 1931-60 com máxima absoluta de 35 C e pensava - é impossível haver o registro disso aqui... os anos 80 tinham máximas mais comportadas. Mas também me parece que estamos tendo mais amplitude térmica diária e variações mais bruscas de temperatura .... semana que vem deve esfriar aqui, de novo, em pleno final de outubro, o que eu não via na Zona da Mata nos anos 80... (lembro-me de muito frio em outubro em Viçosa, por exemplo, apenas em meados do mês e só no ano de 1984 no período 83-89 em que vivi lá) Sempre me lembro que Groenlândia significa terra verde, e a região já foi muito menos gelada - então lá já foi bem mais quente lá no passado e não sabemos o porquê. Por que teríamos tanta certeza do que está acontecendo agora? Mudança climática é uma redundância pois o clima sempre mudou - e sempre mudará... e nenhum modelo ainda conseguiu captar ou reproduzir isso em larga escala e a longo prazo... portanto, amigos, estamos apenas no campo das hipóteses em tudo que afirmamos. Enfim, temos que observar mais tudo o que está acontecendo e vai acontecer para concluir algo, penso eu. Respeitando as diferenças aqui, mas sendo muito sincero com o que eu penso. No momento, 21h30m, 22,5 C, UR 78%, venta suave do quadrante sul - amanhã pode fazer menos calor por aqui que bateu hoje os 31C... Adiciono outra informação: o mês está com média estimada até agora de 20,0C - praticamente dentro do esperado considerando a média do período 2008-2018. Boa noite a todos!!!
  4. 4 points
    Mas eu só citei os fatos mas não tirei nenhuma conclusão. Apenas falei o que está acontecendo. Só que no caso da ilha de calor, como já foi comentado aqui, ela age muito mais nas mínimas do que nas máximas. Asfalto e concreto retêm calor e diminuem a perda noturna por radiação nas noites frias de céu limpo e sem vento. Você já reparou num muro que pega o sol da tarde num dia de calor? Muitas vezes, várias horas depois que o sol se pôs, ele ainda está "morno". Pode ver que essa diferença de até 10° que você citou está longe de acontecer nas temperaturas máximas. Nos dias mais quentes, as máximas nas estações oficiais ficam mais ou menos parelhas. Enquanto que as mínimas, em noites frias de céu limpo e sem vento, variam muito. Veja, por exemplo, as máximas de ontem: INMET-Mirante de Santana (Aut): 35,2°C INMET-Mirante de Santana (Conv): 35,1°C (Área totalmente urbanizada) INMET-SESC/Interlagos: 34,6°C (Limitrofe entre área totalmente urbanizada e área verde) IAG: 34,5°C (Parque de 550 hectares ou 5,5 km²) INMET-Barueri: 34,4°C (Oeste da região metropolitana, semi-rural)
  5. 4 points
    Serra de Sudeste e algumas outras cidades no Sul gaúcho as 17:00 : 😍😍😍 Canguçu: 8º Caçapava do Sul: 9º Santana do Livramento: 10º Bagé: 11º Santa Vitória do Palmar: 11º
  6. 3 points
    Quero ver na prática, porque até agora tá difícil. Hoje mesmo registrou 37°C aqui na cidade e o tempo segue abafado, a cara de um verão antecipado. Aliás, já são 2 dias seguidos de tempo nublado durante a noite e nada de chuva. Agora, a chuva se encontra parada parada na região de Bauru. Muito esquisito e horrível
  7. 3 points
    Ouvir relatos de que há fragmentos na região da cuesta paulista (São Carlos , Itirapina , águas de São Pedro e outros municípios da região que possuem um relevo bastante elevado). Também fico me perguntando , a região ao redor ( Campinas , Americana , Limeira,Porto Ferreira,Mogi-guaçu , Piracicaba ,Rio Claro e outras cidades da grande Campinas , Piracicaba e Limeira e boa parte da região da Mogiana) é totalmente plana com predominância da Mata atlântica típica do interior de São Paulo e após a região de Mogi- Guaçu , a vegetação da araucária volta novamente devido ao aumento do relevo ( região próxima da divisa com Minas gerais como : Mococa , São João da boa vista, Itapira e outros municípios )... Bem louco essa dinâmica . De acordo com a minha análise que pude concluir em pesquisas paralelas e com relatos aqui no grupo , há araucárias por quase todo o interior dos três estados do Sul( exceto a região do extremo - norte do Paraná e próximo a divisa do Mato Grosso do Sul) ,prosseguindo da região de Assis, Ourinhos , Avaré , Botucatu , Porto Feliz , Itu e na região próxima a Campinas como Vinhedo e Valinhos , e na mesma região da cuesta de Botucatu , no outro lado do Tietê há regiões citadas anteriormente por mim , a região de São Carlos , Itirapina e São Pedro . Eu tenho dúvida se esses fragmentos de araucárias na região de Itirapina e São Carlos são isolados devido ao relevo ( separado pela vegetação da mata Atlântica da região da grande Campinas e Piracicaba e do vale da Mogiana ou pelo Rio Tietê na região próxima a Botucatu) ou se tem um mínimo de conexão com florestas de araucárias na região de São João da boa vista ou Botucatu .
  8. 3 points
    Matheus, quando me cadastrei no BDMEP (Já faz alguns anos), não preenchi tudo. Acho que você pode colocar que é estudante, por exemplo. Instituição, cargo e função, a partir do momento que você é estudante, acho que pode deixar em branco. Não custa tentar.
  9. 3 points
    Este 2019 está "caprichando". Já são 6 registros de 35,x° no ano. Só perde para os tórridos 2014 e 2015. A título de curiosidade, a estação do INMET-Mirante de Santana já ficou 11 anos seguidos sem chegar nos 34°C, de 1973 a 1983. Tem vários anos com máxima absoluta anual na casa dos 32,x°, a última vez em 1992. Acho que o pessoal mais jovem do fórum, daqui de Sampa, nem consegue acreditar que essas coisas já aconteceram. Mas não é só São Paulo. Curitiba já teve máxima absoluta anual de 30,8°C, se não me engano. Hoje, 33°C virou coisa corriqueira por lá, até 34° ocorre de vez em quando.
  10. 3 points
    Quanto às emissões de poluentes, independente das mudanças climáticas, deviam ser drasticamente reduzidas. Sou químico e, como dever de ofício e "sobrevivência", nós químicos temos que ter noções de toxicologia. Muuuiitos gases e compostos que fazem parte das emissões veiculares e industriais são comprovadamente prejudiciais à saúde. Vários são potencialmente cancerígenos, principalmente para aquelas pessoas que já têm predisposição genética. Então, antes de mais nada, é um problema de saúde pública.
  11. 2 points
    Eu vou compartilhar aqui para aqueles que leram essa publicação antes da edição . Eu acrescentei mais informações da minha análise .
  12. 2 points
    Boa noite, calorão aqui em Nova Friburgo hj. A máxima atingiu os 32°C no começo da tarde na área urbana (dados da pws). No momento ainda faz calor por aqui, faz 21°C, porém dentro de casa ainda tá um "forno". O bom é que esse calor tá com os dias contados a partir do dia 20.
  13. 2 points
    Achei muitos dados, agradeço! Caraca, estou realmente impressionado com esses dados de Curitiba, antigamente o frio era muito mais intenso mesmo. Cara, que coisa doida...
  14. 2 points
    A estação mudou sim, em 1976. O local antigo (proximidades do aero bacacheri) possuia ligeiramente menos urbanização. Contudo, relevo, altitude e longitude semelhantes.
  15. 2 points
    O site agritempo tem muitos dados antigos agritempo.gov.br Aliás, como houve máximas acima dos 30C em 1975 em Curitiba, hein? Vi lá: Cerca de 50 dias neste ano! Muito mais que no ano passado, por exemplo, foram menos de 30 dias... Este ano, até agora, ainda não atingiu 30 dias com temperatura acima dos 30 C na capital paranaense. Vejam como os fatos às vezes questionam a subjetividade... Curitiba anos 70 estalando de calor. Não sei se a estação mudou de lugar neste período, mas este é um fato curioso: Fazer calor diversos dias em Ctba não é coisa de hoje... E vejam que em meados dos anos 1970 a área metropolitana tinha cerca de 1 milhão de habitantes, bem menos que os mais de 3 milhões de hoje....
  16. 2 points
    Hoje em Sampa, INMET-Mirante de Santana (Aut): 20,3°C / 33,5°C INMET-SESC/Interlagos: 19,0°C / 30,3°C IAG: 18,4°C / 32,6°C INMET-Barueri: 18,2°C / 32,2°C
  17. 2 points
    Noite bem agradável em Curitiba, após um dia que registrou cerca de 30 graus. Agora 19 c e muito vento. Só falta a chuva.
  18. 2 points
    Sobre o AGW: parece ser um assunto cíclico por aqui, como é de se esperar em um fórum sobre tempo/clima, algo inevitável; mas é bom ver que a conversa se manteve civilizada e que as discordâncias (naturalíssimas) não descambaram para ofensas. Já meio que dei a minha opinião sobre o assunto uma vez no tópico do AAO, mas vou falar mais um pouco sobre o que penso agora... Aquecimento global: é um fato, os dados mostram que a temperatura média global aumentou, com aceleração nas últimas décadas. Adoro pesquisar dados climatológicos de todo o mundo e o que vejo são variações sobre o mesmo tema (aquecimento): variando entre muito brando/estatisticamente irrelevante em poucos lugares e severo em outros (com a maior parte dos lugares e das estações “no meio do caminho”, indicando aquecimento lento, mas consistente desde o início do século XX). Ou seja: de um modo geral está aquecendo sim, mas alguns lugares bem mais que outros. Participação humana: já acreditei que fosse mínima ou altamente discutível (exceto pela questão das ilhas de calor urbanas, fenômeno inquestionável e que ocorre no mundo todo, mesmo as cidades mais frias do mundo como Yakutsk são bem mais quentes no seu coração urbanizado que os arredores rurais), mas isto mudou; hoje reconheço que as nossas atividades são sim um fator relevante neste processo de aquecimento (para além das ilhas de calor), mas ainda se pode (e deve) discutir o tamanho exato da nossa “culpa”, há muito exagero e os processos naturais também participam; quanto mais pesquisa, melhor. Climatismo/alarmismo/catastrofismo: é algo que deploro intensamente, defendo que o “alarmismo” tem feito mal à humanidade ao inverter prioridades disseminando desinformação e histeria ao tratar qualquer seca, temporal, furacão, tufão, tornado, granizo, onda de calor (e até de frio) mais etc, etc, etc e etc como resultado das “mudanças climáticas antropogênicas” (recentemente surgiu outra expressão muito pior e ainda por cima mentirosa: “crise climática”). A inversão de valores é o que mais me incomoda, por exemplo: milhões de pessoas tem a vida abreviada todos os anos na Terra por causa da poluição (contaminação da atmosfera, da água e até mesmo do solo) causada por atividades humanas e agravada por uma mentalidade que coloca a “economia” e os lucros (de um pequeno grupo) acima de tudo mais, mas a questão da poluição e da devastação da natureza em geral quase sempre aparece subordinada à questão do clima nos dias de hoje (tipo: “temos que reduzir a poluição/desmatamento por causa das mudanças climáticas”) quando na verdade a redução da devastação da natureza como um todo (além de provavelmente desacelerar o aquecimento, o que é praticamente um detalhe) teria um impacto muito mais positivo na qualidade de vida de bilhões de pessoas que uma pura redução da emissão de “gases estufa”, e deveria estar no centro das discussões sobre o meio-ambiente; ou seja, o que é mais importante fica na sombra de uma questão menor/consequência: os impactos no clima. Esta inversão de prioridades, ainda que não pareça óbvio para alguns, certamente diminui a quantidade de energia/recursos/mentes que poderiam estar se ocupando da causa ambiental maior, mas acabam se perdendo em discussões infrutíferas sobre “o clima” ou em discursos histéricos estilo “Greta Thunberg” (um diversionismo, ainda que em alguns casos involuntário). O clima sempre mudou (ok, agora está mais acelerado, mas já ocorreram períodos de mudanças velozes no passado também) e o homem sempre se adaptou às mudanças e vai continuar se adaptando, mas, além da poluição, outros problemas urgentes que só vão aumentar nos próximos anos (como diminuição da população em idade produtiva, automatização/exigência de cada vez mais especialização para se conseguir um bom emprego, deixando multidões de excluídos e com raiva do “sistema”, dando origem aos "Trumps da vida", e etc, etc e etc) recebem menos atenção que a causa do clima. O saneamento é uma questão capital, muito mais decisivo na qualidade de vida humana que o clima, mas Rio e São Paulo, assim como a grande maioria dos municípios do Brasil e de grande parte do mundo, jogam milhões/bilhões de litros de esgoto in natura (e toda uma variedade de poluentes em geral) no ambiente todos os dias. Agora comparem quantas vezes vocês leem/ouvem sobre saneamento básico nos jornais/telejornais/revistas com a frequência com que se fala de “mudanças climáticas”, é indefensável!
  19. 2 points
    Ontem Campina Grande (PB) registrou 17,3°C de mínima. Foi a menor em 20 anos para Outubro. Por enquanto o mês está com -1°C de anomalia nas mínimas. _____________________________________________________________ Ontem à noite um pequeno DOL provocou chuva com moderada intensidade no leste do PE e da PB. Os volumes: Na PB (AESA): No PE (APAC): Imagem de satélite das 22h30 de 13/10, mostrando a banda de nuvens baixas associadas ao distúrbio.
  20. 1 point
    Região metropolitana de Porto Alegre teve mínima invertida ontem e provavelmente terá hoje, também. Meteograma do CPTEC:
  21. 1 point
  22. 1 point
    Aonde eu consigo dados antigos do clima de Curitiba? Do século 20 especificamente? Eu vi aquilo de banco de dados do INMET, mas parece muito complicado de se registrar naquilo.
  23. 1 point
    Sem dúvidas... mais um elemento para este aquecimento são as ilhas de calor urbano - veja os dados de fim de tarde de São Paulo, muitas vezes postados aqui. Há variação de até 10 graus de temperatura. Aqui em Juiz de Fora já vi oito graus de variação de temperatura entre o centro e onde eu moro, no início da noite. Por falar em aquecimento, vejam vocês-- só hoje o povo do meu bairro, alto e afastado, animou entrar na piscina - água gelada desde o início do inverno até agora, meados de outubro... aqui a vida é assim: ontem eu dormi de cobertor ainda - 17 graus hoje cedo. Hoje tivemos a máxima do mês, até agora - cravamos 31 C !!!
  24. 1 point
    Sobre a questão debatida aqui, parece que não há dúvidas do aquecimento em si (nosso corpo, memória, os relatos dos mais velhos, os estudos e as estações comprovam), o que gera polêmica são as causas. Alguns colocam como ciclos, outros como CO2 puro, outros como uma mescla dos dois (com gente pendendo para um lado e outros para o outro). É bom lembrar que lançar carbono na atmosfera e desmatar a amazônia trazem outras consequências além das climáticas. É mexer com a qualidade do ar, com os ciclos biogeoquímicos, o estoque (limitado) de combustíveis fósseis, todos os benefícios ecossistêmicos de um bioma e por aí vai. Não se limita a temperatura e chuva. E não precisamos de comprovação absoluta para mudar os hábitos, até porque a ciência, como parte integrante da sociedade, é influenciada pela economia, cultura, interesses etc, de forma que é natural não haver unanimidade. Mas as evidências, tendências, pareceres e revisões apontam sistematicamente para um aquecimento antropogênico há muito tempo. Não dá pra simplesmente ignorar. 2019, até o momento, teve todos os meses do ano acima da média em Belo Horizonte, exceto por julho que ficou dentro. Os meses de janeiro, maio e setembro tiveram desvios positivos bastante acentuados. A chuva, risos, segue em torno de 600mm no ano, sem perspectiva nenhuma para essa semana e às portas do penúltimo mês do ano com boa chance de ser também abaixo da média. Média de 1600mm. Vamo q vamo.
  25. 1 point
    Esse rapaz sou eu, e eu não tenho como afirmar nada, o único trajeto que fiz no MS foi de sair da ponte Ayrton Senna e entrar na fronteira do Paraguai, que dá uns 8km, nesse longo percurso eu não vi nenhuma araucária, e é só isso que eu sei sobre a existência de araucárias no MS
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